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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

03
Mai21

Ministro da Justiça na CPI

Talis Andrade

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Reinaldo Azevedo no Twitter

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Reinaldo Azevedo
@reinaldoazevedo
Segue link do meu artigo no UOL demonstrando p q Randolfe acerta ao querer convocar Anderson Torres, o “amigo dos meninos”.
PF ñ é polícia política. 
Análise: Randolfe quer ministro da Justiça na CPI. Faz bem! 
O delegado Anderson Torres, um dos "amigos dos meninos", é ministro da Justiça. 
Pra quem ainda não entendeu: o bolsonarismo/negacionismo é um fenômeno de estupidez suprapartidária. Como foram outros autoritarismos ao longo da história no Brasil e no mundo.
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A Pandemia e o desrespeito à vida
Charges relatam os fatos de 2021. Em fevereiro, retratam as 250 mil mortes  por covid-19, a demissão do presidente da Petrobras e a prisão do deputado  Daniel Silveira. | Panis & Circus
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General Luiz Eduardo Ramos confessa que tomou Coronavac escondido do chefe. Essa gente tem a grande coragem de ameaçar com golpe pessoas desarmadas, mas se acovarda diante de um capitãozinho reformado e indisciplinado. A confissão explica o buraco em q estamos.Charge do Zé Dassilva: vacinando escondido | NSC Total
Guedes está inconformado com essa mania do brasileiro de querer viver: “Todo mundo quer viver 100 anos, 120, 130”. Deu a entender q sistema de saúde está quebrado por isso. Culpou ainda a China pelo vírus e ironizou as vacinas chinesas. Ele tbem tomou a Coronavac. Não tem
jeito. Ele já virou aquele maluco da família que peida na presença de visitas, e todos fazem de conta que não veem, não ouvem e não sentem. Uma declaração evidencia sua sensibilidade social. A outra, sua habilidade política. SÓ ESTÁ COM ELES PORQUE É UM DELES. TALVEZ O PIOR.🌹✊ (@oTTrouboumeupe1) | Twitter
A fala s/ mania q brasileiro tem de não querer morrer lembra a máxima sobre empregadas que iam p/ Disney. Foi pouco antes de a pandemia chegar. E o dólar já estava nos cornos da Lua. Deveria deixar o país em paz e ir especular. É bom nisso. Na 5ª, ultrapassaremos 400 mil mortos.

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Agora está explicada a motivação do genocida! Não tem nada a ver com o capiroto ou com o demônio; trata-se do dinheiro
mesmo!
Não se engane com Paulo Guedes. Ele não é economista, é negocista!

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O guedes é o macaco do auditório, está lá pra faturar com seus amigos agiotas, o mais perigoso é o sachsida, que tem capacidade de formulação das maldades sobre os mais pobres.
Parece que todo esse negacionismo faz parte mesmo de um projeto de extermínio dos brasileiros, principalmente dos mais pobres, pelo desgoverno bolsonaro.
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12
Abr21

Leia a transcrição da conversa telefônica entre Bolsonaro e Kajuru

Talis Andrade

Ameaçado por Bolsonaro, Randolfe afirma já ter recebido soco do presidente  - ÉpocaRandolfe diz já ter levado soco de Bolsonaro. Veja o vídeoBolsonaro já agrediu Randolfe fisicamente; relembre

O senador Jorge Kajuru tem divulgado trechos de uma conversa por telefone que teve com o presidente Jair Bolsonaro no último sábado (10/4), na qual trataram da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que será instalada no Senado Federal.

No diálogo, cujos primeiros trechos foram publicados nas redes sociais de Kajuru, na tarde de domingo (11/4), o chefe do Executivo defende que o parlamentar peça a ampliação da CPI para que os governadores e prefeitos também sejam investigados e estimula esforços pelo impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

No telefonema divulgado com Kajuru, o presidente chamou o senador Randolfe Rodrigues de "bosta", e disse que sairia na porrada com ele. Em 2013, Bolsonaro foi flagrado agredindo Randolfe (fotos acima)

 

Bolsonaro: Então uma CPI completamente direcionada à minha pessoa.

Kajuru: Não, presidente, a gente pode convocar governadores.

 

Bolsonaro: Se você não mudar o objeto da CPI, você não pode convocar governadores.

Kajuru: Tá, mas eu vou mudar. Eu quero ouvir os governadores.

 

Bolsonaro: Se mudar dez pra você, porque nós não temos nada a esconder.

