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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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O CORRESPONDENTE

31
Mar20

Mourão cometeu crime ao exaltar a ditadura

Talis Andrade
 
 

ditadura nunca mais 31m.jpg

Amanda Audi
@amandafaudi
Ainda estou tentado entender
 
 
Image
General Hamilton Mourão@GeneralMourao
 

Há 56 anos, as FA intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição do General Castello Branco, iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil. #31deMarçopertenceàHistória

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Mourão mente, que Castelo jamais foi eleito pelo povo. Depois do golpe militar que derrubou Jango, cassar e prender os deputados e senadores defensores da Democracia, da Liberdade, da Igualdade, da Fraternidade, baixou um ato instuticional para eleição indireta de militares presidentes. De marechais ou generais. E deu no que deu. Deu muito pau no lombo do povo. Nas masmorras do cabo Anselmo, do major Curió, do major Ustra, do delegado Freury e outros assassinos, o pau cantou.

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Golpe de 64

Que ninguém esqueça para que nunca mais aconteça

por Lorena Vale

Há 56 anos, no dia 31 de março de 1964, o Brasil sofria um dos períodos mais vergonhosos de sua história, o Golpe Militar. Uma ditadura que durou 21 anos de perseguições, censuras, torturas, estupros, desaparecimentos e mortes as minorias e opositores que não concordavam com o terrorismo dos agentes do governo brasileiro.

Os deputados da Bancada do PT na Câmara usaram suas contas no Twitter para relembrar aquele triste período e gritar Ditadura Nunca Mais. Também destacaram que os integrantes do governo Bolsonaro não cansam de passar vergonha ao tentar manipular o que realmente aconteceu na ditadura militar, se referindo ao vice-presidente Hamilton Mourão que exaltou e comemorou um dos períodos mais sangrentos do País em sua rede social.

Para o líder do PT, deputado Enio Verri (PR), Mourão cometeu crime ao exaltar a ditadura. “São inadmissíveis, uma afronta à história e aos trucidados pela ditadura civil-militar, as publicações da cúpula militar do Brasil, exaltando o famigerado período. O vice-presidente, Mourão, feriu a lei de Segurança Nacional e o Código Penal, ao exaltá-la”. O líder ainda deixou claro que as manifestações dão um claro recado de que a cúpula militar do Brasil não aprendeu nada com a história e se dispõe a restabelecê-la.

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O líder da minoria na Câmara, deputados José Guimarães (PT-CE) afirmou que homenagens são sinônimo de retrocesso. “Ditadura Nunca Mais. Há 56 anos, o Golpe de 64 marcava o início do período mais triste da história brasileira. Perseguição, corrupção, tortura e assassinatos de inocentes são apenas alguns dos crimes cometidos contra a população. Qualquer homenagem a isso é sinônimo de retrocesso.”

E deputado Carlos Zarattini (PT-SP), líder da Minoria no Congresso, recordou que durante o golpe a Constituição Federal foi rasgada, as liberdades individuais e de imprensa revogadas. “Foi um período marcado pela tortura, censura e morte de milhares de inocentes! A ditadura acabou com direitos e favoreceu os mais ricos. As palavras do Mourão hoje revelam a desfaçatez desse governo. Forças Armadas deram um golpe para acabar com a democracia e implementar um período negro na história. Comemorar esse período é um ato criminoso”.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse que “Comemorar a ditadura militar e ser vice de Bolsonaro revelam o apreço pelo fracasso e pela desmoralização”. Para o deputado Odair Cunha (PT-MG) esse governo não deveria estar no poder. “A Ditadura Militar foi um período sangrento e vergonhoso da nossa História, mas alguns ainda insistem em distorcer a verdade”.

Não dá para esconder a verdade

A presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), escreveu em seu Twitter que não dá para esconder a verdade. “O golpe militar perseguiu, torturou, matou e exilou pessoas. Diante dos fatos não há argumentos. Não dá pra esconder a verdade! A história está aí para não deixar apagar o pior período político brasileiro para que ele não volte. Ditadura Nunca Mais”.

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Na avaliação da deputada Erika Kokay (PT-DF qualquer comemoração é uma “ode à barbárie!”. Ela recordou que A ditadura militar não poupava ninguém. “Mães foram torturadas com os filhos ainda na barriga e crianças foram torturadas com seus pais. O golpe militar estuprou também a democracia no Brasil! Isso jamais será esquecido! Ditadura Nunca Mais”, reforçou.

E o deputado Alencar Santana Braga (PT-SP) denunciou que as Forças Armadas continuam praticando o horror que instalaram no País durante 21 anos de muito sangue, mortes, tortura, censura e ditadura. Negam a História como se o período de maior terror fosse democrático!”, denunciou o deputado.

