Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

24
Jun18

Dario Messer, chefe da mafia judia, também quer as benesses da delação mais do que premiada

Talis Andrade

moro messer.jpg

BANESTADO – de longe o maior caso de corrupção de todos os tempos: mais de 134 bilhões! De dólares!

 

Dario Messer, o 'doleiro dos doleiros', e Alberto Youssef, 'rei dos doleiros', atuaram paralelamente como capos das máfias judia e libanesa no assalto ao BanEstado, no Mensalão e na Lava Jato, sempre tendo Sergio Moro como juiz santo protetor.

 

Youssef foi três vezes julgado por Moro, e três vezes salvo, sendo que, na segunda vez, ino-cen-ta-do como traficante de cocaína. A quadrilha de Youssef foi presa com 700 quilos de cocaína, doutra vez com 1,3 tonelada.  

 

Conto sobre os sete folegos de Youssef aqui. Que o juiz Sergio Moro considerou que não havia provas que mostrassem a participação de Youssef de "forma revelante" para o tráfico.

 

Dario Messer, mais o pai, dono de um banco no Brasil, também esteve ligado ao tráfico, como associado do presidente Horacio Cartes do Paraguai, que respondia inquérito no Brasil por contrabando de cigarros. Cartes também associado ao senador Perrella do helicoca, capturado com 445 kg de cocaína. 

 

Esquisitamente a Lava Jato foi criada para investigar os tráficos de drogas e diamantes. Uma investigação que prendeu o traficante de drogas Rene Luiz Pereira, que tinha ligação com o traficante de diamantes Carlos Habid Chater, que tinha ligação com o traficante de moedas Alberto Youssef, velho conhecido de Moro. 

 

Youssef foi preso no Maranhão. Estava em São Luís para fazer o pagamento de R$ 1,4 milhão a João Abreu, então secretário da Casa Civil do governo de Roseana Sarney (PMDB). Nunca respondeu por este crime. Tem mais: a espalhafatosa Polícia Federal plantou na imprensa nacional a seguinte manchete: "Doleiro de Londrina é preso e tem hotel sequestrado pela Justiça". Que mentira! Que lorota boa!

 

As multas, os bens sequestrados, as propinas, a grana dos delatores lavado pela lava jato, tudo um faz de contas que ninguém faz as contas. Disse Lenio Luiz Streck: "Sempre fico com uma pulga atrás da orelha quando um delator diz: entreguei 40 milhões (é um exemplo) para fulano. Eu penso: mas ninguém lhe pergunta como ele fez isso? Mandou um motoboy? Mandou para um banco? Mandou para o exterior? E se entregou em cash, como ele arrumou esse ervanário, se qualquer retirada de banco acima de dez mil exige burocracia? Enfim, criou-se um mundo de ficções".
blue_tree_londrina_imovel_sequestrado.jpg

PROPAGANDA ENGANOSA. Espia um dos imóveis sequestrados de Alberto Youssef solto em São Paulo, podre de rico, em uma vida de luxo e luxúria 

 

Preso no Maranhão, Youssef pediu para ir para a Curitiba, e foi, e lá parou as investigações dos tráficos de drogas e diamantes. Foi assim que a Lava Jato começou a operação para salvar a Petrobras do quadrilhão do PMDB, formado por Michel Temer, Henrique Alves, Eduardo Cunha, três ex-presidentes da Câmara dos Deputados. 

 

A Lava Jato orquestrou o golpe que derrubou Dilma Roussef, e colocou na presidência Temer, que entregou a Petrobras e o Pré-Sal de volta ao PSDB de Fernando Henrique, a Pedro Parente amigo de Moro, que terminou homenageado em Nova Iorque pela empresa Lide do tucano Dória, com patrocínio da Petrobras. 

Parente em Nova Iorque com Moro.jpeg

UMA NOITE DE GALA. Pedro Parente e o casal Moro em Nova Iorque 

 

 

O pesadelo de Sergio Moro: Dario Messer negocia acordo para se entregar

dario- messer.jpg

 DARIO MESSER, 'doleiro dos doleiros', título dado por Alberto Youssef

 

Dario Messer, conhecido como ’doleiro dos doleiros’, quer se entregar às autoridades. "Foragido há quase dois meses e com ordens de prisão do Brasil e do Paraguai, o doleiro Dario Messer se diz disposto a colaborar com a Justiça, mas quer negociar condições para que possa se entregar. Sobretudo, espera ter a possibilidade de responder aos processos em liberdade", informa o jornalista José Marques, na Folha de S. Paulo. "Dario está aberto e quer falar tudo o que sabe, mas não quer ter a faca no pescoço", diz José Marcondes de Moura, advogado brasileiro de Messer.

 

Leia artigo do duploexpresso.com sobre as ligações entre Messer, Moro e PSDB:

 

Vale lembrar que, assim como no caso “Banestado”, apesar de novamente denunciado, Dario Messer, “estranhamente”, mais uma vez passou ileso – quase incógnito – pelo “Mensalão”.

 

Ironia: no “Mensalão”, mais uma vez, os nomes “Messer” e “Moro” voltam a se cruzar. Ainda que tangencialmente. Isso porque o juiz paranaense participou, como assistente, do julgamento no STF. Diz-se mesmo que teria chegado a redigir votos da Ministra Rosa Weber. Inclusive aquele, escandaloso, que condenou José Dirceu – sem provas – sob a alegação de que “a doutrina [a literatura jurídica] assim permite”.

 

[nota: apenas segundo esse ghost writer!]

 

Em 2015, no início da Lava Jato, Messer muda-se para o Paraguai. Nesse país, muito próximo do atual Presidente, goza de “santuário”.

 

Pergunta:

 

– Terá sido Messer alertado por alguém da Operação Lava Jato a fazer essa sua mudança – repentina – para o Paraguai?

 

– E a também, ao mesmo tempo, despachar parentes próximos para Israel?

 

A mudança de endereço de Messer para o Paraguai é, contudo, apenas parcial: visa apenas a proteger a sua pessoa. Isso porque embora no Paraguai resida, o centro de suas operações continua sendo o Uruguai. País esse que serve de base das operações da família Messer desde os tempos do pai de Dario, Mordko Messer. É certo, contudo, que segue sendo fácil supervisionar as operações do Paraguai, uma vez que um voo entre Assunção e Montevideo leva pouco mais de 1h. Reuniões presenciais, a salvo de interceptações, não seriam tão fáceis caso Messer tivesse seguido a família rumo a Israel, certo?