Kajuru: Não, eu não abro mão de ouvir governadores em hipótese alguma.

 

Bolsonaro: Então, olha só…

Kajuru: Eu só não quero que o senhor me coloque no mesmo joio.

 

Bolsonaro: Olha só, você tem que fazer, tem que mudar o objetivo da CPI. Tem que ser ampla.

Kajuru: Ampla, claro.

 

Bolsonaro: CPI da Covid no Brasil. Daí você faz um excelente trabalho pelo Brasil.

Kajuru: Exato. O que eu quero fazer é isso. Eu não vou manchar meu nome de forma alguma.

 

Bolsonaro: Você não é o autor da CPI, então o objetivo do autor, que eu não sei quem é, como tá lá é investigar omissões do governo federal no combate à Covid.

Kajuru: Não é meu caso.

 

Bolsonaro: Tudo bem!

Kajuru: Eu acabei de declarar para o Augusto Nunes, mas eu quero dizer que eu não posso ser colocado no mesmo joio, não é, presidente? Nas suas entrevistas, o senhor coloca como se todos nós fossemos iguais. Aí não é certo.

 

Bolsonaro: A CPI hoje é para investigar omissões do presidente Jair Bolsonaro. Ponto final.

Kajuru: O senhor pode dizer: “Não é o que pensa o senador Kajuru, que quer fazer uma investigação completa”.

 

Bolsonaro: Kajuru, se não mudar o objetivo da CPI ela vai só vir para cima de mim.

Kajuru: Mas não vai, presidente, tem a opinião de outros. São 11 titulares e 8 suplentes, a opinião de um não prevalece, vai prevalecer a quem concordar. Eu não concordo com coisa errada, presidente.

 

Bolsonaro: Kajuru, olha só: O que que tem que fazer para ter uma CPI que realmente seja útil para o Brasil: mudar a amplitude dela, bota governadores e prefeitos. Presidente da República, governadores e prefeitos.

Kajuru: Eu fui o primeiro a assinar para governadores e municípios. O senhor pode ver lá. Portanto, eu concordo da amplitude.

Bolsonaro: Tá ok. Se mudar a amplitude, tudo bem, mas se não mudar, a CPI vai simplesmente ouvir o Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório “sacana”.

 

Kajuru: Isso aí eu não faço nunca, pela minha mãe.

Bolsonaro: Vamo lá, Kajuru, coisa importante aqui: A gente tem que fazer do limão uma limonada. Por enquanto, o limão é o que está aí, e tá para sair uma limonada. Acho que você já fez alguma coisa. Tem que peticionar o supremo pra botar em pauta o impeachment também.

 

Kajuru: E o que eu fiz? O senhor não viu o que eu fiz não?

Bolsonaro: Parece que você fez. Fez pensando em investigar quem?

 

Kajuru: O Alexandre de Moraes, ué.

Bolsonaro: Tudo bem.

 

Kajuru: Eu tenho que começar pelo Alexandre de Moraes, porque o do Alexandre de Moraes meu, já está lá engavetado pelo Pacheco, só falta ele liberar, correto?

Bolsonaro: Você pressionou o Supremo, né?

 

Kajuru: Sim, claro. Eu entrei contra o Supremo. Entrei ontem às 17h40.

Bolsonaro: Parabéns para você.

 

Kajuru: Eu só queria que o senhor desse crédito para mim nesse ponto.

Bolsonaro: Kajuru, de tudo o que nós conversamos aqui, nós estamos afinados, nós dois. É CPI ampla, investigar ministros do Supremo.

 

Kajuru: E nunca “revanchista”.

Bolsonaro:: Dez para você. Tendo a oportunidade, pode deixar que eu falo com as mídias e sinto que a minha conversa contigo, ampla CPI do Covid. E também o Supremo.

 

Kajuru: Exatamente. Se ele fez com a CPI tem que fazer também com o ministro.

Bolsonaro: Sim.

 

Kajuru: Né?! Quer dizer, então é a coisa justa. O que é difícil pra mim é que eu tenho uma posição dessa, presidente, e aí todo mundo vem contra mim porque a fala do senhor generaliza todo mundo. Não é só eu não. Todo mundo que conversar com o senhor como eu, acho que o senhor precisa separar o joio do trigo.

Bolsonaro: Kajuru, olha, qualquer pessoa que eu conversar vou dizer o seguinte: ‘O Kajuru foi bem intencionado, só que a CPI era restrita. Só que agora ele vai fazer o possível para ter uma CPI ampla. Da minha parte, não tem problema nenhum. Ele inspecionou o Supremo, que deve ser o próprio Barroso.

