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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

28
Dez20

Triste dilema: quem é menos pior, Baleia Rossi ou Arthur Lira?

Talis Andrade

TEMER TRAMA PRESIDIR NOVAMENTE A CÂMARA DOS DEPUTADOS

 

Pin de Fernanda Lobato em O golpe contado por charges | Laerte, Laerte  coutinho, Caricaturas

por Cláudio da Costa Oliveira

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A cada dia assistimos a destruição de tudo que foi construído ao longo de décadas, sem qualquer reação. Se este (judiciário) também falhar, o melhor é procurar alguma nação independente onde nossos filhos e netos possam se desenvolver longe da colônia escravizada que se tornará o Brasil.

Depois que o STF não autorizou a reeleição de Maia e Alcolumbre à presidência da câmara e senado o congresso brasileiro passou a analisar as opções existentes. 

Para a Câmara Federal o governo Bolsonaro indica o deputado Arthur Lira (PP-AL). 

Figura conhecida que juntamente com seu pai, Benedito Lira, tem muitos envolvimentos em processos por irregularidades em âmbito estadual e federal, inclusive na operação Lava-Jato (Petrobrás). Basta uma rápida verificação no “google” para conhecer.

Em oposição a Lira o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, lança o nome de Baleia Rossi (MDB – SP), figura não menos conhecida e controversa. 

Recentemente o Conselho Nacional dos Transportadores Rodoviários de Cargas – CNTRC publicou uma relação de deputados federais considerados “traidores da pátria” pelos caminhoneiros, na qual é incluído o nome de Rossi, como vemos no artigo a seguir :  

https://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/5640-caminhoneiros-fazem-lista-dos-traidores-da-patria

A lista é composta por deputados que costumeiramente votam contra os interesses nacionais e em defesa do capital estrangeiro. 

Entre um candidato e outro praticamente não existem diferenças. Qualquer que seja a escolha o Brasil e seu povo estarão desamparados. 

Me desculpem os incrédulos, mas na democracia brasileira a única opção que temos hoje é recorrer ao judiciário.

A cada dia assistimos a destruição de tudo que foi construído ao longo de décadas, sem qualquer reação. Ontem foi a Liquigás.

Se este (judiciário) também falhar, o melhor é procurar alguma nação independente onde nossos filhos e netos possam se desenvolver longe da colônia escravizada que se tornará o Brasil.

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TEMER TRAMA PRESIDIR NOVAMENTE A CÂMARA DOS DEPUTADOS

Nota deste correspondente: Piores do que Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre existem. Existem de sobra na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

O Rio das Pedras votou no Rodrigo Maia junto com o senador filho Zero 1 do Zero Zero presidente, o Flávio Bolsonaro. 

Pior do que Maia, o Baleia Rossi, deputado do Temer no golpe de 2016, hoje e sempre. 

O PT precisa ser muito safado para votar no candidato de Temer. Um candidato que divide com Arthur Lira os votos do BBB Brasil, as bancadas da Bíblia, do boi e da bala.

Comenta o Portal 247: "Caso o Brasil volte a ser uma democracia e os brasileiros recuperem seu direito de votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi suprimido da população pelas forças conservadores com sua prisão política, o que abriu espaço para um choque neoliberal na economia e para a ascensão do bolsonarismo no País, Lula poderá contar com o voto até de Jair Bolsonaro.

É o que informa Lauro Jardim, em sua coluna deste domingo, no jornal O Globo. Segundo o colunista, nenhum nome produz tanta ira em Bolsonaro quanto Doria. Dias atrás, quando o nome do governador paulista foi citado, Bolsonaro soltou uma frase surpreendente. 'Sou capaz de votar no Lula, mas não voto nesse João Doria de jeito nenhum".

Certo Bolsonaro. Traidor não merece voto. Com a Lava Jato, o Brasil passou a exaltar os delatores, os traidores. Doria tenta se afastar de Bolsonaro e faz duras críticas ao presidente -  CartaCapitalBriga Doria-Bolsonaro deixa obras sob impasse | Exame

Trégua: Bolsonaro e Doria trocam elogios durante reunião – Paraíba Master
02
Nov20

Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária disputam prefeituras em dez capitais

Talis Andrade

Entre os mais conhecidos estão Celso Russomanno e Joice Hasselmann, em São Paulo; dos 67 deputados e senadores que concorrem no primeiro turno, 25 são da FPA; eles disputam liderança nas pesquisas em Fortaleza, Boa Vista,  Florianópolis, Goiânia e Maceió

por Bruno Stankevicius Bassi /De Olho nos Ruralistas

A bancada mais poderosa do Congresso vai às urnas. Com 39 senadores e 245 deputados, cerca de 47% de todos os assentos no Congresso, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) terá 25 membros disputando as prefeituras de 21 municípios. O número é 39% superior ao de 2016, quando 18 membros da FPA concorreram às eleições municipais.