 

Chegamos então a 2017 e a novo escândalo: o FIFAgate. Mais uma vez Messer é “estranhamente” poupado. Para além de menção solta na imprensa esportiva, não houve nenhum destaque para o fato de representantes da gigante Nike terem mencionado o nome de Messer em depoimento ao FBI, nos EUA, em agosto de 2017.

 

Notem que, ao longo dos anos, Messer seguiu operando sem ser incomodado pela Justiça americana – seja no Brasil, seja no Paraguai. Vale lembrar que no país de residência atual, o Paraguai, até base militar americana há!

 

Há indícios, segundo nossas fontes, de que, em troca do salvo conduto de que goza, Messer seja informante das agências de inteligência americanas. Ainda mais atuando no que os americanos sempre consideraram um local “sensível” para o fluxo de dinheiro frio: a tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai. Com parentes abrigados em Israel, possivelmente a “cooperação” também se estenda à inteligência do país.

 

Aliás, vale ressaltar que parentes de Messer se mudaram para Israel (justamente!) no mesmo ano em que Messer partia para o Paraguai: 2015. Largaram para trás, no Brasil, carreiras promissoras no mundo da finança. Sim, na finança, é claro. Afinal, diz o ditado que “um fruto não cai longe da árvore” (que o gerou), não é mesmo?

 

Homem bomba, Messer é o maior pesadelo de Sergio Moro. Fonte primária nos revela, por exemplo, que nas reuniões de cúpula da Odebrecht, ainda no início da Lava Jato, dizia-se que havia alguém que, com muita facilidade, poderia parar Sergio Moro em dois tempos.

 

Não outro que…

 

– … Dario Messer!

 

E é neste ponto que a narrativa de lá, da Odebrecht, casa com o que ouvimos de fontes nossas na inteligência europeia: para além de convicções “ideológicas” e cooptação financeira via “palestras”, o que teria tornado Sergio Moro um “operador” dos interesses americanos no Brasil seria o fato de o juiz, já havia muito, ser refém da inteligência americana. Afinal, os americanos têm também em seu poder o dossiê “Banestado”. Possivelmente, inclusive, em virtude da parceria com o próprio Dario Messer. Assim, desde o início da Lava Jato, conseguem empurrar Sergio Moro no sentido que determinam.

 

Isso explicaria, por exemplo, o esforço “heterodoxo” e (extremamente) artificial para trazer denúncias de corrupção na Petrobras, empresa sediada no Rio de Janeiro, para Sergio Moro, no Paraná. Usaram para tanto um velho conhecido, também de Banestado: Alberto Yousseff.

 

Mera coincidência?

 

Yousseff que, figurinha carimbada no submundo dos doleiros, pode até mesmo ter sido plantado no “esquema” que rolava na Petrobras. Isso porque, bastante antigo, era de conhecimento não apenas da classe política como também de todo submundo de “operadores” e doleiros. Um círculo, afinal, bastante restrito, em que todos se conhecem. “Operam” ora concorrendo ora, inclusive, em consórcio, quando as operações são grandes demais.

 

Como sabemos todos a esta altura, com direito inclusive a vazamentos para o Wikileaks, o “esquema” na Petrobras também era de conhecimento de outro ator chave nessa história toda:

 

– A inteligência dos EUA.

 

Sim, a mesma que alimenta – e dirige – Sergio Moro.

 

E foi assim, através da “fortuita” (?) – e claramente marginal! – participação de Yousseff num esquema de décadas, que a jurisdição sobre a Petrobras (“carioca”) foi atraída para alguém que os americanos já tinham no Bolso: Sergio Moro, o juiz do Paraná.

 

Pensem comigo:

 

– De repente, as múltiplas estadias de Moro nos EUA – após o enterro do caso Banestado – podem ganhar um novo significado, não é mesmo?

 

Os tais cursos de “treinamento” em “lavagem de dinheiro”, para além da fachada – que provavelmente até existia, deviam contar “ademais” com, digamos… hmmm… “cadeiras” e “créditos” suplementares – clandestinos! – ministrados pela inteligência americana

.

A propósito, vale lembrar que mesmo hoje, num mundo em que não há como garantir sigilo absoluto de comunicações remotas (nem mesmo de chefes de Estado), as mais que frequentes idas de Sergio Moro aos EUA sempre chamaram a atenção do público atento ao noticiário da Lava Jato. O álibi de “palestras” – pagas não se sabe por quem… – pode perfeitamente mascarar o verdadeiro objetivo: o recebimento, seguro, de instruções. Bem como de “dicas”, documentos e gadgets de espionagem.

 

(como, por exemplo, aquele que, em um par de horas apenas!, triou e degravou o grampo – ilegal – na conversa entre a Presidente Dilma e o Presidente Lula?


Quando, na sequência, o “juiz” Sergio Moro entregou – ilegalmente! – o seu login e senha no sistema da Justiça Federal ao jornalista Matheus Leitão, filho da também jornalista Miriam Leitão, para que Matheus, no lugar de Moro (!), fizesse o login e baixasse o áudio, para que esse fosse, ato contínuo, transmitido ao vivo na Globonews, causando grave perturbação da ordem pública?


Inclusive com “populares” (sic) cercando o Palácio do Planalto e ameaçando invadi-lo?)


O Plantão Brasil é um site independente. Se você quer ajudar na luta contra o golpismo e por um Brasil melhor, compartilhe com seus amigos e/ou em grupos de Facebook e WhatsApp. Quanto mais gente tiver acesso às informações, menos poder terá a manipulação da mídia golpista.

 

O elo perdido - e explosivo - ligando Lava Jato e Ban$stado

 

Segundo fonte nossa na comunidade de inteligência europeia, os “operadores” do enterro do escândalo do Banestado – de longe o maior caso de corrupção de todos os tempos: mais de 134 bilhões! De dólares! – teriam recebido 0,8% desse montante para operacionalizar o “desmonte”. Por óbvio, entre os “coveiros” necessariamente se encontravam membros do Judiciário. Os “operadores jurídicos” do “enterro” também teriam, portanto, entrado no rateio desse butim.

 

Ou seja: 0,8% dos 134 bilhões de dólares.

 

Nada menos que 1.072 bilhão de dólares!

 

Vale lembrar que o juiz Sergio Moro, na qualidade de juiz de instrução, presidia as investigações então. Leia mais. Texto de Romulus Maia 

24
Jun18

O BRASIL, GOVERNADO PELO PT, FOI QUEM MAIS INVESTIU EM ENERGIA NO PLANETA E TUDO ESTÁ SENDO DESTRUÍDO PELA LAVA JATO!

