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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil. As melhores charges. Compartilhe

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O CORRESPONDENTE

06
Out23

Paulo Bilynskyj, que tem um longo histórico de militância em prol do lobby armamentista, omitiu do TSE propriedade de clube de tiro

Talis Andrade
 
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Deputado delegado Paulo Bilynskyj volta ameaçar Lula de morte (terceira parte)

 

O deputado bolsonarista Sargento Fahur (PSD-PR) xingou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB). Em evento da indústria da defesa, o congressista criticou a política de desarmamento do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atacou o ministro: “Vem buscar minha arma aqui, seu merda”. 

O sargento fanfarrão manifestou seu apoio ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que visa sustar os efeitos do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que restringiu o acesso a armas de fogo. A proposta foi apresentada pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), que ousa enaltecer o avô que foi membro da Gestapo e, possivelmente, ucraniano guarda de campo de concentração. E foi mais além, desde que se acostumou, impunemente, a ameaçar Lula de morte. 

Para atiçar instintos assassinos, Bilynskyj que tem um histórico de violência, inclusive de morte não devidamente explicada, apresentou um projeto de lei propondo retirar as armas de fogo das equipes de segurança do presidente da República. 

A proposta foi protocolada em 21/8 na Câmara. 

Raphael Sans, em reportagem para a Revista Forum, apresenta o seguinte perfil do deputado lavajatista, bolsonarista da extrema direita e da supremacia branca:

Quem é Paulo Bilynskyj

O ex-delegado e digital influencer bolsonarista e armamentista, Paulo Bilynskj, teve sua demissão aprovada pelo Conselho da Polícia Civil de São Paulo em julho de 2022 por incitar a violência política no 7 de setembro que se avizinhava, além de ter feito ameaças veladas a Lula, então ex-presidente e candidato. Segundo a corporação, o conjunto de vídeos de Bilynskyj também fazia apologia ao racismo e ao estupro.

Em publicações da época, feitas através dos stories, Bilynskyj fala em "lutar" para que "não dê merda" nas eleições enquanto aparece abrindo fogo. Em uma das postagens, diz que vai aos atos bolsonaristas no feriado de 7 de setembro junto a um vídeo em que dispara contra um alvo. "Não podemos deixar a esquerda voltar", declara em outra postagem.

Em outro vídeo, ele aparece como professor de "defesa armada" e tenta vender seu curso. Na peça, Bilynskyj mostra uma mulher branca sendo carregada por homens negros para dizer que a 'situação fica preta" para quem não se inscreve neste tipo de curso.

Meses antes, em maio de 2022, ele já havia ganhado holofotes ao divulgar em suas redes sociais um vídeo debochando da fala de Lula (PT) sobre transformar clubes de tiro em clubes de leitura. Com caixas de armas que simulam esteticamente livros, o delegado convidou o petista, de forma irônica, a conhecer seu ‘clube do livro’, em uma ameaça velada.

Em meio a repercussão dos seus absurdos, tanto nas redes sociais, como na imprensa que noticiou o processo administrativo que ocorreu na Polícia Civil, Bilynskyj aproveitou o momento para lançar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Meses depois, era um dos 38 políticos eleitos com apoio do Proarmas no primeiro turno das eleições nacionais.

Ele também foi suspeito de ter assassinado a namorada, Priscila Delgado, em 2020. Bilynskj tinha 33 anos em 20 de maio de 2020 quando foi socorrido por vizinhos na porta do apartamento onde vivia com a mulher e levado para um hospital. Priscila, por sua vez, foi encontrada morta no banheiro do apartamento. À época, a Polícia Militar, mesmo após visitar o local, afirmou que não iria se manifestar e que informações poderiam ser procuradas na Secretaria de Segurança Pública (SSP). A SSP, por sua vez, disse que a investigação do caso ficaria a cargo da Corregedoria da Polícia Civil.

De acordo com sua versão, o delegado tomava banho quando a namorada entrou no banheiro atirando contra a sua pessoa, por haver se irritado com mensagens que encontrou no celular do companheiro. Ele foi baleado no abdôme mas teria conseguido fugir para o local onde foi encontrado enquanto a namorada teria se suicidado com um tiro no peito. A tese foi acatada pela Justiça e o delegado acabou absolvido.

No entanto, a família da vítima e especialistas forenses ouvidos na época ainda colocam dúvidas sobre a decisão. O próprio exame que mostraria se o delegado disparou ou não uma arma naquele dia acabou não sendo realizado.

Para o perito forense particular Eduardo Llanos, a ausência da prova residual “chama muito a atenção”. “É feito o exame residuográfico na maioria dos casos, mesmo nas mãos de vítimas feridas ou bandidos feridos quando levados a hospital”, disse ele à Ponte. “Não há como dar 100% de crédito à história que ele está contando. Por que omitir uma prova que pode confirmar a inocência do delegado?”, questionou à época.

Já cientista forense Sérgio Hernandez, também à época, mostrou uma opinião semelhante a de Llanos e destacou que quem teria que ter feito a solicitação dessa perícia é o delegado que registrou a ocorrência. “Houve negligência, omissão. Todos os casos balísticos, onde se efetue tiros de arma de fogo, tanto a vítima, como o suspeito, o agressor, eles devem passar pela coleta de resíduos, obrigatoriamente, para verificar se essas pessoas efetuaram ou não os tiros”, afirmou.

Os peritos ainda comentaram sobre possíveis roupas que Bilynskj  estaria usando quando foi encontrado, uma vez que segundo sua versão ele teria corrido do chuveiro para fora do apartamento, e se estivesse vestido seria difícil confiar em sua história. Além disso, chamaram a atenção para a não realização de perícia do celular do então suspeito, para apurar se havia alguma troca de mensagens que pudesse despertar o ciúme da namorada, a fim de verificar sua versão dos fatos. As indagações dos especialistas à época deixaram dúvidas quanto à história, e a família da vítima naquele momento, em julho de 2022, negava a versão de suicídio. No entanto, o processo foi arquivado.

Bilynskyj não declarou empresa ao TSE

Nesta terça-feira (11), horas antes da chegada de Dino á Comissão, a imprensa divulgou a notícia de que o deputado federal Paulo Bilynskyj teria omitido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ser o sócio do clube de tiro Puma Tactical. Ele teria declarado à Corte Eleitoral, no ano passado, um patrimônio de R$ 455 mil, onde constariam um apartamento de R$ 400 mil e dois veículos de passeio.

No entanto, em registro do clube de tiro na Receita Federal feito em 2018, o deputado consta como um dos três sócios da empresa que funciona no bairro da Chácara Santo Antônio, área de classe média alta na zona sul de São Paulo. De acordo com apuração do Uol, nas redes sociais o clube oferece planos anuais de filiação que podem chegar a R$ 6 mil e facilidades na compra de armas e munições.

30
Set23

Fala golpista de Paulo Bilynskyj quatro dias antes dos atos terroristas de 8 de janeiro

Talis Andrade

 

Deputado delegado Paulo Bilynskyj volta ameaçar Lula de morte (segunda parte)

 

Paulo Bilynskyj no dia 4 de janeiro provoca. No quarto dia da terceira presidência de Lula da Silva, no X, o ex-delegado, expulso da Polícia de São Paulo, critica a decisão do governo de desvendar os mandantes do assassinato de Marielle Franco. E interpela as Forças Armadas se vão "deixar acontecer" que o governo reprima manifestações que reivindicam intervenção militar golpista. O deputado bolsonarista da extrema direira critica entrevista do ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino:

Delegado Paulo Bilynskyj
Ministro da Justiça de Lula ameaça acionar polícias de outros países caso policiais brasileiros não aceitem reprimir as manifestações. E ai, Forças Armadas. Vão deixar isso acontecer?

As provocações mentirosas de Paulo Bilynskyl antes da posse de Lula:
Avisa que não vai ter ninguém na posse. (continua)
 
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"Não vai ter ninguém na posse". Bilynskyj também falhou na convocação terrorista de 8 de janeiro:

Policial bolsonarista de SP sofre nova punição

por Altamiro Borges

Na segunda punição em poucos dias, o Conselho da Polícia Civil de São Paulo aprovou na semana passada a demissão do delegado Paulo Bilynskyj pela difusão nas redes sociais de mensagens que fazem apologia aos crimes de estupro e racismo. Pouco antes, o policial teve a sua arma apreendida após postar um vídeo em que aparece atirando, atacando a esquerda e convocando seus seguidores a participarem dos atos golpistas de apoio ao fascista Jair Bolsonaro no 7 de Setembro. 

No caso do pedido de demissão, a postagem criminosa faz parte do material promocional dos cursos online ministrados pelo delegado. Ela usa imagens de uma moça branca sendo carregada por homens negros e, na legenda, frases do tipo que a “situação fica preta” para quem não se prepara adequadamente para concursos. 

Criminoso é candidato a deputado pelo PL

“A demissão, proposta pela Corregedoria, foi aprovada pelo Conselho na semana passada. O processo administrativo com a decisão foi enviado à Secretaria da Segurança e, agora, deve seguir para o governador Rodrigo Garcia (PSDB), quem tem a palavra final de exonerá-lo”, informou a Folha nesta sexta-feira (29). 