Esses deputados ruralistas concorrem em dez capitais: Belo Horizonte, Boa Vista, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió e São Paulo. Em quatro delas, a face mais organizada da bancada ruralista possui mais de um candidato na disputa.

Na capital paulista, a ex-coordenadora de Comunicação da FPA Joice Hasselmann (PSL) tenta tirar votos do representante bolsonarista na disputa, o deputado Celso Russomanno (Republicanos), em queda livre nas pesquisas. Nenhum dos dois declarou bens agropecuários à Justiça eleitoral, um fenômeno comum entre os “ruralistas urbanos”.

O mesmo acontece em Fortaleza, onde o ex-militar Capitão Wagner (Pros), líder nas intenções de voto e favorito para o segundo turno, declarou, entre seus bens, apenas uma letra de crédito no agronegócio no Banco do Brasil. Outro integrante recente da frente, Heitor Freire (PSL), tem apenas 1% nas pesquisas.

Ao todo, 67 parlamentares se licenciaram do Congresso para concorrer às eleições de 15 de novembro. Somada à pandemia e ao bloqueio de pautas pelo Centrão e pela oposição, as ausências travaram completamente as votações na Câmara, que não vota projetos de lei desde 29 de setembro.

DE RORAIMA AO MATO GROSSO DO SUL, GRILAGEM E ATAQUES CONTRA INDÍGENAS

Diferente de São Paulo e Fortaleza, em Boa Vista e Campo Grande a disputa conta com “ruralistas raiz”. Na capital de Roraima, o deputado Ottaci Nascimento (Solidariedade) lidera a disputa contra a tucana Shéridan. Ex-esposa de José de Anchieta Júnior, ex-governador de Roraima falecido em 2018, a candidata foi investigada pela Polícia Federal por suspeita de grilagem na compra de um terreno de 1,1 milhão de metros quadrados próximo de Boa Vista por R$ 25 mil, parte de um esquema de fraudes em títulos fundiários durante o governo de Anchieta.

Em 2018, quando foi eleita para a Câmara, Shéridan declarou créditos a receber relativos à venda da Fazenda Dois Unidos, localizada na Gleba Cauamé. A área foi alvo de disputa no Supremo Tribunal Federal (STF) entre o estado de Roraima e a União, que acusou o Instituto de Terras de Roraima (Interaima) de tentar transferir para o estado títulos de terras devolutas pertencentes ao patrimônio federal.

Na Câmara, Shéridan se destacou como relatora do projeto de lei que pretendia autorizar a pastagem de animais em áreas de reserva legal e foi tema de reportagem do De Olho nos Ruralistas, durante sua campanha para deputada: “Acusados de grilagem, propinas e uso de verbas públicas, ruralistas de Roraima se unem na eleição“.

Na capital sul-mato-grossense, a disputa pela prefeitura envolve dois candidatos ruralistas com histórico de ataques aos povos do campo. Listado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) como um dos 50 parlamentares que mais atuam contra os povos originários, Dagoberto Nogueira (PDT) aparece em quarto na corrida pela prefeitura de Campo Grande, atualmente liderada pelo candidato à reeleição Marquinhos Trad (PSD).

Durante seu mandato na Câmara, ele apresentou um projeto para legalizar a criação de cassinos em áreas indígenas e chegou a propor o fim dos grupos técnicos para identificação e delimitação de terras tradicionalmente ocupadas pelos Guarani no Mato Grosso do Sul. Dono de um patrimônio de R$ 3 milhões, segundo declaração à Justiça eleitoral, Nogueira é dono da Fazenda Mariana, em Miranda, com 2.249 hectares.

Entre seus rivais está o deputado Loester Trutis (PSL). Com 1% da intenção de votos, ele teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por ausência de requisito de registro. Representante do bolsonarismo e da extrema-direita, Trutis divulgou em 2018 uma foto ao lado da senadora Soraya Thronicke e do deputado estadual Renan Contar, ambos do PSL, onde os três estavam armados. Na legenda, ele afirmava estar “só de boa esperando algum vagabundo do MST invadir nossa propriedade”, em referência ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Dono de lanchonete, o deputado tornou-se conhecido após criar um lanche em homenagem ao torturador e estuprador Carlos Brilhante Ustra, ídolo de Jair Bolsonaro. Na imagem promocional, divulgada nas redes sociais do Trutis Bacon Bar, o sanduíche chamado “Ustra Burguer” aparece acompanhado do slogan “Manda sua fome para a vala”.

