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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

17
Jun18

EFEITO NOCIVO MORO / O ‘Resultado Extraordinário’ da entrega da Braskem

Talis Andrade

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Num discurso feito em julho de 2017, no qual felicitava a si mesmo, o subprocurador geral estadunidense Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça, se referiu ao veredito condenatório ditado contra o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, como o principal exemplo dos “resultados extraordinários” alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça (DOJ, por sua sigla em inglês) com os promotores brasileiros na operação “anti corrupção” chamada Lava Jato. 

 

Kenneth A. Blanco tem Sergio Moro como comandado. Vide os acordos nocivos de Pedro Parente, em nome da Petrobras, com a Justiça de Tio Sam. Idem as multas que também pesam sobre a Odebrechet. Que unidas agora vendem a Braskem. 

 

Não existem dúvidas sobre a política de aliança para o progresso dos Estados Unidos, tendo como armas os braços da lei. Um política judicial que derrubou presidentes em Honduras, Paraguai, Brasil, investiu nas urnas do Chile, da Argentina, e pretende derrubar, mesmo que seja com intervenção militar, os governos da Venezuela, da Bolívia.

 

O discurso de Blanco demonstra que por trás do tal lawfare  - o uso da lei como arma de guerra - estão os interesses imperiais, os interesses do mercado, o entreguismo de Temer, Meirelles, Parente, a reforma trabalhista, a reforma da previdência.

 

Em discurso mais recente, Blanco se jactou do papel do DOJ em toda esta farsa, durante um evento chamado Diálogo Interamericano, na palestra “Lições do Brasil: Crise, corrupção e cooperação global”. Na ocasião, Blanco deu as boas-vindas ao seu amigo Rodrigo Janot, quem foi há até pouco tempo, e durante anos, o Procurador Geral da República do Brasil, e um dos principais sicários da Lava Jato.

 

“É difícil imaginar, na história recente, uma melhor relação de cooperação que esta entre o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os procuradores brasileiros. Esta cooperação nos ajudou de forma substancial com uma série de temas públicos que agora estão resolvidos, e continuamos juntos em uma série de investigações”, afirmou Blanco.

 

“A cooperação entre o DOJ e o Ministério Público brasileiro levou a resultados extraordinários. Só em 2016, por exemplo, o FBI e a Lava Jato estiveram cooperando e se coordenaram nas resoluções de quatro casos relacionados com a Lei sobre Práticas Corruptas no Exterior (FCPA por sua sigla em inglês), ligado às empresas Embraer, Rolls Royce, Braskem e Odebrecht. O caso da Odebrecht em particular é notável, devido ao seu alcance e sua extensão”, continuou Blanco, que também lembrou que “os procuradores brasileiros conseguiram um veredito condenatório contra o ex-presidente Lula da Silva, acusado de receber subornos da empreiteira OAS em troca de contratos com a Petrobras. Casos como este são os que colocaram o Brasil no topo do ranking dos países que trabalham para combater a corrupção tanto dentro quanto fora do país”.

 

A Embraer já foi. Braskem está engatilhada. 

 

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Fonte Carta Campinas 

 

 

14
Jun18

12 homens e uma sentença

Talis Andrade

 

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É sabido que neste país parte da justiça brasileira, entre estes grupos do Ministério Público, fazem o que querem e não se importam qual vai ser o resultado de suas acusações. O que, para eles, importa é estar em evidência na mídia jornalística. Se tornaram mariposas em busca do brilho da luz e mesmo que morram queimadas se jogam intensamente ao brilho artificial. Sofrem de atração suicida.

 

Vejamos o caso do chamado "escândalo Bancoop". Segundo a denúncia inicial do MP, o Partido dos Trabalhadores teria sido beneficiado, através de caixa dois, entre os anos de 2002 a 2004. Em 2010 foi feito a denúncia e aceita 5ª Vara Criminal de São Paulo.