 

Kajuru: Deve ser não, tem que ser, por causa daquela palavra jurídica “pretento”, então juridicamente ele é obrigado a opinar, ele não pode colocar em nome de outro ministro.

Bolsonaro: É “prevento”. Ele vai ter que despachar.

 

Kajuru: Ele não pode colocar na mão de outro. Modéstia à parte, eu acho que fui bem nessa.

Bolsonaro: Bem não, você foi dez. Acho que o que vai acontecer, eles vão ponderar tudo. Não tem CPI nem tem investigação do Supremo.

 

Kajuru: Ou bota tudo, ou zero a zero

Bolsonaro: Eu sou a favor de botar tudo pra frente.

 

Kajuru: É, claro, vamo pro “pau”.

Bolsonaro: A questão do vírus, ninguém vai curar, não vai deixar de morrer gente infelizmente no Brasil. Um dia morre menos gente se os prefeitos todos pegassem recursos e aplicassem em postos de saúde, hospital.

 

Kajuru: Presidente, eu sou justo. Nunca pedi uma agulha para o senhor.

Bolsonaro: Estamos 100% assinados, Kajuru. Fique tranquilo!

 

Kajuru: Eu só quero pedir justiça, presidente.

Bolsonaro: Se você me pedir algo, sei que vai fazer bom uso disso.

 

Kajuru: O senhor me ajudou no que, foi o único presidente da República da história do Brasil que ajudou o diabetes. E isso aí é toma lá da cá?

Bolsonaro: Tem nada a ver.

 

Kajuru: Pelo amor de Deus, não é?

Bolsonaro: Tá certo.

 

Kajuru: Abraço para você. Bom final de semana e saúde.

Bolsonaro: Valeu, até mais!

 

 

Kajuru: Eu acabei de declarar para o Augusto Nunes, na Jovem Pan agora, o senhor pode ver aí. Eu dei uma entrevista pra ele. Eu falei pra ele que se ela for revanchista, eu faço questão de não participar dela.

Bolsonaro: Não, mas… Se você não participa, vem a canalhada lá do Randolfe Rodrigues, vai participar e vai começar a encher o saco. Daí vou ter que sair na porrada com um bosta desse.

 

12
Abr21

CPI: “Falei mais coisa”, diz Bolsonaro sobre gravação feita por Kajuru

Talis Andrade

 

Tudo tem um começo. Bolsonaro gostou quando Sergio Moro mandou gravar conversa da presidenta Dilma com Lula. Pior! vazou trecho seletivo propagado como um escândalo de corrupção petista

 

Escreve Flávia Said: O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reclamou, na manhã desta segunda-feira (12/4), da gravação e divulgação de conversa com o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) na qual trataram da CPI da Covid. Apesar da indignação, o mandatário do país afirmou que falou de outras coisas no diálogo e pediu a publicação dos demais trechos.
 
“Eu fui gravado numa conversa telefônica, tá certo? A que ponto chegamos no Brasil aqui?”, iniciou Bolsonaro, ao dialogar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.
 
Uma pessoa que estava no local classificou o ato como vazamento. O chefe do Executivo respondeu: “Não é vazar, é te gravar. A gravação é só com autorização judicial. Agora, gravar o presidente e divulgar… E outra: só para controle, falei mais coisa naquela conversa lá. Pode divulgar tudo da minha parte, tá?”
 
No caso de Dilma a espionagem era dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, que tinham juízes e procuradores como agentes. Coisa de lesa-pátria. De quinta-coluna. 
 
Kajuru afirmou nesta segunda-feira (12) a O Antagonista que divulgou o trecho da conversa em que Bolsonaro ameaça o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) "porque o presidente pediu".
 

Kajuru se disse provocado por Bolsonaro após declaração do ocupante do Planalto de que poderia ser divulgada toda a conversa. "Eu divulguei o áudio hoje porque ele pediu. Ele (Bolsonaro) disse que tinha falado mais coisas. Se ele falou que podia divulgar o restante da conversa, eu divulguei. Ontem não o fiz por achar que estas partes eram agressivas e desnecessárias".

