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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil. As melhores charges. Compartilhe

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O CORRESPONDENTE

17
Jan23

Terrorismo popular: uma reflexão sobre o fascismo doméstico

Talis Andrade

Falta pegar os financiadores

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Todos os sujeitos esvaziados de sua subjetividade serão seduzidos para o terrorismo popular

 

por Marcia Tiburi

Como conviver dentro ou fora de casa com fascistas que se tornaram terroristas e que depois de dias na prisão, são capazes de voltar sem nenhuma reflexão ou questionamento, senso de responsabilidade ou arrependimento? 

O que dizer a pessoas que continuam em delírio autoritário?

Como tratar quem, tendo sido traído por líderes diversos, fossem capitalistas financiadores, militares supostamente protetores, fosse o líder autoritário que, na verdade, não passava de um covarde, perdeu o chão e a razão e continua sem perceber ou sem querer assumir o próprio erro? 

A personalidade autoritária continua intacta e produzindo efeitos. O fascismo está a plenos pulmões com seu grito de morte e precisa ser parado antes que todos os seres sejam atingidos por seu vírus alienante e devorador de almas. 

Ao mesmo tempo, diante da catástrofe há quem insista em falar em populismo evitando, assim, o termo fascismo. Alegam que é preciso evitar exagero. Diga-se, a propósito, que o “apelo ao exagero no discurso do outro” é uma das falácias das mais comuns quando se quer amenizar um assunto ou, para usar um clichê, tapar o sol com a peneira. 

Com a invasão bárbara e a destruição dos prédios dos poderes republicanos em Brasília em 8/01 tornou-se evidente que o fascismo avançou para uma nova fase em que o terrorismo de Estado, composto de violência simbólica e física contra o povo, deu lugar ao que podemos chamar de terrorismo popular. 

Antes, Bolsonaro tocava o terror, contra os outros e contra os seus. Contra os outros através da política de choque, da ameaça, da chantagem econômica, do lançamento das pessoas na fome e na morte. 

Contra os seus, como um vaqueiro puxando o berrante para conduzir o gado, ou, se preferirmos uma metáfora mais literária e fantástica, sempre podemos lembrar o flautista de Hamelin que também conduz os ratos, mas direto para o abismo. 

Os próprios enfeitiçados decidiram tocar o terror confiando que estavam amparados por poderosos que se tornam cada vez mais imaginários, sejam financiadores que se escondem, sejam militares que não vem salvar ninguém, seja o líder autoritário e falastrão, que sempre foi, principalmente, um vagabundo e um covarde, que pretendia apenas se dar bem e promover os próprios filhos, tão monstruosos quanto ele. Prova disso é que fugiu e, no exterior, fingiu estar doente para tentar não ser extraditado. 

Há anos, um livro escrito por uma professora de filosofia - obrigada a exilar-se por ter irritado a extrema-direita brasileira e ter sido por ela perseguida e ameaçada - alertava sobre a implantação do fascismo no Brasil. A professora foi chamada de exagerada ao propor uma reflexão sobre o fenômeno do fascismo.  

Naquele época o assunto girava em torno da qualidade da relação que se desenvolveria com os fascistas que eram ao mesmo tempo, familiares. Ao enunciar “Como conversar com um fascista” a professora tocava no problema que muitos precisam enfrentar ainda hoje quando os velhos fascistas que tomaram o Brasil começando a se reproduzir desde 2014 (ano da criação do MBL, cujos membros são conhecidos por sua defesa de um partido fascista) voltam para casa depois de terem sido indiciados como terroristas. 

O problema continua atual. As subjetividades autoritárias continuam em ação e autorizadas pelos agentes do caos, os agitadores fascistas que lucram com a lavagem cerebral dos outros. Os poderosos continuarão a investir no populismo fascista e, para isso, precisam investir também na lavagem cerebral da população. Cada um é transformado em robô através da oferta de um gozo do mal e do sofrimento, seja do outro, seja de si mesmo. Todos os sujeitos esvaziados de sua subjetividade serão seduzidos para o terrorismo popular. E serão lançados por seus condutores no abismo.

