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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

O CORRESPONDENTE

09
Set22

Conheça dez casos de corrupção que assombraram o clã Bolsonaro e Sérgio Moro ministro da Justiça e da Segurança Pública tratou de abafar

Talis Andrade

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Conta El País, da Espanha:

Embora o núcleo duro do clã Bolsonaro seja claramente masculino, ele também inclui mulheres, as três com quem o presidente compartilhou sua vida, as mães de seus filhos. Por motivos diferentes, elas também são notícia. A atual esposa, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, nasceu em 22 de março de 1982, em Ceilândia, DF, protagonizou um fenômeno viral, por conta de um dinheiro de origem suspeita que recebeu de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro. A segunda mulher, Ana Cristina Valle nasceu em 13 de maio de 1967, em Resende, RJ, uma advogada também sob suspeita por esse mesmo caso de desvio de dinheiro público. E a primeira, Rogéria Nantes Nunes Braga, de 67 anos, mãe dos três filhos mais velhos do mandatário, os três políticos profissionais com vários mandatos legislativos nas costas.

Pragmatismo Político narrra que Rogéria Nantes Braga acusou Jair Bolsonaro (PSL) de ter sido o mandante do espancamento de um assessor político e seu ex-colega de Exército, Gilberto Gonçalves, ocorrido em uma rua da zona norte da cidade do Rio de Janeiro, no mês de setembro do ano 2000.

O motivo, de acordo com o depoimento de Rogéria, foi o fato de Gonçalves estar trabalhando, à época, como cabo eleitoral de sua candidatura à 2ª reeleição a vereadora do Rio. Quando o fato ocorreu, ela já não era mais esposa de Bolsonaro, e o ex-capitão do Exército tentava eleger para o seu lugar na Câmara o filho Carlos, então um estudante do ensino médio com 17 anos de idade.Tudo isso consta em registros e depoimentos dados à Polícia Civil do Rio de Janeiro pela própria Rogéria Bolsonaro, que afirmou à imprensa na ocasião que seu ex-marido sofre de “desequilíbrio psicológico e mental”.

 Ana Cristina Siqueira Valle também denunciou o marido por atos de violência e instabilidade emocional. Conforme publicou a revista “Veja”,  Ana Cristina Siqueira Valle acusou Bolsonaro não apenas de agressão, mas de ameaçá-la de morte, ao ponto dela fugir do país para escapar do ex-marido.

Juntas, compõem uma árvore genealógica complexa, uma família com vários ramos cujo lema poderia ser “política (ou o poder) acima de tudo”, parafraseando seu lema de Governo, “Brasil a cima de tudo, Deus acima de todos”. Os laços −incluindo os trabalhistas e políticos− sobrevivem às rupturas sentimentais. Desde que se casou pela primeira vez, em 1978, Jair Bolsonaro nunca chegou a ficar um ano solteiro.Image

 

Conheça dez casos de corrupção que assombram o clã Bolsonaro no primeiro ano de governo

Conforme reportagem do DCM:

Durante toda a sua campanha eleitoral, Jair Bolsonaro prometeu “acabar com a mamata”. A promessa não durou nem até a posse. No início de dezembro, o caso Queiroz – uma mistura de milícias e desvio de dinheiro público por meio de fantasmas na Assembleia do rio de Janeiro –  foi revelado, envolvendo seu filho mais velho e senador Flávio (sem partido). Desde então, o que ficou provado nesse primeiro ano de governo é que entre kit gay, terraplanismo e olavismos, a maior fake news disseminada pelo presidente foi o “combate à corrupção”.

 

Caixa 2 laranja

 

Em novembro, Jair Bolsonaro decidiu fundar o próprio partido: Aliança pelo Brasil.

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Após acabar com a já fraca reputação do PSL, Bolsonaro tem se esforçado para se afastar ao máximo da sigla, representada por ele nas eleições do ano passado. O distanciamento é nada mais que um recurso de Jair para abafar seu envolvimento com o “laranjal” do PSL. O partido está sendo investigado desde o início do ano por candidaturas laranjas em dois estados: Pernambuco e Minas Gerais. Algumas candidatas mulheres da legenda receberam grandes repasses do fundo partidário para suas campanhas, mas obtiveram números inexpressivos nas urnas. O esquema era comandado pelo atual ministro do Turismo, o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), bancado por Bolsonaro no cargo apesar do “laranjal”.

Em outubro, reportagem da Folha de S. Paulo aponta que o depoimento de um ex-assessor do ministro e uma planilha apreendida em uma gráfica sugerem o desvio de recursos do esquema de candidaturas laranjas para as campanhas de Jair Bolsonaro à presidência da República e de Marcelo Álvaro a deputado federal. A prática configuraria caixa 2, movimentação de recursos de campanha sem declaração oficial à Justiça.

