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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

28
Set18

Documentário mostra como a Lava Jato destruiu a economia em poucos meses

Talis Andrade

 

 

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Um documentário publicado na última sexta (12), no Youtube, mostra como a Lava Jato destruiu parte considerável da economia brasileira nos últimos anos, fabricando heróis que imprimem na opinião pública a ilusão de que a operação é necessária a uma limpeza profunda da corrupção sistêmica no governo federal, sem deixar perceptível a agenda oculta.

 

Em questão de meses, as grandes empresas nacionais tiveram suas obras paralisadas, levando milhares de trabalhadores ao desemprego e à falta de perspectiva quanto a retomada.

 

Quem ganha com a quebra da indústria nacional?

 

O governo Temer abriu as portas a multinacionais interessadas em ocupar o lugar das empreiteiras derrubadas pela Lava Jato.

 

A privatização das estatais, a desnacionalização das grandes empresas justificam o golpe jurídico-parlamentar que derrubou Dilma Rousseff, prendeu o presidente Lula da Silva e promoveu o governo vassalo de Michel Temer, chefe do quadrilhão do MDB. 

 

 

 

 

 

04
Set18

É demais eleger Jair Bolsonaro pai presidente e Flávio Bolsonaro primeiro filho senador do Rio de Janeiro e Eduardo Bolsonaro segundo filho deputado federal de São Paulo

Talis Andrade

Os Bolsonaro são contrários ao Bolsa Família dos pobres, dos miseráveis, dos sem teto, dos sem terra, dos sem nada. Jair Bolsonaro sempre foi contra o Bolsa Família. Candidato a presidente, mudou o discurso. Declarou que é preciso ensinar o povo a ganhar dinheiro com o próprio suor. “Ninguém quer acabar o Bolsa Família, mas temos que ter uma saída. Essas pessoas têm que trabalhar e ter como ganhar dinheiro do próprio bolso”.

 

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Jair Bolsonaro promove o nepotismo eleitoral desbragado. O Bolsa Família Bolsonaro é pra valer: 

 

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A defesa da tortura pelos Bolsonaro

 

"Só para lembrar: USTRA (Carlos Alberto Brilhante Ustra ex-chefe do DOI-CODI do II) foi o TORTURADOR mais temido da Ditadura Militar. ESSES MALDITOS, MATAVAM E ESTUPRAVAM MULHERES.

 

USTRA, para você ter uma ideia punha: RATOS nas VAGINAS das mulheres e torturava as mães na frente dos filhos." Jornal A Voz de Araxá - Jornal do Povo!

 

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 Veja a justificativa do voto de Jair Bolsonaro, no impeachment de Dilma Rousseff, pela entrega do governo ao quadrilhão do MDB chefiado por Michel Temer. O elogio a Eduardo Cunha, pela trama do golpe, e a homenagem ao torturador coronel Ustra:

 

Recorde o voto do filho Eduardo Bolsonaro, candidato à reeleição:

 

 

 

 

02
Set18

As relações perigosas dos camisas pretas da lava jato

Talis Andrade

A Istoé desta semana faz retrospectiva dos tempos de chumbo, e revela que candidatos hoje da direita eram espionados pelas polícias estaduais, federal, serviços de inteligência das forças armadas e SNI.

 

Jair Bolsonaro, nunca passou de capitão, foi expulso do Exército como terrorista. Publicou Istoé sobre Bolsonaro:

A ameaça totalitária. O candidato que reverencia torturadores, chama os direitos humanos de “esterco da vagabundagem”, diz que só quem “fraqueja” gera filha mulher e que preferiria um filho morto a ser homossexual ostenta quase 20% nas pesquisas. Agora, finge ser liberal para encantar o mercado. Ele pode ser presidente. E o perigo é exatamente esse

 

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Nos tempos atuais de exceção, do golpe de 2016 que derrubou Dilma Rousseff para entregar o poder à turma de Michel Temer, os serviços de espionagem são realizados pela Liga da Justiça de Sergio Moro/ Dallas Dallagnol, que tem como agitadores o MBL, Movimento Brasil Livre, e como agentes, o Japonês Bonzinho, ex-agente da didatura militar de 1964.

 

Sergio Moro criou uma rede de espionagem, possivelmente com agentes da CIA e/ou do FBI, que espionou Dilma Roussef quando presidenta do Brasil.

 

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O Japonês da Federal, Newton Hidenori Ishii, suspeito de vender informações secretas, continua realizando para Moro, os mesmo ser√iços sujos dos tempos da ditadura militar de 1964, quando atuava como espião.   

