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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil. As melhores charges. Compartilhe

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O CORRESPONDENTE

22
Mai23

Com Ricardo Salles como relator, CPI do MST tem ampla maioria de ruralistas inimigos dos sem terra

Talis Andrade
 
 
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Apaixonado bolsonarista, Zucco inimigo dos sem terra lançou o livro:

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Instalada nesta quarta (19), a Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) do MST terá maioria ruralista nas posições de comando e objetivo de desgastar o governo e criminalizar os movimentos sociais. Para Guilherme Boulos (PSOL-SP), o relator Ricardo Salles (PL-SP) busca uso eleitoreiro da CPI.

A CPI tem como objeto principal apurar quem são os financiadores das recentes ocupações feitas pelo Movimento dos Sem Terra.

Os principais postos de comando da comissão ficaram nas mãos da oposição, como o governo já havia antecipado. O presidente da CPI será o deputado Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS), e o relator será Ricardo Salles (PL-SP), ex-ministro do Meio Ambiente do governo Jair Bolsonaro (PL).

A primeira vice-presidência ficará com Kim Kataguiri (União Brasil-SP), seguido pelo Delegado Fabio Costa (PP-AL), na segunda vice-presidência, e Evair Vieira de Melo (PP-SP), na terceira vice-presidência.

Além dos postos de comando, a comissão tem uma esmagadora maioria relacionada a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA). Dos 27 titulares, 17 são integrantes da bancada ruralista, uma das maiores forças da Câmara dos Deputados.

O Partido dos Trabalhadores indicou parlamentares ligados ao movimento sem-terra. São eles: João Daniel (SE), Marcon (RS) e Valmir Assunção (BA), ligados ao MST; Padre João (MG), Camila Jara (MS), Paulão (AL) e Nilto Tatto (SP).

A presidenta do Partido dos Trabalhadores, nomeada uma das suplentes da base do governo, lembrou que a atuação do MST já foi tema de outras CPIs e que nada de irregular foi descoberto. “Há uma tentativa de criminalizar o movimento social e dar voz à extrema direita, contribuir para mais preconceito e ataques infundados. Mas nós estaremos na comissão e vamos mostrar que o MST é o maior movimento social organizado no Brasil e quem sabe no mundo”, disse a deputada.

 

Movimentos Sociais x Agronegócio

 

Coautor do requerimento de abertura da CPI, o deputado Tenente Corolnel Zucco (Republicanos-RS) teve como maior doador individual da sua campanha eleitoral o empresário gaúcho Celso Rigo, dono da indústria de beneficiamento de arroz Pirahy Alimentos.

Segundo reportagem do Brasil de Fato, do jornalista Paulo Motoryn, a Pirahy Alimentos doou R$ 60 mil para a campanha de Zucco.

Além do empresário do agronegócio, André Gerdau, CEO da Gerdau, também doou R$25 mil para a campanha de Zucco. Em 2016, segundo reportagem do Brasil de Fato, uma fábrica da Gerdau, em Recife (PE), teve a entrada bloqueada por metalúrgicos e militantes do MST que iniciavam o Dia Nacional de Paralisações, contra as medidas neoliberais do governo golpista de Michel Temer.

Presença do Gustavo Gayer Inscreva-se: tenentecoronelzucco.com.br/formulario
 
 
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Zucco e líderes da extrema direita
 

 

Em livro recém-lançado, o deputado Zucco chamou o MST de movimento de “terrorista” e “grupo criminoso travestido do movimento social”.

Ex-ministro do Meio Ambiente do governo de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles também é um notório defensor do agronegócio e da criminalização dos movimentos sociais sem-terra. Salles defendeu “passar a boiada” enquanto a imprensa intensificava a cobertura da pandemia de covid-19.

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Entre as alterações normativas que Salles protagonizou enquanto o país lutava contra os altos índices de óbitos devido ao coronavírus, uma delas se refere justamente a invasão, exploração e até comercialização de terras indígenas ainda não homologadas.

Segundo apurações da Folha de S.Paulo, parlamentares afirmam que um dos objetivos da comissão é avançar com projetos de lei que aumentam a punição para quem ocupa propriedades e, até mesmo, excluir os “invasores” de programas sociais, caso elas sejam beneficiárias.

