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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

16
Nov20

Candidata de Bolsonaro em Angra, Wal do Açaí não é eleita vereadora

Talis Andrade

Bolsonaro não consegue eleger candidatos a vereador e vê votação de Carluxo  cair - Diário do Rio de Janeiro

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A candidata, alvo de investigação do Ministério Público, teve apenas 248 votos (0,30%)

 
candidata Wal Bolsonaro (Republicanos), mais conhecida como Wal do Açaí, não foi eleita vereadora em Angra dos Reis (RJ). A política, apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), teve 248 votos (0,30%).
 
Wal é alvo de uma investigação do Ministério Público depois que o jornal Folha de S. Paulo revelou que a funcionária continuava vendendo açaí numa praia de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, no horário do expediente que teria que cumprir como funcionária de Bolsonaro, à época em que era deputado federal. Ela estava na condição de secretária parlamentar do gabinete do parlamentar.
 

Durante uma live em suas redes sociais, Bolsonaro comentou: “Agora a Wal resolveu vir como vereadora em Angra dos Reis [RJ]. Então é obrigação minha, pelos excelentes serviços que ela prestou na região… O deputado pode ter servidor comissionado em qualquer lugar do estado, não apenas na capital ou onde o parlamentar mora. Então você que não decidiu ainda, se possível, [vote na] Wal, Wal Bolsonaro, né? Botou Bolsonaro. Valeu, Wal!”.

Segundo a Folha, Walderice trabalhava no Rio mesmo aparecendo desde 2003 como um dos 14 funcionários do gabinete de Jair Bolsonaro, com salário de pouco mais de R$ 1.300. Após a repercussão, a funcionária pediu demissão do cargo.

As regras da Câmara dos Deputados determinam que uma pessoa que ocupa o cargo de secretário parlamentar precisa trabalhar 40 horas semanais no gabinete em Brasília ou no escritório no estado do parlamentar – o que não ocorria com Wal. Esses funcionários são pagos com a verba de gabinete, ou seja, dinheiro público.

 

16
Nov20

Como foi o desempenho dos candidatos apoiados por Bolsonaro

Talis Andrade

Como foi o desempenho dos candidatos apoiados por Bolsonaro nas eleições de 2020

Wal do Açaí, entre Bolsonaro e Carlos: ex-assessora do presidente e um dos nomes do bolsonarismo em 2020 não se elegeu vereadora em Angra dos Reis (RJ).| Foto: Reprodução/Facebook

 

por Rodolfo Costa /Gazeta do Povo

O presidente Jair Bolsonaro tem pouco o que celebrar neste primeiro turno das eleições municipais de 2020. A maior parte dos candidatos apoiados por ele e por sua família – o que inclui os três filhos e a mulher, a primeira-dama Michelle – não obtiveram bons resultados, seja para prefeituras ou câmaras municipais.

O que se observou na disputa das prefeituras é que, de 13 candidatos apoiados por Bolsonaro, mais da metade (oito) perdeu a eleição. E apenas cinco foram eleitos em primeiro turno ou continuam na disputa do segundo turno.

Os casos mais expressivos são os de Capitão Wagner (Pros), candidato à prefeitura de Fortaleza, Marcelo Crivella (Republicanos), candidato à reeleição no Rio de Janeiro, e do Delegado Federal Eguchi (Patriota), candidato em Belém. Ambos foram os segundos mais votados nas respectivas cidades. Wagner teve 33,3% dos votos válidos, Crivella fez 21,9% e Eguchi ficou com 23,1%.

Dois candidatos com o apoio da família Bolsonaro se elegeram para prefeituras de municípios de porte médio. O prefeito de Parnaíba (PI), Mão Santa (DEM), apoiado por Bolsonaro, foi reeleito em primeiro turno com 52,1 mil votos, 68,3% dos votos válidos. Outro que recebeu o apoio da família e faturou a eleição também em primeiro turno foi Gustavo Nunes (PSL), eleito em Ipatinga (MG).

Entre os candidatos a prefeito apoiados por Bolsonaro que ficaram no caminho, o caso mais simbólico é o de Celso Russomanno (Republicanos), que disputou o pleito na capital paulista. Não apenas foi preterido pelos paulistanos, como obteve apenas 10,5% dos votos válidos, tendo sido o quarto mais votado.

Em Belo Horizonte, Bruno Engler foi o segundo mais votado. Mas também fez apenas 10% dos votos válidos. Alexandre Kalil (PSD), o atual prefeito, reeleito com 63,4%.

Outros casos de insucessos entre candidatos apoiados por Bolsonaro em capitais está o da Delegada Patrícia (Podemos), postulante em Recife; e o de Coronel Menezes (Patriota), de Manaus. Enquanto Patrícia obteve 14,1% dos votos, a quarta mais votada, Menezes conseguiu 11,3% e foi o quinto mais votado.

Fora das capitais, Allan Lyra (PTC), candidato em Niterói (RJ), e Julia Zanatta (PL), em Criciúma (SC), são outros candidatos do bolsonarismo que sofreram derrotas.

17
Mar19

O POVO ACORDOU O sinal vem das ruas

Talis Andrade

O líder da Bancada do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), afirmou em artigo que o comportamento de Jair Bolsonaro nas redes sociais tem deixado o Brasil perplexo e que as críticas observadas contra o presidente durante o carnaval demonstram que a população começou a reagir aos desmandos, à incompetência e aos retrocessos propostos pelo governo Bolsonaro.

