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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil. As melhores charges. Compartilhe

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O CORRESPONDENTE

11
Jan23

(Vídeo) Cantor Léo apoia atos golpistas. 'Precisa ser responsabilizado pela Justiça', diz Márcia Tiburi

Talis Andrade
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76% dos brasileiros não aprovam o vandalismo dos Bolsonaristas. "As massas estão sendo manipuladas por agitadores fascistas"

 

247 - O cantor de sertanejo Léo demonstrou apoio a bolsonaristas. O vídeo com as declarações do artista apareceu nas redes sociais em um contexto de investigação da Polícia Federal contra apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) que, no último domingo (8), invadiram o Congresso, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF). 

"Quem revoluciona este País é o cidadão. Põe a boca no trombone", disse o cantor em vídeo publicado no Twitter.

A filósofa Márcia Tiburi disse que "lideranças como esse cantor do sertanejo precisam ser responsabilizadas". "Afinal, as massas estão sendo manipuladas por agitadores fascistas como esse que aparece no vídeo".

Nesta quarta-feira (11), vários bolsonaristas chegaram ao sistema prisional do Distrito Federal depois de serem presos pela PF.  

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, decidiu que vai manter a Força Nacional de Segurança Pública em Brasília até o dia 19 de janeiro.

Não esquecer que os cantores sertanejos são meeiros de prefeitos que foram beneficados pelo orçamento secreto de Bolsonaro+Centrão, e pelas pecs de todos os pecados. 
Marcia Tiburi
Evidentemente, lideranças como esse cantor do sertanejo universitário precisam ser responsabilizadas. Afinal, as massas estão sendo manipuladas por agitadores fascistas como esse que aparece no vídeo :
Carol com Lula
@doceamargurah
Cantor Léo apoiando atos antidemocráticos. Algo precisa ser feito, pessoas que motivam esses atos tbm tem que pagar por isso.

 

10
Jul22

'Comprem o que comer, e na hora de votar, deem uma banana neles', diz Lula em Diadema

Talis Andrade

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Sobre a PEC Kamikaze, Lula deu um conselho para que a população pegue o dinheiro, compre comida e, depois, na hora do voto, escolha quem tem soluções definitivas

 

Metrópoles - Em evento neste sábado, em Diadema (SP), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do PT à Presidência da República, falou sobre a chamada PEC dos Auxílios, que deverá ser votada na Câmara nesta semana, com apoio da oposição. O petista deu um conselho para que população pegue o dinheiro, compre comida e, depois, na hora do voto, escolha quem tem soluções definitivas.

“Se o dinheiro cair na conta de vocês, peguem e compre o que comer. Na hora de votar, dê uma banana neles e votem para a gente mudar a história desse país”, disse Lula. Ele refere-se ao governo de Jair Bolsonaro (PL), que lançou o pacote com o objetivo de minimizar o impacto da inflação e do preço dos combustíveis para a população mais pobre.

“Não se recusa dinheiro não. Se cair o dinheiro pegue, mas na hora do voto é preciso votar em quem vai cuidar desse país definitivamente”, disse o petista, lembrando que os benefícios, pelo projeto do governo, só valem até o dia 31 de dezembro.

 

 

 

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14
Nov21

Com quantos bi se compra o Centrão?

Talis Andrade

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por Julimar Roberto

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Muitos tinham dúvidas do montante envolvido na manutenção da base fiel a Bolsonaro no Congresso Nacional. Havia muita especulação, disse me disse, achismos, mas todos tinham certeza de que muitos dígitos corriam soltos. Finalmente, graças ao jornal Estado de S.Paulo, que teve acesso a documentos que comprovaram toda essa movimentação, já é possível se ter uma ideia – mesmo que parcial – de quanto vale o apoio de deputados e senadores ao genocida.   

Em 2020, através de um acordo entre o governo e o Congresso, foi criado um orçamento paralelo e secreto de R$ 20,1 bilhões, por meio de emendas do relator. Desse valor, R$ 3 bilhões foram destinados ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e transformados em maquinários pesados, veículos, pontes, calçamentos e inúmeras outras obras eleitoreiras superfaturadas. A brecha, criada pela própria Constituição, até então era usada para realizar alterações técnicas no orçamento, mas o ex-capitão e sua estirpe deram um jeitinho brasileiro de criar um fundo bilionário para comprar apoio de parlamentares.  

Para se ter ideia, os documentos divulgados comprovam que a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba), órgão do governo federal, recebeu R$ 459 milhões oriundos dessa verba para empregar no interior do estado de Pernambuco. Acontece que lá, a companhia é comandada pelo senador Fernando Bezerra Coelho, do MDB.  

Além de utilizar esse recurso para garantir sua reeleição, o congressista ainda destinou parte do valor para empresas ligadas a ele. Deu para entender? Ele aumentou seu eleitorado direcionando verba pública para aquisição de equipamentos e execução de obras e lucrou através das empreiteiras e concessionárias.  