Em junho de 2021, o já ex-ministro de Bolsonaro, foi um dos alvos da operação Akuanduba da Polícia Federal, que investigava suspeitas de facilitação à exportação ilegal de madeira do Brasil para os Estados Unidos.

Um dos principais pontos usados na argumentação dos investigadores foi a edição de um despacho interpretativo assinado pelo ex-presidente do Ibama, Eduardo Bim, em 25 fevereiro de 2020. O documento retirava a obrigatoriedade de concessão de uma autorização específica para a exportação de madeira.

 

Uso eleitoreiro

 

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Ricardo Salles afirmou que poderá aumentar o escopo de atuação e investigar o MTST. Em março, o ex-ministro de Bolsonaro se declarou pré-candidato a prefeitura de São Paulo nas eleições de 2024.

A extrema-direita ainda não se decidiu se apoia o atual prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB) ou o deputado federal Ricardo Salles. Por outro lado, a esquerda já praticamente definiu Guilherme Boulos (PSOL) como candidato.

Para Boulos, Salles faz uso eleitoreiro da relatoria da CPI do MST para viabilizar a sua candidatura à Prefeitura de S.Paulo. “Ele quer fazer uso eleitoreiro da CPI, quer usar a CPI de palco para viabilizar a candidatura dele em São Paulo. É lamentável”, disse Boulos.

O deputado do PSOL diz que Salles não tem credibilidade para ser relator da comissão. “Ele é o cara de passar boiada, acusado de relação com madeireiro. Isso já coloca sob suspeição a maneira como vai ser conduzida a CPI”, disse.

“Se for falar de crime, vamos falar do tráfico de madeira e de crimes ambientais cometidos a rodo pelo Ricardo Salles quando era ministro do Meio Ambiente. Uma comissão como essa que vai analisar crimes no campo deveria começar por aí, pelos crimes da turma do Salles, de madeireiros e garimpeiros.”

O coordenador do MTST afirma que vai participar dos debates quando para “combater arbitrariedades e tentativas de criminalizar movimentos sociais”.

12
Jun22

Parvoíces de Bolsonaro levam 33 milhões de brasileiros a passar fome

Talis Andrade

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por Paulo Fernando dos Santos, Paulão

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A volta da fome ao Brasil é escandalosa e revoltante. Principalmente por que mostra ao mundo inteiro a incapacidade, a incompetência e o desleixo do atual governo para com o povo brasileiro. O País está sem norte e sem gestão responsável, notadamente, quando se trata de cuidar bem das pessoas que mais precisam.

Os números revelados pelo 2º Inquérito Nacional Sobre Segurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil nos remete a uma tristeza profunda. São aproximadamente 33,1 milhões de brasileiros passando fome no Brasil em 2022, o que representa mais de 15% da nossa população.

O levantamento aponta para um descaso sem precedentes desse desgoverno do senhor Jair Bolsonaro, quando nos mostra que 58.7% da população sofre com a insegurança alimentar em algum grau neste 2022. Na verdade, isso é um crime contra as pessoas que mais precisam de atenção do poder público.

Mas, na sua cruzada de retrocessos, Bolsonaro destruiu o País, quando desmontou as políticas públicas que surgiram durante os governos do Presidente Lula para cuidar bem das pessoas vulneráveis. Ao tempo em que tirou a comida da mesa dos pobres, ele simplesmente fez crescer os lucros dos banqueiros, investidores do mercado e dos seus apoiadores do agronegócio, essa gente rica do País, para quem ele só “governa”.

Em síntese, o desmonte das políticas públicas de combate à fome e a miséria no Brasil só fez piorar o cenário econômico e acirrou ainda mais as desigualdades sociais. Portanto, não foi cenário da

pandemia e nem os efeitos da guerra na Ucrânia, mas sim o despreparo, a arrogância e o descaso criminoso de Bolsonaro, que apareceu neste mundo para destruir qualquer que fosse o projeto de futuro, sonhado pelas camadas mais pobres deste País.

Combater a miséria foi uma missão bem sucedida do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, logo que assumiu seu primeiro mandato no Brasil. Com políticas de inclusão social, garantindo que cada pode brasileiro fizesse as três refeições por dia, ele conseguiu tirar o Brasil do Mapa da Fome da ONU, em 2014. Assim, foi registrada a marca de 36 milhões de brasileiros fora da linha da miséria. Isso se deu de forma transparente e responsável, conforme a própria Organização das Nações Unidas, via FAO, reconheceu. Essa marca está na história e o presidente Lula recebeu um prêmio internacional com essa conquista do nosso povo.