O único jeito de evitar isso é produzindo consciência, resgatando do delírio e esse é trabalho para muitas gerações. Os vários governos que existirão no Brasil, terão que trabalhar para isso. A nós, meros cidadãos e cidadãs, cabe criar espaços e tempos democráticos e uma poético-política que possa nos garantir o sentido da convivência e da existência em sociedade, apesar de toda a adversidade que há no mundo humano.

#DesmonetizaJP

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14
Out22

Deputado bolsonarista chama arcebispo, CNBB e papa de "pedófilos e vagabundos"

Talis Andrade

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O deputado estadual Frederico D’Avila (PSL-SP) fez uma série de ofensas ao arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes, à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e ao papa Francisco em seu discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo. D’Avila chamou os religiosos de “safados”, “vagabundos” e “pedófilos”.

“Seu safado da CNBB dando recadinho para o presidente [Bolsonaro], para a população brasileira, que pátria amada não é pátria armada. Pátria amada é a pátria que não se submete a essa gentalha. (…) Seu vagabundo, safado, que se submete a esse papa vagabundo também. A última coisa que vocês tomam conta é do espírito, do bem-estar e do conforto da alma das pessoas. Você acha que é quem para ficar usando a batina e o altar para ficar fazendo proselitismo político? Seus pedófilos safados, a CNBB é um câncer que precisa ser extirpado do Brasil.”

As ofensas do parlamentar são uma resposta ao discurso de dom Orlando durante a missa pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida em 2021. Na ocasião, o arcebispo fez críticas à política armamentista de Jair Bolsonaro e defendeu a ciência e a vacina. 

Os bolsonaristas neste ano eleitoral de 2022 repetem as provocações no Santuário da Padroeira do Brasil. 

 

Bolsonaro chegou na basílica de Aparecida escoltado e acompanhado de ministros e do candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Entre vaias e aplausos, o padre Eduardo Ribeiro, que conduzia a cerimônia, pediu silêncio para começar a missa.

Mais tarde, apoiadores do atual presidente, vestidos de verde e amarelo, hostilizaram a equipe da TV Vanguarda, afiliada da TV Globo.

Em outra parte do santuário, outro grupo gritou e avançou sobre um homem que vestia uma camiseta vermelha.

19
Set22

Caiu a máscara: os 107 imóveis do Clã Bolsonaro... E o 7 de setembro milicar em apoio ao presidente, por Bob Fernandes (vídeo)

Talis Andrade

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Bolsonaro e filhos compraram 107 imóveis, 51 pagos em dinheiro; Haddad pede prisão

 

Reportagem do portal Uol, assinada por Juliana dal Piva e Thiago Herdy, revelou que o presidente Jair Bolsonaro e a sua família compraram com dinheiro vivo 51 imóveis entre 1990 e 2022.

A publicação mostra que as transações totalizaram um montante de R$ 13,4 milhões.

Corrigido pelo IPCA, o índice que mede a inflação, o valor chega a R$ 25,6 milhões, nos dias atuais. O patrimônio foi construído em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, incluindo desde mansões de luxo a pontos comerciais.

Reportagem revela que metade do patrimônio em imóveis da família Bolsonaro foi adquirida com dinheiro vivo 

Candidato a governador de São Paulo, Fernando Haddad (PT) reagiu à reportagem investigativa, que revela que metade do patrimônio em imóveis da família de Jair Bolsonaro (PL) foi comprada com dinheiro em espécie:

"O termo rachadinha precisa ser atualizado. Os 'Bolsonaros' desviaram dezenas de milhões de reais durante 30 anos de vagabundagem. Do slogan do fascismo brasileiro, só sobra 'família', a dele. Antes de prendê-los, vamos julgá-los na forma da Constituição", escreveu o petista no Twitter.