OLIGARQUIAS RURAIS VÃO ÀS URNAS EM MINAS, SANTA CATARINA E GOIÁS

Com menos de 1% de intenção de voto entre os eleitores de Belo Horizonte, o deputado Lafayette Andrada (Republicanos) possui ligações com o mundo agrário que vão além de sua participação na bancada ruralista. Dona de fazendas em Antônio Carlos (MG), a família Andrada está no Congresso desde antes da Primeira República (1889-1930), a partir da qual as oligarquias rurais de São Paulo e Minas Gerais se alternavam no poder na chamada República do Café com Leite.

Descendente de José Bonifácio de Andrada e Silva e filho do ex-deputado Bonifácio de Andrada (PSDB), autor do relatório que rejeitou a segunda denúncia de impeachment contra Michel Temer, Lafayette não declarou bens rurais.

Ele não é o único ruralista pertencente à “bancada dos parentes“. Esposa do senador e ex-governador de Santa Catarina Espiridião Amin (PP), Angela Amin (PP) aparece em segundo lugar na corrida pela prefeitura de Florianópolis, atrás do atual prefeito Gean Loureiro (DEM).

O casal é um tradicional defensor da indústria avícola do estado, situando-se no centro da disputa pelo traçado da chamada “Ferrovia do Frango“, obra de R$ 17 bilhões que ligará a região de Chapecó — conhecida nacionalmente pelo time de futebol, patrocinado pela cooperativa Aurora — aos portos catarinenses.

Outro membro da FPA com chances na disputa é o senador Vanderlan Cardoso (PSD), que lidera as intenções de voto em Goiânia. Com um patrimônio de R$ 14,7 milhões, o candidato é dono da Fazenda Vargem Bonita, em Senador Canedo (GO), e é sócio em duas empresas do setor, a Nova Terra Comércio de Alimentos e Participações Ltda e a Cardoso Indústria de Alimentos S/A. Esta última com sede em Buenos Aires, Argentina.

As outras capitais com candidatos ligados à bancada ruralista são: João Pessoa, com Ruy Carneiro (PSDB); Curitiba, com Christiane Yared (PL); e Maceió, com JHC, que disputa a prefeitura da capital alagoana pela segunda vez e é favorito para chegar ao segundo turno.

Confira a lista completa dos parlamentares da FPA que disputam as eleições municipais de 2020:

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08
Mai20

O depoimento de Moro contra Bolsonaro é a cara dos julgamentos do juiz ladrão

Talis Andrade

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por Toninho Kalunga

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Quem me conhece sabe que não cabe em minhas características a de defender o que não acredito. Pois bem... ao ler o depoimento de Sergio Moro à Polícia Federal, o que se vê é um amontoado de ilações, perspectivas e pontos de vistas pessoais sobre suposições do declarante, sem absolutamente nenhuma prova.

Sergio Moro, das duas, uma: ou seguindo a orientação do Pato da FIESP, amarelou ou simplesmente mentiu quando deixou nas entrelinhas que o motivo da saída do Ministério da Justiça foi uma interferência do pior presidente da história do Brasil.

De tudo o que Sergio Moro falou, duas demonstram o caráter (ou a falta dele) no sentido do compromisso com a verdade dos fatos e com o país. Assim como no caso Lava Jato, Sergio Moro se interessa apenas por sua personalidade, pelos holofotes e pela destruição da reputação de seu inimigo, mesmo que isso não tenha relação com o que está sendo discutido, acusado e julgado:

Perto do fim do depoimento, ele diz o seguinte: "QUE reitera que em seu pronunciamento narrou fatos verdadeiros, mas, EM NENHUM MOMENTO, AFIRMOU QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA TERIA PRATICADO UM CRIME e que essa avaliação cabe às instituições competentes;

Mas antes disso, já no início do depoimento, ele solta essa pérola: "QUE perguntado sobre sua definição sobre interferência política do Poder Executivo em cargos de chefia no âmbito da Polícia Judiciária, respondeu que ENTENDE QUE SEJA UMA INTERFERÊNCIA SEM UMA CAUSA APONTADA e, portanto, arbitrária;

Durante TODO o processo na Lava Jato, duas questões são fundamentais de serem analisadas: A primeira, DE FATO, houve desvio de dinheiro da estatal em negócios realizados pela empresa. Que esse dinheiro serviu a dois propósitos: Enriquecimento ilícito e irrigação de caixa um e caixa dois de partidos políticos. Entre eles, o PP de Jair Bolsonaro, que inclusive recebeu R$ 200.000,00 para sua própria campanha em 2014 de deputado federal.

É importante lembrar que o sistema eleitoral brasileiro, era permissivo com o caixa dois! E porque era permissivo? Porque PERMITIA financiamento diretamente de EMPRESAS para partidos e candidatos e isso significava algo óbvio.