O ministro foi indiciado pela Polícia Federal e denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais acusado dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa. Ao invés de retirá-lo do governo, Bolsonaro resolveu dar mais poder a Marcelo Álvaro. Em novembro, a Secretaria Especial de Cultura foi transferida para a pasta do Turismo. A ação também evidencia as intenções de Jair de desmontar as políticas públicas voltadas à cultura.Image

 

 

Caso Marielle

 

No dia 14 de março de 2018, a vereadora carioca Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram assassinados, vítimas de treze disparos dados por dois homens que estavam em um carro ao lado. O caso continua sem solução. A investigação da polícia possui dois principais suspeitos: os ex-policiais Ronnie Lessa, citado como autor dos disparos, e Élcio Queiroz apontado como motorista do veículo.

À época do crime, Lessa morava no condomínio Vivendas da Barra, onde moram Jair Bolsonaro (em uma casa) e seu filho Carlos (em um apartamento) e o filho O4 Renan (em outro apartamento). 

PM Ronnie Lessa, preso por morte de Marielle, já foi ...

De acordo com reportagem do Jornal Nacional, no dia em que matou Marielle e Anderson, Élcio Queiroz visitou Lessa no Vivendas da Barra. Porém, ao chegar na portaria, o ex-policial teria dito ao porteiro que ia à casa 58, onde vive Jair.

Para piorar, o presidente declarou que pegou o áudio das ligações da portaria de seu condomínio para impedir que o material fosse “adulterado”, segundo ele. A atitude é clara obstrução de Justiça. Carlos Bolsonaro, outro residente do Vivendas, publicou vídeo em seu Twitter, rede social favorita da família, confessando que ele acessa todas as ligações gravadas do condomínio, colocando em risco a integridade do material a ser investigado.

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Caso Queiroz

 

Em dezembro de 2018, Fabrício Queiroz, então motorista e assessor do deputado Flávio Bolsonaro, foi convocado pelo Ministério Público do Rio de janeiro para prestar depoimento sobre movimentações bancárias suspeitas no valor de R$ 1,2 milhão. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informou que as transações bancárias eram “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do policial reformado. O relatório financeiro também identificou depósitos de Queiroz na conta de Flávio, o que levantou suspeitas sobre um possível esquema de “rachadinha”.

O ex-assessor faltou ao depoimento duas vezes, alegando ter sido “acometido por inesperada crise de saúde”. Desde então, Queiroz sumiu, teve suas relações com milicianos descoberta e continua negociando cargos na Câmara do Rio de Janeiro. Até hoje, nem ele e nem Flávio prestaram seus devidos depoimentos ao MP-RJ.

O Ministério Público cumpru um pedido de busca e apreensão contra o senador e vários outros integrantes do esquema. O pedido foi baseado em um relatório que aponta que Flávio e sua mulher, Fernanda, compraram em dinheiro vivo, de forma ilegal, dois imóveis no valor de R$ 638 mil, localizados em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro (RJ). O então deputado estadual teria usado o dinheiro proveniente da ‘rachadinha’ na compra

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FAB – Família nos Aviões Brasileiros

 

Em maio, o deputado Eduardo Bolsonaro usou um helicóptero da Presidência da República para transportar parentes para o seu casamento. Os vídeos do “passeio” foram compartilhados nas redes sociais por Osvaldo Campos Bolsonaro, sobrinho de Jair.

Familiares da região do Vale do Ribeira, em São Paulo, se deslocaram de helicóptero entre o aeroporto de Jacarepaguá e Santos Dumont, próximo ao local da cerimônia. De carro, o trajeto de 35 km demora só 35 minutos mas a família preferiu fazer o uso da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). Nas imagens publicadas, é possível ver um grupo de 10 pessoas chegando à pista de embarque, com as irmãs de Jair Bolsonaro e o deputado federal Helio Lopes (PSL-SP), amigo pessoal do presidente.

 

Amor financiado pelo fundo partidário

 

A farra do casamento de Eduardo não se limitou ao uso do helicóptero. O deputado também usou dinheiro do fundo partidário para pagar a sua viagem de lua de mel com a coach e psicóloga Heloísa Wolf. A negociação teria sido feita pela advogada do PSL, Karina Kufa. Relatos obtidos pela reportagem da IstoÉ mostram que Kufa, contratada pelo partido a pedido de Eduardo e conhecida por cumprir diversos favores ao deputado, teria sido a responsável por acertar os detalhes da viagem de lua de mel.