Talis Andrade

demolição.jpg

 

por Emanuel Cancella

===

 

A energia é o insumo mais importante na economia de qualquer país. Sem energia não tem a industrialização, base do crescimento do PIB. Os EUA, a Europa e outros países precisam da energia até para não morrerem de frio.

 

No Brasil, governado por FHC, tivemos o “apagão” elétrico por falta de energia.

 

Nos governos do PT, de Lula e Dilma, os investimentos em energia foram maciços. E não foi só no petróleo, em que, no governo de Lula, a Petrobrás desenvolveu tecnologia inédita permitindo a descoberta do pré-sal.

 

A tecnologia inédita no mundo para permitir a descoberta do pré-sal estava parada há mais de 30 anos na Petrobrás. Os investimentos e os riscos eram imensuráveis.

 

Até que a ousadia de um geólogo, diretor da Petrobrás, Guilherme Estrela, venceu o desafio. Com o aval do presidente Lula, perfurou o poço de Tupi, que agora se chama Lula. O furo, de cerca de 7 km, no mar, custou US$ 240 milhões, em 2006. Estrela fez questão de ligar para o presidente Lula e informar: Presidente, descobrimos uma província de petróleo da melhor qualidade. Lula quase caiu para trás.

 

A Globo, nem mesmo com a descoberta do pré-sal, parou de atacar a Petrobrás, sempre visando à entrega da Empresa aos gringos.

 

A mesma Globo, que, na década de 90, fez campanha pela privatização da Petrobrás, comparando a Petrobrás a um paquiderme e chamando os petroleiros de marajás, também não se rendeu quando a Petrobrás, por ter descoberto o pré-sal, conquistou da OTC, pela 3ª vez, o “Oscar” da indústria do petróleo, o maior prêmio da indústria do petróleo em todo mundo (1).

 

A Globo, em editorial de dezembro de 2015: “O pré-sal pode ser patrimônio inútil” (2).

 

Em março de 2014, entre em cena a Lava Jato, chefiada pelo juiz Sérgio Moro. Em março de 2015, Moro é premiado pela Globo (3).

 

A Lava Jato chegou com o claro intuito de manchar a imagem da Petrobrás. Fazia isso através de criminosos vazamentos,  seletivos e diários, de delação premiada.

 

Esses vazamentos, proibidos na nossa legislação, eram diretamente para a mídia, principalmente para a Globo, mas só visavam atingir a Petrobrás nos governos do PT.

 

Isso porque o tucano FHC nunca foi molestado pela Operação, apesar de citado na Lava Jato em “trocentas” denúncias na Petrobrás e em muitas envolvendo seu próprio filho, além de ter apartamento de luxo em Paris e Nova York e fazenda com aeroporto no Brasil (5,6,7).

 

E Lula do PT é acusado de ser proprietário de um tríplex em Guarujá. A operação afirma que esse apartamento seria fruto de propina da OAS, entretanto a Lava Jato nunca provou através do registro de imóveis, ou qualquer documento válido, a propriedade de Lula. E Lula está preso por uma reforma nesse triplex de Guarujá que o dono da OAS, Leo Pinheiro, disse em delação premiada que fez a pedido de Lula. Pasmem! A reforma, já foi comprovado, que nunca existiu e Lula continua preso (4).

 

As duas refinarias do Nordeste (Ceará e Maranhão) tiveram suas construções canceladas pelo Pedro Parente, por conta de superfaturamento apontado pela Lava Jato. O correto seria prender os larápios, mas manter a Obra (8).

 

Resultado: por 4 meses de importação de diesel os EUA embolsaram R$ 7 BI (9). Por decisão de Pedro Parente as refinarias diminuíram para 60% a capacidade de refino. Quem ganhou com essas decisões foram os EUA. E Parente aprovou ainda a venda de grande parte de nossas refinarias, sempre beneficiando os gringos.

 

No campo das energias limpas e renováveis:

 

- Em 2015, no governo Dilma, o Brasil era o país que mais investia em energia eólica (10).

 

- No governo Dilma, 3 hidrelétricas foram construídas. Ainda há em andamento as obras de dez hidrelétricas (11).

 

- A Petrobrás, nos governos do PT criou Petrobrás Biocombustível. Energia renovável através da mamona, resido de óleo de cozinha etc. Pedro Parente tirou a Petrobrás não só do setor de biocombustíveis, como do gás, petroquímico, fertilizante para entregar para os gringos (12).

 

A lava Jato alegando combate a corrupção em 2014 paralisou as obras do Comperj, a Petroquímica é o braço mais lucrativo da indústria do petróleo e agora anuncia que o Comperj esta sendo entregue aos Chineses (13).

 

A lava Jato segundo o Clube de Engenharia, a Aepet, Fisenge, FUP e FNP destruiu a engenharia nacional e a industria naval. A lava Jato com o seu combate a corrupção irresponsável, é a grande responsável pela maioria dos 13 milhões de desempregados do Brasil, e também pela derrubada da presidente Dilma e pela   alçada ao poder do golpsita MiShel Temer, conhecido como o governo mais corrupto da história do país (15 a 19).

 

Encerro mais uma vez com a charge e o recado do Latuff, para a Fisenge (Federação interestadual dos Engenheiros):

 

“Pera aí, mas isso é investigação ou demolição?

moro explode petrobras pré-sal.jpg

 

 

Fonte:

1http://anpei.org.br/anpeinews/petrobras-recebe-premio-internacional-por-tecnologias-para-pre-sal/

2https://oglobo.globo.com/opiniao/o-pre-sal-pode-ser-patrimonio-inutil-18331727

3http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/03/juiz-da-lava-jato-ganha-premio-de-personalidade-do-ano-do-globo.html

4https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/351698/Lula-foi-condenado-por-reforma-que-nunca-existiu.htm

5https://www.cartacapital.com.br/revista/895/negocios-de-familia

6https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/350908/Com-ap%C3%AA-em-Paris-segundo-ex-amante-FHC-diz-que-pris%C3%A3o-de-Lula-%C3%A9-justa.htm

7http://www.tijolaco.com.br/blog/a-historia-da-incrivel-fazenda-de-20-dolares-de-fhc-e-seu-aeroporto-de-empreiteira/

