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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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O CORRESPONDENTE

03
Jun21

Luana Araújo: saiba quem é a infectologista que depôs na CPI

Talis Andrade

Médica infectologista Luana Araújo, ao ser ouvida nesta terça (2) pela CPI da Covid — Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

 

Por Thais Pimentel e Flávia Lages /G1

"Este blog se utiliza das fontes científicas mais atualizadas e seguras para traduzir as últimas descobertas de forma confiável, apolítica, e ética, para que você nunca mais se perca em fake news nestes assuntos”. É com esta frase que a médica infectologista Luana Araújo apresenta seu site.

Infelizmente, por tudo que vem acontecendo, por essa polarização esdrúxula, essa politização incabível, os melhores talentos que temos para trabalhar nessas áreas não estavam exatamente à disposição", afirmou a médica aos senadores

 

O nome da infectologista foi anunciado pelo ministro Marcelo Queiroga no último dia 12, durante lançamento da Campanha de Conscientização sobre Medidas Preventivas e Vacinação contra a Covid-19. Mas ela saiu do governo em menos de dez dias, sem sequer ser nomeada.

 

 

Saio desta experiência como entrei: pela porta da frente, com a consciência e o coração tranquilos, ciente de que neste curto período entreguei o melhor da minha capacidade de acordo com os princípios que tenho como profissional especialista na área: ética, cientificidade, agilidade, eficiência, empatia e assistência”, disse ela em nota divulgada na época.

Luana Araújo se formou médica especialista em doenças infecciosas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela possui um mestrado em Saúde Pública pela universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e é a primeira brasileira a receber a prestigiosa Bolsa Sommer.

Luana Araújo possui um mestrado em Saúde Pública pela universidade Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos. — Foto: Reprodução / Instagram

Luana Araújo possui um mestrado em Saúde Pública pela universidade Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos. — Foto: Reprodução / Instagram

Aprendeu a ler e a escrever sozinha, aos 2 anos de idade. Entrou na primeira série do ensino fundamental aos 5. E, como contou na CPI, se formou no ensino médio aos 15 anos.

 

 

Para isso acontecer, houve uma necessidade de... Uma disputa... Não uma disputa, uma resolução legal sobre essa circunstância. E foi por conta disso que o meu pai fez Direito, para que ele pudesse entender melhor o que acontecia com a filha dele”, disse a médica durante depoimento. Ela estava acompanha do pai, também médico e seu advogado, José Carlos Araújo
VÍDEO: Luana Araújo explica a presença do seu pai na CPI

VÍDEO: Luana Araújo explica a presença do seu pai na CPI

Durante os dias em que a médica atuou na pasta, foram reveladas declarações dela contra o tratamento precoce e o uso de medicações como a cloroquina, procedimentos defendidos pelo presidente Jair Bolsonaro, mas que são comprovadamente ineficazes contra a Covid.

 

 

Ainda estamos aqui discutindo uma coisa que não tem cabimento. É como se estivéssemos discutindo de que borda da terra plana vamos pular. Não tem lógica", afirmou Luana

 

A infectologista é conhecida por ser defensora da ciência e da vacinação em massa. Em fevereiro desse ano ela deu a seguinte declaração:

É a medicina, é o bom senso, é a ética, é o dever cívico. Então você junta isso tudo pra fazer uma política de saúde pública que entregue às pessoas aquilo que elas precisam enquanto grupo. Então, quando isso é rompido por um interesse individual todo mundo sofre

 

A doutora é defensora do uso de máscara e do distanciamento social.

Se as pessoas começam a interagir umas com as outras, o vírus vai conseguir circular, então aumenta o número de casos. Se você olhar as imagens, por exemplo, de bares e restaurantes, as pessoas estão do lado de fora, em tese, em um ambiente aberto mas muito próximas umas das outras porque estão bebendo e comendo e estão sem máscara, então existe uma falsa percepção de segurança que não é real.", declaração dada em 23 de novembro de 2020Luana toca piano e também canta — Foto: Redes sociais

Luana toca piano e também canta 

Luana Araújo é de Belo Horizonte. Ela mora em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, tem um relacionamento com o fotógrafo Bruno Haddad e passa seus tempos livres ao piano.

Ela ainda administra o blog Des-Infectando que, segundo a própria doutora, “pretende responder a essas perguntas e esclarecer os mitos e as verdades sobre as doenças infecciosas e a saúde pública, informando a você tudo o que precisa saber para se proteger delas ou enfrentar estas doenças da melhor maneira possível

Luana e o marido Bruno Haddad — Foto: Redes sociais

Luana e o marido Bruno Haddad 

13
Mai21

Se liguem na catastrófica situação da UFRJ

Talis Andrade

calos latuff consciencia negra.jpg

Marcia Tiburi no Twitter
 
Marcia Tiburi
Mobilização contra o racismo
@coalizaonegra
É hoje!
Se não nos deixam viver em casa, vamos protestar nas ruas!
#13DeMaioNasRuas contra as chacinas e o genocídio!
O povo negro quer viver!