O jornal lembra que “Paulo Bilynskyj, que tem mais de 700 mil seguidores nas redes sociais, está afastado das funções para concorrer a deputado federal pelo PL... De acordo com integrantes da cúpula da segurança paulista, a punição ocorre porque, em maio de 2020, Bilynskyj publicou um vídeo nas redes sociais, pela Estratégia Concursos, com conteúdo considerado ilegal”. 

Cortar na carne para servir de exemplo

“O ouvidor da Polícia de São Paulo, Elizeu Soares Lopes, disse que a decisão é um exemplo a ser seguido pelas polícias de todo o país e por outras instituições... ‘Precisa cortar na carne, mesmo, para mostrar para todo mundo, para toda a sociedade, que a população negra é merecedora de respeito. A população negra não pode ser aviltada em sua dignidade’, afirmou”. 

Segundo delegados que participaram da reunião do Conselho, a recomendação pela demissão foi aprovada por unanimidade. Teria pesado na decisão um histórico de problemas disciplinares do policial bolsonarista. “O delegado ganhou espaço no noticiário em 2020, quando a sua então namorada, Priscila Barrios, disparou seis vezes contra ele. Investigações posteriores concluíram que ela se matou com um tiro no peito após ter atirado contra o namorado, por conta de questões amorosas entre eles”. 

Ato golpista do 7 de Setembro

Já no caso da retirada da arma e do distintivo do delegado, a decisão foi tomada logo após a divulgação do vídeo convocando os seus seguidores para o ato golpista no Dia da Independência. “A Corregedoria da Polícia Civil fez a solicitação e o delegado-geral, Osvaldo Nico Gonçalves, concordou com a medida nesta quinta-feira (28). Ele ficará sem a arma e o distintivo até a conclusão das investigações”, relata o site UOL. 

“Nos vídeos, Bilynskyj, que também é instrutor de tiro, publica fotos em que aparece com a bandeira do Brasil sobre os ombros, segura um fuzil e diz que seu plano é ‘lutar com toda força para que não dê merda’ nas eleições, em referência a possível vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)... Em vídeo mais recente, ele aparece em um treinamento de tiro disparando contra alvos. A gravação é uma resposta a um seguidor que perguntou se ele participará do 7 de setembro de Jair Bolsonaro e sobre um ‘possível ataque’ no dia. O delegado escreveu que estará lá e classificou como ‘fracote’ quem não comparecer”. (In 31 julho 2022) Continua

29
Set23

Deputado delegado Paulo Bilynskyj volta ameaçar Lula de morte

Talis Andrade

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Priscila Barrios, antes de completar duas semanas de moradia com Paulo Bilynskyj, apareceu morta

 

Depois de uma polêmica cena de suicídio da noiva, Paulo Bilynskyj (PL-SP) foi eleito deputado federal da ultra bolsonarista extrema direita que defende o golpe de Estado, e justifica os atos terroristas de 12 e 24 de dezembro de 2022 e 8 de janeiro último em Brasília. 

Defensor do armamentismo, Bilynskyj, de origem ucraniana e policial e mestre de tiro em clubes armados, condena o "esquerdismo" e o pacifismo de Lula. 

Uma oposição criminosa por ameaçar, por duas vezes, o presidente de morte. Um crime de lesa-majestade, um discurso de ódio que atiça os bolsonaristas terroristas e vereadores e prefeitos e deputados homicidas, inclusive serial killers, que deveriam ser impedidos de se candidatar a cargos eletivos. 

Veja o sectarismo manhoso e traiçoeiro do parlamentar: Paulo Bilynskyj (PL-SP) apresentou um Projeto de Lei (PL 4.012/2023), em que propõe veto ao “uso de armas de fogo pelos agentes integrantes da segurança pessoal do Presidente da República e de seus Ministros de Estado”.

Escreve Diógenes Freire Feitosa: Ao justificar o projeto, o parlamentar diz que a proibição é “uma medida coerente com a visão do atual governo”, que tem se mostrado abertamente contrário ao uso de armas de fogo por cidadãos com bons antecedentes.

“Essa medida visa alinhar os órgãos que realizam a segurança do Presidente da República e de seus Ministros de Estado à visão do atual governo, que não enxerga as armas de fogo como algo benéfico para a sociedade [...] É uma medida coerente com a visão do atual governo de promover uma cultura de paz, reduzir a violência e buscar soluções não violentas para os desafios de segurança”, diz um trecho da justificativa.

O parlamentar cita ainda uma fala recente de Lula em que o petista afirma que “quem anda armado é um covarde”.

Durante sua live semanal do último dia 14, o mandatário voltou a criticar as pessoas que andam armadas nas ruas e afirmou que os armamentos servem apenas ao crime organizado.

“Quem é que quer comprar arma? É o crime organizado e algumas pessoas que não querem fazer o bem pra ninguém. Eu não quero ter arma dentro de casa pra fazer bem. Se eu tiver arma dentro de casa é para me livrar de alguém [..] Quem anda armado é um covarde, tem medo. Se você não tiver medo, for do bem, não tem que andar armado”, disse o presidente.

Lula ainda disse que esse comportamento descrito por ele começou por causa de “pessoas que têm um ‘demoniozinho’ dentro que tão radicalizando, xingando e ofendendo gente".

Para o petista, quem defende o uso de armas “não é saudável para a democracia” e deve ser “banido da política”.

Que sinistro: o projeto tem coautoria do deputado Delegado Caveira (PL-PA). 

 

Delegado Bolsonarista conhecido por ameaças veladas a Lula suspeito de assassinar namorada

 

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Priscila Barrios e Paulo Bilynskyj estavam morando juntos havia duas semanas 

 

por Raphael Sanz

O delegado e digital influencer bolsonarista, Paulo Bilynskj, que está sendo investigado por incitar a violência política no 7 de setembro de 2022, além de ter feito ameaças veladas ao ex-presidente Lula, também foi suspeito de ter assassinado a namorada, Priscila Delgado (foto acima), em 2020.

Bilynskj tinha 33 anos em 20 de maio de 2020 quando foi socorrido por vizinhos na porta do apartamento onde vivia com a namorada Priscila Delgado e levado para um hospital. 

Priscila, por sua vez, foi encontrada morta no banheiro do apartamento. À época, a Polícia Militar, mesmo após visitar o local, afirmou que não iria se manifestar e que informações poderiam ser procuradas na Secretaria de Segurança Pública (SSP). A SSP, por sua vez, disse que a investigação do caso ficaria a cargo da Corregedoria da Polícia Civil.

De acordo com sua versão, o delegado tomava banho quando a namorada entrou no banheiro atirando contra sua pessoa, por haver se irritado com mensagens que encontrou no celular do companheiro. Ele foi baleado no abdômem mas teria conseguido fugir para o local onde foi encontrado enquanto a namorada teria se suicidado com um tiro no peito. A tese foi acatada pela Justiça e o delegado acabou absolvido.

No entanto, a família da vítima e especialistas forenses ouvidos na época ainda colocam dúvidas sobre a decisão. O próprio exame que mostraria se o delegado disparou ou não uma arma naquele dia acabou não sendo realizado.

Para o perito forense particular Eduardo Llanos, a ausência da prova residual “chama muito a atenção”. “É feito o exame residuográfico na maioria dos casos, mesmo nas mãos de vítimas feridas ou bandidos feridos quando levados a hospital”, disse ele à Ponte. “Não há como dar 100% de crédito à história que ele está contando. Por que omitir uma prova que pode confirmar a inocência do delegado?”, questionou à época.

Já cientista forense Sérgio Hernandez, também à época, mostrou uma opinião semelhante a de Llanos e destacou que quem teria que ter feito a solicitação dessa perícia é o delegado que registrou a ocorrência. “Houve negligência, omissão. Todos os casos balísticos, onde se efetue tiros de arma de fogo, tanto a vítima, como o suspeito, o agressor, eles devem passar pela coleta de resíduos, obrigatoriamente, para verificar se essas pessoas efetuaram ou não os tiros”, afirmou.

Os peritos ainda comentaram sobre possíveis roupas que Bilynskj  estaria usando quando foi encontrado, uma vez que segundo sua versão ele teria corrido do chuveiro para fora do apartamento, e se estivesse vestido seria difícil confiar em sua história. Além disso, chamaram a atenção para a não realização de perícia do celular do então suspeito, para apurar se havia alguma troca de mensagens que pudesse despertar o ciúme da namorada, a fim de verificar sua versão dos fatos.

As indagações dos especialistas à época deixaram dúvidas quanto à história, e a família da vítima ainda nega a versão de suicídio. No entanto o processo foi arquivado. 

Kleber Tomaz, no G1, informa que o advogado da família da modelo entrou na Justiça com um pedido para que o celular da modelo seja desbloqueado por uma empresa particular e que o aparelho depois seja entregue para perícia. Até 12 de julho de 2023, não havia decisão a esse respeito.

"Como é que eu vou saber se esse fato aconteceu ou não? Através da perícia no telefone celular da Priscila. Com quem ela conversou naquela noite, naquela manhã, momentos antes do crime... O que que aconteceu, o que foi dito, o que ela achou. O que que o Paulo falou, o que mandaram pra ela, o que ela mandou pra alguém", falou José Roberto Rodrigues da Rosa.
 