 

Newton Ishii, que entregava os estudantes para a tortura e morte, continua a trabalhar como torturador na Lava Jato. Comenta Pedro Canário no importante portal ConJur: 

 

Agente da PF durante mais de 20 anos, ele ficou famoso por conduzir os presos de suas casas aos carros da corporação, ou dos veículos à carceragem. Mas também era o chefe da carceragem e tinha contato diário com os presos (...) 'Com o talento para induzir pessoas a pensarem que chegaram por conta própria a uma conclusão sugerida, o agente poderia ser um instrumento valioso. Não foram poucas as vezes que os jovens delegados, de barba cerrada e cara de mau, recorreram a ele', segundo a versão contada no livro O Carceiro. O primeiro dilema descrito por Ishii entre os presos da operação é o do medo. Os presos da lava jato ficam presos num setor separado da carceragem da PF em Curitiba (...) Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil, e o lobista Fernando Baiano, operador do PMDB, são apontados como dois casos que optaram por falar para se proteger de um medo descrito como irracional pelo Japonês.

 

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O suspeito procurador Santos Lima do BanEstado e da lava jato faz propaganda da Liga da Justiça

 

A Liga da Justiça, para a agitação das ruas, conta com o MBL, o nazi-fascista Movimento Brasil Livre. Propaga a Wikipédia:

 

O MBL, em 2016, combinou forças com as bancadas evangélica e ruralista do Congresso por uma agenda de Estado mínimoreforma trabalhista, ajuste fiscal e redução da maioridade penal. Com sede nacional em São Paulo, o movimento realizou frequentes protestos a favor do impeachment de Dilma Rousseff e ações políticas em todo país. Inicialmente, a estratégia política do MBL foi pela convocação das manifestações dos dias 15 de março e 12 de abril de 2015, embora esse aspecto tenha sido posteriormente minimizado, a fim de auxiliar o governo na promoção de estratégias impopulares relacionadas às reformas trabalhistas e previdenciárias. Formado em sua maioria por jovens com menos de trinta anos, seus integrantes são conhecidos por seus discursos incisivos, sendo comparados pela revista Exame a uma startup que nasceu para fazer protestos. Segundo a revista Época, nos protestos de 16 de agosto de 2015, Kim Kataguiri e Fernando Holiday, duas lideranças do movimento, foram recebidos pela população participante como estrelas da política brasileira.

 

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 Agitadores do MBL com as camisas pretas de apoio ao procurador Dallas Dallagnol, acusado de ser o DD da propina de cinco milhões de dólares cobrada de Tacla Duran 

 

O MBL promovia a agitação e uma onda de terror e intimidação, financiado pela Fiesp, na pessoa de Paulo Skaf, e milionários paulistas do grupo de João Doria, candidatos a governador de São Paulo, respectivamente, pelo MDB e PSDB, e principais fortunas da ditadura militar de 64, dos leilões da privataria tucana e do tráfico de dinheiro do Banco do Estado do Paraná - BanEstado. Outro patrocinador, o homem mais rico do Brasil, e segunda maior fortuna da Suíça onde reside, Jorge Paulo Lemann vende nas suas Lojas Americanas, com apoio do TSE, camisas de propaganda do "mito" Bolsonaro, e de Lula como ladrão ou "five", conforme alcunha de Moro.

 

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Sergio Moro costumava pousar ao lado de políticos nos tempos da popularidade da lava jato, e a mosca azul de uma candidatura presidencial animava a corriola de Curitiba, tendo Rosangela Moro uma coluna nas redes sociais com o título "Eu Moro Com Ele". A coluna desapareceu com Roseana acusada de corrupção: caso da Apae e caso Tacla Durán de venda de delações premiadas.

 

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A lava jato politicamente podia tudo, e Moro candidato a presidente promovia alianças políticas

 

28
Jul18

Moro e seus corruptos de estimação tramam queimar as urnas das eleições de outubro próximo

Talis Andrade

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirmou nesta sexta-feira, 27, que os números da pesquisa CUT/Vox Populi que mostram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 41%, vencendo no primeiro turno as eleições presidenciais, é a constatação que o estado de exceção tenta impedir.

 

"Isso nos mostra a que ponto chegou o estado de exceção no Brasil, operado pelo sistema de Justiça. Querem substituir a vontade do povo, manifestada inequivocamente, nas mais diversas pesquisas, pela vontade dos juízes. Ou seja, os juízes acham que devem ser eles a escolher candidatos, e dizer ao povo em quem eles podem votar", disse Damous em vídeo nas redes sociais.

 

Declaração de Wadih Damous veio um dia depois que o juiz Sérgio Moro atacou as eleições presidenciais marcadas para outubro e afirmou, nesta quarta (25), que o resultado do pleito traz o "risco de retrocesso" contra a sua Operação Lava Jato. Amigo de diversos políticos tucanos e fotografado mais de uma vez em situações de confraternização com Aécio Neves, João Doria, Pedro Parente, Moro disse ainda - parece piada - que o país precisa "do exemplo de lideranças honestas", quando ele, Moro, tramou a queda de Dilma Rousseff, para entregar a presidência do Brasil ao quadrilhão do PMDB, formado por ex-presidentes da Câmara dos Deputados: Michel Temer, Henrique Alves, Eduardo Cunha. 