Desde 1990, o clã Bolsonaro negociou 107 imóveis. Destes, "pelo menos 51 foram adquiridos total ou parcialmente com uso de dinheiro vivo, segundo declaração dos próprios integrantes do clã", conta a reportagem do UOL. (com Brasil 247)

Juliana Dal Piva
@julianadalpiva
Exclusivo: Metade do patrimônio do clã Bolsonaro foi comprada em dinheiro vivo. Depois de + de 7 meses, eu e Thiago Herdy descobrimos que 51 dos 107 imóveis foram pagos em cash. Total incluiu ex-mulheres, filhos, a mãe e irmãos do presidente, em SP
Bob Fernandes
Finge fiscalizar, com medida marqueteira meia boca de quando em quando enquanto a esculhambação de 2018, ainda pior, se espalhou pelo país. Vale Tudo: redes sociais entupidas de robôs e mentiras, corrupção de bilhões no Secretão, pesquisas criminosas...
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Notem como Bolsonaro e filhos se transformaram em cordeiros nas últimas 48 horas. É a busca desesperada de tentar reduzir a rejeição ao que criaram, ao que visceralmente SÃO.Image

Janio de Freitas. Quem foi e quem se apequena com Bolsonaro ameaçado por derrota. E crimes e criminosos se apressando pelo butim antes que seja tarde.

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11
Ago22

Frota sobre transa: “Achava que não fazia o tipo de Bolsonaro”

Talis Andrade

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Hoje crítico do presidente, o deputado disse que não entendeu o significado da frase, e foi pego de surpresa com a declaração

 

por Gabriela Vinhal /Metrópoles

 

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) ironizou a frase dita pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), em um vídeo publicado nas redes sociais do parlamentar. O mandatário do Planalto mandou Frota “fechar a matraca” porque queria “continuar transando” com ele. Ao Metrópoles, o deputado afirmou que achava que “não fazia o tipo” de Bolsonaro e ressaltou não ter entendido o teor da declaração.

“Vagabundo é pouco”, diz Frota sobre Bolsonaro

"Bolsonaro se tornou um traidor ,ingrato um sujeito não confiável. Aliás  um armador que não merece estar onde está. Vagabundo é pouco"

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12
Jun22

Generais defendem abertamente status de partido político para as Forças Armadas

Talis Andrade

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"Com a partidarização promovida por suas cúpulas partidarizadas e golpistas, as Forças Armadas foram transformadas em facções partidárias", diz Jeferson Miola

 

por Jeferson Miola /Brasil 247

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No ofício ao presidente do TSE Edson Fachin, no qual coloca em risco a própria realização da eleição, o general-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira equiparou as Forças Armadas a um partido político com o intuito de reforçar a indevida interferência militar no processo eleitoral.

Terá sido um ato falho, ou é uma sinalização deliberada de atrevimento político e institucional deste bando fardado que atua de modo camuflado, indireto, e ameaça cada vez mais gravemente a democracia, sem reação das instituições políticas e do poder civil?

No documento, o ministro bolsonarista da Defesa argumentou “que alguns conceitos jurídicos corroboram o direito de fiscalização de todas as fases do processo eleitoral”.

E, para justificar a tentativa absurda de controlar o processo eleitoral, o general delirantemente reivindicou para as Forças Armadas “o previsto na Lei nº 9.504/1997, em seu art. 66, onde é estabelecido que os partidos e coligações poderão fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições e o processamento eletrônico da totalização dos resultados”.

Ora, como o próprio general conspirador escreveu, a citada lei estabelece a atribuição de partidos e coligações na fiscalização de todo processo eleitoral, não das Forças Armadas!

Aliás, em nenhum dos 105 artigos desta Lei que “estabelece normas para as eleições”, promulgada no ano de 1997, há 25 anos atrás, portanto, não se encontra nenhuma menção à atuação das Forças Armadas em qualquer aspecto substantivo da eleição.