Use máscara, álcool-gel e mantenha-se em distanciamento.

distanciamento.jpgConsulte a agenda nacional de atos: bit.ly/33Elk5m

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Já pensou se fosse um filho seu? O que aconteceu com Fernando, Alexandre e Lucas?
Quote Tweet
Rubens R R Casara
@RCasara
O que fizeram com essas crianças? Os familiares têm o direito de saber.
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@marciatiburi
Toda a solidariedade a deputada atacada mais uma vez pelos covardes e canalhas que não suportam a sua coragem na defesa dos direitos fundamentais, a sua elegância e o seu senso de humanidade.
A deputada Zambeli aplicando táticas de guerrilha indireta, tentando atrapalhar a CPI do genocídio. Que seja feita a investigação e a justiça de que nosso Brasil precisa e que todos os criminosos sejam responsabilizados!
“Era um dia frio e luminoso de abril e os relógios davam 13 horas”.
ATELIÊ ABERTO - Lendo Marcia Tiburi
Ao me formar, em 1984, jamais imaginaria que, em 2021, abriria um texto com a célebre frase de George Orwell: “Era um dia frio e luminoso de abril e os relógios davam 13 horas”.
tendenciasmag.com.br
Marcia Tiburi
Se liguem na catastrófica situação da UFRJ, mais uma do governo corrupto que governa o Brasil
youtu.be/4gmgrmgtyZE via
Professores brasileiros, uni-vos. O que lhes parece uma greve geral em nome da #Ufrj e de todas as universidades atacadas pelo governo neoliberal/fascista no Brasil?
12
Mai21

Bolsonaro passou o trator no Congresso

Talis Andrade

UFRJ vai fechar por falta de recursos

orcamento secreto.jpg

Hildegard Angel no Twitter
 
Hildegard Angel
@hilde_angel
Bolsonaro passou o trator no Congresso brasileiro, deixando um rastro de grana na lama.

tratorasso genildo.jpg

Hildegard Angel
Lira do Delírio
#DilmaGuerreira
@DilmaGuerreira_
Arthur Lira: “Não há clima para impeachment “.
Só Lira levou 114 milhões do #Bolsolão
Tirem suas conclusões

tratoraço vaccari.jpgOra essa! Um governo que passa o trator em 39kg de cocaína, em 89 mil do cheque pra Michele, em 6 milhões da mansão em Brasília, em 105 reais do botijão de gás, em 15 mil de leite condensado, em 3 bi para comprar o Centrão, também passa trator tranquilo em picanha de 1.799 reais

Oportunista. Se viesse o comunismo, como eles anunciam, mudava o nome para 'o véio da Havana'

André Rocha
Eu me dou o direito de ter nojo do dono da Havan. Um sujeito que perdeu A MÃE para a Covid e segue por aí sem máscara, apoiando um genocida miliciano por conveniência. Que teve a cara de pau de colocar uns kg de comida nas lojas para abrir como "serviço essencial". Escória.

homem máquina.jpg

Hildegard Angel
Guedes, querendo atacar os governos do PT, compara servidor público a militante político. Mas quem aparelhou o governo foram eles, como nunca. E pior: com desqualificados, incultos, milicianos digitais, ignorantes e Militares despreparados para as funções.
Guedes compara servidor público a militante político
"Poderíamos, assim como outros governos, estar abrindo concursos públicos, colocando gente para dentro, para aparelharmos o Estado", disse Guedes
brasil247.com

genildo homem máquina .jpg

O IMPACTO do fechamento da UFRJImage

A UFRJ vem sofrendo sucessivos cortes que parecem querer inviabilizar a ciência. Em 2020, o orçamento era de R$ 386 milhões. Agora, caiu para R$ 299 milhões e, destes, apenas R$ 146 milhões estão disponíveis. bit.ly/3nNDYky

Correio Braziliense
@correio
UFRJ vai fechar por falta de recursos, anuncia reitora. Segundo Denise Pires de Carvalho, não há mais verbas para a universidade carioca seguir funcionando. Contas de água e luz já não estão sendo pagas bit.ly/33zEfy7
 
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20
Mar20

Preocupante. Para enfrentar a crise econômica e o coronavírus governo "não propõe nenhum recurso novo, apenas antecipação de recursos ou diferimento de pagamentos"

Talis Andrade

governo coronavirus.jpg

 

Carta aberta de professores do Instituto de Economia da UFRJ

Impacto Econômico da Covid-19 e Medidas de Combate à Crise Econômica

O mundo está enfrentando uma grave crise econômica provocada pelo avanço da pandemia da Covid-19. Instituições internacionais (FMI, OCDE, UNCTAD, etc.) e economistas renomados estão projetando significativa desaceleração do crescimento mundial, no melhor dos cenários, ou uma recessão global em 2020, em cenários menos otimistas.