8https://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/173765/Cancelamento-de-refinarias-no-Nordeste-foi-decis%C3%A3o-econ%C3%B4mica-diz-gerente-da-Petrobras.htm

9http://www.fup.org.br/ultimas-noticias/item/22709-em-apenas-quatro-meses-eua-lucram-r-7-bi-em-vendas-de-diesel-para-o-brasil

10http://www.ebc.com.br/noticias/economia/2015/05/brasil-e-um-dos-paises-que-mais-investem-em-energia-eolica-diz-associacao

11https://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=82252

12http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-09/petrobras-deixara-setores-de-biocombustiveis-petroquimica-e-fertilizantes

13https://sindipetronf.org.br/component/k2/item/10538-comperj-desmonte-da-petrobras-e-lava-jato-deixam-25-mil-desempregados-em-itabora%C3%AD

14https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/02/chinesa-vence-licitacao-para-unidade-de-gas-do-comperj.shtml

15https://jornalggn.com.br/noticia/para-engenheiros-lava-jato-promovo-desmonte-da-industria-nacional

16https://jornalggn.com.br/noticia/documentario-mostra-como-a-lava-jato-destruiu-a-economia-em-poucos-meses

17https://jornalggn.com.br/noticia/para-engenheiros-lava-jato-promovo-desmonte-da-industria-nacional

18http://www.aepet.org.br/w3/index.php/artigos/noticias-em-destaque/item/919-lava-jato-e-desmonte-do-pre-sal-a-combinacao-que-levou-o-rio-a-falencia

19https://www.oantagonista.com/brasil/exclusivo-em-crusoe-pa



***

21
Jun18

A QUADRATURA DO CÍRCULO EM QUE SE METEU O MINISTRO FUX

Talis Andrade

 

fux e seu guru ou sósia .jpg

 



por JOSÉ CARLOS DE ASSIS 

---

O grande Sepúlveda Pertence, ao tempo em que exercia o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, disse-me certa vez, entre o sério e o cômico, que os ministros do STF padecem de "ignorância específica", sobretudo quando se trata de questões econômicas.

 

Temos um caso paradigmático de ignorância específica do Supremo, de responsabilidade do ministro Luís Fux: a ação de inconstitucionalidade, a ser julgada por ele, impetrada pelo patronato urbano e rural contra o tabelamento dos fretes concedido pelo Governo aos caminhoneiros.

 

Para acertar um acordo, Fux reuniu:

 

(i) Advocacia-Geral da União;
(ii) Ministério dos Transportes;
(iii) Agência Nacional de Transportes Terrestres;
(iv) Associação do Transporte Rodoviário de Carga do Brasil;
(v) Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil;
(vi) Confederação Nacional da Indústria;
(vii) Confederação Nacional dos Transportadores Autonômos;
(viii) Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica;
(ix) Secretaria de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência.

 

Detalhe, todas essas instituições foram reunidas por Fux para resolver um problema criado pela Petrobrás, ou seja, a vinculação dos preços dos combustíveis ao mercado internacional de petróleo, algo de notável estupidez. Não há a mais remota possibilidade de conciliação de interesses desses agentes econômicos, empresários e caminhoneiros, sem uma decisão simples e direta da Petrobrás, ou seja, reduzir o preço do diesel.

 

Ela o fará? Certamente não, porque ela se considera autônoma na estrutura de governo brasileiro e tem um vínculo ideológico de caráter religioso, e obviamente também financeiro, com o mercado internacional e as grandes petroleiras estrangeiras. Resultado de tudo isso: uma possível greve de caminhoneiros a partir do dia 28, quando Fux tomar a sua decisão supostamente salomônica, e inútil, essencialmente fruto de sua ignorância especifica.

 

 

21
Jun18

Com apoio da Lava Jato, golpistas preparam assalto de meio trilhão de reais no pré-sal

Talis Andrade

Com o silêncio cúmplice de Sergio Moro e procuradores da Lava Jato de Curitiba

 

 

pre sal-leilao.jpg

 

 

Com um prejuízo que beira meio trilhão de reais, um novo ataque aos brasileiros e ao Brasil está em curso sob o comando dos mesmos personagens que sustentaram o golpe contra a democracia e contra a presidenta Dilma Rousseff. O governo Michel Temer e sua base planejam votar a toque de caixa um substitutivo ao Projeto de Lei 8939/17, que pode significar para a União uma perda equivalente a quase quatro vezes o que o governo federal destinou neste ano para a saúde.

 

“O Brasil está prestes a ser roubado. E esse roubo decorre do Projeto de Lei 8939/17, de autoria do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), que está em tramitação na Câmara e pode ser votado amanhã [19] no plenário. Pior que o projeto original é o substitutivo que está circulando nas redes sociais, que entrega 15 bilhões de barris do pré-sal para empresas petrolíferas estrangeiras, com um rendimento mínimo para o Estado brasileiro”, denuncia Paulo César Lima, especialista em Minas e Energia.

 

Pelo texto original do projeto, a Petrobras fica autorizada a vender até 70% das áreas não concedidas da camada pré-sal, enquanto a legislação atual (Lei 12.276/10), sancionada durante o governo Dilma, confere exclusividade à petrolífera brasileira de exercer atividades de pesquisa e lavra de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos nessas áreas. Pela lei vigente, a estatal está expressamente proibida de fazer essa transferência, como forma de defender seus interesses e os do País.

 

O estado do Rio de Janeiro e os municípios daquele estado serão um dos mais prejudicados, já que considerável parcela dos recursos da participação especial dessa exploração é destinada a eles. “Estimo uma perda com esse substitutivo para a União de R$ 500 bilhões. Só de participação espacial, o estado e os municípios do Rio de Janeiro podem perder com esse substitutivo cerca de R$ 80 bilhões”, avalia Paulo César.

 

 

 

Ele critica ainda que o projeto em discussão prevê apenas o pagamento de um bônus, que não se sabe qual é o valor, e de uma alíquota de royalties de 10%. “A maior participação governamental, no caso do pré-sal, nesses grandes campos da sessão onerosa, é a participação especial. E a participação especial é dividida entre União, estados e municípios. A União fica com 50%, e estados e municípios ficam com 50%”, explica.

_genildo pré sal petro.jpg

 

 

O especialista classifica o fato como “gravíssimo” e defende ampla mobilização para evitar que o projeto/substitutivo seja votado nesta terça-feira. “Ele precisa ser discutido pela sociedade brasileira, precisa passar pelas comissões da Câmara. A gravidade e os valores embutidos nesse substitutivo – e no próprio projeto original – podem gerar um prejuízo enorme ao povo brasileiro. É esse assalto que a gente está prestes a ver acontecer amanhã neste Congresso Nacional”, alerta.