Usando o nome de Eduardo, a advogada teria ligado para Antonio Rueda, vice-presidente nacional do PSL, pedindo dinheiro do fundo do partido. De acordo com a revista, Rueda teria desabafado com colegas próximos que não aguentava mais “essa mulher me telefonando para pedir dinheiro para o Eduardo”. No entanto, ele liberou o que faltava para arcar com a viagem do casal.

 

Câmara e faculdade ao mesmo tempo

 

Com apenas 18 anos, Eduardo Bolsonaro foi nomeado para um cargo comissionado na liderança do PTB em Brasília, partido de seu pai em 2003. De acordo com reportagem da BBC Brasil, o emprego exigia que o “filho 03” de Jair trabalhasse 40 horas semanais, com remuneração de R$ 3.904 por mês (R$ 9.780 na cotação atual). Só existia um detalhe: três dias antes da nomeação, Eduardo foi aprovado no curso de Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

As normas da Câmara vigentes à época determinavam que esse tipo de cargo tinha “por finalidade a prestação de serviços de assessoramento aos órgãos da Casa, em Brasília. Desse modo, (os servidores) não possuem a prerrogativa de exercerem suas atividades em outra cidade além da capital federal”.

Ou seja, durante um ano e quatro meses, Eduardo tinha obrigação de trabalhar 40 horas por semana em Brasília e, inexplicavelmente, cursou Direito no Rio de Janeiro, à 1.100 km de distância. No curso desses 16 meses, o atual deputado ganhou R$ 160 mil de dinheiro público, na cotação atual.

 

Parentes fantasmas

 

Carlos virou alvo de investigação do Ministério Público (MP) do estado do Rio de Janeiro por denúncias de colocar ao menos sete parentes como funcionários fantasmas em seu gabinete. Os familiares seriam contratados para a prática da “rachadinha”, deixando parte dos salários com o filho de Jair.

O esquema foi divulgado em maio pela revista Época, que revelou que Carlos empregou a madrasta, Ana Cristina Siqueira Valle, e outros sete parentes dela em seu gabinete. Esses funcionários fantasmas chegavam a devolver 90% do salário ao vereador.

 

Envolvimento com Itaipu

 

No início de agosto, deputados paraguaios do Partido Pátria Querida (PPQ) protocolaram pedido de julgamento político do vice-presidente do país, Hugo Velázquez, sob acusação de tentar beneficiar uma empresa brasileira num acordo entre os dois países envolvendo a venda de excedente de energia da hidrelétrica Itaipu Binacional. Um pedido de impeachment do presidente Mario Abdo Martinez, mas a Câmara já rejeitou o processo.

Mensagens divulgadas entre o presidente da estatal elétrica do Paraguai e José Rodríguez, assessor de Velásquez, revelaram possível participação da família Bolsonaro no esquema. Nos chats, Rodríguez tentava marcar uma reunião entre o diretor da empresa pública e representantes da empresa brasileira Leros, interessada na compra de energia paraguaia. A Leros seria representada por Alexandre Luiz Giordano, suplente do senador Major Olímpio (PSL-SP), e que falaria, segundo as mensagens, em nome da “família presidencial do país vizinho”, referência clara ao clã Bolsonaro.

 

Assessores de “sorte”

 

Logo no início do ano, surgiram denúncias contra os filhos de Jair: Eduardo usou verba da Câmara para contratar empresa de mulher de assessor, enquanto Flávio beneficiou uma assessora e parentes em seu gabinete. Tudo sempre em família.

Eduardo pagou R$ 960 à Locar1000, locadora de veículos que pertence à mulher de um assessor de Jair, pelo aluguel de um carro em fevereiro, de acordo com a revista Época. A Locar1000 pertence a Ghislaine Maria de Oliveira, mulher de Joel Novaes da Fonseca, assessor do gabinete pessoal da Presidência da República desde 18 de janeiro. Joel é velho conhecido da família, já que trabalhou com o próprio Eduardo entre 2015 e 2017.

Já Flávio, o filho mais velho, usou dinheiro do fundo partidário entregue a candidatas do PSL para pagar empresa de uma ex-assessora dele na Assembléia Legislativa do estado, segundo informou a Folha. A empresa Ale Solução e Eventos, da contadora Alessandra Ferreira de Oliveira, primeira-tesoureira do PSL carioca, recebeu R$ 55,3 mil vindos de pagamentos de 42 candidatos do partido dos Bolsonaro no Rio de Janeiro.