O senador já havia dito que avisou Bolsonaro antes de vazar o primeiro áudio, e reiterou: "antes de publicar a conversa, eu falei para ele que ia divulgar. Ele disse apenas: ‘então tá’. Eu divulguei o áudio porque imaginava que isso seria positivo para o presidente. Para mostrar que ele também era a favor da investigação, desde que se apurasse a responsabilidade de governadores e prefeitos. Foi uma conversa republicana. E não há nada mais republicano que divulgar uma conversa como esta".

 

12
Abr21

Ampliar escopo da CPI a tornaria inconstitucional, afirma Reinaldo Azevedo

Talis Andrade

 

247 - O jornalista Reinaldo Azevedo, em coluna no UOL neste domingo (11), afirmou que ampliar o escopo da CPI da Covid tornaria a comissão "inconstitucional".

Ampliar o objetivo da CPI para investigar, além do governo federal, governadores e prefeitos é uma proposta do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).
 

Azevedo lembrou que a Constituição Federal estabelece pré-requisitos para a instalação de uma CPI. Dentre eles, a existência de um fato determinado para investigação.

A CPI da Covid, apresentada por Randolfe Rodrigues (Rede-AP), tem um fato determinado bem delimitado: "ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas, com falta de oxigênio para os pacientes internados".

Para o jornalista, ampliar o fato determinado da CPI proposta a tornaria ilegal. "Essa petição simplesmente torna inconstitucional a CPI porque não se cumpriria uma das três exigências para a comissão funcionar: fato determinado". 

"Imaginem uma CPI com 90 dias — e ainda que se estendesse para 120 — para investigar os fatos determinados no requerimento e ainda eventuais acusações de irregularidades em 27 unidades da federação e em 5.570 municípios. Tudo o que o governo quer — e acho que Vieira precisa decidir se ele pretende ou não ver a CPI funcionando — é substituir os depoentes do Executivo por governadores e prefeitos. Eventuais desmandos nessas esferas podem e devem ser investigados pelas respectivas Assembleias Legislativas e Câmaras dos Vereadores", completou Azevedo.

26
Mar21

"Sei que é um gesto bacana..."

Talis Andrade

 

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Laura Sabino
Governo Bolsonaro: -Secretário recitando discurso nazista -Filipe Martins postando poema do manifesto do atirador da Nova Zelândia e fazendo símbolo supremacista -Paulo Guedes elogiando o ministro do Terceiro reich -Ex líder da KKK dizendo q Bolsonaro soa como eles 
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 𝐋𝐄𝐎 
@Leonardo_alcnt
a primeira imagem é do supremacista Brenton Tarrant, autor de massacre em duas mesquistas na Nova Zelândia, que deixou 49 muçulmanos mortos, e a outra é de Filipe Martins, assessor de Bolsonaro, durante sessão no Senado
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Reinaldo Azevedo
O gesto de Filipe Martins pode ser um aceno a extremistas? "Ah, isso é pura ilação. É só um vai tomar caracu". Bem, de todo modo, seria inaceitável, certo? Quanto à hipótese de Martins estar evocando o movimento supremacista, dizer o quê? Há, quando menos, coincidências que...
não podem ser ignoradas. Brenton Tarrant, o australiano que matou 51 pessoas em ataques a tiros a duas mesquitas na Nova Zelândia, no dia 14 de março de 2019, fez o gesto que Martins repetiu no Senado ao ser fotografado ao lado de dois policiais...
Análise: Reinaldo Azevedo - Pacheco tem de exigir a demissão de assessor. Ou começa a se desmoral...
Errarão todos aqueles que, em algum momento, apostarem que este governo e seus próceres já...
Blog do Noblat
Filipe Martins é uma fraude até quando se diz judeu. Só é judeu quem nasce de mãe judia. Meus filhos são, por exemplo, porque a mãe é, e a avó materna, e a bisavó, e por aí vai. A mãe de Filipe não é judia.
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247 - Um apoiador de Jair Bolsonaro foi tirar uma foto com ele e fez com a mão o gesto símbolo dos supremacistas bancos. Bolsonaro afirmou no ato: "sei que é um gesto bacana, mas não pega bem pra mim". Assista ao vídeo  seguir. Não há informação sobre a data do vídeo. Na quarta-feira (24), o Brasil ficou chocado com um gesto supremacista branco feito por Filipe Martins, assessor internacional da presidência da República, durante uma sessão no Senado

03
Fev21

"Precisamos fazer algo em relação a Gilmar Mendes", disse Dallagnol a procuradores

Talis Andrade

Iotti / Agencia RBS

 

Por Tiago Angelo /ConJur

Irritado por causa de uma decisão proferida em maio de 2018 por Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, o procurador Deltan Dallagnol, então coordenador da "lava jato" no Paraná, passou a articular uma investida contra o ministro. 