No máximo, nos dias de votação os militares são chamados pelo poder civil a exercerem funções acessórias e rotineiras, meramente logísticas, de transporte de urnas e de segurança complementar.

Coerente com o espírito de um regime civil, e não militar, a Lei 9.504/1997 assegura aos partidos e coligações, como organismos constituintes do poder político e do poder civil, amplo direito a “fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições e o processamento eletrônico da totalização dos resultados”.

A Lei ainda especifica com clareza as condições de participação dos partidos e coligações mas nunca dos militares – na preparação das urnas eletrônicas [§ 5º do art. 66], na auditoria de funcionamento das urnas [§ 6º] e na criação de sistema próprio de fiscalização, apuração e totalização dos resultados [§ 7º].

Assim como distorce cinicamente o artigo 142 da Constituição para justificar a inaceitável interferência política e a tutela da democracia, o partido militar também alimenta uma interpretação mistificadora e canalha das Forças Armadas “como entidades fiscalizadoras, ao lado de outras instituições”, do processo eleitoral.

Com a partidarização promovida por suas cúpulas partidarizadas e golpistas, as Forças Armadas foram transformadas em facções partidárias.

E, sendo um bando armado, atuam na política como verdadeiras milícias fardadas ilegais e conspirativas, que atentam contra a democracia e o Estado de Direito e colocam em risco a própria realização da eleição de outubro próximo.

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04
Jun22

Pesquisas confirmam que rótulo de “preguiçoso” colou em Bolsonaro

Talis Andrade

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Motociatas e sequência de passeios corroboraram para a percepção popular; Lula fez postagem chamando-o de "vagal da República"

 

247 - “Média de 3,6 horas trabalhadas por dia útil, e dezenas de folgas autoconcedidas. Entre jogos de futebol, viagens para lazer e passeios de jetski, não sobra muito tempo para Bolsonaro trabalhar”. A postagem foi feita nesta sexta-feira (3) pela equipe do ex-presidente Lula nas redes sociais. Um meme apelida o presidente de “vagal da República”.

Mas não é só o principal adversário que tem compartilhado essa percepção. Pesquisas internas encomendadas pela equipe de Jair Bolsonaro, a partir de monitoramento nas redes, identificaram que o rótulo de “preguiçoso” pegou, depois de muitas sequências de passeios de moto e jet ski, cvalgadas e agendas vagas e de meio período.

O resultado acendeu o alerta no entorno do presidente, publicou a coluna Radar, da Veja. Recentemente, um estudo comprovou que Bolsonaro trabalha, em média, menos de 5 horas por dia.

A quantidade média de sua carga de trabalho ainda diminuiu nos últimos anos: passou de 5,6 horas em 2019, primeiro ano de governo, para só 3,6 horas este ano.

"Média de 3,6 horas trabalhadas por dia e dezenas de folgas autoconcedidas. Entre jogos de futebol, viagens para lazer e passeios de jetski, não sobra muito tempo para Bolsonaro trabalhar" #EquipeLula https://t.co/C6z4plNQhA pic.twitter.com/5QUy9ewbrr

Vagais tem os seguintes sinônimos para o pai presidente, o filho zero 1 senador da República, o filho zero 2 vereador geral do Brasil e diretor do Gabinete do Ódio, o filho zero 3 deputado federal e embaixador em Pasárgada, o filho zero 4 que nem estuda nem trabalha, comedor do condomínio Vivendas que botou mansão de luxo em Brasília: vagueais, errais, deambulais, perambulais, passeais, andejais, vagabundeais, vagabundais, vadiais, divagais, vaguejais, girais, andarilhais, espaireceis, rodais, rondais, borboletais, bolinais, zaranzais, desvairais, doidejais, circunvagais, flanais, arruais, bestais.

