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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

06
Ago18

FHC trocou a Telemig por sexo no Palácio das Mangabeiras

Talis Andrade

A amante lobista da “telegangue”

FHC adúltero.jpg

 

por Laerte Braga

Eu não tenho tido uma preocupação muito grande com uma ordem cronológica precisa nesses fatos sobre os dois governos de FHC, mas com os fatos em si. Os fatos pessoais não interessam, exceto se associados a fatos públicos, envolvendo governos e recursos públicos.

 

Quando viu Edma Frade pela primeira vez, em Belo Horizonte, FHC se encantou com a mulher do jornalista Wilson Frade, um dos mais importantes de Minas à época. Uma dessas belezas que chamam a atenção, o ex-presidente logo se apaixonou. E partiu para cima. Edma não se fez de rogada e aceitou a corte de FHC. O casal começou os encontros não tão furtivos assim no Palácio das Mangabeiras, sob as bênçãos do governador do estado, Eduardo Azeredo. Até aí nada de novo no front. Ocorre que Edma era lobista da Andrade Gutierrez, que ao lado das empresas da família Jereissati e da Telefónica Espalhola, concorriam no processo de privatização da TELEMIG.

 

FHC acrescentou mais uma conquista e Edma, mais um negócio. A empresa constituída pelos três grupos, me falha o nome agora, era considerada pelos responsáveis pela privatização da TELEMIG como “telegangue” e isso está numa gravação publicada pelo jornal FOLHA DE SÃO PAULO, de uma conversa de Lara Resende com FHC, em que o economista deixa claro que se tratava de uma empresa sem condições e que “estamos beirando a irresponsabilidade caso ela vença”.

 

FHC não diz nada além de sim, é e outros monossílabos, pois a vitória do grupo na concorrência já estava acertada na cama de um quarto do Palácio das Mangabeiras com Edma. E não deu outra. O grupo levou a TELEMIG.

 

Nesse período de “negociações”, cai o ministro Mendonça de Barros, Comunicações e Edma, de quebra, emplaca o genro, Pimenta da Veiga para o Ministério. Paola, filha de Edma, mulher de Pimenta, encanta Brasília com sua beleza. Jornalistas, no jornalismo de fofocas que vivemos, davam plantão na Academia de Tênis, onde estava morando, até para descrever a roupa com que Paola saia cedo para caminhar. Ao ver a moça FHC é tomado de nova paixão e troca a mãe pela filha, o que significava que Pimenta da Veiga estava seguro e garantido no cargo, pelo menos até aparecer nova paixão do presidente. O fato não afetou Edma, foi apenas um negócio bem sucedido e muito bem remunerado. Frade, pela sua postura diante dos comentários intramuros dava a impressão que tinha conhecimento de tudo. E assim foi a TELEMIG. Sem choro nem vela.

 

Azeredo ficou com a sensação que tinha um trunfo nas mãos, até ser jogado para escanteio e perceber que foi apenas uma peça em todo esse tempo de duração do “negócio”. A rigor nem governava Minas de fato, só nominalmente. Um triunvirato formado por sua mulher, o deputado Roberto Brant e o vice-governador Mares Guia tomava as decisões. E quando tentava alguma coisa molhavam o bico em um pouco de açúcar e punham-no a brincar de governador, no máximo bananinha amassada com mel. Leia mais sobre sexo e política

 

 

 

07
Nov17

A propaganda enganosa de "frear alta na conta de luz" se o Brasil entregar todas as hidroelétricas aos estrangeiros

Talis Andrade

Privatização no Brasil rima com corrupção.

 

Fernando Henrique presidente promoveu a venda de 70 por cento das estatais. Até para fazer sexo, Fernando Henrique realizou leilões quermesses. Conta Laerte Braga:

 

"Quando viu Edma Frade pela primeira vez, em Belo Horizonte, FHC se encantou com a mulher do jornalista Wilson Frade, um dos mais importantes de Minas à época. Uma dessas belezas que chamam a atenção, o ex-presidente logo se apaixonou. E partiu para cima. Edma não se fez de rogada e aceitou a corte de FHC. O casal começou os encontros não tão furtivos assim no Palácio das Mangabeiras, sob as bênçãos do governador do estado, Eduardo Azeredo. Até aí nada de novo no front. Ocorre que Edma era lobista da Andrade Gutierrez, que ao lado das empresas da família Jereissati e da Telefónica Espanhola, concorriam no processo de privatização da TELEMIG".

 

Vale perguntar, de que poço sem fundo FHC tirou o dinheiro para comprar apartamentos de luxo, para a amante jornalista da TV Globo, em Barcelona, para a atual companheira em São Paulo, para um segundo apartamento em São Paulo onde reside, além do apartamento em Paris, uma fazenda em São Paulo com um aeroporto clandestino? Outros bens foram adquiridos, que os filhos vivem principescamente.

 

O entreguismo no Brasil é tão descarado que se combate o nacionalismo, que passou a ser confundido com xenofobia.

 

Os traidores da Pátria falam sem pejo em vender a Amazônia, os aquíferos, a Eletrobrás, a estatal das hidroelétricas, o que significa, também, a entrega dos rios brasileiros à pirataria internacional.

 

Os interessados nas riquezas do Brasil financiaram o golpe do pigmeu Michel Temer do quadrilhão do PMDB na Câmara dos Deputados, que fazia dupla com o ladrão Eduardo Cunha.

 

Veja a propaganda enganosa, para vender a Eletrobrás, de um jornal safado, antipatriota, quinta-coluna.

 

O descaramento da promessa mentirosa

 

Globo luz.jpg

 

 

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