 

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As declarações de Moro foram num evento organizado pelo jornal conservador O Estado de S.Paulo sobre segurança, e que reuniu apenas personalidades de direita. Após a mesa, em entrevista, o juiz disse que "a corrupção espalhada, disseminada e profunda" é um dos principais problemas que a sociedade brasileira precisaria resolver. Moro não disse porque alegou excesso de trabalho para julgar a corrupção no governo de Beto Richa no Paraná. Também não foi perguntado sobre o tema em relação ao governo Temer ou ao PSDB de Alckmin.

24
Jul18

O padrinho de Moro Zucolotto cobrou cinco milhões de dólares por uma delação premiada?

Talis Andrade

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Esta pergunta continua sem resposta. Uma denúncia que estava para ser investigada, pela CPI da indústria e comércio das delações premiadas que está engavetada na mesa do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, outro político do quadrilhão de Michel Temer protegido da Lava Jato. O quadrilhão é formado por ex-presidentes da Câmara, além de Temer e Maia, Aécio Neves, Eduardo Cunha, Henrique Alves. 

 

Vide link sobre a denúncia que paira sobre Zucolotto, o bom companheiro, camarada, padrinho de casamento aqui.

 

Escreve Cíntia Alves:

Lava Jato se recusa a explicar por que não interrogou Tacla Duran na Espanha


Estava marcada para 4 de dezembro de 2017 a audiência entre os procuradores de Curitiba e Rodrigo Tacla Duran - o advogado que acusou amigo pessoal de Sergio Moro de cobrar propina para ajudar numa delação. Procurada pelo GGN, a força-tarefa não quis comentar

 

Jornal GGN - A força-tarefa da Lava Jato não quer explicar porquê desistiu de ir à Espanha para colher o depoimento de Rodrigo Tacla Duran, o ex-advogado da Odebrecht que ganhou os holofotes da mídia após revelar um suposto esquema de propina envolvendo a indústria da delação premiada em Curitiba.
 
Em dezembro de 2017, Tacla Duran revelou à defesa de Lula que uma audiência na Espanha estava agendada para o dia 4 daquele mês, com a presença confirmada de 3 procuradores de Curitiba - entre eles, Roberson Pozzobon e Orlando Martello. Mas nenhum dos membros da força-tarefa compareceu ao compromisso solicitado às autoridades espanholas pela própria Lava Jato.
 
Na última sexta (5), o GGN entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal no Paraná e solicitou aos procuradores que explicassem o motivo da desistência e informassem se há previsão de quando Duran será ouvido na ação penal em que é acusado de lavagem de dinheiro. Nesta segunda (8), a resposta obtida foi: "Sobre seu pedido, a força-tarefa Lava Jato não irá se manifestar."
 
 
O encontro entre Duran e os procuradores de Curitiba, na Espanha, deveria ter ocorrido menos de uma semana após seu depoimento à CPMI da JBS. No dia 30 de novembro de 2017, o advogado confirmou aos parlamentares as acusações que fez contra o amigo pessoal do juiz Sergio Moro, Carlos Zucolotto.
 
Segundo Duran, Zucolotto cobrou pagamento "por fora" para "melhorar" seu acordo de delação premiada com os procuradores de Curitiba.
 
Zucolotto, que teria dito que parte do caixa 2 seria destinado a pagar os envolvidos na operação, prometeu também colocar "DD" no circuito.
 
A proposta principal era a de reduzir a multa imposta a Duran (cerca de 15 milhões de dólares) em um terço, entre outros benefícios que, coincidentemente, acabaram contemplados na minuta do acordo que os procuradores enviaram ao réu. 
 
GGN divulgou com exclusividade o e-mail enviado por Roberson Pozzobon, com cópia aos procuradores Julio Carlos Motta Noronha e Carlos Fernando dos Santos Lima, à defesa de Duran. Veja mais aqui.
 
 
Pelos relatos de Duran, as tratativas em torno da delação acabaram frustradas e ele refugiou-se na Espanha. A Lava Jato apostou num processo de extradição que acabou igualmente fracassado. Moro, por sua vez, continua julgando Duran no Brasil, no âmbito da ação penal 5019961-43.2017.4.04.7000.
 
As mensagens que supostamente comprovam a participação de Zucolotto na negociação suspeita com os procuradores foram periciadas e entregue à CPMI.
 
Tacla Duran também disse à comissão parlamentar que os sistemas da Odebrecht de onde os procuradores extraem materiais para usar como provas foram manipuladores no decorrer da Lava Jato, comprometendo a legitimidade do conteúdo.
 