 

BOLSONARO MORRENDO DE TRABALHAR

 

A charge do Zé Dassilva deste domingo trata da aglomeração causada pelo presidente Jair Bolsonaro ao passear de moto no Rio de JaneiroCharge do Amarildo: O maior jet ski do mundo | A Gazeta

Gilmar Fraga / Agencia RBS

JAIR BOLSONARO, O BURRO E O CAVALO – VISÃO PLURAL

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12
Fev22

Família de Moïse Kabagambe anuncia processo contra bolsonarista Sérgio Camargo por culpar congolês pelo próprio assassinato

Talis Andrade

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247 - O advogado Rodrigo Mondego, procurador da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), anunciou nesta sexta-feira (11) "medidas legais" contra o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, por uma declaração em que culpa o congolês Moïse Kabagambe por seu próprio assassinato, espancado no dia 24 de janeiro, após ir cobrar uma dívida de trabalho em um quiosque na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade do Rio.

"Esse VAGABUNDO vai responder por essa mentira absurda que está falando.  A família do Moïse está estarrecida com essa fala criminosa desse sujeito. Já estamos estudando as medidas cabíveis", afirmou o procurador no Twitter.

Conhecido por declarações contra os próprios negros, Camargo resolveu culpar o africano pelo próprio assassinato ao dizer que o congolês "andava e negociava com pessoas que não prestam".

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Atos pelo país exigem justiça após assassinato do congolês Moïse Kabagambe  - Hora do Povo

SISMMAR participou de ato que pediu justiça por Moïse Kabagambe - SISMMAR |  Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Araucária

Protesto contra a morte de Moïse Kabagambe ocorre na Redenção, em Porto  Alegre – Rádio Guaíba

06
Jan22

Bolsonaro: "Maldoso quem fala que estou de férias"

Talis Andrade
 
Zélia Duncan 
Do jetski pro hospital, do hospital pro futebol. Qual nome dessa doença?Image
Iram de Oliveira
Vagabundagem com dinheiro do povo
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Distopia Brazil
A dupla que Garante a Vagabundagem do Genocida Arthur Lira e Augusto Aras
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Neilson Augusto
INACREDITÁVEL! VAGABUNDAGEM! Bolsonaro critica liberação de vacinas para crianças: 'qual o interesse das pessoas taradas por vacina?'Image
@samuca_arantes
Esse presidente é vagabundo. Vagabundagem e cuspir na cara do brasileiro são suas especialidades

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Goretti Lopes
A princípio parecia q lidávamos com um psicopata na presidência do País, mas esse sujeito tem se revelado um somatório de ruindades, maldades, mau caratismo, vagabundagem e falta de vergonha na cara.ImageImage
Renato Alves Ribeiro
Vagabundagem
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Nilto Tatto
'Maldoso quem fala que estou de férias', diz Bolsonaro após viagem a SC. Dessa vez, #BolsonaroTemRazao, a vida dele é de férias sem fim, ele nunca trabalhou na vida, é o rei do ócio e da vagabundagem #BolsonaroVagabundo

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Nos Trends Brasil
Vagabundagem - Bolsonaro vai a jogo de sertanejos horas após alta por obstrução intestinal . Twitteiros protestam.Image
Neuzi Antunes
Escolheram um militar mal sucedido achando que ele faria um ótimo governo? Hello ? Por onde Bozo passou deixou um rastro de vagabundagem. Como vereador, como deputado e agora como presidente foi a mesma coisa. nunca trabalhou!Image
 
06
Jan22

Apresentador da Band xinga Ivete Sangalo: ‘Velha, feia e frouxa’

Talis Andrade

Em show, Ivete Sangalo puxa coro contra Bolsonaro | O Antagonista

 

"Vagabunda fica mandando a maior autoridade do país tomar no c* em pleno microfone em um hotel cinco estrelas", disparou Luiz Almir ex-vereador bolsonarista de Natal. O brado retubante "Fora Bolsonaro" acontece noutros palcos da classe alta

 

Luiz Almir, ex-vereador de Natal, apresentador da Band Rio Grande do Norte, atacou Ivete Sangalo diretamente xingando-a de “Vagabunda, velha, feia e frouxa”. A revolta de baixo calão aconteceu após a cantora ter se manifestado contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) em um show na última semana.