 

Acusação feita, eis que aparece o nome do ex-presidente Lula, que, teria sido beneficiado com um apartamento tríplex no já famoso edifício Solares, no Guarujá no Estado de São Paulo. Acusado, a justiça de Curitiba tratou logo de pedir o desmembramento do processo e envolver na operação lava jato um único caso especifico. Diziam eles que ao "ser beneficiado" o maior líder político do mundo na atualidade, teria recebido "propina" de empresas ligadas aos escândalos na Petrobrás.

 

Em Curitiba como já se sabe, Lula foi condenado, mesmo o juiz Sérgio Moro reconhecendo que não há provas contra ele, e que o tríplex está em nome da construtora OAS, antigamente conhecida como "Obrigado Amigo Sogro", em referência a Antônio Carlos Magalhaes que tinha uma das suas filhas casada com César de Araújo Mata Pires, um dos sócios da empresa. A acusação e condenação ocorreu porque parte dos empreendimentos da Bancoop teria sido transferida para a construtora depois que a cooperativa entrou em crise.

 

Agora, a juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira decidiu absolver sumariamente aqueles que foram acusados e ficaram na responsabilidade da justiça paulista. Ela resolveu que não ouvirá, por acreditar que a acusação não tem provas suficientes, os 12 acusados. Nem "testemunhas" foram consideradas.

 

Agora com a absolvição dos 12 acusados há algumas indignações a serem feitas; quem vai pagar pela exposição do nome de cada um dos acusados na imprensa durante todos esses anos? Porque a imprensa não está dando o mesmo destaque para a absolvição de todos, que deu quando da acusação? A condenação única de Luís Inácio Lula da Silva em um processo claramente político será reformulada pelo Superior Tribunal Federal?

 

A sentença que absolveu os 12 acusados condena um único homem nesta história toda, o juiz federal Sérgio Moro de Curitiba.

 

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A OAS foi uma empresa que nasceu e enriqueceu com a ditadura militar de 1964, que prendeu Lula como esquerdista, subversivo, sindicalista, por liderar greves de trabalhadores. A OAS - Obrigado Amigo Sogro cresceu com o apoio de Antônio Carlos Magalhães, como governador nomeado duas vezes pelos generais, e ministro de Sarney, que pela Arena que virou PFL que virou Demo, sempre foi adversário do PT. Incrivelmente não aparece nenhum político da Bahia nos escândalos da OAS.  Um proprietário ou executivo da OAS oferecer falso testemunho contra Lula faz parte do jogo da empresa que sempre atuou politicamente, aliada a um político corrupto apelidado de Tonho Malvadeza. E mais quando a delação premiada no Brasil liberta o sujeito da cadeia, lava o dinheiro sujo, e livra para todo sempre de qualquer processo civil ou criminal. Vale por anistia antecipada para todos os crimes. 

21
Mai18

'Convicção' de Moro destruiu a vida de um inocente. Perdeu família, emprego, amigos, e foi inocentado por unanimidade

Talis Andrade

Ex-diretor+da+OAS+absolvido+pela+Justi%C3%A7a+enfr

 

A arrogância do juiz Moro e seus procuradores fanatizados tem uma vítima com nome e sem emprego e família, o ex-executivo da empreiteira OAS Mateus Coutinho de Sá, de 36 anos.

 

O justiceiro e sua tropa, que incluiu um policial federal condenado que faz prisões e um doleiro delator reincidente, condenou Mateus Coutinho de Sá por supostamente (o advérbio da moda) ter ajudado na distribuição de propina da Petrobras pela OAS.

 

Condenado por Moro por corrupção, lavagem de dinheiro e pertencer a uma organização criminosa, Coutinho foi absolvido na última quarta-feira (23) por unanimidade pelos desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Os juízes do órgão de segunda instância consideraram que não havia provas de que ele havia cometido esses crimes.
Ao absolverem Coutinho, os desembargadores aplicaram uma rara derrota em Moro, responsável pela Operação Lava Jato. [Fonte: Folha]

 

A Folha conta o drama do executivo, que ficou preso nove meses na cadeia mesmo se dizendo inocente, e acabou perdendo emprego e família, graças às acusações da turma do Moro e à condenação a 11 anos de cadeia pelo justiceiro de Curitiba.