 

Mamata é tradição familiar

 

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Desde 1991, o atual mandatário da república e seus filhos Flávio, Carlos e Eduardo empregaram ao menos 102 pessoas com algum laço familiar ou parentesco entre si, além de 37 funcionários com fortes indícios de que não trabalhavam de fato em seus cargos. A apuração feita pelo jornal O Globo evidencia velha política de cabide de empregos e o uso dos gabinetes como reduto de funcionários fantasmas.

Este foi o primeiro ano do governo Bolsonaro presidente.

Neste primeiro ano Sergio Moro era o ministro super. Ministro da Justiça e da Segurança Pública.

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15
Ago22

A primeira família presidencial brasileira quer crescer em Brasília

Talis Andrade

 

 
Apetite pelo poder jamais será saciado
 
 
 
por Ricardo Noblat
 
- - -
 
Se Bolsonaro e seu filho Eduardo, o Zero Três, se reelegerem, um presidente, o outro deputado federal, ainda não estará de bom tamanho para a primeira família presidencial da história do país.
 

Eles querem mais. Flávio, o Zero Um, senador, tem mais quatro anos de mandato. Carlos, o Zero Dois, vereador, mais dois anos. Jair Renan, o Zero Quatro, é um homem de negócios, por ora.

Então entraram em campo um primo dos filhos de Bolsonaro, um cunhado e uma das ex-mulheres do presidente, todos candidatos a deputado distrital em Brasília. Apostam no sucesso do patriarca.

O primo é Leonardo Rodrigues de Sena (PL), também conhecido como Leo Índio, que aparecerá nas urnas com o nome de Leo Índio Bolsonaro. É o primeiro mais querido de Carlos.

A ex-mulher é a advogada Ana Cristina Valle (PP), mãe de Jair Renan, que administrou o esquema de rachadinha do gabinete de Flávio quando ele era deputado estadual no Rio.

Ela aparecerá nas urnas com o nome de Cristina Bolsonaro. Michelle, a primeira-dama, não quer vê-la nem vestida de ouro, mas Bolsonaro a teme pelo que ela sabe e pode falar um dia.

Eduardo Torres é irmão por parte de mãe de Danilo Torres, irmão consanguíneo de Michelle, segundo O Globo. Michelle faz de conta que nada tem a ver com ele.

Rogéria Nantes, ex-mulher de Bolsonaro, mãe dos três filhos zero dele, quis ser suplente na chapa de Romário (PL-RJ), senador e candidato à reeleição. Mas não deu.

Náufrago da Utopia: SEGUNDO A FOLHA DE S. PAULO, DEVEM SER IMPOSTOS A  BOLSONARO "OS LIMITES QUE SE DÃO A UMA CRIANÇA"

 

Michelle em culto religioso chama Bolsonaro de "rei que governa essa nação"

 

26
Mai22

Polícia Rodoviária Federal de Bolsonaro participa da chacina da Vila Cruzeiro e atualiza câmara de gás nazista para matar preso

Talis Andrade

Jair Bolsonaro decidiu imitar uma pessoa com falta de ar durante a crise de falta de oxigênio na pandemia da covid

 

O poderoso chefão

 

Nesta terça-feira (24), uma chacina realizada pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Vila Cruzeiro, Complexo da Penha, executou 25 pessoas negras, e feriu sete, gravemente no Rio de Janeiro.

Na Cidade e no Estado do Rio de Janeiro, os redutos eleitorais da família bolsonaro. Pelo Rio de Janeiro, Bolsonaro foi 28 anos deputado federal. O filho Flávio foi eleito deputado estadual duas vezes, e na última eleição senador. O filho Carlos, pelas urnas democrática e livres e transparentes, vereador no lugar da mãe. 

Rogéria Bolsonaro foi vereadora no Rio por dois mandatos, entre janeiro de 93 e janeiro de 2001. Em 1998, com a separação, perdeu o cargo para o filho Carlos Bolsonaro. 

O governo federal nada faz no Rio sem o mando presidencial, principalmente as polícias federais e milícias. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, um apagado fantoche. 

 

PRF mílícia das favelas do Rio

 

O ex-secretário nacional de Segurança Pública, José Vicente da Silva diz que “há muito o que ser investigado, principalmente pelo Ministério Público”, na chacina da Vila Cruzeiro.

“É uma operação fracassada. Morreu uma inocente. Em relação aos demais considerados suspeitos, ainda não dá para dizer que morreram só criminosos, ainda que haja constatação de que estavam fortemente armados, uma realidade de boa parte das favelas do Rio. Mesmo que apreendidos 13 fuzis, ainda assim não vale a morte de um inocente”, diz.