De acordo com ele, é preciso saber mais detalhes do que ocorreu no dia para saber se Paulo a induziu a cometer o suicídio.

"Entendemos que alguma coisa mais aconteceu. O artigo 122 do Código Penal, ele diz induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou a praticar automutilação ou prestar-lhe auxílio... a pena é de 6 meses a dois anos de reclusão", falou o advogado.

 

Investigado por incitar a violência

 

No último dia 20 de julho de 2022, Bilynskyj voltou aos noticiários ao divulgar em suas redes sociais  um vídeo debochando da fala de Lula sobre transformar clubes de tiro em clubes de leitura. Com caixas de armas que simulam esteticamente livros, o delegado convidou o ex-presidente Lula, de forma irônica, a conhecer seu ‘clube do livro’.

Dias depois, em novo vídeo, Bilynskyj aparece realizando treinos de tiro junto a um carro e um alvo em um local que parece um sítio. Nesse novo vídeo, fez questão de anunciar sua ida aos atos pró-Bolsonaro no próximo 7 de setembro (continua)

25
Jul23

Uma história quase perfeita que elegeu o namorado deputado

Talis Andrade
 

Priscilla e Paulo se conheceram na Internet

Os 11 furos do caso Bilynskyj, o delegado e influencer armamentista cuja namorada 'se suicidou' 

por Cecília Olliveira

Intercept Brasil

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(Continuaçao) A história do crime contra o delegado, que é sensação entre bolsonaristas e que recebeu o apoio dos filhos do presidente – inclusive com pedidos de doação de sangue –, tem outros pontos intrigantes.

Mesmo sem nenhum laudo pronto, a Polícia Civil indicou a versão do seu colega Bilynskyj como “presumível”, ou seja provável, mesmo ainda sem comprovação. Ao UOL, Ronaldo Tossunian, delegado seccional de São Bernardo do Campo, disse que “a versão apresentada e as circunstâncias não eram inverossímeis à questão apresentada pelo delegado”.

No boletim consta “suicídio consumado” para a morte de Priscila. O Ministério Público, que deveria investigar o que ocorreu na manhã do dia 20, já adiantou o que vem pensando até aqui. A promotora do caso disse que está “acompanhando o bom trabalho que a polícia vem desempenhando”.

A Corregedoria da Polícia Civil abriu um inquérito paralelo para investigar as circunstâncias do caso, que podem ser classificados como tentativa de homicídio, feminicídio e até uma tentativa de homicídio na qual o delegado matou a modelo em legítima defesa (o que, neste caso, ainda teria o adicional de falso testemunho).

Outra questão interessante são os exames residuográficos, feitos para detectar a presença de pólvora na pele. O exame de Priscila ficou pronto no mesmo dia e deu positivo. Bilynskyj só fez o exame mais de 24 horas depois sob a justificativa de que ele foi encaminhado ao hospital. Mas Priscila também foi. Ainda não há resultados do de Bilynskyj. “Nunca vi um exame como este dar positivo”, me disse um investigador com quase uma década de polícia. Isso porque é difícil que os resíduos se fixem no corpo. Ele não é 100% confiável ou conclusivo.

Em entrevista ao Fantástico, Bilynskyj afirmou: “eu vi que ela atirou nela“. Mas o laudo da perícia pode causar reviravolta na investigação da morte de Pricila. Segundo a revista Época, a perícia feita no apartamento concluiu que a bala que matou a modelo não partiu da arma que estava no chão do lado do seu corpo com o carregador removido.

Bilynskyj disse ainda que Priscila nunca fez curso de tiro, mas que municiou a arma sozinha. Os pais da modelo afirmam que ela nunca teve contato com armas. O advogado da família da modelo acredita que Paulo a desarmou e atirou contra a então namorada, com a mesma arma que ela usou contra ele.

Uma semana depois da primeira perícia, uma nova foi feita no local com uma simulação usando duas armas ao invés de uma. Isso significa que a primeira versão dos fatos – de que o suicídio e os tiros em Paulo foram dados com a mesma arma – mudou ou estava sendo reavaliada. Havia ali ainda uma faca, sem sinais de sangue.

O casal começou a paquerar pelo Instagram no fim de 2019 e, em abril, foram morar juntos. Nas duas semanas em que dividiram o mesmo teto, os tuítes de Bilynskyj foram de “Homem é tudo igual, fiel, carinhoso e só consegue olhar pra uma mulher só” a “A cada 3 segundos uma mulher ilude 10 homens no Brasil. #verdades“. De 29 tuítes publicados entre abril e maio no perfil do delegado, 19 são sobre relacionamento atribulado. Mulheres que iludem, que não tem coração, homens traídos – mensagens que destoam bastante de quem está, como dizia Bairros às amigas, apaixonado e planejando casamento para o início de  junho.

Os próximos capítulos da trama estão por vir. (reportagem publicada em 16 de jun de 2020)

(Quantos homicidas, inclusive serial killers, existem nas bancadas da bala?)

25
Jul23

Júlia Zanatta que usa uma tiara de flores nazista diz que "todo poder emana do cano de uma arma" 

Talis Andrade

 

Zanatta é favorável à política bélica do governo do ex-presidente Bolsonaro e posta com frequência sobre o tema em suas redes sociais -  (crédito:  Zeca Ribeiro)

Zanatta é favorável à política bélica do governo do ex-presidente Bolsonaro e posta com frequência sobre o tema em suas redes sociais - (crédito: Zeca Ribeiro)
 
 
 
"Quem imaginaria que nós teríamos tanto brasileiro armado capaz de defender sua propriedade, a sua família e, mais do que isso, disposto a lutar?", indaga a deputada bolsonarista parceira de um deputado que assassinou a noiva. A arma do crime e o assassino da vereadora Marielle Franco

 

 

por Ândrea Malcher

Correio Braziliense

 

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A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) repercutiu o decreto assinado na última sexta-feira (21/7) que busca controlar o comércio de armas e munição no país. Em evento de inauguração de um clube de tiro em Florianópolis (SC), no sábado (22), a parlamentar afirmou que “todo poder emana do cano de uma arma”.

“A gente vai continuar mais unidos e firmes do que nunca na defesa da nossa liberdade. Porque eles sabem que todo poder emana do cano de uma arma”, disse ela.

 

 

A parlamentar criticou as medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), alegando que há uma “guerra assimétrica” entre aqueles que defendem o acesso de civis às armas e o governo, e foi além, avaliando a medida como “genocida”. "Quem imaginaria que nós teríamos tanto brasileiro armado capaz de defender sua propriedade, a sua família e, mais do que isso, disposto a lutar?"

Zanatta é favorável à política bélica do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e posta com frequência sobre o tema em suas redes sociais. “Obrigada a todos que não negociam a liberdade e continuam apoiando os clubes de tiro, mesmo com um desgovernado tentando de tudo para amedrontar as pessoas”, escreveu ela em junho em publicação no Instagram.

Júlia Zanatta postou em suas redes sociais foto na qual aparece armada com uma metralhadora e vestindo uma camiseta em alusão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à política desarmamentista do novo governo. Helder e Bezzi comentam. A deputa faz parelha com deputado assassino, ex-delegado que assassinou a noiva Paulo Bilynskyj, que também ameaçou Lula. Os dois covardes dependem do eleitorado dos cacs e clubes de tiro, forças armadas do golpe anunciado de Bolsonaro que tentou explodir uma bomba no Aeroporto de Brasília

 

Os 11 furos do caso Bilynskyj, o delegado e influencer armamentista cuja namorada 'se suicidou'

 

Priscilla e Paulo se conheceram na Internet. Paulo virou deputado federal com a devida coragem de ameaçar Lula de morte. Priscilla esquecida em um cemitério. Não tem o prestígio de Marielle Franco, mas pode ter sido assassinada pela mesma arma roubada do Bope

 

Furos na investigação beneficiam versão delegado Paulo Bilynsky, que recebeu apoio da família Bolsonaro. A família da modelo Priscila Bairros acredita em assassinato. 

 

por Cecília Olliveira

Intercept Brasil

 
 

Os 11 furos do caso Bilynskyj, o delegado e influencer armamentista cuja namorada ‘se suicidou’

Paulo Bilynsky (foto) e júlia Zanatta ameaçaram Lula de morte. Foto: Fepesil/TheNews2/Folhapress

 

“Fuzil sem número. Marca sem identificação”.

Essa descrição consta no boletim de ocorrência da morte da modelo Priscila Delgado de Bairros, registrado no dia 20 de maio, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. O porte de fuzil sem número de série é um crime inafiançável. Nove dias depois, a Secretaria de Segurança de São Paulo disse que a polícia errou e o que foi originalmente identificado como uma arma, na verdade, era um “acessório”.

Essa é só mais uma das controvérsias que cercam a morte de Priscila no apartamento do delegado Paulo Bilynskyj, que tomou seis tiros e foi ferido na perna, na mão, no peito, na costela e no braço. Segundo o policial, Bairros, noiva do delegado, disparou contra ele após um surto de ciúmes e depois se suicidou. A família da jovem suspeita que Bilynskyj, delegado influencer que usa o Instagram para falar de armamentos, possa ter assassinado ela.