 

Todos os que apoiam sem crítica a atuação do juiz e sua tropa de fundamentalistas direitosos (com duplo sentido, do direito e de direita) devem se colocar no locar de Mateus Coutinho de Sá ao menos uma vez.

 

Agora, provada a inocência dele, quem vai restituir os dias presos, o tempo perdido, o emprego perdido, a família perdida, a vida perdida? Transcrito do Blog do Mello

19
Mai18

A INDÚSTRIA DA DELAÇÃO PREMIADA / Ivanice, braço direito de Moro, e sua militância anti-PT

Talis Andrade

Ivanice Grosskopf, diretora de secretaria da 13a. Vara Federal de Curitiba é o braço direito de Moro e tem atuação político-partidária forte

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por Joaquim de Carvalho

 

No futuro, quando os historiadores descreverem o uso do lawfare no Brasil para destruir uma liderança política, Sergio Moro será retratado com certeza. Páginas e páginas se escreverão sobre ele. Mas não seria justo fazer o registro sem que se conhecesse também as pessoas que o ajudaram nessa tarefa. E além de Rosângela Moro, dedicada a manter as massas mobilizadas com o uso da rede social, um nome não poderá ser omitido: Ivanice Grosskopf, diretora de secretaria da 13a. Vara Federal de Curitiba.
 
Ivanice trabalha com Moro desde o tempo de Cascavel, quando o juiz se tornou titular pela primeira vez, meados dos anos 90, na sucessão de João Pedro Gebran Neto (houve um juiz entre eles, que ficou pouco tempo lá). Na época, Moro passou por uma situação constrangedora, como recorda o procurador da república Celso Três, que trabalhava na jurisdição. 
 
Um advogado apresentou mensagem divulgada por Rosângela Moro, advogada, que informava o telefone do gabinete do marido como seu próprio contato profissional. Poderia ser interpretado como exploração de prestígio ou irregularidade equivalente, mas o caso não foi levado adiante. 
 
“Na época, eu ouvi as explicações de Moro e achei que não tinha havido dolo. Pareceu mesmo que foi um equívoco”, disse o procurador, conhecido desde o Banestado pela tenacidade com que conduz suas investigações — Três já teve o carro perfurado a bala quando apurava o envolvimento de policiais civis do Paraná num esquema de extorsão de sacoleiros que faziam compra no Paraguai.
 
Ivanice já era conhecida de todos, e se atribui a ela a redação de despachos do juiz, inclusive sentenças, o que não é incomum no Judiciário, dado o excesso de tarefas do magistrado e a relação de confiança que existe entre este e alguns subordinados. São estes que tocam a Vara, o juiz dá as diretrizes e confere o trabalho antes de assinar, para que nada saia fora de sua orientação.
 
Quando Moro deixou Cascavel e foi para Curitiba, onde implantou a Vara especializada em lavagem de dinheiro, Ivanice o acompanhou, para ocupar o posto de funcionária número 1, chefe do cartório. Na transcrição do vídeo com o depoimento de Lula à Polícia Federal, sob condução coercitiva, em março de 2016, o nome de Ivanice aparece como responsável pela tarefa. 
 
A neutralidade e a imparcialidade são requisitados que se exige do magistrado, para o bom desempenho de suas funções, mas seria ainda melhor que suas pessoas de confiança mantivessem postura semelhante. Mas não é o que acontece na 13a. Vara de Curitiba.
 
Se, em Moro, a parcialidade é enrustida, em Ivanice é escancarada, pelo menos até 3 de agosto de 2016, data da última postagem pública em seu facebook. Nesse dia, ela postou o link com a entrevista de Deltan Dallagnol ao Programa do Jô. 
 
Ivanice também revela em sua rede social um papel ativo nas manifestações convocadas pelo Vem Pra Rua. Compartilha publicações de uma tal organização que se define pelo slogan “Curitiba, a capital mais direita do Brasil”. Deu publicidade também a manifestações do senador Ronaldo Caiado contra o assim chamado Foro de São Paulo, um assunto recorrente em sua rede social.
 