 

Vale lembrar que, na semana passada, o plenário da Câmara aprovou, por 281 votos a 109, o regime de urgência para votação do PL, o que demonstra a disposição do governo Temer e de sua base – que chegaram ao poder para retirar direitos do povo e entregar as riquezas do País ao capital externo – de votar o mais rapidamente possível essa proposta.

 

Por ocasião da votação da urgência da proposta, o deputado Carlos Lula Zarattini (PT-SP) disse se tratar de uma verdadeira “festa para os estrangeiros, já que as jazidas foram detectadas pela Petrobras, e a exploração será sem nenhum risco”. Lembrou ainda que a estatal foi criada para explorar os recursos naturais em benefício de toda a população. “Mas a cessão aos estrangeiros significa o contrário – ajudar as petroleiras de outros países, que sequer compram equipamentos no Brasil, preferindo adquiri-los em Cingapura, China e outros países”, completou.

 

21
Jun18

O golpe, a Lava Jato e o entreguismo de Temer e corriola de Curitiba

Talis Andrade

Entreguismo-da-Petrobras.jpg

 

 

Sergio Moro é funcionário público de que país? Moro foi treinado nos Estados Unidos, para realizar que serviços? Os juízes dos Estados Unidos trabalham para defender a Pátria, por uma vida justa e feliz para seus compatriotas. Bem que castigam os traidores. 

 

Ninguém sabe em que ficou a anunciada investigação de quem patrocina as constantes viagens de Moro aos Estados Unidos. Idem a venda de delações premiadas. Idem a cobrança de taxas de proteção, desde os tempos de Moro no Banco do Estado do Paraná. Idem a identificação do misterioso DD que negociou 5 milhões de dólares por fora, por fora, com Tacla Durán, envolvido na corrupção do governo tucano de Beto Richa.

parente moro foto vanessa carvalho.jpg

 Pedro Parente, presidente da Petrobras, e o casal Moro em Nova Iorque. A empresa foi co-patrocinadora de uma homenagem ao juiz inquisidor

 

Escreve André Araújo: "É preciso ser muito simplório para acreditar que os EUA são um país onde não há corrupção. Na realidade o suposto combate à corrupção FORA DOS EUA tornou-se um grande negócio para os americanos, um grande “business” de ensinar o “compliance”, a cultura de absoluta obediência a regras formais de moralidade, negócio que vai de vento em popa com grandes escritórios de advocacia lucrando na auditoria dessas regras moralistas, indicando inspetores fixos nas empresas apanhadas como corruptas ou então consultorias caríssimas dando aulas para provincianos basbaques com tanta sabedoria da lisura.

 

Com base nessa pretensa superioridade moral os EUA através de seu Departamento de Justiça, lançou sobre o planeta uma grande rede de pesca de ilícitos sobre os quais os Estados Unidos cobram pedágio através de multas e indenizações, tornando-se assim “sócios” de toda corrupção que acontece no planeta.

 

Já os casos do Brasil são especiais porque foram levados ao Departamento de Justiça por autoridades brasileiras, uma operação inexplicável à luz do mais elementar conceito de soberania, dar munição para o inimigo, como se o Estado brasileiro não existisse. Já escrevi aqui sobre esse tema em artigos especiais sobre essa situação.

 

Na base desse desatino está um Acordo de Cooperação Judicial de 2001, onde até hoje só os EUA levaram vantagem, nenhuma demanda brasileira foi atendida, por exemplo, o caso dos pilotos do Legacy que derrubaram um avião da GOL matando quase 200 brasileiros, estão livres e soltos nos EUA e o Brasil não consegue executar a sentença condenatória. Para isso o Acordo não vale nada mas para processar a PETROBRAS vale muito.

 

Enquanto nenhuma empresa americana foi atingida por esse Acordo, muitas empresas brasileiras, estatais e privadas , foram tosquiadas nos EUA com apoio de autoridades brasileiras com multas e indenizações de bilhões de dólares pagas para os americanos." Leia mais

 

OS IMPACTOS DA LAVA JATO SOBRE A PETROBRAS

por Luiz Nassif

 

mayrink petroleo.jpg

 

 

O governo brasileiro está cochilando em relação aos processos contra a Petrobras, nos Estados Unidos.

 

Há um processo guarda-chuva na SEC (a Comissão de Valores Mobiliários), envolvendo vários fundos de investimento abutre, advogados e investidores individuais. A base desse processo é um segundo, tocado pelo Departamento de Justiça norte-americano.

 

O programa Brasilianas.org – que irá ao ar na próxima segunda-feira pela TV Brasil – ouviu dois especialistas no tema, o advogado e consultor André Araújo e o especialista em direito processual Luiz Guilherme Decaro.

 

Ambos concordaram sobre a falta de atenção ao tema pelo governo brasileiro. Segundo Araujo, o Brasil teria que seguir o caminho diplomático, com a presidente Dilma Rousseff entrando em contato direto com seu colega Barack Obama, para informá-lo das repercussões da ação sobre a Petrobras e a imagem do Brasil.

 

O Executivo norte-americano tem instrumentos para resolver essa questão, diz Araújo, e o Brasil continua sendo o parceiro mais relevante para os Estados Unidos na América Latina.

 

***

As penalidade impostas pelo Departamento de Justiça, para casos semelhantes, podem chegar a um ou dois bilhões de dólares – o equivalente a tudo o que a Lava Jato conseguir repatriar para o país.

***

Para André, além disso, é inexplicável o papel do Ministério Público Federal brasileiro de, pelos acordos de cooperação internacional, alimentar o Departamento de Justica com informações sobre a Petrobras.

 

Primeiro, porque a Petrobras é vítima de corrupção, não protagonista – como é o caso de inúmeras multinacionais acusadas de subornar governos estrangeiros para obter bons contratos.

 

Segundo, porque a Petrobras é uma extensão do Estado brasileiro. Tem maioria de controle estatal e seu presidente é diretamente nomeado pelo Presidente da República.

 

Sendo assim, jamais o MPF poderia cooperar com autoridades estrangeiras para processar a empresa.

***

Esse tipo de ação vai resultar em várias ações de outros países contra a empresa, além dos danos à imagem da empresa, já afetada pelos atos de corrupção descobertos.