Agora, infelizmente, o Brasil volta ao Mapa da Fome de forma vergonhosa e criminosa. Bolsonaro há de ser responsabilizado para responder pela sua parvoíce e omissão ao acabar com o Programa Bolsa Família, ao destruir o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da agricultura familiar, ao destruir educação e a merenda escolar no País e com isso colocar mais de 30 milhões de pessoas na miséria.

Jair Bolsonaro é um ser desprezível que precisa ser freado na sua sanha destruidora. Que o povo brasileiro pense exatamente nisso, quando chegar a hora de dizer #ForaBolsonaro.

Charge Erasmo Spadotto - Menino com Fome - Portal Piracicaba Hoje

Charge: Barriga cheia. Por Miguel Paiva

José Guimarães - No Brasil com Bolsonaro, a fome voltou! Charge: Nando  Motta | Facebook

16
Dez21

Câmara entrará com ação criminal contra Ratinho por ameaças de morte à deputada Natália Bonavides

Talis Andrade

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Polícia Legislativa, Procuradoria Parlamentar e Procuradoria da Mulher entrarão com representação criminal e ação cível contra o apresentador  que sugeriu a deputada fosse metralhada

 

247 - A Polícia Legislativa, a Procuradoria Parlamentar e Procuradoria da Mulher da Câmara Federal irão ingressar com representação criminal e uma ação cível contra o apresentador Ratinho Ratinho, do SBT, pelas ameaças de morte proferidas contra a deputada Natália Bonavides (PT-RN). 

Segundo o site Metrópoles, o procurador da Câmara, deputado Luis Tibé (Avante-MG) e a procuradora da Mulher, deputada Tereza Nelma (PSDB-AL) já discutiram o assunto. Na sessão plenária da Câmara desta quinta-feira (16), deputados de vários partidos protestaram contra os ataques de Ratinho. 

Até mesmo o deputado Otoni de Paula (PSC-RJ), que se declarou radicalmente contra o projeto de lei, manifestou solidariedade à deputada. 

O deputado Airton Faleiro (PT-PA) também lamentou que a ameaça tenha sido motivada por um projeto de lei do qual o apresentador discorda. Ele considera necessário regulamentar a mídia e imprensa para evitar casos similares. "Não é possível que alguém que tenha o poder de ter um veículo e comunicação ameace uma parlamentar e jogue a opinião pública contra ela", afirmou.

Já o deputado Célio Moura (PT-TO) questionou as motivações do apresentador. "A deputada Natália Bonavides foi violentamente agredida e ameaçada pelo apresentador do SBT Ratinho, que tem um programa já em fim de carreira, que não tem mais audiência e por isso fica caçando cabelo em ovo, atacando e ameaçando inclusive de morte", afirmou.

O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) acusou o apresentador de machismo. "É inaceitável que alguém que tenha uma concessão pública, que são os meios de comunicação, possa atacar de maneira autoritária e de maneira machista uma parlamentar. É evidente que esta Casa deve processar e deve pedir inclusive indenização. Nós não podemos concordar com essa postura, que é autoritária, fascista, machista e sexista no nosso País", afirmou.

O deputado Paulão (PT-AL) cobrou punições contra o apresentador por meio de ações no campo administrativo, cível e penal. "Nós deveríamos ter uma unidade de ação independente de partido, bloco de oposição ou situação, que não aceite que esse canalha do apresentador Ratinho seja vil e covarde em atacar a deputada por ter apresentado um projeto. Esse projeto pode ter o contraditório, esse projeto pode ser aprovado ou pode ser derrotado. O que não podemos aceitar é que esse canalha ameace uma parlamentar", afirmou.Stream episode Entrevista com Natália Bonavides, Deputada Federal do PT-RN  ao DCM [15-03-2021] by RÁDIO PT podcast | Listen online for free on  SoundCloud

"Ele coloca a minha vida e minha integridade física em risco"

 

Ratinho fez críticas em seu programa de rádio ao Projeto de Lei 4004/21, de Natália Bonavides, que muda os termos da declaração feita pela presidência da cerimônia de casamento para celebração do casamento civil, assegurando o tratamento igual entre casais. Segundo a proposta, o presidente do ato não vai mais utilizar a expressão "marido e mulher" nos termos oficiais.

