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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

28
Nov20

Haddad alerta para o risco representado pelo vice de Covas

Talis Andrade

HUMOR - Da esquerda para direita, passando pelo "centrão", veja as charges  do dia. - Ricardo Antunes

247 – O vice na chapa de Bruno Covas, o polêmico vereador Ricardo Nunes, foi criticado em artigo publicado pelo ex-prefeito Fernando Haddad, em artigo neste sábado na Folha de S. Paulo. "Nem vou entrar no mérito das acusações que lhe são feitas, de trambicagem nas creches e violência doméstica. Falo do seu completo despreparo para assumir o cargo de prefeito por um único dia e da completa irresponsabilidade da decisão de colocá-lo na linha sucessória da maior cidade do país", escreveu Haddad, que apoia Guilherme Boulos, do Psol.

Segundo ele, é hora de "apostar em uma chapa que une renovação, experiência e compromisso, em nome de uma cidade mais generosa."

 
26
Nov20

Compra de votos? Vídeo mostra distribuição de cestas básicas pela campanha de Bruno Covas

Talis Andrade
 
Hildegard Angel
@hilde_angel
Nos pequenos municípios brasileiros, até os postes de luz sabem que há compra de votos, em dinheiro mesmo. Na grande cidade São Paulo, maior da América Latina, é mais sofisticado: eleitores são fisgados em troca de cestas de comida. Isso pode, Arnaldo?
George Marques 
@GeorgMarques
 
Distribuição de cesta básica pela prefeitura de São Paulo a 3 dias da eleição não pode ser caracterizado como compra de votos? O TRE-SP precisa investigar. Isso sem falar da aglomeração em meio à pandemia
 
Hildegard Angel
@hilde_angel
Atraindo o eleitor faminto com comida. E o carro oficial da Prefeitura, de plantão diante da fila, dando a maior pinta. O descaramento é total.
 

RBA - Um vídeo que circula nas redes sociais denuncia uma distribuição de cestas básicas que teria sido realizada pela campanha do atual prefeito e candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB), na Rua Raulino Galdino da Silva, 1052, Brasilândia, zona norte da capital. No filme é possível notar uma intensa movimentação de pessoas, moradores saindo do local com caixas, carros com o número do PSDB (45) e música da campanha tucano. A ação causou filas e aglomeração por pelo menos dois dias. A legislação eleitoral veda a distribuição de cestas básicas em campanha eleitoral, prática conhecida como compra de votos.

Segundo a Procuradoria-Geral Eleitoral, é proibido na propaganda eleitoral, entre outras coisas: “Distribuir camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor”. A RBA procurou a campanha de Covas para responder sobre a aparente tentativa de compra de votos, mas até o fechamento dessa reportagem não obteve resposta.

Na semana passada, gravação a que a RBA teve acesso mostrava o secretário Municipal da Educação, Bruno Caetano, comemorando a difusão, por dirigentes de creches conveniadas, de uma fake news contra o candidato do Psol a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos. O objetivo era coagir os familiares de crianças atendidas a votar no atual prefeito e candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB). Em mensagem enviada aos pais pela Creche Privada Conveniada Madagascar, mantida pela Associação Sonia Maria, é dito que, se Boulos vencer, “teremos o fim das creches conveniadas, não havendo vagas para os filhos de vocês e também um elevado índice de desemprego”. (Veja tag máfia das creches, o vice de Covas acusado de envolvimento. Pretedem cobrir com uma mentira a verdade. Veja na tag creche as propostas de Boulos e Erundina para a democratização das creches, principalmente nas periferias)Image

Além disso, a diretora regional de Educação de São Mateus, Mirtes Innocencio da Silva, convocou reunião virtual com dirigentes e trabalhadores de creches, para falar das propostas dos candidatos. No entanto, na própria mensagem ficava claro o viés da conversa. “Ninguém vai falar aquilo que não é. Aliás, eu não preciso falar do plano do oponente, o próprio plano já se diz por conta própria. Ele tem um plano registrado na Justiça e nesse plano consta o que ele pretende e o que ele não pretende fazer. Como o Covas também tem e é esse plano que a gente pretende conversar, tá?”, diz.

A reunião foi cancelada após denúncia da RBA.

26
Nov20

Campanha de Covas paga publicidade para esconder agressão de seu vice à mulher

Talis Andrade

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247 - A campanha de Bruno Covas (PSDB) à Prefeitura de SP comprou anúncio no Google que leva as buscas pelo nome de seu vice, o vereador Ricardo Nunes (MDB), à publicação “Conheça de verdade Ricardo Nunes, o vice de Bruno Covas” no site do tucano.

A coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (26) informa que quem procura expressões como “Ricardo Nunes mulher” e “Ricardo Nunes violência”, também encontra o anúncio.

A denúncia de violência doméstica que foi feita contra Nunes por sua própria esposa em 2011.

O Google declara que a veiculação de propaganda eleitoral paga é permitida pelo Tribunal Superior Eleitoral. 
 
Além de esconder o vice, Ricardo Nunes, que fugiu do debate com Erundina na Folha de S. Paulo, Covas nega a parceria eleitoral com Bolsonaro e Doria nas eleições de 2018.Image
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Cobrado por apoio de Russomano e selfie com Bolsonaro, Covas diz ser  crítico ao presidente | Política | Valor Econômico
Boulos tem a honra de ter Erundina como vice e não encobre os apoiosImage
Erundina com Darcy Ribeiro e Paulo Freire
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Valéria Jurado
@Valeria_Jurado6
 
Bom dia Gui @GuilhermeBoulos, fiz um #Boulos50 de laranja daqueles para o Padre Julio Lancellotti @pejulio q tá torcendo pra vc no Domingo, sabemos q quando for Prefeito de SP em 2021, não vai ignorar o q se faz aqui e a obra desse humanista. De todos nós,Image
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21
Nov20

Violência doméstica: A cada 2 minutos, uma mulher é agredida no Brasil

Talis Andrade

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No Dia Nacional do Combate à Violência Contra a Mulher, denunciava o Correio BazilienseAlvo de discriminação de gênero enraizada na sociedade, uma mulher é agredida no Brasil a cada dois minutos. Em meio à pandemia do novo coronavírus, de acordo com o Monitor da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher no Período de Isolamento Social, do Instituto de Segurança Pública (ISP), já são quase 120 mil casos de lesão corporal decorrente de agressão doméstica em 2020.

As denúncias, por outro lado, despencaram. De acordo com levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o período entre março e maio deste ano teve uma queda de 27% nas denúncias de violência doméstica, em comparação com o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, as taxas de feminicídio apresentaram um aumento de 2,2%, entre março e maio. As medidas protetivas também subiram. Dados fornecidos pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), no período entre janeiro e julho deste ano, registram 14.356 medidas concedidas na capital. O número é superior à soma de todo o ano de 2019, que teve 9.172 medidas.

“A mulher foi a mais afetada pelo isolamento social. Muitas mulheres passaram a conviver com o agressor, dentro de casa e sem grandes possibilidades de escape”, explica a advogada criminalista Hanna Gomes. 

Nesta campanha eleitoral, partidos lançaram candidatos suspeitos de violência. Mesmo quando os criminosos são denunciados, ninguém leva a sério. Dou como exemplo a denúncia contra o candidato a vice-prefeito da Cidade de São Paulo. 

Denuncia o portal Ninja: Ricardo Nunes "foi acusado de violência doméstica, ameaça, injúria e falta de pagamento de pensão por sua esposa em 2011, fato que segue sem respostas na campanha de Covas".

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A primeira forma de proteção da mulher vítima de violência no Brasil veio com através da Lei da Violência Doméstica e Familiar, ou Maria da Penha, como é popularmente conhecida. Outro avanço foram as delegacias especializadas no atendimento de mulheres, criadas para assegurar a proteção às vítimas. 

10 de Outubro é Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher. A data foi criada em 1980, como desdobramento de um movimento nacional realizado em São Paulo, em protesto contra o índice crescente, em todo o país, de crimes contra as mulheres.
 
Caracteriza-se como violência contra a mulher “qualquer ato ou conduta que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública quanto na privada, é considerado violência.”
 
Para punir agressores, a Lei Maria da Penha traz a criminalização da violência contra a mulher desde 2006, prevendo responsabilização dos agressores, que normalmente estão inseridos no ambiente familiar.
 
Está sofrendo agressão?
NÃO SE CALE!
 
Conhece alguma mulher que esteja sofrendo violência?
NÃO SE CALE!
 
CALA A BOCA MENINO
 
Aprenda a cantar com Capiba:
 

Sempre ouvi dizer que numa mulher
Não se bate nem com uma flor
Loira ou morena, não importa a cor
Não se bate nem com uma flor.

Já se acabou o tempo
Que a mulher só dizia então:
- Chô galinha, cala a boca menino
- Ai, ai, não me dê mais não

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