“Uma cantora que já tá em decadência, que envergonha o nome das mulheres. Eu gostava, não escuto. Em uma televisão, se ela tiver cantando eu mudo de canal. E queria que todo mundo fizesse isso, o Rio Grande do Norte fizesse isso”, começou a criticar.

“A vagabunda da Ivete ‘Sangala’ vem fazer um show pra ganhar dinheiro do povo besta do Rio Grande do Norte, em um hotel cinco estrelas cujo dono deve ser irresponsável também, pois se fosse no meu hotel eu tinha botado ela pra fora. E ela ficou cantando e gritando ‘manda Bolsonaro tomar no c*, não tô ouvindo não’… E o povo gritando, os esquerdistas doentes gritando”, continuou.

“Ela foi paga pra cantar. E não é porque é Bolsonaro não. Podia ser Lula, Antônio, Pedro, Manoel… Não importa quem fosse. Ninguém tem o direito de ir cantar, juntar o povo que paga pra ver o show de uma mulher que já está em decadência, velha, feia, frouxa, e a vagabunda fica mandando a maior autoridade do país tomar no c* em pleno microfone em um hotel cinco estrelas”, disse, acrescentando ainda que se fosse em outros locais Ivete teria “levado ovo na cara”.

“Fica aí o meu protesto pra essa cantorazinha de quinta categoria. Fique na Bahia”, completou Luiz Almir, alegando ainda que quem mandou milhões de reais para ajudar as vítimas das chuvas na Bahia foi Bolsonaro.

“O Papa disse ‘quem respeita a mulher, respeita Deus’, é verdade. Sem a mulher nós não existiríamos, a mulher é a mãe, que nos dá a vida. Mas tem mulher vagabunda, dessa qualidade, que vem ganhar 150, 200 mil ‘conto’ pra cantar em um hotel e fica mandando a maior autoridade do país tomar no c*. Não tenho nada a ver com o show dela. Mostrou o nível, a falta de educação, de nível, e o quanto ela envergonha o nome de ser mulher. Deveriam até examinar, será que aquilo ali ainda é mulher?”, finalizou.

Claudia Leitte fica calada ao ouvir público do show gritar ‘Fora Bolsonaro’

 

Redação Catraca Livre

Claudia Leitte se apresentou neste último sábado, 1º, e foi surpreendida por um coro do público durante o seu show gritando “Fora Bolsonaro”. Aos escutar a euforia dos fãs em um ato político, a cantora se calou e ficou sem saber o que falar.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o público que estava no show grita em coro: “Fora Bolsonaro”. A cantora, que estava no palco, ficou calada e deixou o público gritando sozinho, ficando bastante sem graça com, e não conseguiu disfarçar.

Após ser cancelado por fãs, Zé Felipe deixa de seguir Bolsonaro

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Zé Felipe foi cancelado pelos fãs após descobrirem o apoio do cantor ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Após a repercussão, ele deixou de seguir o presidente da República. A história começou quando um vídeo, de 2018, onde Zé Felipe, junto com o pai, Leonardo, pediam votos ao então candidato do PSL, começou a viralizar pelas redes sociais.

Em um tuíte postado em 2018, Bolsonaro chegou a agradecer a família. “Obrigado pelo apoio Zé Felipe, Leonardo e amigos! Um forte abraço a todos”, disse na época.