Compartilhou texto de Olavo de Carvalho, com ilustração em que aparece um bispo do xadrez com a estrela do PT alterada com foice e martelo e o aviso do ativista de extrema-direita de que havia postado um comentário na “página da CNBBosta”. Ivanice convocou para um twittaço e facebookaço com a hashtag “Agora Somos Todos Moro”. 
 
Compartilha textos do site de extrema-direita O Antagonista, texto do movimento escola sem partido e de grupos que defendem a liberação do porte de armas no Brasil — “vinte fatos que comprovam que posse de armas deixa uma população mais segura”. 
 
Revela as viagens que fez aos Estados Unidos, com direito a foto em frente à estátua de Abrahan Lincoln em Washington, e uma publicação que trata da importância de se fundar no Brasil algo como o Tea Party nos Estados Unidos — na verdade, existe, é o MBL, de cujas postagens ela compartilha, como, por exemplo, um fake news que atribui a um deputado do PT a iniciativa de “calar mídia à força” depois das eleições (em 2014).
 

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No dia do segundo turno da eleição para presidente, postou mensagem com o seguinte teor:
 
"Hoje é o dia de você exercer o direito de ir às urnas e escolher o próximo presidente do Brasil. Caso ocorra alguma situação diferente, no momento da votação, que te impeça de votar, avise o mesário e nos informe, enviando uma mensagem para aeciocampanha2014@gmail.com ou para o whatsapp (11) 952104827, com seu nome e telefone, para fazermos contato. 
Obrigado. #MudaBrasil"
 
Na véspera, postou o vídeo de aecistas na rua, cantando:
 
“Ah, eu tô feliz, eu vim para a rua mudar o meu País. Aécio! Aécio! Aécio!”
 

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Ela já indicava apoio a Aécio na véspera do primeiro turno, quando postou pesquisa com o título: “Aécio Neves ultrapassa Marina Silva”. Sua militância antipetista é ostensiva, como mostra o texto de Veja que repercute:
 
“Marginais do PT saquearam a Petrobras”, diz professor Villa - TVEJA (Marco Antônio Villla).
 
Além da militância antipetista, a diretora da secretaria da Vara de Sergio Moro se dedica a atacar pessoalmente Lula e posta memes ofensivos e um texto que, hoje, assume especial importância, por se tratar o triplex do Guarujá, objeto do processo que levou à condenação de Lula a nove anos e meio de prisão, cujo recurso será julgado dia 24 de janeiro, pelo Tribunal Regional Federal da 4a. Região.
 
O texto saiu no blog Vide Versus, do ativista de extrema-direita Vítor Vieira, em dezembro de 2014, e contém uma série de dados que não encontram relação com a verdade factual. Diz que o triplex era de Lula e que ele passaria lá o Reveillon. "De sua ampla sacada, poderá ver a queima de fogos, que acontece na orla bem defronte do seu prédio, feito pela OAS, empresa investigada pela Operação Lava-Jato”, escreve.
 
"A reforma do apartamento 164 é tocada por seu filho Lulinha, segundo funcionários do edifício, e foi vistoriada por dona Marisa o tempo todo — acrescenta o cascateiro. 
 
“Ela mesmo providenciou a decoração do local, visitado por Lula apenas três vezes. A família Lula construiu um elevador privativo para levá-los do 16º ao 18º, que no projeto original tinha apenas escadas internas. Lulinha usou também parte do quarto de empregada e um canto da sala para fazer um escritório. Mandou também colocar porcelanato em tudo. A cobertura com piscina também recebeu uma boa área gourmet.”
 

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Hoje já se sabe que a reforma foi feita pela OAS, que tentou entregar o triplex a Lula, mas ele nunca foi dono do imóvel. Visitou o triplex uma vez e recusou. Com a popularidade de Lula, é razoável supor que ele teria liberdade para descansar do balneário de Guarujá, um dos mais movimentados do litoral de São Paulo?
 
Sequer passou uma noite no local, como ficou claro no processo — apesar disso, foi condenado. Na Vara de Curitiba, parece que o fake news, presente nas publicações da diretora da Secretaria Ivanice Grosskopf, prevaleceu sobre o conteúdo do processo.
 