A informação consta de uma troca de mensagens entre procuradores à qual a ConJur teve acesso. O diálogo faz parte do material apreendido pela Polícia Federal no curso da chamada operação "spoofing", que mira hackers responsáveis por invadir celulares de autoridades. 

Na conversa, os integrantes do MPF em Curitiba comentavam um Habeas Corpus concedido por Gilmar ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, que é apontado como operador de propina para o PSDB.  

"Precisamos reagir ao GM [Gilmar Mendes]. Vou articular com SP e RJ algo. Caros precisamos fazer algo em relação a GM", disse Dallagnol, se referindo às ramificações da "lava jato" no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

ConJur manteve as abreviações e eventuais erros de digitação e ortografia presentes na mensagem do então coordenador da "lava jato".

Paulo Preto estava preso por determinação da 5ª Vara Federal de São Paulo quando foi solto por Gilmar. Na ocasião, no entanto, o ex-diretor da Dersa já estava na mira dos procuradores do Paraná. Em 19 de fevereiro de 2019, menos de um ano depois da conversa, Paulo Preto voltou a ser preso a pedido da "lava jato" de Curitiba. 

 

Investigação contra Gilmar


Em agosto de 2019, o El País, em parceria com o The Intercept Brasil, revelou outro episódio envolvendo investidas contra Gilmar. A reportagem divulgou conversas em que os integrantes do MPF no Paraná planejaram usar a investigação contra Paulo Preto para tentar emparedar o ministro do Supremo. 

Dallagnol sugeriu pedir que autoridades da Suíça procurassem menções específicas ao nome do ministro para saber se havia relação entre ele e Paulo Preto. 

As conversas também revelam que a "lava jato" em Curitiba cogitou pedir o impeachment de Gilmar ao Senado. Desistiram quando a procuradora Laura Tessler disse ter ficado sabendo que o advogado Modesto Carvalhosa protocolaria uma solicitação dessa natureza.

"Nós não podemos dar a entender que investigamos GM. Caso se confirme essa unha e carne, será um escândalo", disse Dallagnol ao grupo. Logo em seguida, ele sugeriu que fossem apuradas ligações de Paulo Preto para telefones do Supremo. "Mas não é novidade que Gilmar veio do psdb e de dentro do governo fhc!!! Cuidado com isso", acrescentou o procurador Paulo Galvão. 

Procuradores da República que oficiam em primeiro grau não podem investigar ministros do Supremo. Roberson Pozzobon tentou ser a voz da razão, mas também sugeriu ignorar a competência do MPF. "Acho que temos que confirmar minimamente isso antes de passar pra alguém investigar mais a fundo, Delta".

 

Articulação com partido


Outra reportagem, dessa vez publicada pelo UOL, também em parceria com o Intercept, revelou que Dallagnol articulou com o partido Rede Sustentabilidade para que uma ação fosse ajuizada contra Gilmar. 

De acordo com as conversas, a "lava jato" queria manter o ministro do STF longe de julgamentos envolvendo a "operação". A iniciativa começou depois que Gilmar determinou a soltura de Beto Richa (PSDB), ex-governador do Paraná. 

"Resumo reunião de hoje: Gilmar provavelmente vai expandir decisões da Integração pra Piloto. Melhor solução alcançada: ADPF da Rede para preservar juiz natural", disse Dallagnol em grupo de procuradores no Telegram no dia 9 de outubro de 2018.

Duas horas depois, ele voltou para contar que o senador Randolfe Rodrigues (Rede) "super topou" propor uma arguição de descumprimento de preceito fundamental. No dia seguinte, 10 de outubro, o procurador Diogo Castor falou que enviou uma sugestão de ADPF para assessor de Randolfe.

Já no dia 11, a Rede protocolou a ADPF que pedia que Gilmar Mendes fosse impedido de "liberar indiscriminadamente" presos na operação. No pedido, os advogados afirmaram que o ministro concedeu "extravagantes liminares" e Habeas Corpus de ofício a pelo menos 26 investigados em crimes de corrupção. 

07
Nov20

Haddad cobra Bolsonaro sobre apagão no Amapá: “Esquece o Flávio e Trump. Trabalhe um dia”

Talis Andrade

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O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi às redes sociais na manhã para cobrar ações do presidente Jair Bolsonaro em relação ao apagão de mais de cinco dias no Amapá.