 
28
Dez21

MP investiga se delegado acusado de chefiar quadrilha usou indevidamente equipamento de escuta telefônica da Polícia Civil

Talis Andrade

 

 

Delegado Maurício Demétrio é acusado de tentar armar duas operações falsas, uma delas contra Eduardo Paes

por Vera Araújo e Rafael Nascimento de Souza /Metrópoles

 

A investigação e a análise de três dos 12 telefones celulares apreendidos na casa do delegado da Polícia Civil Maurício Demétrio Afonso Alves, preso desde junho, revelaram que o policial levava uma vida de luxo, não compatível com sua renda. Ainda de acordo com promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), na análise de uma comunicação entre o delegado e o policial civil Adriano Santiago da Rosa, seu braço-direito na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), ficou demonstrado que ele receava interceptações em seus telefones e os de seus policiais. Segundo a denúncia, Demétrio pediu Santiago a lista de telefones de agentes que trabalhavam com ele.

A Justiça concedeu o pedido de prisão preventiva dos dois policiais feito pelo MPRJ. Demétrio já estava detido por força de um mandado anterior. Santiago foi preso na última quarta-feira em casa, em Copacabana, RJ. 

Aos promotores, Santiago contou acreditar que a listagem seria utilizada pelo delegado para saber se algum dos telefones de seus policiais estava sendo interceptado. O braço-direito de Demétrio disse ainda ao Gaeco que era provável que o chefe dele passasse os números para um “contato em operadora de telefonia ou alguém que trabalhasse no Guardião (equipamento que faz escutas telefônicas em grande quantidade)”.

 

Viagens internacionais

O delegado também chegou a pagar a uma agência de detetives particulares americana para investigar a vida de sua amante, em Miami, nos Estados Unidos. Para manter seu estilo de vida, o delegado usava a máquina pública para investigar empresários, comerciantes e autoridades públicas, segundo o MPRJ.

Os promotores descobriram, com a quebra do sigilo telefônico, que o policial fez com toda a família rotineiras viagens internacionais em classe executiva pagas em espécie. Também foram constatados, durante a investigação, hospedagens em hotéis de luxo, aluguel de mansões na Costa Verde do Rio e de carros de luxo no Brasil e no exterior, além de festas promovidas por ele.

Foi numa dessas viagens para fora do país que Demétrio teria contratado três detetives para vigiar e investigar, por oito dias, uma amante na Flórida. No contrato, encontrado num dos celulares do delegado, consta o pagamento de U$ 9.900 (em valores atuais, cerca de R$ 56 mil) para que a amante fosse monitorada 24 horas por dia. O acordo teria sido firmado com a Salazar Investigations em dezembro de 2019. A mulher teria tido a vida investigada entre os dias 3 e 8 daquele mês.

O documento foi assinado por Demétrio e Eduardo “Eddy” Salazar, dono da empresa. No contrato, o detetive declarou que o valor poderia sofrer acréscimos caso os detetives precisassem prosseguir nas buscas.

 

‘Bolinhos de R$ 30 mil’

O que também chamou a atenção dos promotores foi uma viagem do delegado à capital paulista. Em uma conversa encontrada no celular dele, os investigadores descobriram que Demétrio pagou quase R$ 35 mil entre os dias 10 e 14 de dezembro do ano passado para a ida a São Paulo. A troca de mensagens aconteceu entre o policial e um profissional de uma agência de viagens.

Nos aparelhos periciados, os investigadores encontraram ainda fotos de Demétrio no Condomínio Portobello, em Mangaratiba. Uma recepcionista do local, em mensagens, afirmou que o delegado chegou a pagar as despesas à vista “em bolinhos de R$ 30 mil”.

Ao GLOBO, o advogado Raphael Mattos, que representa Demétrio, “acha que pode haver uma perseguição de cunho pessoal” por parte “de um promotor que ele denunciou no Conselho Nacional do Ministério Público — CNMP”. O promotor citado pelo advogado é Celso Quintella Aleixo, de Petrópolis, contra quem o delegado move uma ação judicial:

— Acho que pode haver (uma perseguição) de cunho pessoal, porque as provas são fraquíssimas e não se sustentam. Pode ser que esse Celso o esteja perseguindo.