Ainda não está claro o que aconteceu na manhã de 20 de maio. Mas até agora uma coisa ficou evidente: as posições da Polícia Civil e do Ministério Público sobre o que aconteceu na manhã de 20 de maio aliviam a barra do delegado.

Após passar 13 dias internado, Bilynskyj recebeu alta, prestou depoimento e manteve versão.

Acompanhe o caso.

Na descrição do B.O., constam que seis armas e milhares de munições foram encontradas no apartamento: duas pistolas (uma da Polícia Civil), uma metralhadora, uma espingarda (com registro vencido, ainda no nome de Helenice Vaz de Azevedo Corbucci) e dois fuzis. Um deles é aquele registrado no B.O..

Os upper receivers listados no boletim são como a base da parte superior, que conecta o cano ao corpo da arma longa. Foto 1: Michel Delsol/Getty Images | Foto 2: Reprodução

 

Solicitei, então, à SSP o boletim com a correção da informação sobre a peça em questão. No B.O., é identificado como “fuzil” e, logo abaixo, são descritos dois “upper receiver” (que pode se referir a uma peça onde ficam agregadas componentes essenciais para o funcionamento de uma arma ou o conjunto de todas as peças) com “acessórios”. Mas, em entrevista telefônica, o órgão disse que não houve correção no documento porque era apenas um “acessório” e não uma arma em si. Ou seja, o B.O. não foi editado porque a SSP considerou que nós, jornalistas, não entendemos o que estava escrito. O erro não seria deles, mas um erro nosso de interpretação. Como você pode ler abaixo, está escrito: “FUZIL – Nº SEM NÚMERO – Marca: SEM IDENTI.

Os 11 furos do caso Bilynskyj, o delegado e influencer armamentista cuja namorada ‘se suicidou’

 

Se o delegado tinha mesmo um fuzil não numerado em casa, deveria ser preso. Mas, como foi determinado que tecnicamente a arma não existe, Bilynskyj está solto. A questão é que, ainda que a SSP tenha razão e trate-se apenas de um acessório, a posse dele também pode configurar crime, com pena de três a seis anos, dependendo das variáveis, segundo advogados criminalistas que entrevistei.

No B.O., há dois upper receivers sem numeração e mais os acessórios, como o reddot (um apetrecho que dá aquela mira de luz), a lanterna e um gripp (a empunhadura que vem acoplada em um cano). Tudo isso costuma vir conectado no upper. É ali que encaixam.

Os upper receivers listados no boletim são como a base da parte superior da arma, que conecta o cano ao corpo da arma longa, como um fuzil. Dentro deles, há várias peças essenciais. Ou seja, não é um “acessório” como a SSP defende: é uma peça fundamental para um fuzil funcionar. Sem ele, a arma não funciona. É como o tronco de um corpo, que conecta os membros.

Ouvi então o advogado criminalista João Carlos Dalmagro Jr., que é atirador desportivo e conhece bem a legislação e o controle sobre armamentos. “A descrição do B.O. leva a crer que se está tecnicamente diante de parte de uma arma. Se o upper receiver estiver acoplado ao cano, onde o número de série deve estar gravado, a consequência penal da posse desse conjunto é a mesma da de uma arma em si. Então, precisa de autorização do Exército para aquisição”, me disse Dalmagro.

Ele vai além: “A impressão que se tem a partir desse boletim de ocorrência é que o upper receiver faz parte desse conjunto, mas para ter certeza disso seria necessário ver o que foi apreendido”. Dalmagro também chama atenção à forma como os acessórios foram listados no B.O, que leva a crer que o fuzil e as peças são uma coisa só. “Os acessórios estão listados na mesma linha que os upper receiver, ao contrário do que ocorre na descrição da metralhadora, de onde se extrai que ela foi apreendida “com” acessórios e bandoleira, mencionando-se inclusive o número dos mesmos (1 red dot e 1 grip com lanterna). Tudo leva a crer que é uma coisa só“, pontua.

 

Questionada se os acessórios estavam acoplados no upper receiver e cano, a SSP disse não ter essa informação.

A resposta é curiosa. Ao mesmo tempo que diz não ter detalhes dos acessórios, a secretaria tinha a informação suficiente para pressionar o UOL no dia 30 para alterar o título de uma matéria sobre o número de fuzis de Bilynskyj. O título era “Polícia errou ao contar fuzil a mais em casa de delegado, diz secretaria” e foi alterado para “Fuzil relatado em BO do caso Bilynskyj é um acessório, diz SSP”.

 

 

A pena para a posse ilegal de arma de fogo de uso restrito – ou parte dela, como seria, em tese, o caso de um upper receiver “completo” –  é de reclusão de três a seis anos. Se estivermos falando de arma de fogo de uso proibido, a pena sobe: entre quatro e 12 anos. Dalmagro lembra ainda de um detalhe. “Com a alteração trazida pelo pacote anticrime, nesta última hipótese (arma de fogo de uso proibido), o delito é considerado hediondo. A hediondez do crime, além do aumento da pena em si, veda o indulto e endurece as possibilidades de progressão de regime e livramento condicional”.

O upper receiver é um produto controlado. As pessoas podem ter peças sobressalentes, se forem dos fuzis que elas já têm, como a do Colt apreendido, por exemplo.

Upper receiver não é “acessório”, mas peça fundamental para o fuzil funcionar, como fica claro na imagem acima. Foto: Divulgação

 

Lembram daquelas 117 peças de fuzis apreendidas em 2019 com o amigo de Ronnie Lessa, PM acusado de envolvimento na morte da vereadora carioca Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes? O upper receiver é esse tipo de peça. É como um lego. Você pode combinar vários uppers e lowers de calibres diferentes. Como as peças são menores que o fuzil completo, elas são mais fáceis de se contrabandear. As peças renderam prisão e processo ao miliciano e ao amigo (continua)

 

Os 11 furos do caso Bilynskyj, o delegado e influencer armamentista cuja namorada ‘se suicidou’

As 117 peças de fuzil encontradas com o amigo de Ronnie Lessa. Foto: Divulgação

11
Abr23

Delegado deputado assassino omitiu ao TSE ser dono de clube de tiro (com vídeo pornográfico de Carla Zambelli)

Talis Andrade
 
 
Polícia apura caso de delegado que promete, de arma na mão, lutar contra  esquerda – Política – CartaCapital
 
 
 

Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), defensor da pauta armamentista e dono de clube de tiro não declarado ao TSE. Integrante da Frente de Segurança Pública na Câmara e um dos defensores da pauta armamentista, o deputado Paulo Bilynskyj omitiu ser sócio de um clube de tiro em sua declaração ao Tribunal Superior Eleitoral. Matou a ex-namorada com um tiro no peito. As investigações sobre a morte da modelo Priscila Delgado, 27 anos, pode sofrer uma reviravolta a partir de novas evidências levantadas pela polícia, revelou Revista Época. O ex-delegado, expulso da Polícia Civil, está envolvido em outros assassinatos? Bolsonarista da extrema direita, ameaçou Lula de morte

 
Delegado que prometeu lutar contra a esquerda no 7 de setembro tem arma  recolhida
Eleito deputado federal no rastro da propaganda sangrenta do golpe anunciado por Bolsonaro
 
 

Integrante da Frente de Segurança Pública na Câmara e um dos defensores da pauta armamentista, o deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) omitiu ser sócio de um clube de tiro em sua declaração ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O que aconteceu?

* O parlamentar declarou R$ 455.070 em bens à Corte Eleitoral em 2022. Fazem parte do patrimônio um apartamento, avaliado em R$ 400 mil, e dois veículos: um Audi A3 2016 e um Opala 1990, que somam R$ 38.200.
 
* Na lista de bens, não consta o Puma Tactical, cadastrado na Receita Federal em agosto de 2018. O capital inicial da empresa é de R$ 10 mil, segundo a Receita.
 
* Além de Bilynskyj, há outros dois sócios administradores do clube de tiro. A casa funciona no bairro Chácara Santo Antônio, na zona sul de São Paulo.
 
* As redes sociais do clube anunciam planos de filiação anuais que variam de R$ 1.440 a R$ 6.600. O valor mensal chega a R$ 620.
 
* O local oferece "facilidades" nos preços de munições e acesso a armas de calibres diferentes.
 
* Até 20 de março, a empresa devia R$ 22,9 mil à Receita Federal. A dívida foi regularizada depois que a reportagem procurou a assessoria do parlamentar.
 
* O deputado é um dos autores de um PDL (Projeto de Decreto Legislativo) que tenta revogar o decreto do ministro da Justiça, Flávio Dino.
 
* O texto em vigor suspende os registros para aquisição e transferência de armas e de munições de uso restrito por CACs (caçadores, colecionadores, atiradores e particulares) e susta a concessão de novos registros de clubes de tiros.
 
O que diz a lei?
 
* Especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo UOL afirmam que a participação societária em uma empresa deve ser declarada ao TSE, uma vez que entra no Imposto de Renda e compõe o patrimônio do candidato.
 