"DESFAÇATEZ"
 
A defesa de Lula já solicitou 3 vezes a Moro que incluísse Duran no rol de testemunhas que podem ajudar na ação penal em que o petista é acusado de receber vantagem indevida da Odebrecht. Mas o juiz de Curitiba se nega a dar crédito à palavra de Duran e rejeitou os pedidos. Em uma das negativas, chegou a dizer que não sabe do paradeiro de Duran.
 
Na conversa com o advogado Cristiano Zanin, Duran apontou que essa postura de Moro era uma desfaçatez, já que o próprio juiz escreveu o endereço na Espanha quando determinou o iniciou do processo de cooperação jurídica internacional. Leia mais aqui.
 
CONTRA-ATAQUE
 
No mesmo dia em que a defesa de Lula revelou a conversa com Duran (16/12/2017), os procuradores de Curitiba protocolaram mais uma denúncia contra o ex-advogado da Odebrecht. Veja aqui.
 
Transcrição de parte da conversa entre Rodrigo Tacla Duran e a defesa de Lula, em 12/12/2017
 
GGN, em parceria com o DCM, produziu uma série sobre a indústria da delação premiada. Clique aqui para ler as reportagens já divulgadas.
 
 

 

24
Jun18

Dario Messer, chefe da mafia judia, também quer as benesses da delação mais do que premiada

Talis Andrade

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BANESTADO – de longe o maior caso de corrupção de todos os tempos: mais de 134 bilhões! De dólares!

 

Dario Messer, o 'doleiro dos doleiros', e Alberto Youssef, 'rei dos doleiros', atuaram paralelamente como capos das máfias judia e libanesa no assalto ao BanEstado, no Mensalão e na Lava Jato, sempre tendo Sergio Moro como juiz santo protetor.

 

Youssef foi três vezes julgado por Moro, e três vezes salvo, sendo que, na segunda vez, ino-cen-ta-do como traficante de drogas. A quadrilha de Youssef foi presa com 700 quilos de cocaína, doutra vez com 1,3 tonelada.  

 

Conto sobre os sete folegos de Youssef aqui. Que o juiz Sergio Moro considerou que não havia provas que mostrassem a participação de Youssef de "forma revelante" para o tráfico.

 

Dario Messer, mais o pai, dono de um banco no Brasil, também esteve ligado ao tráfico, como associado do presidente Horacio Cartes do Paraguai, que respondia inquérito no Brasil por contrabando de cigarros. Cartes também associado ao senador Perrella do helicoca, capturado com 445 kg de pasta de coca. 

 

Esquisitamente a Lava Jato foi criada para investigar os tráficos de drogas e diamantes. Uma investigação que prendeu o traficante de drogas Rene Luiz Pereira, que tinha ligação com o traficante de diamantes Carlos Habid Chater, que tinha ligação com o traficante de moedas Alberto Youssef, velho conhecido de Moro. 

 

Youssef foi preso no Maranhão. Estava em São Luís para fazer o pagamento de R$ 1,4 milhão a João Abreu, então secretário da Casa Civil do governo de Roseana Sarney (PMDB). Nunca respondeu por este crime. Tem mais: a espalhafatosa Polícia Federal plantou na imprensa nacional a seguinte manchete: "Doleiro de Londrina é preso e tem hotel sequestrado pela Justiça". Que mentira! Que lorota boa!

 

As multas, os bens sequestrados, as propinas, a grana dos delatores lavado pela lava jato, tudo um faz de contas que ninguém faz as contas. Disse Lenio Luiz Streck: "Sempre fico com uma pulga atrás da orelha quando um delator diz: entreguei 40 milhões (é um exemplo) para fulano. Eu penso: mas ninguém lhe pergunta como ele fez isso? Mandou um motoboy? Mandou para um banco? Mandou para o exterior? E se entregou em cash, como ele arrumou esse ervanário, se qualquer retirada de banco acima de dez mil exige burocracia? Enfim, criou-se um mundo de ficções".
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PROPAGANDA ENGANOSA. Espia um dos imóveis sequestrados de Alberto Youssef solto em São Paulo, podre de rico, em uma vida de luxo e luxúria 

 

Preso no Maranhão, Youssef pediu para ir para a Curitiba, e foi, e lá parou as investigações dos tráficos de drogas e diamantes. Foi assim que a Lava Jato começou a operação para salvar a Petrobras do quadrilhão do PMDB, formado por Michel Temer, Henrique Alves, Eduardo Cunha, três ex-presidentes da Câmara dos Deputados. 

 

A Lava Jato orquestrou o golpe que derrubou Dilma Roussef, e colocou na presidência Temer, que entregou a Petrobras e o Pré-Sal de volta ao PSDB de Fernando Henrique, a Pedro Parente amigo de Moro, que terminou homenageado em Nova Iorque pela empresa Lide do tucano Dória, com patrocínio da Petrobras. 