***

No programa, houve discordância sobre os impactos da Lava Jato na imagem internacional do país.

 

Não houve ressalvas quanto aos aspectos técnicos da operação, mas em relação ao estardalhaço com que foi conduzida.

 

Para o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Marcos Leôncio Ribeiro, a Lava Jato projetará uma imagem de país moderno, que enfrenta a corrupção e, portanto, é um local seguro para investimentos externos.

***

Consultor de empresas, André Araújo acha que serão necessárias duas gerações para recompor a imagem do país.

 

Com todos os problemas políticos, diz ele, o Brasil sempre foi considerado o país menos corrupto da América Latina. Cada presidente mexicano deixava o poder com 4 bilhões de dólares no Bolso, como se fizesse parte das regras do jogo do PRI.

 

Governantes argentinos, chilenos, venezuelanos, colombianos, sempre estiveram às voltas com suspeitas de enriquecimento.

 

Os Estados Unidos, mesmo, tem um nível de corrupção superior ao brasileiro, diz ele, lembrando casos como de Lyndon Johnson – que deixou para a mulher 61 emissoras de rádios, presenteadas pelas empreiteiras. Ou das dinastias políticas que dominam Chicago há décadas, com amplo histórico de corrupção.

 

Hoje em dia há várias empreiteiras sendo oferecidas a investidores externos, na bacia das almas, e ninguém se arrisca porque a Lava Jato disseminou a imagem de um país corroído por uma corrupção sistêmica.

***

 

perdas petrobras moro e DD.jpg

 

Os alertas nacionalistas de André Araujo e Luis Nassif são do final de 2015. Antes de a Petrobras perder 160 bilhões. E vai perder mais bilhões. Basta contabilizar a Braskem, a renúncia ao Pré-Sal. 

 

Na propaganda do golpe de 2016: "Em toda história da humanidade, em toda época e em qualquer tempo, jamais houve sociedade que deixasse de prever, por parte do seu ordenamento jurídico, o crime de “traição à Pátria”. Não nos interessa aqui o conceito de “Pátria”. Palavra tão batida… conceito tão vilipendiado, que perdeu já todo seu sentido. A noção que um brasileiro pode ter desse termo se confunde com a ideia de nacionalismo fanático, com a propaganda contra xenofobia e com a oposição ao regime militar – época em que ainda fazia algum sentido usá-la."

 

Lemos na cartilha do golpe sobre "as barbaridades que vem acontecendo no Brasil petista…de tudo que escandaliza e que choca: os agentes cubanos disfarçados de médicos, a agenda gay nas escolas, a humilhação das religiões, a tragédia feita com as estatais...".

 

Assim  a corriola de Curitiba, abandonou a agenda de investigar os tráficos de drogas e diamantes, para isso foi criada a Operação Lava Jato, e sob o enredo criado pelo bandido Alberto Youssef, entregou a Petrobras aos corsários da privataria tucana, tudo em nome da ética nos negócios de petróleo, que os árabes, que sofrem a guerra das estrelas no deserto, chamam de excremento do diabo.

 

   

 

 

21
Jun18

PETROBRAS PERDEU R$ 160 BI EM 4 ANOS DE LAVA JATO

Talis Andrade

genildo traidor pátria entreguismo.jpg

 

 

Desde 2014, quando se iniciou a operação Lava Jato, comandada pelo procurador Deltan Dallagnol e pelo juiz Sérgio Moro, até este ano, a Petrobras já registrou uma redução no seu patrimônio de R$ 160 bilhões, como registra o jornal Valor Econômico; em 2017, a Petrobras teve seu quarto prejuízo anual consecutivo, quando registrou perdas de R$ 466 milhões, impactada pelo provisionamento de R$ 11,2 bilhões para pagar investidores dos Estados Unidos, sem ter sido condenada; o valor de mercado da companhia hoje é de R$ 292,4 bilhões e seu patrimônio líquido vale R$ 269,6 bilhões; em 2013, antes da Lava-Jato, o patrimônio líquido era de R$ 350 bilhões

 

 

247 - Desde 2014, quando se iniciou a operação Lava Jato, até este ano, a Petrobras já registrou uma redução no seu patrimônio de R$ 160 bilhões. A baixa gigantesca é capa do jornal Valor Econômico de 16 de março último.

 

Em 2017, a petroleira brasileira teve seu quarto prejuízo anual consecutivo, quando registrou perdas de R$ 466 milhões. Novamente, os resultados foram pressionados por efeitos não recorrentes, com destaque para o provisionamento de R$ 11,2 bilhões para pagar investidores dos Estados Unidos, sem ter sido condenada.

 

"Cerca de R$ 120 bilhões dessas perdas decorrem do que os contadores chamam de redução dos ativos ao valor recuperável, 'impairment' no termo em inglês. O esquema de corrupção revelado pela Operação Lava-Jato foi responsável por parte dessas baixas", diz a reportagem de Rodrigo Polito, Juliana Schincariol, Camila Maia e Renato Rostás, do Valor

 

O valor de mercado da companhia hoje é de R$ 292,4 bilhões e seu patrimônio líquido vale R$ 269,6 bilhões. Em 2013, antes da Lava-Jato, o patrimônio líquido era de R$ 350 bilhões.

 

A dívida líquida da companhia somava R$ 280,7 bilhões no fim de 2017 - no 3º trimestre de 2015, chegou a R$ 402 bilhões.

a outra face de moro.jpg

 

 

 

21
Jun18

STF autoriza a “xepa” das delações, via Polícia

Talis Andrade

Na Lava Jato, proibido delatar traidores do Brasil

 

moro rabo preso.jpg

 

 

 

por Fernando Brito

 

A absolvição da Senadora Gleisi Hoffmann, por falta de provas das acusações de corrupção e de lavagem de dinheiro baseadas em delações regiamente premiadas, pôde dar alguma esperança de que o Supremo Tribunal Federal estivesse colocando limites na deformação de processos judiciais baseados essencialmente no “dedurismo” de gente que, para fugir de suas responsabilidade ou por simples medo, acaba incriminando aqueles que a máquina repressiva deseja destruir, seja pela denúncia, seja julgamentos que, por si só, são verdadeiras aberrações.

 

Mas vê-se que essa esperança é fugaz.

 

Hoje, o STF legitimou uma nova aberração, porém, ao permitir que acordos de delação premiada sejam propostos diretamente ao juiz pela Polícia (Federal e estaduais), sem a participação do Ministério Público.