Ao todo, o jornal Estado de S.Paulo encontrou 101 ofícios que comprovam o envolvimento de 37 deputados e cinco senadores. Nos documentos, esses congressistas determinavam onde e como o dinheiro deveria ser empregado.  

O próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) pediu R$ 30 milhões para aquisição de 44 tratores agrícolas, através do Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra as Secas). Como se não bastasse o ganho político que o parlamentar obteve com a distribuição do maquinário, ainda foi constatado um superfaturamento de mais de R$ 1,5 milhão na compra. Feito que ajuda a explicar o engavetamento dos 139 pedidos de impeachment. 

Mas, como já dizia o ministro da propaganda na Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, "uma mentira dita mil vezes torna-se verdade", os envolvidos negam, acusam a mídia de sensacionalismo e dizem que isso é “normal”. 

Nem normal e muito menos aceitável! Faltando dois dias para a votação da PEC dos Precatórios, Bolsonaro liberou quase R$ 910 milhões em emendas para deputados federais votarem segundo seus interesses e o resultado não poderia ser outro além da aprovação da matéria. Pagou, levou! Vale ressaltar que a “PEC do Calote”, como é mais conhecida, também possibilita a criação de outro ‘orçamento paralelo’, numa bola de neve inimaginável que mantém o ex-capitão no poder.  

Portanto, essa reflexão serve para que fiquemos atentos. Independente do que dizem as pesquisas que sinalizam rejeição e derrota de Bolsonaro em 2022, a guerra ainda não acabou e ele mantém-se firme em tentar alicerçar-se para garantir um bom resultado nas urnas.  

As provas coletadas pelo Jornal Estado de S.Paulo são suficientes para que haja o impeachment, mas Jair segue mais escorregadio que bagre ensaboado. E o Brasil? Coitado, despenca ladeira abaixo.  
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14
Nov21

A monstruosidade do “orçamento” secreto

Talis Andrade

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A PEC do Rachadão 

O governo Bolsonaro descumpriu todas as promessas e campanha. Jogou no lixo o Orçamento Público, o mais antigo e importante mecanismo da democracia representativa

 

por Gustavo Krause

- - -

Com a PEC do Rachadão, tira dos pobres para dar aos ricos e financia o apoio dos novos aliados do “centrão”.

Parodiando consagrada comédia: furtar e coçar é só começar. Quando a vítima é o Estado, o ritmo acelera e o volume aumenta exponencialmente. As relações criminosas entre burocratas, políticos, empresários e cidadãos começam com uma piscadela, o velho flerte, a partir de então, vai engordando da “gentileza natalina” ao pixuleco eventual que “molha a mão”, à propina rotineira que vira negócios, irrigados pela comissão sobre valores, até chegar ao sofisticado conluio do crime organizado.

No cume da pirâmide, os chefões fundam e constroem o capitalismo de compadrio que funciona estruturado e impunemente. Mas antes de chegar lá, se instaura nos poderes legislativos do país a famosa “rachadinha” que funciona assim: o parlamentar emprega no gabinete o “quase invisível”, desempregado, lascado, sem eira nem beira, seguindo a velha patifaria “quem parte, reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo, ou não sabe da arte”.

No jogo, não tem bobo. O funcionário fantasma fica com um trocado e o grosso do salário vai para o chefe. É prática disseminada e ponto de partida que evolui para formas consagradas da delinquência, porém, em somas bilionárias de onde brotaram mensalinho, mensalão, petrolão, dinheiro em paraísos fiscais, apartamentos e….cuecas.

De repente, o eleitor se depara com um candidato moralista, justiceiro, anti, anti e anti. Usou a sedução Suprema, jogou fora a laranja chupada, enquanto, sem julgamento de mérito, todos os processos contra o ex-Presidente dormirão o sono dos justos nos escaninhos do Judiciário.

Governo sem projeto e sem rumo descumpriu todas as promessas de campanha. Gradualmente, foi eliminando os mais próximos, sempre com desonra; aprofundou clima de conflito utilizando linguagem chula e agressiva; o negacionismo e o obscurantismo em relação à ciência e ao meio ambiente prejudicaram a imagem internacional do Brasil; para resumir, restaurou o que condenava como toma lá dá cá de forma escancarada e ofensiva à democracia representativa.

Como ofensiva à democracia representativa? Jogou no lixo o primeiro e mais importante documento histórico da representação política: o Orçamento Público, escândalo mais grave do que o dos “anões do orçamento” porque substituiu a transparência pelo “poder invisível” do orçamento secreto para premiar o apoio de antigos desafetos do “centrão”.

O escudo da PEC do Calote é o Auxílio Brasil. PEC do Rachadão é novidade (91 bilhões): tira dos pobres para dar aos ricos. O teto das gastos? É um teto “complacente”. Aliás, no nordestinês, caloteiro é xexeiro. Sugiro consulta a Houaiss.

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