As medidas implementadas de isolamento e/ou quarentena para impedir o avanço do vírus nos países mais afetados provocaram a interrupção das atividades normais das pessoas, desmobilizando recursos. Isso impactou negativamente a produção, o consumo corrente e os investimentos.

Portanto, a gravidade dos efeitos econômicos da Covid-19 deve-se à sua capacidade de gerar, ao mesmo tempo, choques negativos na oferta e na demanda agregada mundial. Ademais, há uma enorme pressão sobre os recursos (físicos e humanos) na área de saúde com o aumento dos casos de pessoas infectadas, sobretudo no pico da epidemia, o que requer uma espécie de economia de guerra nesse segmento.

Em virtude disso, muitos governos estão adotando medidas para: i) garantir que não haja desabastecimento de bens e insumos básicos, por meio do monitoramento das cadeias de distribuição (transportes e o comércio atacadista e varejista) e, quando necessário, de eventuais intervenções em setores produtores e importações emergenciais; e ii) estimular a economia por meio de políticas monetária, fiscal e creditícia.

A economia brasileira será profundamente afetada por essa conjuntura crítica decorrente do avanço na Covid-19 no país, o que é agravado pela nossa situação prévia de baixo dinamismo e incapacidade para recuperar os níveis de produção anteriores à recessão de 2015-16.

Nesse quadro, que já era preocupante antes de a pandemia se instalar, a resposta do governo brasileiro para enfrentar a crise econômica (plano divulgado no dia 16/03/2020) gera ainda maior preocupação ao não propor nenhum recurso novo, apenas antecipação de recursos ou diferimento de pagamentos.

Ademais, o ministro da Economia mantém o discurso de que a melhor resposta para combater a crise econômica seria a aprovação das reformas administrativa e tributária. As reformas já aprovadas (Emenda Constitucional 95/2016 do “Teto dos gastos”, reformas trabalhista e previdenciária) não foram capazes de proporcionar a retomada do crescimento econômico e, em alguns casos, ampliaram as vulnerabilidades para enfrentar os desafios atuais das crises de saúde e econômica provocadas pela Covid-19.

A EC 95/2016, por exemplo, alterou o cálculo do mínimo constitucional na área de saúde que implicou uma redução de mais de R$ 20 bilhões nos recursos federais que deveriam ter sido utilizados para saúde pública desde 2018. Ademais, somada a um resultado primário rígido, essa emenda constitucional impede a execução de políticas fiscais anticíclicas que permitem, durante a crise, manter o fluxo de renda da população, por meio de instrumentos de transferência de renda e da ampliação de investimentos.

Diante desse quadro, a economia brasileira deverá mergulhar numa recessão em 2020, provocando a ampliação do número de desempregados e da população em situação de extrema pobreza. Segundo estimativas realizadas por Warwick McKibbin & Roshen Fernando (ver The Global Macroeconomic Impacts of COVID-19: Seven Scenarios, CAMA Working Paper, Australian National University, 2020), a economia brasileira deverá perder, em 2020, dois pontos percentuais de crescimento, num cenário mais favorável, e até oito pontos percentuais num cenário mais desfavorável.

A recessão está contratada e pode ter a gravidade de uma depressão caso não sejam utilizados todos os instrumentos disponíveis de política econômica, sobretudo os fiscais, para combater a crise. Em uma economia sob efeito da Covid-19, haverá um esgotamento da capacidade instalada e escassez damão de obra no setor saúde, combinados a desemprego e falta de produtos e insumos nos outros setores.

Nesse contexto, a necessidade de priorizar os objetivos imediatos do país – a luta contra a pandemia e a contenção dos seus efeitos sobre a atividade econômica – em detrimento do equilíbrio fiscal de curto prazo não é uma questão ideológica.

As medidas econômicas anunciadas pelo governo brasileiro são paliativas: suficientes apenas para impedir a ruptura do sistema de crédito sem conseguir estimular a economia, pois o aumento da liquidez deverá ficar empoçado no sistema financeiro. Entretanto, a política de gastos governamentais deveria assumir papel central na reativação econômica e na economia de guerra na área da saúde.

Para tanto, são necessários gastos adicionais ao previsto no orçamento para a infraestrutura de combate à doença e coordenação do governo central em virtude da baixa capacidade fiscal dos estados e munícipios. 