As empresas, e não apenas as citadas na LAVA JATO, mas TODAS as empresas que doavam para partidos e candidatos não o faziam por amor à pátria e devoção à democracia brasileira, mas como forma de investimento futuro! Era absolutamente LEGAL e estava dentro das regras do jogo político ter financiamento eleitoral privado.

Que atire a primeira pedra, um candidato a prefeito eleito em cidade com mais de 5.000 eleitores que não tenha utilizado de caixa dois e de financiamento eleitoral PRIVADO em suas campanhas!! Não há!! E vai continuar não havendo, pois, o processo eleitoral é dinâmico e não tem como não permear interesses econômicos na gestão de uma cidade! Quem disser o contrário disso é antes de mais nada hipócrita.

Dos 35 partidos políticos brasileiros, APENAS TRÊS, nenhum membro, nem sua direção receberam nenhum dinheiro de empresas ligadas à Lava Jato, são eles o PCB. (Partido Comunista Brasileiro) PCO (Partido da Causa Operária e o PSTU. Os três de esquerda.

Então, todos os partidos acima receberam dinheiro do caixa de alguma empresa ligada à Lava Jato. Seja pela via direita (caixa 1) ou pela via indireta, do caixa dois.  Neste caso, o dinheiro não era contabilizado oficialmente e não está na conta acima, já que os dados acima, são do Tribunal Superior Eleitoral e se referem às doações nas eleições de 2014, dizem respeito às doações declaradas à Justiça Eleitoral e tiveram suas contas APROVADAS.

Acontece, que Sergio Moro, prendeu apenas tesoureiros do PT, e 1 do PP (que era o Partido de Bolsonaro à época do início da Lava Jato) sendo que TODOS os outros tesoureiros de TODOS os outros 32 partidos em atividade no Brasil em 2014 receberam algum tipo de ajuda financeira da mesma fonte.

Ou seja, das empresas investigadas na Lava Jato e sua relação com os partidos, apenas os do PT receberam oficialmente dinheiro que merecia a prisão? Isso significa que somente no PT tinha corrupção nessa relação financeira e política? Evidente que não! Mas a demonização da política, incentivada pela Rede Globo e acompanhada por toda a mídia corporativa brasileira ligadas às sete famílias, donas da Globo, Record, Bandeirante, grupos Jovem Pan, Folha, Abril e Estadão,  não permitia outra alternativa que não fosse a acusação por parte de Sergio Moro contra o PT, pois a sua medida e a medida desta imprensa, nunca foi a do combate à corrupção, mas o combate político contra o PT, como se percebe nos pesos e medidas diferentes relacionados, por exemplo aos tesoureiros dos outros partidos e os do PT.

Algo semelhante acontece no depoimento que Moro deu à PF, agora com relação a Bolsonaro! Houve intervenção política na nomeação do Superintendente da Polícia Federal? Óbvio que sim! Houve crime nessa intervenção política? Não! A nomeação é livre! O crime é uma suposição até Sergio Moro dizer que estava saindo do governo por esta razão! Então, bastava que Sergio Moro mostrasse que houve um pedido de uso ilegal das atribuições presidenciais para que houvesse o crime! Sergio Moro demonstrou isso em seu depoimento? Não!

Aliás, mais do que não mostrar, inocentou literalmente Bolsonaro!! Pode ser que venha a ser incriminado por outros depoimentos, mas diante deste, certamente, o que Sergio Moro fez foi um amontoado de suposições, de devaneios políticos, de elucubrações políticas e demonstração de golpismo bem característico de sua prática política, utilizando-se da lei para manipular, ludibriar, fazer engodo e explodir o país.

Bolsonaro é de longe, o pior presidente da história do Brasil. Inepto, inapto, truculento, mal caráter, tresloucado, egoísta e todos os adjetivos que cabem numa ratazana política! Contudo, com base no que Sergio Moro falou, em nada, Bolsonaro infringiu a lei. Sergio Moro quer uma republiqueta dominada pela turma da Lava Jato que destruiu a economia do Brasil sob o manto mentiroso do combate à corrupção! Sua saga continua, porém, desta vez falta ao juiz ladrão a caneta para escrever a “súmula” de seu enredo.

Bolsonaro e Sergio Moro são produtos do mesmo desejo político do fascismo da direita política! Mas Bolsonaro tem 30 anos de vida marota e como todo vagabundo que nunca foi pego, aprendeu a malandragem de não ser pego por um bandido pé de chinelo que lhe foi um serviçal que se prestou aos seus propósitos. Na hora certa, foi chutado! Que os cães do bolsonarismo os engula.

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