Ele afirma ainda que a PRF, ao participar da ação, estava descumprindo a lei. “Há uma questão nessa ação: o que estava fazendo a PRF lá? Decerto, estava descumprindo a lei pura e simplesmente, porque o artigo 144 da Constituição, que trata da incumbência das policias, diz que a responsabilidade da PRF são rodovias federais, só que na Vila Cruzeiro não passa nenhuma via federal. Não é a primeira vez que eles saem do policiamento ostensivo para policiamento ostentação, com roupas de combate. É necessário que o Ministério Público Federal veja isso”, ressaltou.

 

Asfixia o jeitinho bolsonarista de matar
 

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Por falta de UTI nos hospitais, de cuidados paliativos, dezenas e dezenas de brasileiros morreram asfixiados. Notadamente em Manaus. 
 
Sem ar, a morte mais horrenda, que Bolsonaro, fria, sem nenhum sentimento de compaixão pelo sofrimento do povo brasileiro, imitou. Coisa doentia de psicopata. 
 

Em meio à crise vivida no sistema de saúde por conta da pandemia de Covid-19, o presidente decidiu imitar uma pessoa com falta de ar para atacar.

A “imitação” acontece diante de um colapso no sistema de saúde. Com a falta de medicamentos necessários para a intubação com oxigênio.

“Se você começar a sentir um negócio esquisito lá, você segue a receita do ministro Mandetta, que antecedeu o general da ativa Eduardo Pazuello.  Você vai para casa, e quando você estiver lá… Ugh, Ugh, Ugh, com falta de ar, aí você vai para o hospital”, disse o presidente, imitando uma pessoa se sufocando. A cena aconteceu durante a live semanal do ex-capitão, nesta quinta-feira (18). Veja vídeos:

 
 
POLÍCIA ASFIXIA PRESO COM COCAÍNA
 
Na chacina da Vila Cruzeiro as polícias estadual (Bope) e federal (PRF) tortura e mata preso com o pó de coca do kit flagante. 
 
Thainã de Medeiros, de 39 anos, ativista do Coletivo Papo Reto e funcionário do gabinete da deputada estadual Renata Souza (PSOL) na Assembleia Legislativa (Alerj), gravou o momento em que um policial faz o disparo contra ele e um grupo de aproximadamente 30 moradores.
 
Tinha esse corpo ali, que a galera disse que estava na mata. Eu subi com a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] e, em determinado momento, a gente entendeu que a Defensoria [Pública] estava chegando e que seria importante eles presenciarem aquele corpo, porque ele estava com visíveis marcas de execução", informou Thainã.
 

O assessor disse que o rosto do cadáver tinha marcas de pó branco, e contou ter ouvido de moradores que o homem teria sido obrigado por PMs a comer cocaína. "A cara dele eu me lembro muito. A boca espumando...", acrescentou.

Thainã não soube dizer quem seria a homem, mas falou que uma irmã e a mãe da vítima apareceram momentos depois. Passados alguns instantes, a mãe teria decidido descer a favela com o corpo.

 

Homem asfixiado na viatura da PRF

 

Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, foi abordado por policiais rodoviários federais e colocado dentro de "câmara de gás" adaptada

Imagens assustadoras de um homem sendo colocado dentro de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) cheia de fumaça chamaram atenção da Ordem dos Advogados do Brasil de Sergipe. Em nota, a instituição frisa que acompanha, “de forma vigilante, os desdobramentos das investigações sobre o episódio”.
 
 

Policiais rodoviários federais colocam homem dentro de "câmara de gás" improvisada em viatura

 

“A OAB Sergipe respeita as instituições, mas não compactua com qualquer tipo de violência ou de tortura, razão pela qual se manterá atenta à apuração da responsabilidade pela fatídica morte”, pontua a entidade.

Segundo laudo do Instituto Médico-Legal (IML) de Sergipe, Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, morreu por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda após abordagem violenta da PRF na quarta-feira (25/5). O homem faleceu depois que dois policiais o prenderam dentro de uma espécie de “câmara de gás” nazista montada no porta-malas de uma viatura.

Confira vídeo do momento:

Sâmia Bomfim
@samiabomfim
A tortura e morte de Genivaldo Santos em uma câmara de gás montada pela PRF em uma viatura é um crime bárbaro! Junto com a bancada do PSOL vou acionar o MPF por uma investigação rigorosa, além de cobrar da própria PRF todas as informações relacionadas aos responsáveis pela ação.
Natália Bonavides
@natbonavides
BARBÁRIE! Genivaldo de Jesus, homem negro, foi morto de forma brutal em Sergipe. Sufocado até a morte numa viatura policial transformada em Câmara de Gás. A estrutura racista não muda, só se adapta e segue espalhando ódio e crueldade. Justiça por Genivaldo!
 