Pelas razões apontadas, professores do Instituto de Economia, abaixo assinados, consideram ser sua obrigação expressar publicamente sua profunda preocupação com a lenta reação das autoridades econômicas ante a gravidade da crise. Nessa situação, defendemos que o governo e o Congresso brasileiro adotem os seguintes pontos para combater a crise:

1) Ampliação dos benefícios e de programas de transferência de renda para famílias, de trabalhadores formais e informais que perderem ou tiverem sua capacidade de geração de renda diminuída pela crise, em especial para as famílias afetadas pela pandemia com filhos em idade escolar, garantindo que estes possam permanecer junto aos pais.

2) Eliminação da fila do Bolsa Família e reajuste do benefício.

3) Recomposição da verba de saúde em relação aos mínimos constitucionais definidos antes da EC 95/2016 e garantia de recurso extra para ampliação de testes, de leitos e aquisição de equipamentos para emergência.

4) Recomposição das verbas para Ciência e Tecnologia, especialmente para áreas capazes de enfrentar a pandemia, de forma a garantir nossa capacidade de desenvolver medicamentos e vacinas.

5) Alteração das demais regras fiscais vigentes, além do Superávit Primário, como a Regra de Ouro e a suspensão do Teto de Gastos, de forma a se criar um espaço legal para a necessária política de expansão dos gastos públicos.

6) Suspensão de multa, juros e penalização sobre pagamento atrasado de contas dos serviços de utilidade pública.

7) Ajuda fiscal aos estados e municípios, seja por meio de transferências do governo federal, seja pela renegociação de dívida, de forma a permitir aos entes subnacionais elevar seus gastos para fazer frente à emergência médica e seus impactos sociais mais imediatos.

8) Política de expansão de crédito e alongamento de dívidas utilizando os bancos públicos, para socorrer empresas e famílias mais afetadas pela pandemia.

Rio de Janeiro, 17 de março de 2020

1 Adilson de Oliveira
2 Alexandre Laino de Freitas 
3 Alexis Nicolas Saludjian 
4 Almir Pita
5 Ana Celia Castro 
6 Ana Cristina Reif De Paula 
7 Andre de Melo Modenesi
8 Angela Ganem
9 Ary Vieira Barradas
10 Bernado Karam
11 Caetano Christophe Rosado Penna
12 Camila Cabral Pires Alves 
13 Carlos Aguiar de Medeiros
14 Carlos Eduardo Frickmann Young
15 Carlos Frederico Leão Rocha 
16 Carlos Pinkusfeld Bastos
17 Celia de Andrade Lessa Kerstenetzky 
18 Daniel de Pinho Barreiros 
19 Denise Gentil
20 Edson Peterli Guimarães 
21 Eduardo Costa Pinto 
22 Eduardo Figueiredo Bastian 
23 Ernani Torres
24 Esther Dweck 
25 Fabio de Silos Sá Earp
26 Fabio Neves Perácio de Freitas 
27 Fernando Carlos Greenhalgh de Cerqueira Lima 
28 Galeno Tinoco Ferraz Filho 
29 Gustavo Daou Lucas 
30 Helder Queiroz Pinto Junior 
31 Helena Lastres
32 Isabela Nogueira de Morais 
33 Italo Pedrosa Gomes Martins 
34 Jaques Kerstenetzky
35 Joao Carlos Ferraz 
36 João Felipe Cury Marinho Matias 
37 Joao Luiz Maurity Saboia
38 João Luiz Simas Pereira de Souza Pondé
39 Joao Sicsu 
40 José Eduardo Cassiolato
41 José Luís Fiori
42 Julia Paranhos de Macedo Pinto 
43 Kaio Glauber Vital da Costa 
44 Lena Lavinas 
45 Leonarda Musumeci 
46 Lia Hasenclever
47 Luis Fernando Rodrigues de Paula 
48 Luiz Carlos Delorme Prado
49 Luiz Martins de Mello 
50 Marcelo Colomer Ferraro 
51 Marcelo Gerson Pessoa de Matos 
52 Margarita Silvia Olivera 
53 Maria da Conceição Tavares
54 Maria Isabel Busato 
55 Maria Mello de Malta 
56 Maria Silvia Possas 
57 Maria Tereza Leopardi Mello 
58 Marília Bassetti Marcato 
59 Marina Honorio de Souza Szapiro 
60 Marta Calmon Lemme 
61 Marta dos Reis Castilho 
62 Nicholas Miller Trebat 
63 Norberto Montani Martins
64 Numa Mazat 
65 Paulo Tigre
66 Raphael Padula 
67 Renata Lebre Rovere 
68 Rene Carvalho
69 Ricardo Alberto Bielschowsky 
70 Ricardo de Figueiredo Summa 
71 Rodrigo Vergnhanini 
72 Rolando Garciga Otero 
73 Ronaldo Bicalho
74 Victor Prochnik 
75 Wilson Vieira

 

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