Após forte chuva na terça-feira (3), subestação de distribuição de energia pegou fogo na zona norte de Macapá, afetando 13 dos 16 municípios do estado.

“Bolsonaro, esquece o Flávio e o Trump. Já eram. Faça alguma coisa pelo Amapá. Trabalhe um dia. Um dia. UM dia”, escreveu Haddad.

O senador Randolfe Rodrigues acionou a Justiça para que obrigue os governos estaduais e federal a ajudar o Amapá, com distribuição de água, por meio de carros-pipas, e de cestas básicas.

O governador do Maranhão, Flávio Dino, anunciou: “Coloquei-me à disposição do governador do Amapá, Waldez Goés, para auxiliar no que for necessário, por solidariedade à população do estado, nossos irmãos e irmãs da Amazônia”.

Hoje, das 16 cidades do estado, apenas três —Oiapoque, Laranjal do Jari e Vitória do Jari— mantêm a energia porque são abastecidas por sistemas independentes.

Apagão | BLOG DO AMARILDO . CHARGE CARICATURA

O Amapá está enfrentando uma série de dificuldades por conta de um apagão que atinge o estado desde a noite de terça-feira. A falta de energia afeta também serviços essenciais como o abastecimento de água e fornecimento de internet, além de problemas comerciais, como a perda de mercadorias que necessitam de refrigeração.

Hoje, das 16 cidades do estado, apenas três —Oiapoque, Laranjal do Jari e Vitória do Jari— mantêm a energia porque são abastecidas por sistemas independentes. A capital Macapá está com o fornecimento de luz completamente suspenso.

Por conta do apagão, houve uma grande procura da população por itens essenciais como combustível e água mineral, já que o abastecimento de água encanada foi paralisado.

O sistema de telefonia também apresenta inconsistência em boa parte do estado devido à falta de energia. Muitas lojas do comércio estão com as vendas suspensas por problemas em seus sistemas.

A população de Macapá lotou todos os hotéis com gerador próprio para dormir com alguma ventilação, luminosidade e serviços como internet

Três planos estão à mesa para solucionar o apagão

Na manhã de hoje, três planos foram apresentados para restabelecer a energia, um deles de forma emergencial que traria o retorno parcial.

A primeira ideia é recuperar um dos transformadores queimados e que foi menos danificado. Isso poderia trazer o retorno de até 70% da energia no estado, mas ainda são necessários testes e a previsão é que a operação possa durar até 48 horas.

Se for bem-sucedido, restabelecerá de 60% a 70% da carga do estado do Amapá. Mas estamos desencadeando outras ações para que em até 30 dias todos os transformadores estejam aqui para dar total segurança energética”, informou o ministro Bento Albuquerque, das Minas e Energia.

O segundo plano é trazer um gerador de energia de Laranjal do Jari, mas que pesa cerca de 100 toneladas e o processo levaria em torno de 15 dias entre desmonte, transporte de balsa e montagem.

Outra alternativa seria trazer de Boa Vista um transformador que viria de avião, mas levaria até 30 dias. Unidades de menor porte também viriam de Manaus para ajudar a suprir o problema.

 
Diogo Cabral
@Diogotapuio
O Amapá entrou no 4º dia do apagão. 13 dos 16 municípios estão afetados pela crise. As prateleiras dos mercados estão se esvaziando. Os serviços públicos essenciais estão afetados. Por favor, divulguem. Há limitação de acesso à internet por lá. #SOSAmapá #ApagaoNoAmapaImage
 
Mateus Aguiar
@mateusaguiarph
Mais de 3 dias sem energia no Amapá (e essa situação pode durar 15 dias) filas pra pegar água, supermercado ficando sem abastecimento, pessoas tendo que tomar banho de rio. E o nosso governo não faz absolutamente NADA!
 
 
Gilmar Mendes
@gilmarmendes
 
O Amapá vive um cenário pós-apocalíptico com a interrupção nos serviços de água, saúde, telefonia e segurança pública. A situação é extremamente grave. É hora de as lideranças políticas superarem dissidências e buscarem uma solução. #SOSAmapa, #ApagaoNoAmapa e #AmapaPedeSocorro.
 
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06
Ago20

Apenas sete senadores acusam Augusto Aras e defendem a continuação da dispendiosa lava jato

Talis Andrade

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O consórcio apelidado de lava-jato pela delegada Erika Marena, famosa por prender o reitor  Cancellier, na derrocada das operações que beneficiaram as grandes multinacionais da construção pesada e petroleiras estrangeiras, vem realizando campanha para conseguir o sétimo ano de funcionamento, que depende de uma autorização do procurador-geral Augusto Aras, cujo comando não aceitam.