Pelas redes sociais, Natália Bonavides reagiu às agressões. "O apresentador Ratinho, em programa visto por milhares de pessoas. Incitar homicídio é crime! Ele coloca a minha vida e minha integridade física em risco. Ratinho ainda disse que eu fosse lavar as cuecas de meu marido. Essas ameaças e ataques covardes não ficarão impunes. O apresentador utilizou uma concessão pública para cometer crime. Vamos acioná-lo judicialmente, inclusive criminalmente", disse a deputada.

02
Nov20

Petistas criticam turismo de Flávio Bolsonaro com dinheiro público: “é prática da família”

Talis Andrade

TRIBUNA DA INTERNET | Há questões sem resposta que agravam ou atenuam as  acusações a Flávio Bolsonaro

por Vânia Rodrigues

- - -

Parlamentares da Bancada do PT na Câmara usaram suas redes sociais para criticar o senador Flávio Bolsonaro, pelo uso irregular do dinheiro público para fazer turismo em Fernando de Noronha, neste feriadão. A compra de passagens com recursos da cota parlamentar só é permitida quando o deslocamento é a trabalho. No entanto, a agenda do senador não consta qualquer compromisso oficial no local. “Depois de descoberto, Flávio diz viajou a Noronha com dinheiro público ‘por engano’, e que vai devolver", ironiza Paulo Pimenta.

A presidenta nacional do PT destaca em sua conta no Twitter que o filho 01 do presidente Bolsonaro disse ter sido “erro de sua equipe” o pedido de reembolso ao Senado por viagem de turismo a Fernando de Noronha. “Erro nada, usar recursos públicos para questões pessoais é prática da família”. Gleisi Hoffmann ainda ressalta: “Vamos lembrar as rachadinhas, compra de imóveis, pagamento da escola dos filhos…”.

Alencar Santana Braga também enfatiza na sua rede social que, “após viajar a Noronha com recurso público, Flávio Bolsonaro diz que se enganou e vai devolver dinheiro”. E alfineta: “Daqui a algum tempo o Jair Bolsonaro vai dizer que se envolveu com o crime organizado por engano”.

Maria do Rosário questiona: “Compra passagem com dinheiro do Senado pra ir passear?” e afirma: “Essa família inaugurou um novo tipo de corrupção, a mistura de Mamata com Máfia = Mamáfia”. A deputada sugere a leitura de matéria divulgada em vários sites e blogs sobre o turismo de Flávio Bolsonaro com recursos públicos.

Mamata

Célio Moura relembra que os bolsonaristas gostam de vangloriar que a mamata acabou com a chegada de Bolsonaro ao poder. “Acabou a Mamata né? Olha aí, a famílicia não perde tempo. Toda hora, em todo momento se valem do poder para usurpar a coisa pública. É esse tipo de gente que não merece seu respeito e seu voto”.

Na mesma linha, Marcon postou: “Acabou a mamata. Eles disseram… Pode isso, Arnaldo?”

Erika Kokay reforça: “A mamata tá demais, gente”. E frisa que Flávio Bolsonaro foi curtir o feriado em Fernando de Noronha com passagens pagas pelo Senado. “Bolsonaro e a familícia acham que o Estado e o dinheiro público lhes pertencem”.

Também em sua conta no Twitter, Paulão critica Flávio Bolsonaro pelo uso de dinheiro público para “ir às férias em Fernando de Noronha”.

Reembolso

De acordo com matéria publicada pelo site Metrópoles, Flávio Bolsonaro pediu o reembolso de R$ 1.617,66 que pagou pelos voos. Flávio Bolsonaro também fez pedido para recebimento de diárias durante o período, mas, segundo a sua assessoria de imprensa, trata-se de um “equívoco”, e o senador já pediu para cancelar tanto o reembolso pelas passagens aéreas quanto o esse pedido de diárias.

Em checagem feita no site do Senado, na noite deste sábado (31), os valores constam com efetivamente ressarcidos ao senador. Os bilhetes disponíveis para verificação no site do Senado mostram que, ao todo, Flávio Bolsonaro passará seis dias na ilha.

Em nota, o gabinete do senador disse que o reembolso foi pedido “por engano”. No entanto, a assessoria não soube informar se esse cancelamento foi feito após o fato se tornar público.

 

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