01
Set21

Justiça quebra sigilo bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro

Talis Andrade

 

A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) no âmbito das investigações de desvio de recursos públicos no gabinete do parlamentar na Câmara Municipal. O pedido foi feito pelo Ministério Público e, além de Carlos, de 38 anos, segundo filho do presidente da República, abrange outras 26 pessoas, incluindo a advogada Ana Cistina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro. Sete empresas suspeitas de participar do esquema também tiveram quebrados seus sigilos bancário e fiscal.

Carlos Bolsonaro é investigado por suspeita de se apropriar de salários de servidores lotados no gabinete, mas que não trabalhavam na Câmara, no esquema das rachadinhas que envolve o irmão mais velho dele, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ). O vereador afirmou em nota que está à disposição para prestar qualquer tipo de esclarecimento às autoridades.

A investigação sobre servidores fantasmas pelo MP partiu de dois casos apurados pelo jornal Folha de S. Paulo. Lotada como oficial de gabinete de Carlos Bolsonaro até abril de 2019 na Câmara do Rio, Nadir Barbosa Goes, 70 anos, moradora de Magé, município localizado a 50 quilômetros do suposto local de trabalho, negou que tenha trabalhado um só dia para o vereador. A remuneração para esse cargo é de R$ 4.271,00 mensais.

Nadir é irmã de Edir Barbosa Goes, 71 anos, que é o atual assessor de Carlos Bolsonaro. Goes é casado com Neula de Carvalho Goes, 66, uma dos nove servidores exonerados do gabinete de Carlos depois que Jair Bolsonaro assumiu a presidência do país. Outra suspeita dos procuradores é em relação a Cileide Barbosa, 43 anos, que foi nomeada em janeiro de 2001 no gabinete no primeiro mandato do vereador e exonerada após 18 anos com vencimentos de R$ 7.483,00.

Cileide é apontada como uma espécie de faz-tudo da família e laranja de um tenente-coronel do Exército ligado à família Bolsonaro e foi babá de Ana Cristina Valle, ex-companheira de Jair Bolsonaro e mãe de Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente. Enquanto esteve lotada no gabinete do vereador, ela aparece como responsável pela abertura de três empresas que têm como endereço o escritório que Jair Bolsonaro usava antes de ser eleito.

Dinheiro vivo

Ao solicitar o acesso a informações bancárias e fiscais dos investigados, os promotores mencionam pela primeira vez, desde a abertura do caso em 2019, o termo “rachadinha”. Ao embasar a quebra de sigilos de Carlos, o MP aponta o “modus operandi” do esquema foi detectado também no gabinete do então deputado estadual do Rio Flávio Bolsonaro. A prática consiste em saques de dinheiro em espécie das contas dos assessores fantasmas feitos por funcionários de confiança do gabinete encarregados pela arrecadação. O dinheiro em espécie é direcionado ao pagamento de despesas ou aquisição de bens.

Antes da quebra do sigilo, o MPRJ já apurou que Carlos Bolsonaro movimentou muito dinheiro durante seus mandatos como vereador. Em 2003, pagou R$ 150 mil em dinheiro por um apartamento na Tijuca, na Zona Norte da capital; em 2009, usou R$ 15,5 mil em espécie para cobrir uma operação malsucedida na Bolsa de Valores; e na declaração de bens ao TSE em 2020, na campanha pela reeleição, declarou que tinha R$ 20 mil guardados em casa. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta, segundo enfatiza o MP no pedido, operações financeiras suspeitas envolvendo o vereador. Uma delas mostra que ele é sócio da mãe, Rogéria Nantes Bolsonaro, em uma empresa que movimentou R$ 1,7 milhão entre 2007 e 2019.

Mansão no Lago Sul

Ana Cristina Valle e o filho, Jair Renan, foram morar, em junho deste ano, em uma mansão avaliada em R$ 3,2 milhões, em Brasília. O valor médio dos aluguéis no Lago Sul, região onde está instalada a mansão, não baixa de R$ 15 mil, mas a ex-mulher de Jair Bolsonaro pagaria somente R$ 8 mil. Detalhe: ela recebe R$ 6,2 mil de salário como assessora da deputada federal Celina Leão (PP-DF). De acordo com o Coaf, Ana Cristina recebeu “depósito de elevadas quantias de dinheiro em espécie em sua conta bancária”, no período em que estava lotada no gabinete de Carlos. Em março de 2011, foram parar na sua conta mais de R$ 191 mil e, em julho outros R$ 341 mil. No pedido de quebra de sigilo, o MP cita que o Coaf apontou um saldo em conta de R$ 602 mil, incompatível com a renda.

rachadinhas metade fica com os sabidos bolsonaro .