Para pressionar Aras, senadores da campanha de Sergio Moro presidente, encaminharam ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) um pedido para que o procurador-geral seja investigado por sua conduta à frente do MP, de acordo com Bela Megale, do jornal O Globo, que faz propaganda lavajatista.

O pedido tem as assinaturas de apenas sete senadores, que acusam Aras de proferir ofensas a colegas em uma reunião do conselho. Isto é, o chefe da PGR ousou criticar seus subordinados funcionários públicos da lava-jato, e acessar documentos ocultos da força-tarefa. Idem cobrar os onerosos e nababescos custos do consórcio, que funciona em prédio separado do ministério público de Curitiba. Para os senadores, Aras colocou em risco a autonomia marginal e absolutista dos procuradores. 

Os parlamentares que assinam a solicitação de investigação são: Alessandro Vieira (cidadania-SE), Eduardo Girão (Podemos-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Styvenson Valentim (Podemos-RN), Lasier Martins (Podemos - RS), Leila Barros (PSB-DF) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO).

 

17
Mai20

Polícia Federal uma dama oferecida antes de Bolsonaro ser presidente

Talis Andrade

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Na Castanhola, zona de meretrício da minha cidade natal Limoeiro, Pernambuco, havia um dancing ao som de radiola. Na parede um letreiro: Atenção. As damas não são obrigadas aos cavaleiros". 
 
Ricardo Noblat: Entrevista explosiva de empresário agrava a situação dos Bolsonaro
Senador Humberto Costa: Suplente de Flávio Bolsonaro, Paulo Marinho, confirma que integrantes da Polícia Federal anteciparam informações sobre a operação que investigava o escândalo "rachadinhas". Entenderam o interesse de Bolsonaro na PF do Rio de Janeiro?
Randolfe Rodrigues: A matéria da Folha revela que a interferência de Bolsonaro e de sua família na Polícia Federal, já ocorria antes mesmo do início de seu governo. As revelações feitas por Paulo Marinho são gravíssimas!
PF antecipou a Flávio Bolsonaro que Queiroz seria alvo de operação, diz suplente do senador
 
Empresário afirma que revelação foi feita a ele em 2018 pelo filho do presidente, que demitiu assessor para tentar prevenir desgaste
folha.uol.com.br
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Para ajudar a campanha de Bolsonaro de combate à corrupção, Sergio Moro vazou para a imprensa a delação mentirosa de Antonio Palocci contra o PT de Fernando Haddad que disputava a presidência com o candidato de Sergio Moro, dos procuradores e delegados da Lava Jato, a falsa delação de Palocci contra Lula, que foi preso por Moro, para não disputar as eleições de 2018.
 
Durantes as eleições, Paulo Guedes foi o pombo-correio do namoro de Moro com Bolsonaro. 
 
Eleito, Bolsonaro sela a negociação criminosa de dois ministérios para Moro. Ministério da Justiça. Ministério da Segurança. Pelos serviços prestados, Moro acha pouco. Exige uma pensão. Não existe legado, melhor espólio que ser ministro do Superior Tribunal de Justiça, STF, com pensão vitalícia para a esposa e a filha. 
 
Bolsonaro entrega a Moro o comando das forças policiais do Brasil. 
 
Para comandar a Polícia Federal, Moro convence Bolsonaro nomear Maurício Valeixo, o delegado que tentou sequestrar Lula numa prisão ilegal sob vara, e que depois prendeu Lula condenado por Moro, e que se negou a cumprir a soltura do ex-presidente, rasgando habeas corpus concedido pelo desembargador Rogério Favreto.
 
Com Sergio Moro ministro, Maurício Valeixo no comando da Polícia Federal, Fabrício Queiroz, Adriano Magalhães da Nóbrega e parceiros ficaram de fora da lista dos criminosos mais procurados do Brasil: Lista dos criminosos mais procurados do Brasil
 
 
 
 
 
 
12
Mar20

Congresso Nacional derruba veto de Bolsonaro e promove justiça aos mais pobres

Talis Andrade

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Veto ao projeto que amplia limite da renda familiar per capita para idosos e pessoas com deficiência terem acesso ao benefício é derrubado por 45 votos de senadores e 302 de deputados

por Walter Félix

O Congresso Nacional derrubou, nesta quarta-feira (11), o veto total do presidente Jair Bolsonaro ao Projeto de Lei 3055/97, do Senado, que aumenta de 1/4 de salário mínimo para meio salário mínimo o limite da renda familiar per capita para idosos e pessoas com deficiência terem acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Agora a matéria será promulgada como lei.