Para o deputado Vicentinho (PT-SP) é inaceitável a atitude de Mourão. “Em 31 de Março de 64, um golpe militar instaurava uma ditadura no País. Deixou mortos e até hoje desaparecidos(as). Na história ficou marcado por torturas e crueldades. Inaceitável em 2020 atitude do vice ‘eleito democraticamente’ comemorando o golpe militar.

Ministro da Defesa

Mourão não foi o único a elogiar o golpe de 64, o Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, também comemorou e disse que a ditadura é um “marco para a democracia brasileira”.

“É revoltante ver o ministro da Defesa chamar o golpe civil-militar de 1964 de “revolução”. Foi ditadura e foi brutal, violenta. Pessoas foram presas, torturadas e mortas. (Des)governo Bolsonaro não tem nenhum respeito pelos familiares. Ditadura Nunca Mais”, lamentou a deputada Luizianne Lins (PT-CE).

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) advertiu que é preciso lembrar para que não se repita. “Em 31 de março de 64, um golpe militar, com o apoio dos Estados Unidos, derrubou um presidente eleito, acabando com as liberdades, prendendo, torturando e assassinando. Em um governo repleto de militares precisamos lembrar para que não se repita.” E a deputada Natália Bonavides (PT-RN) reforçou: “Pra que nunca se esqueça. Para que nunca mais aconteça. Ditadura Nunca Mais”.

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Coronel Ustra torturador e assassino

“Um marco triste da nossa história que ainda mantém feridas abertas. E ao lembrar dos momentos abomináveis em que Bolsonaro exaltou a ditadura militar, ficam ainda mais claros os motivos que o fazem menosprezar os impactos do coronavírus”, relembrou o deputado Paulo Guedes (PT-MG) das inúmeras vezes que Jair Bolsonaro, além de comemorar a ditatura, exaltou torturadores como o coronel Ustra.

Carlos Alberto Brilhante Ustra foi o chefe do DOI-Codi do Exército de São Paulo, órgão de repressão política do governo militar. Ali, sob o comando do coronel, ao menos 50 pessoas foram assassinadas ou desapareceram e outras 500 foram torturadas, segundo a Comissão Nacional da Verdade.

A deputada professora Rosa Neide (PT-MT) deixou claro que foi Golpe e não revolução. “31 de março, uma data amarga para a nossa história. Comemora-la significa fazer apologia à barbárie. Juntemos força para dizer “Ditadura nunca mais”. Hoje é o Dia da Verdade. Portanto, vamos lembrar que em 1964 tivemos um golpe no Brasil. Nada de revolução, foi golpe”, E para deputado Rubens Otoni (PT-GO) não temos “nada a comemorar, tudo a denunciar”.

Sem resposta, sem punição

O deputado Waldenor Pereira (PT-BA) lembrou que são 56 anos sem respostas e punições. “A ditadura militar é uma mácula sombria e vergonhosa à nossa história, que usurpou 21 anos da nossa democracia. Não há o que se comemorar. Mas é preciso lembrar para não repetir. São 56 anos sem respostas e punições aos crimes cometidos. Exigimos justiça!”.

O deputado Célio Moura (PT-TO) também cobrou punição. “56 anos da ditadura militar no Brasil. Minha denúncia e repúdio permanentes. Punição aos crimes contra a humanidade. É preciso memória, para que não se repita a triste história!”

Para o deputado Bohn Gass (PT-RS) o 31 de março é dia de reafirmar que o golpe militar perseguiu, prendeu sem razão, torturou e matou homens e mulheres no Brasil. “Em homenagem a todas as vítimas dessa atrocidade institucional, hoje, 56 anos após aquele trágico 31 de março de 1964, digo de novo: Ditadura Nunca Mais”.

Ao relembrar esse período triste da história brasileira, o deputado Carlos Veras (PT-PE) lamentou: “Constituição rasgada. Congresso fechado. Cassação de direitos. Tortura e execução como política de Estado. Eles tentam, mas não mudarão a história. Neste 31 de março, exaltamos a democracia. Apesar de Bolsonaro, amanhã há de ser outro dia!”, ressaltou.

Para o deputado Helder Salomão (PT-ES) golpe e ditatura têm que ser repudiadas. “O Golpe de 1964 inaugurou um período de trevas da história do Brasil. Perseguição, assassinatos, censura, toda forma de violação dos Diretos Humanos. Golpe e ditadura não se comemoram, se repudiam!”