 

06
Jul21

Ex-mulher de Bolsonaro comprou 14 imóveis, parte deles em dinheiro vivo, enquanto foi casada com ele

Talis Andrade

Ana Cristina Siqueira Valle e Bolsonaro

 

247 - Durante a década em que esteve com Jair Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, a segunda ex-mulher do presidente, conquistou uma significativa evolução patrimonial. Sem nenhum imóvel dos anos 1990, uma vez vivendo uma união com Jair Bolsonaro, ela se transformou em uma ávida negociadora imobiliária, como revela um levantamento do portal Época feito com base em quase 40 escrituras de compra e venda e 20 registros em cartórios no Rio de Janeiro e em Brasília.

Do final de 1997, quando se envolveu com o então deputado federal, até 2008, momento do ruidoso rompimento, Ana Cristina comprou, com Jair, 14 apartamentos, casas e terrenos, que somavam um patrimônio, em imóveis, avaliado em cerca de R$ 3 milhões na data da separação — o equivalente a R$ 5,3 milhões em valores corrigidos pela inflação.

A reportagem também informa que Bolsonaro, quando se uniu a ela, também estava longe de possuir o patrimônio atual. Na época, tinha apenas dois apartamentos no Rio e um terreno onde depois construiu uma casa, na Vila de Mambucaba, em Angra dos Reis. Um deles ficou com a primeira mulher, Rogéria Nantes Bolsonaro. Tudo havia sido adquirido entre 1996 e 1997, ano em que se separou de Rogéria. Foi na década seguinte, a mesma em que se concentra parte da investigação das rachadinhas (a conhecida prática de devolução de salários de assessores aos políticos que os contrataram) nos gabinetes de Flávio e Carlos, que a carteira imobiliária de Ana Cristina se multiplicou. 

Nas escrituras guardadas há quase 20 anos, há informações que despertam a atenção: na compra de cinco desses 14 imóveis, o pagamento ocorreu “em moeda corrente”, ou seja, em dinheiro vivo. Foram duas casas, um apartamento e dois terrenos — tudo feito em negociações separadas ocorridas entre 2000 e 2006, que somam R$ 243.300, em dinheiro da época. Hoje, esse montante somaria R$ 680 mil, com a inflação corrigida pelo IPCA de acordo com a data de cada compra.

Depois da separação, ela ficou com nove imóveis. Entre os bens mantidos por Ana Cristina, havia cinco terrenos em Resende que levam a outras transações incomuns. No total, o casal declarou ter adquirido o conjunto de terras por R$ 160 mil em 2006, quando ainda estava junto. Após o litígio, cinco anos depois, ela revendeu os terrenos por R$ 1,9 milhão.

 

18
Nov20

Pai, irmão e cunhada da bolsonarista Zambelli não se elegem

Talis Andrade

 

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Para levar vantagem em tudo, e imitar o mito, a deputada federal Carla Zambelli lançou candidaturas familiares para mamar nas burras do Estado. 

Tal como acontece com Bolsonaro pai, presidente Zero Zero, que elege: o filho mais velho Flavio Bolsonaro 01 senador, o segundo filho Carlos Bolsonaro 02 vereador do Rio de Janeiro, o terceiro filho Eduardo Bolsonaro 03 deputado federal por São Paulo.

Rogeria Bolsonaro, mãe dos marmanjos, candidata a vereador, foi derrotada no dia 15 último, pelos eleitores cariocas. 

Clã Zambelli

A bolsonarista Zambelli, afilhada de Sergio Moro, justifica:

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Esse nepotismo eleitoral constitui uma mamata que precisa ter fim. Ser combatido pelo povo nas urnas.

Publica UOL:

Pai, irmão e cunhada da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) bem que tentaram, mas não conseguiram se eleger durante as eleições deste ano, segundo resultados apontados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

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Em São Paulo, o seu irmão, Bruno Zambelli, se candidatou para vereador pelo PRTB. Conseguiu apenas 12.302 votos, ou 0,24%, número insuficiente para conquistar uma cadeira na Câmara Municipal.