* A determinação consta na resolução 23.675/2021.
 
* Caso haja descumprimento, segundo o artigo 350 do Código Penal, o candidato pode responder criminalmente por omitir em documento público ou privado informação com fins eleitorais, com pena de reclusão de até cinco anos e pagamento de até 15 dias-multa.
 
O que diz o deputado?
 
 
* Ao UOL, a assessoria de imprensa do deputado afirmou que todas as questões "estãosendo debatidas na Justiça".
 
* A reportagem também procurou o advogado do parlamentar, mas, até a última atualização desta reportagem, não teve retorno.
 
Quem é Paulo Bilynskyj?
 
* Envolvido em uma série de polêmicas, Delegado Paulo Bilynskyj teve a demissão aprovada pelo Conselho da Polícia Civil de São Paulo em julho do ano passado, após divulgar um vídeo nas redes sociais com apologia aos crimes de estupro e racismo.
 
* Bilynskyj teve a arma retirada pela corporação após a publicação de um conteúdo em que aparecia atirando, atacando políticos e militantes de esquerda e pedindo que os apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) participassem dos atos de 7 de setembro de 2022.
 
* O agora deputado ficou conhecido em maio de 2020 após ser atingido por seis tiros durante uma discussão com a então namorada, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
 
* Um inquérito foi aberto e, em 2022, a Justiça de São Paulo concluiu que o delegado foi baleado e Priscila se matou depois da discussão, motivada por ciúmes.
 
* O Ministério Público pediu o arquivamento do caso.
 
* Com 803 mil seguidores no Instagram, ele também atua como influenciador digital e tem um podcast no YouTube para falar de política em oposição ao governo Lula (PT).
 
O que determina o decreto de Dino
 
* Suspensão do registro de novas armas de uso restrito de CACs;
 
* Suspensão de autorizações de novos clubes de tiro até a edição de nova regulamentação;
 
* Exigência de autorização de porte de arma à comprovação da necessidade;
 
* Recadastramento no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), da Polícia Federal, de todas as armas cadastradas após a flexibilização pelo governo Jair Bolsonaro, em 2019;
 
* Proibição do transporte de arma municiada e da prática de tiro desportivo por menores de 18 anos;
 
* Redução de seis para três na quantidade de armas para o cidadão comum.
 

Investigações apontam reviravolta em morte da namorada de Paulo Bilynskyj

 
 
 
Justiça conclui que namorada atirou em delegado e se matou após discussão  em prédio - ISTOÉ Independente
 

O delegado disse que Priscila Delgado disparou seis vezes contra ele e depois se matou, mas peritos mostraram inconsistências na versão

 

por Fernando Caixeta /Metrópoles

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As investigações sobre a morte da modelo Priscila Delgado, 27 anos, pode sofrer uma reviravolta a partir de novas evidências levantadas pela polícia. As novas informações foram reveladas pela Revista Época.

Priscila mantinha um relacionamento com o delegado Paulo Bilynskyj, 33 anos, e morreu na manhã do dia 20 de maio, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Segundo a versão de Bilynskyj, a namorada viu uma mensagem em seu celular, deu seis tiros nele e se matou em seguida.

Essa versão foi contada por Paulo, em um vídeo gravado dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo revelações da revista, a bala que matou a modelo não partiu da arma que estava perto de seu corpo. Informações obtidas pela Época dão conta de que peritos concluíram ser pouco factível a hipótese de suicídio.

A tese mais aceita pelos peritos é a de que Priscila alvejou o namorado e, no meio do tiroteio, ele fez um disparo certeiro no peito da modelo. Os investigadores ainda tentam descobrir de que arma partiu o tiro que matou Priscila.

Na útima sexta-feira (29/05), os peritos voltaram ao apartamento, colheram novas provas e digitais para descobrir se o corpo de Priscila foi arrastado pelo local.

[Delegado amigo investiga delegado, e para ressaltar o corporativismo e o nepotismo, a pai da atual noiva do deputado assassino também é delegado. Deputada esposa de coronel da PM manda colega tomar naquela lugar... Tudo em casa. Na casa da mãe Joana. De bolsonarista para bolsonarista. De delegado assassino para delegado. Que o Brasil tem mania de eleger serial killer deputado]

05
Ago22

Desfile das Forças Armadas do bicentenário da Independência promete reunir extremistas da direita e psicopatas

Talis Andrade

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DesmentindoBolsonaro: perfil que desmascara o presidente tira bolsonaristas  do sério e hashtag explode no Twitter | Revista Fórum

Delegado bolsonarista promete “lutar” contra a esquerda no 7 de setembro. Militares deputados também ameaçaram Lula de Morte

 

por Fabrício Rinaldo /DCM Diário do Centro do Mundo

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O delegado de polícia e instrutor de tiro Paulo Bilynskyj, que também atua como lobista em defesa do armamento, postou no Stories de sua conta do Instagram um “treinamento para o 7 de Setembro”.

No vídeo, ele responde à pergunta de um seguidor sobre um “possível ataque”.

“Eu estarei lá”, ele respondeu. Em seguida, publicou uma gravação em que se esconde atrás de um automóvel e dá várias disparos em um alvo.

Ainda escreveu: “Eu vou no dia 7 de setembro” e “Eu não vou sou fracote”.

O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Osvaldo Nico Gonçalves declarou ao Estadão que determinará à Corregedoria que investigue publicações feitas por Bilynskyj. O bolsonarista tem mais de 697 mil seguidores.

Em outro stories, ele reclama que o Instagram deletou “o vídeo da Laurinha” e informa a audiência, com um sorriso sarcástico, que postou em outro grupo.

Nas imagens, a caçula de Bolsonaro tem a imagem congelada batendo continência ao som do rapper Coolio e a legenda: “Eu vou explodir a Globo, vou invadir a Venezuela. PSDB roubou minha merenda, vou apagar eles primeiro. Será que a ONU pega fogo rápido?”

 

Delegado Bolsonarista conhecido por ameaça velada a Lula foi suspeito de assassinar namorada

 

por Raphael Sanz /Revista Forum

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O delegado e digital influencer bolsonarista, Paulo Bilynskj, que está sendo investigado por incitar a violência política no próximo 7 de setembro, além de ter feito ameaças veladas ao ex-presidente Lula, também continua suspeito de ter assassinado a namorada, Priscila Delgado, em 2020.

Bilynskj tinha 33 anos em 20 de maio de 2020 quando foi socorrido por vizinhos na porta do apartamento onde vivia com a namorada Priscila Delgado e levado para um hospital. Priscila, por sua vez, foi encontrada morta no banheiro do apartamento. À época, a Polícia Militar, mesmo após visitar o local, afirmou que não iria se manifestar e que informações poderiam ser procuradas na Secretaria de Segurança Pública (SSP). A SSP, por sua vez, disse que a investigação do caso ficaria a cargo da Corregedoria da Polícia Civil.

De acordo com sua versão, o delegado tomava banho quando a namorada entrou no banheiro atirando contra sua pessoa, por haver se irritado com mensagens que encontrou no celular do companheiro. Ele foi baleado no abdômem mas teria conseguido fugir para o local onde foi encontrado enquanto a namorada teria se suicidado com um tiro no peito. A tese foi acatada pela Justiça e o delegado acabou absolvido.

No entanto, a família da vítima e especialistas forenses ouvidos na época ainda colocam dúvidas sobre a decisão. O próprio exame que mostraria se o delegado disparou ou não uma arma naquele dia acabou não sendo realizado.

Para o perito forense particular Eduardo Llanos, a ausência da prova residual “chama muito a atenção”. “É feito o exame residuográfico na maioria dos casos, mesmo nas mãos de vítimas feridas ou bandidos feridos quando levados a hospital”, disse ele à Ponte. “Não há como dar 100% de crédito à história que ele está contando. Por que omitir uma prova que pode confirmar a inocência do delegado?”, questionou à época.

Já cientista forense Sérgio Hernandez, também à época, mostrou uma opinião semelhante a de Llanos e destacou que quem teria que ter feito a solicitação dessa perícia é o delegado que registrou a ocorrência. “Houve negligência, omissão. Todos os casos balísticos, onde se efetue tiros de arma de fogo, tanto a vítima, como o suspeito, o agressor, eles devem passar pela coleta de resíduos, obrigatoriamente, para verificar se essas pessoas efetuaram ou não os tiros”, afirmou.

Os peritos ainda comentaram sobre possíveis roupas que Bilynskj  estaria usando quando foi encontrado, uma vez que segundo sua versão ele teria corrido do chuveiro para fora do apartamento, e se estivesse vestido seria difícil confiar em sua história. Além disso, chamaram a atenção para a não realização de perícia do celular do então suspeito, para apurar se havia alguma troca de mensagens que pudesse despertar o ciúme da namorada, a fim de verificar sua versão dos fatos.

As indagações dos especialistas à época deixaram dúvidas quanto à história, e a família da vítima ainda nega a versão de suicídio. No entanto o processo foi arquivado.