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UMA NOITE DE GALA. Pedro Parente e o casal Moro em Nova Iorque 

 

 

O pesadelo de Sergio Moro: Dario Messer negocia acordo para se entregar

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 DARIO MESSER, 'doleiro dos doleiros', título dado por Alberto Youssef

 

Dario Messer, conhecido como ’doleiro dos doleiros’, quer se entregar às autoridades. "Foragido há quase dois meses e com ordens de prisão do Brasil e do Paraguai, o doleiro Dario Messer se diz disposto a colaborar com a Justiça, mas quer negociar condições para que possa se entregar. Sobretudo, espera ter a possibilidade de responder aos processos em liberdade", informa o jornalista José Marques, na Folha de S. Paulo. "Dario está aberto e quer falar tudo o que sabe, mas não quer ter a faca no pescoço", diz José Marcondes de Moura, advogado brasileiro de Messer.

 

Leia artigo do duploexpresso.com sobre as ligações entre Messer, Moro e PSDB:

 

Vale lembrar que, assim como no caso “Banestado”, apesar de novamente denunciado, Dario Messer, “estranhamente”, mais uma vez passou ileso – quase incógnito – pelo “Mensalão”.

 

Ironia: no “Mensalão”, mais uma vez, os nomes “Messer” e “Moro” voltam a se cruzar. Ainda que tangencialmente. Isso porque o juiz paranaense participou, como assistente, do julgamento no STF. Diz-se mesmo que teria chegado a redigir votos da Ministra Rosa Weber. Inclusive aquele, escandaloso, que condenou José Dirceu – sem provas – sob a alegação de que “a doutrina [a literatura jurídica] assim permite”.

 

[nota: apenas segundo esse ghost writer!]

 

Em 2015, no início da Lava Jato, Messer muda-se para o Paraguai. Nesse país, muito próximo do atual Presidente, goza de “santuário”.

 

Pergunta:

 

– Terá sido Messer alertado por alguém da Operação Lava Jato a fazer essa sua mudança – repentina – para o Paraguai?

 

– E a também, ao mesmo tempo, despachar parentes próximos para Israel?

 

A mudança de endereço de Messer para o Paraguai é, contudo, apenas parcial: visa apenas a proteger a sua pessoa. Isso porque embora no Paraguai resida, o centro de suas operações continua sendo o Uruguai. País esse que serve de base das operações da família Messer desde os tempos do pai de Dario, Mordko Messer. É certo, contudo, que segue sendo fácil supervisionar as operações do Paraguai, uma vez que um voo entre Assunção e Montevideo leva pouco mais de 1h. Reuniões presenciais, a salvo de interceptações, não seriam tão fáceis caso Messer tivesse seguido a família rumo a Israel, certo?

 

Chegamos então a 2017 e a novo escândalo: o FIFAgate. Mais uma vez Messer é “estranhamente” poupado. Para além de menção solta na imprensa esportiva, não houve nenhum destaque para o fato de representantes da gigante Nike terem mencionado o nome de Messer em depoimento ao FBI, nos EUA, em agosto de 2017.

 

Notem que, ao longo dos anos, Messer seguiu operando sem ser incomodado pela Justiça americana – seja no Brasil, seja no Paraguai. Vale lembrar que no país de residência atual, o Paraguai, até base militar americana há!

 

Há indícios, segundo nossas fontes, de que, em troca do salvo conduto de que goza, Messer seja informante das agências de inteligência americanas. Ainda mais atuando no que os americanos sempre consideraram um local “sensível” para o fluxo de dinheiro frio: a tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai. Com parentes abrigados em Israel, possivelmente a “cooperação” também se estenda à inteligência do país.

 

Aliás, vale ressaltar que parentes de Messer se mudaram para Israel (justamente!) no mesmo ano em que Messer partia para o Paraguai: 2015. Largaram para trás, no Brasil, carreiras promissoras no mundo da finança. Sim, na finança, é claro. Afinal, diz o ditado que “um fruto não cai longe da árvore” (que o gerou), não é mesmo?

 

Homem bomba, Messer é o maior pesadelo de Sergio Moro. Fonte primária nos revela, por exemplo, que nas reuniões de cúpula da Odebrecht, ainda no início da Lava Jato, dizia-se que havia alguém que, com muita facilidade, poderia parar Sergio Moro em dois tempos.

 

Não outro que…

 

– … Dario Messer!

 

E é neste ponto que a narrativa de lá, da Odebrecht, casa com o que ouvimos de fontes nossas na inteligência europeia: para além de convicções “ideológicas” e cooptação financeira via “palestras”, o que teria tornado Sergio Moro um “operador” dos interesses americanos no Brasil seria o fato de o juiz, já havia muito, ser refém da inteligência americana. Afinal, os americanos têm também em seu poder o dossiê “Banestado”. Possivelmente, inclusive, em virtude da parceria com o próprio Dario Messer. Assim, desde o início da Lava Jato, conseguem empurrar Sergio Moro no sentido que determinam.