Em nota, o promotor Celso Quintella Aleixo afirmou que “ao contrário do alegado pelo advogado, as provas dos processos contra o delegado Maurício Demétrio são numerosas e robustas, sendo esse o motivo de estar preso e sendo processado criminalmente”. Ainda de acordo com o comunicado, o promotor diz que “o advogado, na falta de melhores argumentos para defender seu cliente, usa do velho golpe de tentar desacreditar a atuação dos promotores de justiça, levantando, de forma leviana e irresponsável, acusações de perseguição desprovidas de fundamento”.

Série Pistoleiros: Os sucessores do Escritório do Crime e a guerra sem fim do jogo do bicho

Em relação a representação feita por Demétrio ao CNMP, Aleixo disse que ela “foi arquivada à unanimidade pelo Conselho Nacional do Ministério Público, eis que não identificada qualquer falta funcional”. Por fim, o promotor afirmou que “o delegado já era investigado mesmo antes dela ser protocolada”.

 

‘Vagabundo’

Nesta segunda-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), usou as redes sociais para comentar a denúncia contra Demétrio. O delegado é acusado de tentar armar duas operações falsas, uma delas contra Paes, então candidato a prefeito, com a intenção de influenciar no resultado das eleições.

No Instagram, Paes chamou o delegado de “vagabundo travestido de ‘Estado’ e defensor da lei”. O delegado é acusado de criar dossiês com dados sigilosos. Os desdobramentos das investigações sobre a quadrilha chefiada pelo ex-titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), preso em junho, foram exibidos no domingo pelo Fantástico, da TV Globo.

A reportagem mostrou que, em 23 de novembro de 2020, às vésperas do segundo turno, Demétrio, por intermédio do advogado Thalles Wildhagen Camargo, fez chegar ao conhecimento do delegado da Polícia Federal Victor Cesar Carvalho dos Santos a notícia de que, no dia seguinte, um portador entregaria a Paes dinheiro de origem desconhecida. Nas mensagens, Demétrio mandou uma foto do suposto envelope que seria entregue, com notas de R$ 50 e R$ 100. Os promotores descobriram que foi o próprio delegado que tirou a foto de um dos seus 12 celulares. Em depoimento, Santos diz que desistiu da operação ao saber quem era a fonte. Procurado, Paes preferiu nada comentar.

Em junho deste ano, Demétrio foi alvo da operação Carta de Corso, realizada pelo Gaeco. O policial foi acusado de comandar um esquema que exigia propina de lojistas da Rua Teresa, em Petrópolis, para permitir a venda de roupas falsificadas. Na ocasião, foram apreendidos na casa do delegado R$ 240 mil em dinheiro, celulares e três carros de luxo blindados. Maurício Demétrio responde pelos crimes de organização criminosa, obstrução de Justiça, concussão — que é a cobrança de propina — lavagem de dinheiro e violação do sigilo funcional.

A Polícia Civil informou que “A Corregedoria da Polícia Civil já demitiu 19 servidores desde o início desta gestão, número superior ao de todas as demissões de 2019 e 2020 somadas. Quanto ao delegado Maurício Demétrio, está afastado de suas funções por ordem judicial, recebendo parte do salário, cumprindo a legislação em vigor”.

Ainda segundo a nota, “Sobre prazos do Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) contra o delegado Maurício Demétrio, a Corregedoria esclarece que todos os processos estão sendo observados e cumpridos dentro do rito e prazos legais. Vale destacar que os fatos investigados pelo MP ocorreram antes da gestão atual da Polícia Civil, não cabendo à Instituição se manifestar sobre suposições feitas ‘em off’”.

A Polícia Civil termina informando que “Todas as consultas realizadas por policiais são registradas no sistema da Polícia Civil. Ou seja, exatamente graças a este absoluto controle das consultas é que houve base para a presente investigação”.

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