 

Investigado por incitar a violênciaFrei Betto: Como se explica a eleição de Bolsonaro? - Vermelho

 

No último dia 20 de julho, Bilynskyj voltou aos noticiários ao divulgar em suas redes sociais  um vídeo debochando da fala de Lula sobre transformar clubes de tiro em clubes de leitura. Com caixas de armas que simulam esteticamente livros, o delegado convidou o ex-presidente Lula, de forma irônica, a conhecer seu ‘clube do livro’.

Dias depois, em novo vídeo, Bilynskyj aparece realizando treinos de tiro junto a um carro e um alvo em um local que parece um sítio. Nesse novo vídeo, fez questão de anunciar sua ida aos atos pró-Bolsonaro no próximo 7 de setembro

A conduta de Paulo Bilynskyj será investigada pela polícia

 

Deputados militares ameaçaram Lula de morte

 

Como classificar um deputado que ameaça de morte um ex-presidente do Brasil e candidato a presidente - conforme pesquisas de opinião pública - que deve ser eleito no próximo dia 2 de outubro, 26 dias depois do desfile praeiro de 7 de Setembro? Uma data cívica, que o presidente Bolsonaro pretende avacalhar, transformando em um curral eleitoral. 

Lesa-majestades prometem atender o chamamento do caudilho Bolsonaro, que anuncia um golpe militar, para impedir a posse de Lula.

Existe uma lista de extremistas da direita volver que preferem matar o presidente mais querido do povo em geral.

Ameaçaram Lula de morte os deputados general Eliezer Girão Monteiro, os coronéis MarcioTadeu Anhaia de Lemos, André Luiz Vieira de Azevedo, Washington Lee Abe, Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada, cabo Junio Amaral, o vereador Anderson Simões. Carla Zambelli por ser esposa de um coronel, Aginaldo de Oliveira. Pasmem até o pastor Otoni de Paula. 

Quantos homicidas são deputados estaduais, deputados federais? Nesta eleição não vote em deputado serial killer, quem assassinou mais de três pessoas. 

Policial bolsonarista de SP sofre nova punição

 
 
03
Ago22

Exame que indicaria se Paulo Bilynskyj atirou durante briga em que namorada morreu não foi feito

Talis Andrade

 

 

Polícia apura caso de delegado que promete, de arma na mão, lutar contra  esquerda - CartaCapitalPode ser uma imagem de 1 pessoa

Priscila morreu com um tiro no peito; para Polícia Civil, ela cometeu suicídio 

 

Delegado da Polícia Civil foi para a cirurgia e exame de detecção de pólvora não foi feito nele, apenas em Priscila Delgado, que, segundo as investigações safadas, cometeu suicídio

 

por Arthur Stabile e Paulo Eduardo Dias /Ponte

 

O exame residuográfico, que detecta presença de pólvora, não foi feito nas mãos do delegado Paulo Bilynskyj, 33 anos, que ficou ferido após uma briga que terminou com a morte da namorada dele, a modelo Priscila Delgado, 27. O caso aconteceu  (20/5), em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, e está sendo investigado.

Segundo o registro da ocorrência, o exame não foi feito porque Bilynskyj estava passando por uma cirurgia após ser baleado. De acordo com a Polícia Civil, que Bilynskyj é delegado, Priscila teria atirado contra ele e, depois, se matado com um tiro no peito. O teste em Priscila deu positivo para a presença de pólvora. O de Paulo não foi feito. 

Para o perito forense particular Eduardo Llanos, a ausência dessa prova “chama muito a atenção”. “É feito o exame residuográfico na maioria dos casos, mesmo nas mãos de vítimas feridas ou bandidos feridos quando levados a hospital”, explica.

O profissional considera que houve um erro que compromete a versão do delegado. “Não há como dar 100% de crédito à história que ele está contando. Por que omitir uma prova que pode confirmar a inocência do delegado?”, questiona.

Hernández também detalha que o exame residuográfico é um dos elementos da investigação, mas não o único. “Há elementos secundários, como tatuagem, a fuligem, a queimadura, [em que] dá para estimar qual foi a distância do tiro. Se o orifício de entrada da lesão apresenta tatuagem, que são de pólvora em combustão, e num raio de 10 a 30 centímetros, eu afirmaria que foi homicídio. Tiros à queima-roupa, em curta distância, eu falaria que foi suicídio. Dificilmente a pessoa vai se matar com um tiro no peito e não vai encostar a arma. Tanto na temporal, no peito, no palato, também”, analisa.

O perito Eduardo Llanos destaca que, mesmo com o exame residuográfico dando positivo, existe a possibilidade de a pessoa não ter atirado e ter sido “contaminada” pelo disparo alheio. “Se eu deflagro um projétil de arma de fogo em um local fechado, há mais fácil concentração do chumbo nas vestes e nas mãos”, detalha. “Eu posso passar minhas mãos na de outra pessoa e vou transferir esses resíduos e vai parecer que a outra pessoa também deflagrou um projétil”, exemplifica.

Há outra possibilidade de o chumbo ficar na mão de uma vítima, como explica Llanos. “Também pode ser um ato de defesa. Quando há a possibilidade de quem vai deflagrar o projétil, a pessoa tenta se proteger e também vai ficar com resíduos de pólvora nas mãos”.

Além disso, ele cita que as vestimentas do delegado, quando socorrido, e a análise de seu celular tem relevância na investigação. “Segundo o que se comenta, ele estava no banho, tem que ver se chegou até o elevador com quais roupas. Se estava vestido, não é de se confiar no depoimento”, explica.

Outro lado

No apartamento do casal foram apreendidas armas e munições, entre elas duas pistolas, dois fuzis, uma metralhadora e uma espingarda. A defesa informou que todas são legalizadas e que já entregou os registros para a polícia.

 

 

“Me parece que foi uma situação muito inusitada dizer que uma mensagem interceptada por ela de uma ex-namorada do doutor Paulo pudesse despertar nela uma ira ao ponto dela disparar todas essas vezes contra o doutor Paulo, e depois virar essa arma para o seu próprio peito e disparar um tiro mortal”, declarou o advogado da família de Priscila, José Roberto Rodrigues da Rosa, ao programa.

 

Publicação feita pelo delegado na manhã que ele foi baleado 

 

Na versão de Bilynskyj, ele estava tomando banho quando Priscila entrou no banheiro com uma arma e disparou em sua direção diversas vezes. O motivo seria mensagens que ela leu no celular dele.

O delegado, então, teria corrido ao elevador para pedir ajuda. Policiais militares acionados o socorreram e, depois, foram até o apartamento e encontraram a modelo caída no chão com um tiro no peito. Ele não detalhou para a polícia se viu a modelo disparando a arma contra si mesma ou se ouviu o tiro e associou ao suicídio. Paulo atua como instrutor de tiros e é um defensor do armamento para defesa pessoal. Ele mantém um canal no YouTube chamado Projeto Policial com mais de 350 mil seguidores e dá aulas na Estratégia Concursos, instituição que prepara para concursos públicos, entre eles o da carreira policial.

O cientista forense Sérgio Hernandez faz análise semelhante e destaca que quem teria que ter feito a solicitação dessa perícia é o delegado que registrou a ocorrência. “Houve negligência, omissão. Todos os casos balísticos, onde se efetue tiros de arma de fogo, tanto a vítima, como o suspeito, o agressor, eles devem passar pela coleta de resíduos, obrigatoriamente, para verificar se essas pessoas efetuaram ou não os tiros”, explica.

Segundo ele, o disparo no peito é comum em casos de suicídio, mas para detecção do que realmente houve é preciso analisar o sentido do tiro e o direcionamento. “Se foi de frente para trás, se foi de baixo para cima, de cima para baixo, esquerda para direita ou direita para esquerda”, explica o cientista forense.

O perito alerta que os exames de trajetória da bala tem fundamental importância no caso, bem como de “hematologia forense”, responsável por analisar o comportamento do sangue.

“E outra coisa, se essa suposta infidelidade ou ciúme é verdadeiro, é preciso ser periciado o celular. Existe uma infinidade de provas que são necessárias para determinar a dinâmica e a responsabilidade de qualquer um deles no caso”, destaca.

Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, a advogada Priscila Silva da Silveira, que representa o delegado Paulo Bilynskyj, afirma que só será possível saber o que aconteceu naquele dia após a conclusão das investigações. “É a perícia e o Paulo, quando ele foi extubado”, disse a defensora.

Também em entrevista ao Fantástico, familiares de Priscila Delgado de Barrios afirmaram que não acreditam na versão de Paulo de que a modelo atirou nele e depois se matou. “Primeiro pelo pouco tempo que ela teria de manuseio com arma. Não acredito que ela teria essa vontade de querer matar outra pessoa. Ela não gostava que maltratasse animal, ela preservava muito a vida, as relações”, disse um parente.

Todo poder que Paulo Bilynskyj tem... vem de suas relações tenebrosas com a família Bolsonaro, principalmente com o deputado federal por São Paulo Eduardo Bolsonaro, de residência desconhecida.

Bilynskyj foi nomeado embaixador dos Bolsonaro na propaganda e criação de clubes de tiro. E de milícias eleitorais armadas.

