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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

11
Jul18

Uma juíza sem rosto amordaça o candidato a presidente do povo brasileiro

Talis Andrade

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A juíza de desconhecido rosto, Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, negou nesta quarta-feira 11 pedidos apresentados para que o pré-candidato às eleições presidenciais de outubro próximo, Lula da Silva,  conceda entrevistas e grave vídeos de dentro da prisão, na sede da Polícia Federal, na capital da República do Paraná.

 

Existem centenas de pedidos outros de agências de notícias estrangeiras, e televisões dos principais países do Primeiro Mundo.

 

A magistrada alega, em seu despacho, que "a questão concernente à possibilidade de realização de sabatinas/entrevistas por veículos de comunicação deve ser analisada sob a ótica dos direitos do preso, da regularidade do cumprimento da pena e da estabilidade do estabelecimento prisional".

 

A seguir, ela expõe o artigo 5º, incisos XLIX e LXIII, da Constituição de 1988 e conclui:

 

"Como se observa, não há previsão constitucional ou legal que embase direito do preso à concessão de entrevistas ou similares". [Esquece a juíza que os constituintes jamais poderiam imaginar que o Brasil voltaria às trevas da ditadura. E no mais, ninguém legisla para um estado de exceção]

 

Nos termos previstos no artigo 41, XV, da Lei de Execução Penal, o contato do preso com o mundo exterior se dá "por meio de correspondência escrita, da leitura e de outros meios de informação que não comprometam a moral e os bons costumes".

 

A regra legal não contempla ampliação do direito, mas tão somente possibilidade de restrição, consoante expressamente disposto no parágrafo único do artigo 41".

 

A juíza diz ainda que "não se trata de obstar a liberdade de imprensa. Cuida-se sim, como já observado, de questão afeta à segurança pública e do estabelecimento de custódia e à disciplina no cumprimento da pena. De qualquer modo, é pacífico o entendimento de que o sistema constitucional brasileiro não contempla direitos ou garantias revestidos de caráter absoluto". 

 

Na montagem acima do 247, uma foto 3x4 da carteira de estudante de Carolina. Esta a foto que a juíza anexou à documentação do seu concurso de funcionária pública. É a única fotografia usada, oficialmente, pelos portais da justiça e mcm. 

 

Existe uma segunda foto que este Correspondente já divulgou (vide link), mas não está autentificada. 

 

Existem várias versões para o rosto oculto da juíza: 1) Por ser de descendência libanesa, a proibição religiosa muçulmana, 2) proibição do marido árabe, 3) medo de sequestro, por ser herdeira de imensa fortuna, 4) síndrome de Moro, o medo de ser alvo de um atentado político, 5) trauma da diáspora libanesa, 6) aversão à propaganda, cousa que a corriola de Curitiba adora; 7) feiúra, mas colegas de faculdade e do magistério afirmam que Carolina possui uma radiante beleza árabe.

 

Não sei se um funcionário público pode manter o rosto desconhecido do público em geral. Com certeza não existe democracia, nem justiça, quando um candidato a presidente fica proibido de apresentar seu programa de governo e seu pensamento político para o povo em geral. 

 

Carolina à Moro faz o Brasil estremecer nas trevas de um golpe que derrubou Dilma Rousseff, colocou um presidente entreguista de ascendência libanesa no poder, condenou Lula sem provas, aprovou uma reforma trabalhista escravocrata,  e vem entregando as riquezas do Brasil aos especuladores estrangeiros.