O veto foi derrubado por 45 votos de senadores e 302 de deputados. Houve 137 votos a favor do veto. Com a decisão, a renda per capita familiar para se ter acesso ao BPC sobe de R$ 261,25 para R$ 522,50 (em valores atuais).

O benefício, no valor de um salário mínimo, é pago a idosos e pessoas com deficiência que não podem se manter sozinhos nem ter o sustento garantido pela família. A elevação do limite permitirá que mais famílias sejam contempladas.

“Bolsonaro não queria que a gente botasse essas famílias dentro do BPC, e nós conseguimos”, comemorou a líder do PCdoB na Câmara, deputada Perpétua Almeida (AC).

A parlamentar lembrou que, em um momento de crise econômica, agravada pela pandemia do coronavírus, a tendência é que os preços de produtos básicos tenham aumento e “as famílias pobres vão precisar de um pouquinho mais de dinheiro para tocar as suas vidas”. “O veto foi contra os pobres e a gente tomou uma medida a favor dos pobres”, frisou.

O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) ressaltou que o veto ao projeto, que ampliava a base de incidência do benefício, visava exatamente restringir o número de famílias beneficiadas. “O Brasil sabe que Jair Bolsonaro não gosta de pobre, não gosta de gente pobre”, afirmou.

“Ganham os idosos e pessoas com deficiência”, observou Orlando, destacando que a postura do governo tem sido jogar o ônus da crise sobre a população carente. “Se a bolsa quebrou, não vai botar a culpa no povo pobre do Brasil. Não dá para usar como argumento impedir que o pobre tenha acesso ao benefício do BPC e ao Bolsa Família porque a bolsa quebrou”, disse.

A justificativa de Bolsonaro para vetar o texto foi de que a medida criaria despesas obrigatórias para o governo, sem indicar fonte de custeio e sem demonstrar os impactos orçamentários.

“É uma derrota do governo. É a demonstração de que o Congresso quer estar próximo do cidadão. Esse é o nosso papel”, assinalou o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA).

O parlamentar considerou que as alegações do presidente para vetar o projeto não se justificam, pois na visão de Bolsonaro e Guedes só não tem dinheiro para os pobres. “O sistema financeiro está levando bilhões e bilhões todo dia e Bolsonaro só se preocupa hoje em fazer cortina de fumaça”, afirmou.

Para a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), a derrubada do veto “foi uma vitória enorme”. “Quero ver os que votaram contra o povo mais pobre, contra a população com deficiência, terem coragem de olhar na cara do povo e pedir votos na eleição municipal”, alfinetou.

“A votação foi uma grande vitória da sociedade, principalmente daqueles que não têm acesso a emprego, a salário e que ganham até um quarto de salário mínimo per capta. O projeto que foi vetado, cruelmente, pelo presidente Bolsonaro amplia esse limite. O Congresso agiu para derrubar uma injustiça cometida por Bolsonaro”, completou Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

O vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA), foi outro integrante da Bancada a comemorar o resultado. “Votei pela derrubada do veto de Jair Bolsonaro para a ampliação do benefício de prestação continuada para meio salário mínimo. Votei em defesa dos mais pobres, contra a crueldade do governo que persegue os pobres”, afirmou.

“Vitória! O Senado derrubou o veto 55 que restringia o BPC, que atende as pessoas mais pobres. Isso pode garantir que o acesso ao BPC seja de 1/2 salário mínimo, e não mais 1/4. Passo importante na valorização dessa política essencial para redução da pobreza no país”, comemorou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) considerou uma vitória do povo brasileiro. “Derrubamos o veto 55 de Bolsonaro que tentava restringir o acesso ao BPC. O Benefício assegura proteção aos idosos e pessoas com deficiência. Com a derrubada do veto, mais pessoas serão atendidas. Mais do que uma derrota do governo, é uma vitória do povo”, disse.

Para a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), a derrubada do veto corrigi uma injustiça. “Jair Bolsonaro vetou que famílias pobres que recebem até meio salário mínimo per capta possam receber o BPC. O presidente queria o BPC fosse pago apenas para famílias que ganham 1/4 do mínimo”.

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