 

Isso explicaria, por exemplo, o esforço “heterodoxo” e (extremamente) artificial para trazer denúncias de corrupção na Petrobras, empresa sediada no Rio de Janeiro, para Sergio Moro, no Paraná. Usaram para tanto um velho conhecido, também de Banestado: Alberto Yousseff.

 

Mera coincidência?

 

Yousseff que, figurinha carimbada no submundo dos doleiros, pode até mesmo ter sido plantado no “esquema” que rolava na Petrobras. Isso porque, bastante antigo, era de conhecimento não apenas da classe política como também de todo submundo de “operadores” e doleiros. Um círculo, afinal, bastante restrito, em que todos se conhecem. “Operam” ora concorrendo ora, inclusive, em consórcio, quando as operações são grandes demais.

 

Como sabemos todos a esta altura, com direito inclusive a vazamentos para o Wikileaks, o “esquema” na Petrobras também era de conhecimento de outro ator chave nessa história toda:

 

– A inteligência dos EUA.

 

Sim, a mesma que alimenta – e dirige – Sergio Moro.

 

E foi assim, através da “fortuita” (?) – e claramente marginal! – participação de Yousseff num esquema de décadas, que a jurisdição sobre a Petrobras (“carioca”) foi atraída para alguém que os americanos já tinham no Bolso: Sergio Moro, o juiz do Paraná.

 

Pensem comigo:

 

– De repente, as múltiplas estadias de Moro nos EUA – após o enterro do caso Banestado – podem ganhar um novo significado, não é mesmo?

 

Os tais cursos de “treinamento” em “lavagem de dinheiro”, para além da fachada – que provavelmente até existia, deviam contar “ademais” com, digamos… hmmm… “cadeiras” e “créditos” suplementares – clandestinos! – ministrados pela inteligência americana

.

A propósito, vale lembrar que mesmo hoje, num mundo em que não há como garantir sigilo absoluto de comunicações remotas (nem mesmo de chefes de Estado), as mais que frequentes idas de Sergio Moro aos EUA sempre chamaram a atenção do público atento ao noticiário da Lava Jato. O álibi de “palestras” – pagas não se sabe por quem… – pode perfeitamente mascarar o verdadeiro objetivo: o recebimento, seguro, de instruções. Bem como de “dicas”, documentos e gadgets de espionagem.

 

(como, por exemplo, aquele que, em um par de horas apenas!, triou e degravou o grampo – ilegal – na conversa entre a Presidente Dilma e o Presidente Lula?


Quando, na sequência, o “juiz” Sergio Moro entregou – ilegalmente! – o seu login e senha no sistema da Justiça Federal ao jornalista Matheus Leitão, filho da também jornalista Miriam Leitão, para que Matheus, no lugar de Moro (!), fizesse o login e baixasse o áudio, para que esse fosse, ato contínuo, transmitido ao vivo na Globonews, causando grave perturbação da ordem pública?


Inclusive com “populares” (sic) cercando o Palácio do Planalto e ameaçando invadi-lo?)


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O elo perdido - e explosivo - ligando Lava Jato e Ban$stado

 

Segundo fonte nossa na comunidade de inteligência europeia, os “operadores” do enterro do escândalo do Banestado – de longe o maior caso de corrupção de todos os tempos: mais de 134 bilhões! De dólares! – teriam recebido 0,8% desse montante para operacionalizar o “desmonte”. Por óbvio, entre os “coveiros” necessariamente se encontravam membros do Judiciário. Os “operadores jurídicos” do “enterro” também teriam, portanto, entrado no rateio desse butim.

 

Ou seja: 0,8% dos 134 bilhões de dólares.

 

Nada menos que 1.072 bilhão de dólares!

 

Vale lembrar que o juiz Sergio Moro, na qualidade de juiz de instrução, presidia as investigações então. Leia mais. Texto de Romulus Maia 

16
Mai18

Quem sabe o paradeiro da sócia e amante de Alberto Youssef a doleira do tráfico de drogas Nelma Kodama?

Talis Andrade

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O doleiro Alberto Yousseff, uma das figuras centrais do maior escândalo de corrupção já revelado no Brasil: o assalto ao Banco do Estado do Paraná - BanEstado, privatizado, para cobrir os botins bilionários, por Fernando Henrique do PSDB.

 

Youssef foi perdoado pela justiça safada.

 

Volta a praticar os mesmos crimes, e outros mais, como sucessor de PC Farias no tráfico de drogas, de diamantes, de dinheiro.

 

Preso em março de 2014, por envolvimento no esquema de propinas da Petrobras, Youssef é novamente perdoado, pelo mesmo juiz, o previsível Sergio Moro: lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas, uso de documentos falsos e sonegação. 