 

O fato de promotores estarem usando abusiva e deformadamente o instituto de delação não quer dizer que estender esta franquia à polícia, que dispõe até de mais meios de coação que o MP, possa entrar nesta verdadeira “farra de delações” que se vive hoje na Justiça Criminal e que se tornou, ao contrário do que pode parecer aos incautos, uma forma de transformar o processo judicial não numa ferramenta de apuração da verdade, mas num instrumento de transações ( e não só penais) e de perseguições políticas.

 

E não se diga que a homologação de um juiz vai proteger o processo deste tipo de deformação, porque mesmo que seja um magistrado de boa-fé – o que anda raro – os simples depoimentos e uma montanha de papéis não vão permitir que, sem ouvir as partes, possa avaliar se o que se tem não é, basicamente, uma acusação que visa a livrar o acusador das consequência de seus crimes e que o dirigismo policial juntou apenas aquilo que pode ajudar a “confirmar” o que se disse.

 

Pior ainda: estabelece-se uma “competição” de deduragem entre policiais e promotores, em lugar da colaboração que deveria existir para apurar a verdade.

 

Além de isso ser absurdo – colocar duas instituições numa disputa – ainda abre espaço para que delatores e advogados abram um verdadeiro leilão entre elas, trocando propostas de penas menores ou de perdão por acusações que sejam mais “rentáveis” para promotores e delegados.

 

E o prejuízo vai além. Como no Brasil os juízos de instrução e o de julgamento não se distinguem, são o mesmo, a aceitação da delação e de seu acordo, previamente, pelo julgador do delatado significa, mais que a aceitação da denúncia a ser processada, um juízo de valor sobre o que diz o delator, que é tomado como verdade sem que, muitas vezes, o acusado sequer possa saber o que disse.

 

Ao contrário das técnicas de investigação técnicas, que deveriam ser o traço de uma Justiça moderna, estamos andando para trás, para o tempo onde se “pendurava” um acusado para ele delatar gregos e troianos e deixar que se “escolha” quem interessa.

 

Agora, quando o MP achar que não vale a pena alguma “deduragem” e deixar o acusado diante de seu processo, sempre será possível oferecer a delação na “xepa” policial.

 

Pode até haver algo de bom, mas o que impera nessa xepa é lixo, apenas.

 

Mas é um passo a mais para o estabelecimento do Estado Policial, patrocinado pelo Judiciário.

 

 

PETROBRAS PERDEU R$ 160 BI EM 4 ANOS DE LAVA JATO

 

_genildo pré sal petro.jpg

 

 

Adendo deste Correspondente: Na Lava Jato ainda não apareceu nenhum delator de doleiro, de traficante de armas, de traficante de drogas, de traficante de diamantes, de traficante de mulheres, de traficante de órgãos, que ninguém é doido suicida.

 

A Lava Jato - criada para investigar os tráficos de drogas e de diamantes, chegou a prender alguns traficantes, a máfia libanesa de Brasília, que tem Alberto Youssef como capo, fornecedor da grana - mas mudou de rumo, com a desculpa de investigar a corrupção na Petrobras.

 

No início, a propaganda orquestrava uma nacionalista defesa da empresa estatal, do Pré-Sal, parecia o reinício da Campanha O Petróleo É Nosso. 

 

Pura ilusão! Na Lava Jato é proibido denunciar os traidores da Pátria, que no governo de Fernando Henrique fatiaram a Petrobras, venderam mais de 30% das ações, e realizaram cinco leilões quermesses do Pré-Sal. 

 

O golpe de 2016 foi dado para queimar as riquezas do Brasil em uma imensa feira. Os traidores da Pátria tramaram e executam a privatização das estatais e desnacionalizam as grandes empresas. 

 

Vide a Petrobras. 

 

Transcrevo do 247:

 

Desde 2014, quando se iniciou a operação Lava Jato, comandada pelo procurador Deltan Dallagnol e pelo juiz Sérgio Moro, até este ano, a Petrobras já registrou uma redução no seu patrimônio de R$ 160 bilhões, como registra o jornal Valor Econômico desta sexta-feira, 16; em 2017, a Petrobras teve seu quarto prejuízo anual consecutivo, quando registrou perdas de R$ 466 milhões, impactada pelo provisionamento de R$ 11,2 bilhões para pagar investidores dos Estados Unidos, sem ter sido condenada; o valor de mercado da companhia hoje é de R$ 292,4 bilhões e seu patrimônio líquido vale R$ 269,6 bilhões; em 2013, antes da Lava-Jato, o patrimônio líquido era de R$ 350 bilhões 

 

Preservados, idolatrados os traidores do Brasil. Dedurar, caluniar, cantar para conseguir uma delação mais do que premiada, tudo bem, desde que seja contra um cidadão com uma história de respeito aos direitos humanos, uma pessoa pacífica, um político ou governante que nunca aprovou atos de tortura - o prende e arrebenta dos golpes, das intervenções militares, os abusos de autoridade, as costumeiras invasões das favelas, da polícia atirando no povo e derrubando portas. 

 

moro explode petrobras pré-sal.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20
Jun18

ENTREGA DA PETROBRÁS Traidor Michel Temer faz aquilo que FHC não conseguiu fazer

Talis Andrade

 

_aziz nacionalismo petrobras.jpg

 

“A Shell quer ganhar dinheiro no Brasil, enquanto uma das missões centrais da Petrobrás é descobrir, refinar e distribuir petróleo no Brasil, para atingir o povo brasileiro como um todo”, denunciou recentemente em vídeo o ex-diretor da estatal, Guilherme Estrella, apontado como um dos responsáveis pela descoberta do pré-sal.

 

Ele lembrou os altos investimentos bancados pelo povo brasileiro para chegar ao pré-sal. Isso feito, agora as multinacionais querem abocanhar tanto o petróleo quanto aprender a tecnologia de exploração sem pagar por isso.

 

Estrella deu como exemplo o fracasso da Shell no campo de Libra.

 

Já na entrevista acima, Estrella afirma que Michel Temer cumpre uma espécie de mandato tampão de Fernando Henrique Cardoso: faz aquilo que FHC não conseguiu fazer em seus dois mandatos.

 

De acordo com levantamento da Folha de S. Paulo, a bancada do PSDB deu 80,5% de votos favoráveis aos projetos cruciais de Temer na Câmara, contra 80,7% do DEM e 78,9% do MDB.