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Também derrotado, o pai, João Hélio Salgado (Patriota), tentou uma vaga como vice-prefeito em Mairiporã, cidade localizada na Região Metropolitana de São Paulo. Ao lado de Major Paulo (Patriota), a chapa alcançou apenas 9,83% —o eleito, neste caso, foi Aladim (PSDB).

tatiana zambelli.jpeg

Tatiana Flores Zambelli.jpeg

 

A cunhada, Tatiana Flores Zambelli, também tentou uma vaga como vereadora em Mairiporã, mas não conseguiu. Registrou apenas 190 votos, ou 0,45%.

Nos três casos, a deputada federal "emprestou" a sua imagem aos candidatos de sua família, promoveu engajamento e publicou vídeos nas redes sociais pedindo votos. "O meu irmão é candidato na raça e a gente precisa da ajuda de vocês", disse ela, em um dos vídeos publicados no Instagram.

"Damos o sangue para combater as injustiças. Mas o compromisso é dele. Não é só comigo, é com você. Por transparência, por ética, pela luta dos nossos direitos e garantias individuais", completou.

Cobrou a militância

No Twitter, Zambelli demonstrou irritação com os resultados apresentados nas urnas, de forma geral, e cobrou a militância. "O que houve com os conservadores? Erramos, nos pulverizamos ou sofremos uma fraude monumental?", escreveu ela, em seu perfil.

E a reclamação de Zambelli faz sentido: além da derrota particular, os conservadores não conseguiram eleger a maioria dos prefeitos que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apoiou nas eleições municipais —somente quatro se elegeram ou foram para o segundo turno.

Carla Zambelli
@CarlaZambelli38
O que houve com os conservadores? Erramos, nos pulverizamos ou sofremos uma fraude monumental?
01
Mar20

O esforço de Bolsonaro para vigiar a mulher de perto

Talis Andrade

michelle.jpg

CONSTRANGIMENTO Michelle Bolsonaro nascida na periferia: origem camuflada e negada

Crédito: EVARISTO SA / AFP)

 

 

Deu no 'Brasil confidencial', coluna de Germano Oliveira (diretor de redação), na revista Istoé:

Image

Confira na revista Istoé. É o assunto mais badalado hoje no passarinho azul. Veja aqui.

Escreve o jornalista Esmael Moraes: "Dois veículos da velha mídia –Estadão e IstoÉ– sugerem fortemente neste Carnaval que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a primeira-dama Michele já não dividem a mesma escova de dente.

Estadão conta que, apesar de não levar Michele, o presidente Jair Bolsonaro levou junto com ele para pular Carnaval as seguintes pessoas:

  • Laura, sua filha caçula de 9 anos
  • Flávio Bolsonaro
  • Hélio Negão
  • Luiz Eduardo Ramos
  • Michelle dá continuidade aos trabalhos articulados pelo ministro Osmar Terra desde o governo do ex-presidente Michel Temer, quando a primeira-dama Marcela Temer tornou-se embaixadora do programa Criança Feliz, voltado para assistência de crianças na primeira infância
  • primeira viagem.jpg

    A primeira viagem de Michelle foi em abril de 2019, para visitar crianças com microcefalia em Campina Grande, Paraíba

 

Em maio último, entrevistado por Sívio Santos, admitiu Bolsonaro:

“Eu fui casado uma vez, aí depois tive uma união estável e agora eu tô na segunda e última esposa, né? Agora chega. Se der errado, então o errado sou eu”.

Wikipédia registra três casamentos

 Rogéria Nantes (c. 1978; div.1997)
Ana Cristina Valle (c. 1997; div.2007)
Michelle Bolsonaro (c. 2007)
FilhosFlávio · Carlos · Eduardo ·Renan · Laura

 

bolsonaro amor.jpg

 

22
Mai19

EX-MULHER DE BOLSONARO CORRE PARA SE APOSENTAR AOS 59 ANOS

Talis Andrade

Mulhetr-de-bolsonaro- rogeria.jpg

 

 

247 - A ex-esposa de Bolsonaro, Rogéria Nantes Bolsonaro, mãe dos três filhos políticos do presidente, o senador Flávio, o vereador Carlos e o deputado Eduardo, está tentando se aposentar, aos 59 anos e 19 dias de idade.

A informação é de Nelson Lima Neto, em seu Blog no jornal O Globo. "Com a intenção do ex-marido de mudar as regras de aposentadoria dos brasileiros, Rogéria está requisitando as declarações de tempo de serviço para dar entrada no pedido, no INSS".

Uma das solicitações foi encaminhada por Rogéria Nantes à Prefeitura do Rio, para comprovar os sete anos em que trabalhou como comissionada, de janeiro de 2009 a agosto de 2016.

Blog dia ainda que o pedido de Rogéria para declaração do tempo de contribuição foi feito em 27 de fevereiro deste ano.

 

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