De tão rico que é, Youssef aceita pagar uma multa de R$ 50 milhões. Compare que o triplex atribuido a Lula acaba de ser leiloado por R$ 2,2 milhões, quando realmente vale R$ 1,5 milhão.

 

Acontece que Youssef é o chefe do tráfico de drogas, do tráfico de diamantes, tráficos estes que, pela sua origem, deveriam ser investigados pela Lava Jato, que mudou de rumo, sem nenhuma explicação para as autoridades superiores sempre desrespeitadas, nem para o povo em geral, que não não vale nada para os que possuem foro privilegiado, e usam e abusam de "divinos poderes autoritários".

 

Três dias antes de Youssef ser preso em março de 2014, em São Luís, sua sócia e amante Nelma Kodama havia sido presa em flagrante, tentando embarcar para Milão com 200 mil euros escondidos.

 

Youssef estava na capital do Maranhão para entregar R$ 1,4 milhão em dinheiro em propina da construtora UTC. Foi preso no início da manhã e transferido para Curitiba em seguida. 

Youssef rezou para ir para o Paraná. Para os braços do velho conhecido Sergio Moro. O desfecho a gente já conhece: condenado de mentirinha a sofrer uma pena secular, o rei dos doleiros, em menos de três anos, já estava livre, leve e solto. Ficha corrida limpa. E toda fortuna bem lavada. Dinheiro de doleiro é feito vagina de prostituta, "lavou tá novo".

 

Repetindo: A pena de Youssef

 

CONDENAÇÃO

122 anos por lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva

 

PENA APÓS DELAÇÃO

3 anos:  2 anos e 8 meses em regime fechado e 4 meses em casa, com tornozeleira eletrônica (já cumpridos)

 

MULTA

Devolução de R$ 50 milhões. Coisa pouca. Alberto Youssef escolheu alguns bens para leilão. Ninguém sabe que espertos fizeram os lances. Porque tudo foi vendido baratinho, que nem as quermesses das privatizações de Fernando Henrique, que nem o entreguismo de Michel, o Temer ário. 

 

RESTRIÇÃO

Não pode voltar a cometer crimes por 10 anos senão perde todos os benefícios do acordo de delação 

 

O que aconteceu com a sócia e amante de Alberto Yousef?

 

Qual o destino de Nelma Kodama, esquecida da Polícia Federal, da Justiça, da república do Paraná, das manchetes da grande imprensa, da orquestração da TV Globo, do general Braga interventor militar de Temer no Rio de Janeiro, que pediu R$ 4,2 bilhões para prender traficantes moradores de favelas? (Continua) 

 

 

 

 

19
Out17

Salvos os Aécios a justiça vai punir os pobres devedores com cadeia

Talis Andrade

Seus direitos: ninguém pode ser preso por dívida, a não ser pensão alimentícia

 

Promulgada por Dom Pedro I em 1824, a primeira Constituição brasileira.

 

Desde então, o País já teve outras seis constituições e segue atualmente a Carta Magna de 1988.

 

Histórico da Prisão Civil nas constituições brasileiras:

 

1824  Brasil Império e 1891  Brasil República - Nada tratavam sobre o assunto.


1934 - Foi totalmente contra a prisão civil por divida.


1937 - Ditadura de Vargas. A Constituição respeitou os direitos do povo.


1946 - Textos autorizavam a prisão civil no caso de inadimplemento de obrigação alimentar.

 

1967 - Ditadura dos milicos. Textos autorizavam a prisão civil tanto no caso do depositário infiel como no caso de inadimplemento de obrigação alimentar, além de leis que prendiam por qualquer motivo. Aliás não precisavam de nenhuma lei. Puro enfeite para inglês ver. Até crianças podiam ser presas e torturadas.

 

1988 - Uma colcha de retalhos. Cada juiz é uma cabeça. Muitos pensam que é Deus. Sobra abuso de autoridade. E o direito divino da anistia antecipada. E o recebimento de salário acima do teto.

 

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Pela tradição do Direito brasileiro ninguém pode ser preso por dívida. A única exceção é "obrigação alimentícia".

 

Só na tirania da ditadura militar que esse direito universal foi violado, fazendo parte de um regime nazi-fascista que adotou a prisão política, a tortura, e o assassinato de pessoas que pensavam diferente do governo dos marechais.

 

Agora no governo do pequeno ditador Michel Temer, para favorecer principalmente os banqueiros, prejudicando notadamente os funcionários que realizaram empréstimo consignado, cujos juros são abusivos e desconhecidos.  O Brasil retorna a lei das trevas, justamente quando se facilita o trabalho escravo.