Eduardo Bolsonaro🇧🇷 on Twitter: "Entrevista para o Delegado PC-SP Paulo  Bilynskyj no canal do youtube PROJETO POLICIAL: porte de arma e valorização  dos policiais. Assista em: https://t.co/k86vFl2p9c https://t.co/GY0pudPEGb"  / Twitter

Se acha que vai fazer besteira, só não comprar", diz Eduardo Bolsonaro a  delegado armamentista suspeito de feminicídio | Revista Fórum

Eduardo Bolsonaro e Paulo Bilynskyj na inaguração de um clube de tiro

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Revista Fórum
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Pastor de Michelle Bolsonaro é acusado de acobertar golpe de colega em fiéis Dona de casa que perdeu R$ 726 mil reais apresentou mensagem em que é ameaçada por Josué Valandro Jr., pastor que orou ao lado de Bolsonaro em 2018 Leia mais: bit.ly/3ztymC7
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02
Ago22

"Eu estarei lá", diz delegado que ameaçou Lula de morte sobre 'possível ataque' bolsonarista no 7 de Setembro

Talis Andrade

Paulo BilynskyjPriscila Delgado Barros, morta durante uma briga de casal em São Paulo

 

Bilynskyj também fez enquete debochando de quem não vai comparecer aos atos bolsonaristas, com as seguintes opções: "Eu vou no 7 de setembro" ou "Eu não vou, sou fracote". O valentão tem um passado de sangue. Ameaçou Lula de morte. E 'suicidou' a noiva que apareceu morta numa troca de balas. Delegado solto uma ameaça política

 

por Nathalia Kuhl /Metrópoles

 

O delegado Paulo Bilynskyj, da Polícia Civil de São Paulo, que levou (?) seis tiros da noiva, Priscila Delgado de Barrios, no apartamento onde mora, em São Bernardo do Campo, afirma que ela atirou várias vezes quando ele saiu do banheiro. Ele teria descarregado a arma depois que a modelo caiu no chão, mas que não se recorda como tirou o carregador da arma porque estava com medo de que ela acordasse e continuasse a fazer alguma coisa. As informações são da Record., que teve acesso ao (fantasioso) depoimento de Bilynskyj à polícia.

De acordo com  versão contada por Bilynskyj, Priscila teria atirado seis vezes contra ele após ver uma mensagem da ex-namorada do policial no celular do delegado. Em seguida, a modelo teria se matado. O crime ocorreu no dia 20 de maio de 2020, no apartamento do delegado.

 

O crime na versão de Bilynski, o assassino predileto de Eduardo Bolsonaro

 

No depoimento, Bilynskyj conta que, depois da briga, os dois foram dormir e que a última vez que viu Priscila foi no dia seguinte e ela estava sentada no sofá tomando café da manhã. O delegado afirma que foi tomar banho e que quando abriu a porta do banheiro ela já estava parada, prestes a atirar. Paulo disse que não teve qualquer diálogo com a namorada e que o primeiro disparo atingiu o peito dele.

De acordo com Bilynskyj, a pistola estava carregada com 22 balas. Ele conta, durante o depoimento, que achou que Priscila fosse disparar até acabar a munição porque ela atirava muito rápido e não tinha controle da arma. O delegado também disse que durante todo tempo a modelo segurou a arma com apenas uma das mãos.

Aos policiais civis, o delegado civil declarou que em nenhum momento teve contato físico com Priscila e que viu quando ela virou a arma para o próprio peito e disparou. Ele achou que o tiro tivesse sido de raspão. Depois do disparo fatal, Bilynskyj diz que não chegou perto de Priscila porque “que queria sair de perto dela”.

 

Investigações apontam reviravolta em morte da namorada de Paulo Bilynskyj

 

Caso Bilynskyj

 

As investigações sobre a morte da modelo Priscila Delgado, 27 anos, pode sofrer uma reviravolta a partir de novas evidências levantadas pela polícia. As novas informações foram reveladas pela Revista Época.

Priscila mantinha um relacionamento com o delegado Paulo Bilynskyj, 33 anos, e morreu na manhã do dia 20 de maio, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Segundo a versão de Bilynskyj, a namorada viu uma mensagem em seu celular, deu seis tiros nele e se matou em seguida.

Essa versão foi contada por Paulo, em um vídeo gravado dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo revelações da revista, a bala que matou a modelo não partiu da arma que estava perto de seu corpo. Informações obtidas pela Época dão conta de que peritos concluíram ser pouco factível a hipótese de suicídio.

A tese mais aceita pelos peritos é a de que Priscila alvejou o namorado e, no meio do tiroteio, ele fez um disparo certeiro no peito da modelo. Os investigadores ainda tentam descobrir de que arma partiu o tiro que matou Priscila.

Na útima sexta-feira (29/05), os peritos voltaram ao apartamento, colheram novas provas e digitais para descobrir se o corpo de Priscila foi arrastado pelo local.

 

Delegado prometeu casamento

 

Tudo havia começado apenas cinco meses antes, no fim de dezembro de 2019. O delegado deu um like numa foto publicada no Instagram pela modelo. Por dois meses, conversaram por mensagens privadas na rede social e pelo WhatsApp. Em fevereiro, Bilynskyj viajou de São Bernardo do Campo, onde mora, para Curitiba, onde a modelo vivia, para encontrá-la.

Após o encontro, eles decidiram noivar e morar juntos. Em abril, ela se mudou para a casa do delegado e o casal marcou o casamento para 5 de junho. Mas a relação rompeu tão breve quanto começou.

A modelo fitness e filha de uma escrivã da polícia, Juliana Trovão, ex-namorada de Bilynskyj, vem sendo apontada como pivô de uma série de discussões que o delegado teve com Priscila desde que passaram a morar juntos. Trovão mantinha com Bilynskyj uma relação muito próxima. A informação é da revista Época.

Segundo o delegado, a noiva teria ciúmes da relação. Numa das mensagens que trocou com a ex, ele teria dito que o noivado chegaria ao fim no dia seguinte e que os dois poderiam voltar a namorar. Essa pode ter sido a mensagem que Priscila leu no celular pouco antes do crime. [Que safado. Escreveu de propósito, e depois foi dormir na mesma cama com a noiva. Ainda diz que morria de medo...]

 

Caso Bilynskyj: família de modelo questiona versão sobre tiros e suicídio

 

Delegado Paulo BilynskyjPode ser uma imagem de 1 pessoa

 

 

Um primo da modelo Priscila Delgado de Barros, de 27 anos, disse que a família não acredita na versão do namorado dela, o delegado Paulo Bilynskyj, 33.

Priscila foi encontrada morta na casa do companheiro, em São Bernardo do Campo (SP). Bilynskyj alegou que a mulher se matou após atirar contra ele. A polícia investiga um possível feminicídio.

“Não, não acreditamos. A família não acredita [de que Priscila teria se matado após atirar contra Bilynskyj”, ressaltou um primo da modelo em entrevista ao Fantástico, da TV Globo.

Priscila foi baleada com um tiro no peito após supostamente ter tentado matar seu namorado o delegado Paulo Bilynskyj de 33 anos. Em vídeo divulgado em redes sociais ele relata que o motivo do desentendimento seria uma crise de ciúmes dela que teria encontrado mensagens em seu celular. 
 
Ele foi submetido a cirurgia após ser baleado na mão, e perna. Um vizinho acionou a Polícia Militar após ouvir cinco disparos. Ele não relatou ter ouvido a discussão que segundo o delegado antecedeu os tiros. No apartamento foram encontradas seis armas de fogo. No chão do corredor havia uma pistola Glock 9mm. Uma carabina Taurus CTT 40 encontrava-se sobre o sofá da sala. Outras armas de fogo foram vistas sobre a cama de um quarto do apartamento, além de grande quantidade de munições de diversos calibres.
 
Os policiais militares encontraram Priscila no banheiro. Ela foi atendida ainda com vida mas não resistiu. Havia marcas de sangue em um outro cômodo do apartamento e a Polícia Civil irá investigar agora o delegado civil. 
 
Priscila nasceu em Campo Bom e se destacou sendo escolhida a rainha do Festejando Parobé em 2010. Ela decidiu morar em São Paulo buscando oportunidades no mercado de moda.
 
 

 

Delegado influencer faz vídeo ironizando Lula com 'livro recheado' de arma

 

O delegado Paulo Bilynskyj atira contra um veículoDelegado que fez ameaça velada a Lula tem demissão aprovada pelo Conselho  da Polícia | Revista Fórum

por Tiago Minervino /UOL

O delegado de polícia de São Paulo Paulo Bilynskyj, que também atua como influenciador digital em defesa do armamento, gravou um vídeo no clube de tiro e caça TZB, de Goiânia (GO), direcionado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em que exibe "livros recheados" com armas de fogo, para ironizar uma declaração recente do petista na qual ele defendeu que os clubes de tiro sejam transformados em clubes de leitura.

Na gravação, compartilhada no perfil do Instagram de Bilynskyj, que conta com mais de 660 mil seguidores, o delegado influencer surge na companhia de outras duas pessoas frequentadoras do TZB, e, juntos, eles exibem três "livros", todos sem páginas, mas com revólveres dentro.

Oi, Lula. A gente já começou o clube do livro no TZB, em Goiânia. A gente adora você cara. Olha que livro bonito", declarou, em tom irônico o instrutor de tiros e delegado paulista.