 

Mas — e o petróleo? Estrella explica, na entrevista imperdível. Veja vídeo

 

entrega pré-sal petrobras.jpg

 

19
Jun18

Juiz autoriza retirada do “Acampamento Lula Livre” com utilização de força policial

Talis Andrade

os nazistas contra acampamento lula livre.jpg

 

 

Publica o sítio oficial da República de Curitiba: A 3ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Curitiba autorizou o uso de força policial para que as barracas montadas no entorno da Superintendência da Polícia Federal, no bairro Santa Cândida, sejam retiradas. A decisão do juiz Jailton Juan Carlos Tontini, publicada na sexta-feira (15), tem como base um pedido da Procuradoria-Geral do Município, que afirma que os simpatizantes do preso Luiz Inácio Lula da Silva descumpriram decisão liminar que estabelecia condições para que a vigília fosse mantida. 

 

O sítio não informa que o corrupto prefeito de Curitiba é o Rafael Greca, corrupto primo de Rosangela Moro, esposa do juiz Sergio Moro. Diz o juiz fascista:

 

Diante da notícia de descumprimento, determino ao oficial de justiça que se dirija ao local e verifique se a ordem liminar está sendo cumprida e, em caso negativo, com o auxílio de força policial, remova quaisquer barracas, tendas, estruturas ou similares que estejam nas vias públicas.

 

Fascismo-no-Brasil.jpg

 

Mais um ato ditatorial do golpe que derrubou Dilma Roussef. A ditadura da república de curitiba, ou corriola da lava jato, é contra a manifestação livre e democrática do povo nas avenidas, nas ruas, nas praças.

 

A ditadura do judiciário defende o salário acima do teto para os togados, com foro exclusivista, privilegiado, e anistia antecipada para todos os crimes. Que a pena máxima para um togado corrupto é o prêmio da aposentadoria precoce com todos os direitos e benesses mil. Quando o coitado do salário mínimo se aposenta depois dos 75 anos com o pé na cova. 

 

Os príncipes das cortes de justiça recebem auxílios vários, inclusive de moradia, quando mais de seis milhões de brasileiros não possuem moradia própria, e mais da metade da população vive com menos de 900 reais.

 

moro sofre.jpg

 

 

O Brasil cruel das 500 mil prostitutas infantis paga pensões vitalícias para as filhas maiores de idade de togados, virgens juramentadas que sustentam gigolôs no luxo e na luxúria.

 

O Brasil tem incontáveis tribunais... repletos de parasitas, de prebotes.

 

O Brasil tem justiça militar em tempos de paz. Justiça eleitoral que só trabalha nos anos pares. Tribunal de faz de conta que faz as contas. E tribunais do trabalho que não trabalham, que nada existe a fazer depois da reforma trabalhista de Temer. Nem preciso lembrar que no Brasil existe trabalho escravo.

 

No mais, o Brasil tem a justiça mais cara do mundo, escandalosamente cara.

 

No mais, a lava jato termina com a entrega da Petrobras ao capital estrangeiro. Que a república de Curitiba reze pra Temer não leiloar. Temer ainda tem seis mesas de desgoverno.

 

O golpe foi para vender o que resta de estatais.

moro pequeno.jpg

 

 

Lula-Livre Diogo Ramalho.png

 

17
Jun18

EFEITO NOCIVO MORO / O ‘Resultado Extraordinário’ da entrega da Braskem

Talis Andrade

braskem.png

 

braskem .jpg

 

Num discurso feito em julho de 2017, no qual felicitava a si mesmo, o subprocurador geral estadunidense Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça, se referiu ao veredito condenatório ditado contra o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, como o principal exemplo dos “resultados extraordinários” alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça (DOJ, por sua sigla em inglês) com os promotores brasileiros na operação “anti corrupção” chamada Lava Jato. 

 

Kenneth A. Blanco tem Sergio Moro como comandado. Vide os acordos nocivos de Pedro Parente, em nome da Petrobras, com a Justiça de Tio Sam. Idem as multas que também pesam sobre a Odebrechet. Que unidas agora vendem a Braskem. 

 

Não existem dúvidas sobre a política de aliança para o progresso dos Estados Unidos, tendo como armas os braços da lei. Um política judicial que derrubou presidentes em Honduras, Paraguai, Brasil, investiu nas urnas do Chile, da Argentina, e pretende derrubar, mesmo que seja com intervenção militar, os governos da Venezuela, da Bolívia.

 

O discurso de Blanco demonstra que por trás do tal lawfare  - o uso da lei como arma de guerra - estão os interesses imperiais, os interesses do mercado, o entreguismo de Temer, Meirelles, Parente, a reforma trabalhista, a reforma da previdência.

 

Em discurso mais recente, Blanco se jactou do papel do DOJ em toda esta farsa, durante um evento chamado Diálogo Interamericano, na palestra “Lições do Brasil: Crise, corrupção e cooperação global”. Na ocasião, Blanco deu as boas-vindas ao seu amigo Rodrigo Janot, quem foi há até pouco tempo, e durante anos, o Procurador Geral da República do Brasil, e um dos principais sicários da Lava Jato.

 

“É difícil imaginar, na história recente, uma melhor relação de cooperação que esta entre o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os procuradores brasileiros. Esta cooperação nos ajudou de forma substancial com uma série de temas públicos que agora estão resolvidos, e continuamos juntos em uma série de investigações”, afirmou Blanco.

 

“A cooperação entre o DOJ e o Ministério Público brasileiro levou a resultados extraordinários. Só em 2016, por exemplo, o FBI e a Lava Jato estiveram cooperando e se coordenaram nas resoluções de quatro casos relacionados com a Lei sobre Práticas Corruptas no Exterior (FCPA por sua sigla em inglês), ligado às empresas Embraer, Rolls Royce, Braskem e Odebrecht. O caso da Odebrecht em particular é notável, devido ao seu alcance e sua extensão”, continuou Blanco, que também lembrou que “os procuradores brasileiros conseguiram um veredito condenatório contra o ex-presidente Lula da Silva, acusado de receber subornos da empreiteira OAS em troca de contratos com a Petrobras. Casos como este são os que colocaram o Brasil no topo do ranking dos países que trabalham para combater a corrupção tanto dentro quanto fora do país”.

 

A Embraer já foi. Braskem está engatilhada. 

 

braskem 9.png

 

braskem 10.png

braskem 11.png

 

braskem 13.jpg

 

braskem empresa mais sustentável do mundo.jpg

 

 

Fonte Carta Campinas 

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D