 

O quadrilhão do PMDB da Câmara dos Deputados e o quadrilhão do PMDB do Senador, que tomaram o poder com o impeachment de Dilma Rousseff, ameaçam prender o povo por dívidas cobradas por prestamistas, agiotas, atravessadores, doleiros e outros exploradores do povo.

 

Dever dinheiro, e não pagar, pode ser considerado roubo por qualquer usurário, especulador, avarento, mão-de-vaca. Quando ladrões empestam os três poderes. Dever salário não é roubo não, inclusive pode ser pago com comida. Com um prato de feijão.

 

 Aécio Neves acaba de retomar o mandado dele de senador. A justiça nunca foi para todos. Uma minoria está acima da Lei. Lá nas alturas. 

 

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Tudo vai voltando ao terrorismo de estado da ditadura de 64. Com a cumplicidade da justiça PPV, conforme definição do ministro Edson Vidigal, que honra e faz falta à magistratura brasileira.

 

 

 

 

30
Set17

Gilmar recebeu empréstimos de R$ 36,4 milhões do Bradesco e foi beneficiado com sucessivas reduções de juros e prorrogações de pagamento

Talis Andrade

 

 

 

Desconto milionário a faculdade de Gilmar 

 

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O Bradesco já emprestou R$ 36,4 milhões e aceitou prorrogar cobranças, reduzir taxas e até abriu mão de ganhar R$ 2,2 milhões de juros. Os conflitos e benefícios por parte do banco

 

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A faculdade do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, recebeu desde 2011 cerca de R$ 36,4 milhões do Bradesco em empréstimos e foi beneficiada com sucessivas reduções de juros e prorrogações, incluindo deixar de pagar temporariamente parte das prestações.

 

As medidas foram consideradas incomuns por especialistas ouvidos pelo BuzzFeed News. Uma das reduções de juros, sem alteração dos prazos, representou um desconto de R$ 2,2 milhões que a empresa deixou de pagar ao banco.

 

Gilmar Mendes é dono do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), célebre por, em parceria com o Fiesp, promover um seminário em Lisboa de propaganda do golpe de Michel Temer chefe do quadrilhão da Câmara dos Deputados. 

 

Gilmar Mendes como avalista e beneficiário do empréstimo declara sua profissão: Ministro do STF. Confira a assinatura de alta instância aqui no BuzzFeed News, Brasil, in reportagem exclusiva de Filipe Coutinho. 

 

assinatura de ouro gilmar .png

 

 

 

Fica a pergunta: se ele tivesse colocado como profissão bacharel em direito, professor universitário ou funcionário público, teria crédito para avalisar milhões?

 

Foi a assinatura suprema de ministro que garantiu as milionárias facilidades do Bradesco, banco que me fez um empréstimo consignado, e que já teve mês que me roubou todo o pobre salário numa agiotagem abusiva e ilegal, que representa um assalto. 

 

O empréstimo consignado um conto de vigário. Toda safadeza de que sou eternamente vítima historio aqui. Os juros gananciosos e fantásticos desses empréstimos pagam rendosas propinas a governadores e prefeitos ladrões, e financiam ricas campanhas eleitorais.  

 

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                                                     O pobre barnabé pobre e o banqueiro agiota

 

Jamais um pobre funcionário público receberá de banco nenhum as benesses de Gilmar. Meu empréstimo foi de 10 mil reais. Nele registradas minhas profissões de merda: professor universitário (coisa que Gilmar é), funcionário público (coisa que Gilmar é) e jornalista (coisa que Gilmar censura).

 

O que me falta, para não continuar vítima da agiotagem do Bradesco,  o "Abre-te, Sésamo" de ministro do STF. 

 

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 As vítimas que, em desespero, solicitaram empréstimo consignado. Ilustração de Rasha Mahdi

 

 

 

28
Set17

Temer chefe do quadrilhão e presidente golpista

Talis Andrade

 

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As notícias mais lembradas do governo Temer pelos brasileiros são sobre “corrupção’.

É o que mostra a pesquisa CNI/Ibope.

 

A apreensão de malas e caixas com R$ 51 milhões no apartamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

 

A polêmica envolvendo o decreto da Renca, que libera a exploração em áreas de preservação na Amazônia.

 

A entrega do Pré-Sal e das empresas de energia em leilões quermesses. Depois de Temer o Brasil vai fechar o Ministério de Minas e Energia por ser desnecessário ao país. De nossas minas e energia cuidarão países nacionalistas e independentes.

 

O rasga da CLT e a cassação de todos os direitos trabalhistas, provocando o retorno do trabalho escravo, dos empregos temporários e o salário mínimo do mínimo. 

 

O quadrilhão na Câmara dos Deputados, chefiado pelos capos Temer e Eduardo Cunha, mais o financiamento da campanha da Fiesp que teve um pato como mascote, compraram deputados e senadores para votar o impeachmente de Dilma. A trama do golpe e consequências acompanhei passo a passo. Veja aqui  

 

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