“O sinal vem das ruas. O povo brasileiro percebe de forma crescente o desmonte da Constituição, o ataque a direitos históricos e começa a reagir. Antes que tudo desmorone a mando de um governo irresponsável, antinacional e antipopular, é preciso reagir”.

Brasil reage aos desmandos de Bolsonaro

por Paulo Pimenta

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O Brasil está perplexo com o comportamento do presidente Jair Bolsonaro, que em vez de governar e anunciar medidas para gerar empregos e renda, prefere ficar nas redes sociais atacando as pessoas e até postando vídeo obsceno.

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O quadro piora com novas denúncias sobre o envolvimento da família Bolsonaro com milicianos do Rio de Janeiro, inclusive com os matadores da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes.

O carnaval que passou deixou claras a irreverência e a crítica do povo aos esquemas do Queiroz, ao laranjal do PSL e aos desmandos e à incompetência de Bolsonaro. O tom laranja prevaleceu entre as fantasias.

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A Estação Primeira de Mangueira foi a grande campeã do Carnaval 2019 do Rio de Janeiro, conquistando seu 20º título contando a história do Brasil pela ótica dos heróis negros e indígenas. Um dos grandes destaques do desfile foi a homenagem a Marielle.

Ao condomínio de luxo onde Bolsonaro tem casa no Rio (vizinho de um PM acusado de assassinar Marielle), o bloco Eu Avisei foi e, certeiro e premonitório, cantou a marchinha de protesto: “Doutor/ Eu não me engano/ O Bolsonaro é miliciano”.

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Em Olinda (PE), bonecos gigantes do presidente e sua esposa, a primeira dama Michelle Bolsonaro, foram vaiados e alvos de uma chuva de latas jogadas pelos foliões.

O povo mostrou também em todas as regiões do País que quer a libertação de Lula, condenado de forma arbitrária e injusta por um ex-juiz que virou político.

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Nunca se viu um carnaval tão politizado, com os foliões clamando contra Bolsonaro e seu governo que, em dois meses, não conseguiu dar uma única notícia boa para o povo brasileiro.

Logo após o Carnaval, veio o 8 de Março, o Dia Internacional de Luta das Mulheres. Milhares delas foram às ruas se manifestar em defesa de seus direitos, contra o retrocesso civilizatório patrocinado por Bolsonaro. Defenderam a libertação de Lula, punição aos assassinatos de Marielle e condenaram a reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso Nacional.

O sinal vem das ruas. O povo brasileiro percebe de forma crescente o desmonte da Constituição, o ataque a direitos históricos e começa a reagir. Antes que tudo desmorone a mando de um governo irresponsável, antinacional e antipopular, é preciso reagir.

Umas das principais ameaças é a Reforma da Previdência (PEC 6/2019), cruel contra o povo e covarde com os privilegiados.

As ruas no carnaval e no 8 de março deram um recado: vamos resistir, defender as conquistas históricas e derrubar a reforma da Previdência.

 

14
Mar19

Morte de Marielle pode derrubar Bolsonaro

Talis Andrade

por Eduardo Guimarães

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Há uma avalanche de indícios ligando o clã Bolsonaro ao crime organizado do Rio de Janeiro (milícias). Acaba de surgir fato que pode ligar Bolsonaro aos assassinos de Marielle Franco: ele tem uma casa no condomínio em que mora um dos assassinos dela, que acaba de ser  preso. Mas não é só. Tem muito mais. Morte de Marielle pode derrubar Bolsonaro.

Vamos rever alguns fatos que ligam Bolsonaro ao crime organizado.

1) 2003: Jair Bolsonaro, no Congresso, defende milícias e grupos de extermínio;

2) 2007: Flávio Bolsonaro defende legalização das milícias;

3) 2011: A juíza Patrícia Acioli é assassinada com 21 tiros no Rio por milicianos. Flávio Bolsonaro, após a morte, vai ao twitter e difama a magistrada;

4) 2015: A juíza Daniela Barbosa é agredida por milicianos durante uma inspeção no Batalhão Especial Prisional durante uma inspeção no Rio. Flávio Bolsonaro sai em defesa dos agressores;

5) 2018: Flávio Bolsonaro faz campanha com família ligada ao jogo do bicho, organização que se fortificou justamente durante a Ditadura (especula-se que bicheiros do segundo escalão se tornaram milicianos);

6) 2018: Policiais que integravam a campanha de Bolsonaro são presos na Operação Quarto Elemento, que investiga a atuação de milicianos que praticavam extorsões. Os dois PMs presos são irmãos de Valdenice de Oliveira, a Val do Açaí, assessora de Bolsonaro e tesoureira do PSL;

7) Flávio Bolsonaro empregou mãe e mulher de chefe do Escritório do Crime em seu gabinete, suspeitos de assassinarem Marielle.

Acham pouco? Então, tem mais. A jornalista Eliane Brum denunciou em seu perfil no Facebook que a Jornalista Constança Rezende, do Estadão, atacada recentemente por Bolsonaro é filha de repórter da Globo que investiga milícias no RJ.

Mas se você ainda não está contente com as provas apresentadas, tem mais uma que chega a ser engraçada de tanto que compromete o clã nazifascista que desgoverna o Brasil. Vamos assistir o vídeo.

 

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