 

Clube de tiro de Goiás ironiza Lula e exibe “livros” com armas

Delegado faz vídeo ironizando Lula com 'livro recheado' de armas

Nas redes sociais, tanto Paulo quanto a escola e clube de tiros TZB se posicionam de forma crítica ao ex-presidente Lula.

Ao UOL, a assessoria de imprensa do PT informou que vai avaliar a gravação "juridicamente".

Em comunicado enviado ao UOL, Hugo Santos, presidente do Clube de Tiro e Caça TZB, afirmou que o delegado Paulo Bilynskyj frequenta o espaço quando está por Goiânia, mas negou que seja funcionário do clube e que o vídeo seja uma ameaça à vida do petista.

Ainda, Santos reiterou que a gravação irônica "tem o objetivo de dar publicidade" ao posicionamento de Lula em defesa do fechamento dos clubes de tiros, pois o petista "tem a intenção de acabar com empregos de um setor que gera empregos e proporciona diversão a milhões de brasileiros".

"Os clubes de tiros hoje no Brasil empregam mais de 150 mil pessoas e continuam gerando novas oportunidades de emprego [...] Os clubes de tiros não serão fechados por Lula ou qualquer outro que seja eleito, pois todo cidadão brasileiro tem direito ao esporte, à saúde, à educação e à segurança pública."

Lula defende transformar clubes de tiros em clubes de livros

Em abril, no evento em que o PSOL oficializou o apoio à campanha do ex-presidente Lula no pleito presidencial deste ano, o petista, ao criticar o presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou que os clubes de tiros que foram criados nos últimos anos devem "ser fechados" e substituídos por "clubes de livros". "Trocar os tiros pelos livros", pontuou.

Já ao oficializar sua candidatura neste mês, Lula voltou a defender que o país precisa de mais livros e de menos armas.

"O Brasil terá a oportunidade de decidir que país vai ser pelos próximos anos e [pelas] próximas gerações. O Brasil da democracia ou do autoritarismo? Do conhecimento e tolerância ou do obscurantismo e da violência? Da educação e cultura ou dos revólveres e fuzis?", declarou. E da sangreira.

 

"Eu estarei lá", diz delegado bolsonarista sobre 'possível ataque' no 7 de Setembro em Copacana

 

 

www.brasil247.com - Paulo Bilynskyj

247 - O delegado bolsonarista da Polícia Civil de São Paulo, Paulo Bilynskyj, que já ameaçou atirar em Lula, fez publicação em seu Instagram com menção a um 'possível ataque' no 7 de Setembro, quando haverá manifestações golpistas a favor de Jair Bolsonaro (PL), afirmando que "estará lá". O registro foi recuperado pela coluna Maquiavel da revista Veja.

O policial é um sujeito perigoso, líder dos clubes de tiro bolsonarista, que acumula mais de 700 mil seguidores em seu perfil na rede social, e já fez uma sequência de 'stories' enquanto fazia sessões de treinamento de tiros. Nas publicações, havia ameaças de morte que precisam ser bem investigadas, e menções às manifestações golpistas em apoio a Bolsonaro no bicentenário da Independência. Bilynskyj fez enquete em tom irônico, debochando de quem não vai comparecer aos eventos, com as seguintes opções: "Eu vou no 7 de setembro" ou "Eu não vou, sou fracote".

No mesmo post, havia uma mensagem enviada por um seguidor: "O capitão já convocou para irmos às ruas, qual sua opinião sobre um 'possível' ataque?" Em resposta, o delegado adicionou um vídeo descendo de um veículo para atirar em um alvo de papelão, enquanto gritava "é fogo!" Na legenda, escreveu: "Eu estarei lá."

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19
Mai22

Lula é cafangado por integrantes histéricos de clube de tiro: “A gente adora você”

Talis Andrade

 

Deputados serial killers também ameaçam o presidente de morte. Lula promete fechar clubes de tiro e espalhar bibliotecas pelo Brasil

 
 
 

É uma triste realidade brasileira: serial killers das bancadas da bala continuam a ameaçar Lula de morte.

Assassino em série, o psicopata que já metralhou mais de duas pessoas. Tem um deputado de São Paulo que confessou 200 mortes, outro umas cem.

Homicidas devem frequentar os clubes e escolas de tiros estimuladas pelo presidente Bolsonaro. Idem as milícias eleitorais armadas, idealizadas pelo Gabinete do Ódio instalado no Palácio do Planalto, que o Brasil virou uma republiqueta de bananas, com suas principais empresas falidas pelas Lava Jato, ou leiloadas por Michel Temer e Bolsonaro doudos por dinheiro. 

Os violentos ou faroleiros parlamentares que ameaçaram matar Lula: general Eliezer Girão Monteiro, coronéis Washington Lee Abe, Lucinda Telhada, Tadeu Anhaia, André Azevedo, Carla Zambelli casada com um coronel, sargento Anderson Alves Simões, cabo Junio Amaral, inclusive o pastor Otoni de Paula, que bem imita trejeitos de gay desmunhecado. Todos fazem parte da tropa de choque de Bolsonaro. 

Os discursos de ódio são cotidianos. O presidente capitão dá o satânico exemplo de apologia da violência como campanha eleitoral. Como se quisesse envolver o Brasil em uma guerra civil, que não se trama golpe sem listas de presos políticos e listas de lideranças marcadas para morrer.

 

Clube de Tiro vende "livros" para matar Lula
 
 

Em suas redes sociais, integrantes do Clube de Tiro TZB, em Goiânia, publicam vídeo em tom de ameaça e deboche ao ex-presidente Lula (PT). No vídeo, os participantes anunciam que já começaram o ”clube do livro” no TZB e um deles diz: ”a gente adora você, cara”.

Ao abrir o livro, fica evidente que, na verdade, são caixas com armas dentro. ”Olha que livro bonito”, comenta um deles ao abrir o conteúdo.

Nessa mesma publicação, um dos apoiadores repete o slogan de Bolsonaro: ”um povo armado jamais será escravizado”.

 

Por que ”Clube de Livros”?

 

Recentemente, em abril, durante um encontro em que recebeu apoio formal do PSOL, Lula declarou que, caso seja eleito, pretende fechar todos os clubes de tiro formados durante o governo de Bolsonaro (PL), criando clubes de leitura.

- Se preparem, porque esses clubes de tiros que foram criados vão fechar, vamos criar clubes de leitura. Em vez de tiros, nós teremos livros. Vamos espalhar bibliotecas pelo país. Vamos trocar armas por livros

A publicação do TZB é um deboche e afronte ao comunicado de Lula. Veja que todos usam uma barba de Fidel Castro como exibição de bravura, cara de guerreiro cubano.

 

Lula defende transformar clubes de tiros em clubes de livros

"O Brasil terá a oportunidade de decidir que país vai ser pelos próximos anos e [pelas] próximas gerações. O Brasil da democracia ou do autoritarismo? Do conhecimento e tolerância ou do obscurantismo e da violência? Da educação e cultura ou dos revólveres e fuzis?", declarou Lula. 

 

Delegado levou seis tiros em briga com exPaulo Bilynskyj postou vídeo em que ironiza declaração de Lula - Reprodução: Instagram

Paulo Bilynskyj ganhou projeção nacional em maio de 2020, com o espetaculoso suicídio da noiva Priscila de Bairros, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.

Após atirar contra o delegado, Priscila teria atirado contra ela mesma e morreu no local.

O inquérito que investiga o caso ainda não foi concluído, mas, no ano passado, em entrevista ao "Domingo Espetacular", da RecordTV, Bilynskyj disse que não seria possível ele ter atirado e que "nunca" foi acusado "de nada".

Caso Priscila: pais depõem pela 1ª vez sobre morte da modelo em SP -  Notícias - R7 São Paulo

 

Na ocasião, os advogados da família de Priscila questionaram o motivo que levou a modelo a tirar a própria vida e indicaram que, "dependendo o que motivou, o doutor Paulo pode responder por instigação ao suicídio". Segundo o delegado, na noite anterior aos tiros, Priscila viu uma mensagem de uma mulher no computador do namorado e não gostou. Ele diz que era uma mensagem anterior ao relacionamento dos dois, de uma admiradora do seu trabalho como policial.

Deputado dispara arma durante sessãodeputado do MS atira durante sessão

Um deputado estadual do Mato Grosso do Sul foi criticado pelos colegas por ter disparado uma pistola durante a votação de um projeto de sua autoria.

João Henrique Catan (PL-MS) participava da sessão de forma remota, em um estande de tiro, e disse que era um “tiro de advertência no comunismo”.

O projeto, de âmbito estadual, reconhece o risco da atividade de atirador desportivo e foi aprovado por 16 votos favoráveis e três contrários. “O povo armado jamais será escravizado”, bradou João Henrique, apoiador fanático do presidente Jair Bolsonaro (PL).

EVANDRO GUEDES FALA SOBRE O DELEGADO PAULO BILYNSKYJ

Caso Priscila: Mensagens para ex revelam que delegado temia modelo -  Notícias - R7 São Paulo

Paulo Bilynskyj e Priscila de Bairros. Uma morte jamais investigada. 

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