Governo Autoritário Nunca Mais

Para o deputado Nilto Tatto (PT-SP) nos dias de hoje é mais que urgente clamar por Ditatura Nunca Mais. “Perseguição à imprensa; uso do Estado para perseguição política; rejeição à transparência nos gastos e atos públicos; exaltação de mecanismos antidemocráticos, como o AI-5. Ontem e hoje Ditadura Nunca Mais. Governo autoritário, como o de Jair Bolsonaro, nunca mais! Queremos um País que atente para as necessidades do povo e da classe trabalhadora. O retrocesso na valorização do salário mínimo notadamente nos governos Temer e Bolsonaro mostra a que vieram”.

 

 

 

  

 
 

 

 

 
11
Dez19

Weintraub fala em drogas nas universidades e toma invertida de Ivan Valente: e o avião presidencial com 39kg de cocaína?

Talis Andrade

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados convocou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, para dar explicações sobre declaração dada à imprensa de que nas universidades federais há extensivas plantações de maconha e que seus laboratórios de química são usados para a síntese de drogas. A audiência ocorre nesta manhã (11), com transmissão ao vivo pelo facebook PT na Câmara.

Durante audiência pública da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, usou reportagens televisivas e manchetes de jornais para reafirmar declarações recentes sobre plantações de maconhas nas universidades federais e o uso de seus laboratórios para formulação de drogas sintéticas.

Argumentos que foram rebatidos com veemência pela deputada e ex-reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT-MG). “O ministro da Educação não pode usar a palavra sem responsabilidade. Queremos informações detalhadas e responsáveis sobre essas alegações que ele fez e que já foram desmentidas oficialmente pela polícia e pela justiça”, rechaçou a deputada, uma das autoras do requerimento à realização da audiência. 

Margarida criticou a apresentação em slides do ministro. Para ela, o que se viu foi “uma apresentação sensacionalista que trata de uma forma indevida de eventos já apurados, tanto o da UnB (Universidade de Brasília) quanto da UFMG”.

A deputada relatou que no caso da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o delegado que cuidou do caso, Rodolfo Machado, identificou os suspeitos e, à época, afirmou que eles não eram estudantes da UFMG. Além disso, continuou a parlamentar, o juiz que também cuidou da denúncia afirmou que não existiam provas que evidenciassem o comprometimento da instituição nos casos denunciados.

No caso da UnB, Margarida Salomão observou que ficou claro que o local onde foram encontrados os vasos com 13 pés maconha não eram do campus. Para a deputada, não se pode tomar incidentalidades como fatos. “É necessário provas além das versões sensacionalistas”.

“É seu papel ministro, como gestor da educação apurar, cobrar, inibir e impedir, em não fazendo isso, e tratando meramente esse assunto como fofoca ou meme, eu quero dizer que o senhor está prevaricando”, alertou Margarida Salomão.

Cortina de fumaça

Em seu pronunciamento, a deputada professora Rosa Neide disse que a exposição do ministro não passa de “cortina de fumaça com o único objetivo de vender, de tornar privado o espaço público, para que a sociedade brasileira possa continuar construindo conhecimento, seja banido de política pública nesse País”.

Para a deputada do MT, as falas públicas do ministro – ele que deveria ser o principal agente da educação brasileira -, que, ao invés de sensacionalismo, deveria ter o compromisso de trazer em público qual é o projeto de educação do governo para o País.

“Então, nesse sentido, as universidades mais atacadas no Brasil têm, nas polêmicas criadas pelo ministro, todos os dias que ocupar o tempo para fazer defesas públicas daquilo que nada agrega à educação brasileira”, criticou.

Inimigo da educação

Ao se dirigir ao ministro, o deputado Waldenor Pereira disse que condena o uso e o tráfico de drogas em qualquer lugar, seja, no Palácio do Planalto, no Congresso Nacional, no avião presidencial e também nas universidades. No entanto, observou que o fato também de extrema gravidade é, segundo ele, o governo Bolsonaro manter no cargo de ministro de Estado “alguém que com as suas manifestações e frases estapafúrdias, com suas posturas polêmicas, tenha se indisposto com todos aqueles que fazem a educação no Brasil, ao ponto de hoje, ser considerado o inimigo número um da educação pública brasileira”.

Sensacionalismo

O deputado Alencar Santana Braga ressalta que Weintraub não apresentou provas de suas acusações. “Não podemos admitir que um ministro de Estado, com a exigência ética que se faz necessária para ocupá-lo, difame e ofenda um patrimônio do povo brasileiro que são as universidades federais. ”

Segundo o petista, tentam pegar os casos isolados para transformar em um problema de toda a universidade. Ele avalia que estão tentando criar sensacionalismo, medo e caos em determinados setores sociais para desmantelar a universidade pública. “E no avião presidencial? O senhor, hoje, teria medo de entrar no avião presidencial, com 39 quilos de cocaína? Provavelmente, sim, o senhor não vai entrar. Ou vai mandar a polícia fazer uma vistoria antes de entrar, se a sua preocupação é essa. É lamentável, ministro, lamentável”, criticou.

Baboseira ideológica

Ao discursar, a deputada Maria do Rosário detalhou o quadro da educação brasileira na gestão do ministro do Bolsonaro. Ela relatou que há abandono da educação infantil, da pré-escola da educação básica, do ensino médio e do ensino superior, com cortes de bolsas de mestrado e doutorado e abandono das pesquisas. “E aqui vemos uma baboseira ideológica. É o ministro da baboseira ideológica. É ideologia de péssima qualidade, sem formação adequada que diz respeito ao conhecimento científico, não traz números, trouxe fake news, trouxe mentiras”, denunciou.

“No meu estado [RS] temos mais de 100 mil pessoas, trabalhadores da educação, professores que estão em greve porque seus salários não são pagos há mais de 40 meses, salários atrasados e o ministro não quer saber disso, não quer saber de educação”, constatou.

Alencar Santana Braga ressalta que Weintraub não apresentou provas de suas acusações. “Não podemos admitir que um ministro de Estado, com a exigência ética que se faz necessária para ocupá-lo, difame e ofenda um patrimônio do povo brasileiro que são as universidades federais.”

Doença terminal

O deputado Pedro Uczai disse que a impressão que o ministro Weintraub passa com a exposição é de que “o cara é um enviado” ao usar termos como “salvar”, “joio”, “trigo” – “palavras do mundo religioso, do mundo do dualismo do bem e o mal, do céu e do inferno”. Ao fazer essa referência, o deputado lembrou de frase dita recentemente por um membro do PSDB: “Weintraub é uma doença terminal da educação no Brasil”.

“Quando ouvi essa frase, eu tinha achado que tinha sido dura e agressiva, mas ouvi o senhor nessas cinco ou seis horas e não vi nenhuma proposta concreta para a educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e ensino superior. O que o senhor vai fazer para os próximos três anos para salvar o Brasil? A sua coerência mostra que não é aqui o seu lugar. Vossa excelência deveria ir para uma experiência religiosa ou pastoral, mas não na educação pública brasileira, pelo seu próprio conceito, pela sua própria concepção. A educação precisa de ciência, de tecnologia e de sabedoria”.

Em outro requerimento, 12 deputados do PT também reclamam da postura do ministro. “Com a posse de Abraham Weintraub o MEC se transformou em propagador de polêmicas e ataques à educação pública e seus profissionais, sendo o atual ministro o principal porta-voz.”

O deputado José Ricardo (PT-AM) denunciou que o governo federal não está cumprindo metas do Plano Nacional de Educação (PNE), como a que prevê aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na área.

“O ano está terminando e o governo atual não fez esforço nenhum para esse objetivo do PNE ser atingido, que é lei. Nem esse e nem outros. Como o senhor vem aqui falar que está tendo a maior revolução na educação nesse governo? Na verdade, está tendo o maior retrocesso, descontrole, desconstrução e o fim de políticas fundamentais na educação”, declarou José Ricardo.

Em seu pronunciamento, ele citou alguns desses retrocessos, como a Emenda Constitucional nº 95, que congela por 20 anos os investimentos públicos em educação, saúde, moradia. “Não vemos o governo trabalhando para revogá-la. Esse é o pleito de todos que pensam na educação e no futuro do País. E o senhor, como ministro, não está sendo uma voz para rever isso! Como um ministro da Educação não vai trabalhar para se ter mais recursos nessa área?”.

Avião com 39kg de cocaína

PSOL na Câmara
 

Logo no começo da pataquada que está sendo a "apresentação" de @AbrahamWeint , que usa casos isolados para demonizar as universidades públicas como antros de produção de drogas, o líder @IvanValente tascou: "E os 39kg de cocaína no avião presidencial?". Silêncio do ministro

 

O líder do PSOL, @IvanValente , apresentou os péssimos dados de execução orçamentária que comprovam a péssima gestão do ministério da Educação. "E vossa excelência preocupada em colocar polícia em campus universitário?", ironizou, pedindo que o min. definisse o Iluminismo.

"Temos na Educação alguém que combate a educação!", declarou @IvanValente . Ele também denunciou que @AbrahamWeint persegue a @unb_oficial usando fake news.

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