Lula foi condenado numa Vara onde, por baixo de ternos, gravatas e tailleurs, servidores púbicos vestiram camiseta de militantes anti-petistas. E alguns, como a importante Ivanice, sequer esconderam isso nas redes sociais.
18
Mai18

Dinheiro da corrupção comprou triplex da OAS que Moro arranjou para Lula (veja vídeos)

Talis Andrade

Um sujeito para comprar um imóvel, avaliado em 1,5 milhão, por 2,2 milhões precisa ter muito dinheiro em casa escondido. Dinheiro arranjado fácil. De safadezas mil. No caso, de transações corruptas. De assalto às burras do Distrito Federal, nos arrumadinhos com os governadores de Brasília e Estados.

 

Primeiro, prometi provar que o triplex tinha dono, sim, e não era Lula.  No leilão, apresentaram a seguinte escritura:

 

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 Na escritura, o nome da empresa OAS Empreendimentos, proprietária do triplex, que nunca foi de Lula

 

 

José Celso Gontijo, empresário que arrematou, num leilão, o triplex no Guarujá atribuído ao ex-presidente Lula, efetuou o depósito de R$ 2,2 milhões pelo imóvel. Em entrevista, Gontijo disse que não visitou o apartamento, leiloado com autorização do juiz federal Sergio Moro.

 

Eis a foto do safado. 

Jose_Celso_Gontijo, diretor proprietário JC Gonti

 DINHEIRO NA MÃO. Veja vídeos de José Celso Gontijo com o dinheiro na mão para comprar governadores, secretários de Estado, triplex ... 

 

 

 

 

18
Mai18

Quem é o sujeito que comprou o triplex da OAS que Sergio Moro arranjou para prender Lula?

Talis Andrade

Já falei do leiloeiro, um cara que depois de aposentado arrumaram para o sortudo amigo um jeito fácil de ganhar dinheiro.

 

Para esconder o verdadeiro comprador do triplex da OAS fizeram divulgar retratos e memes de um advogado de Belo Horizonte.

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As fotos são do advogado Fernando Gontijo 

Juliana e Fernando gontijo divide um escritório a

 que divide um escritório de advogacia com a irmã em Belo Horizonte, e

triplex moro fernando gontijo valéria felipe gont

 que é casado com Valéria Felipe Gontijo, procuradora do Estado de Minas Gerais

 

No próximo post mostarei o verdadeiro nome e a cara safada do esbanjador que comprou o triplex, que vale 1, 5 milhão, por 2,2 milhões de reais.

 

Também provarei que o triplex é da OAS. 

 

 

 

 

23
Abr18

Notas fiscais de reforma falsa em triplex do Guarujá em São Paulo são de empresas de Curitiba

Talis Andrade

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Plantão Brasil - As notas fiscais emitidas por empresas, algumas de Curitiba, para justificar a reforma inexistente no apartamento tríplex, no Guarujá, litoral paulista, e servir de base para a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontam para uma fraude processual. Nenhum dos produtos ou serviços cobrados, segundo a Justiça Federal, foi efetivamente entregue.

 

As notas fiscais foram emitidas pela empresas Talento Construtora, GMV Latino America Elevadores, TNG Elevadores e Kitchens Cozinhas e Decorações. As duas primeiras têm sede na capital paranaense. Sequer os elevadores, a cozinha planejada ou as obras de alvenaria foram entregues, conforme constatou o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), ao ocupar o imóvel, na semana passada.

 

“O complô formado no interior da estrutura judicial para levar a cabo a operação ‘Inquisição’ contra o Lula não teve sequer mínimos cuidados para disfarçar. Quer dizer, o Lula está preso por conta de reforma que não houve, levada a cabo por empresas de Curitiba em um apartamento no Guarujá”, escreve uma internauta.

 

Lava Jato

 

“Todas as empresas têm pagina no Facebook. Como não confio no Judiciário, fui pessoalmente questioná-las. Afinal, seja pela emissão de notas falsas, seja pela não entrega de serviços cobrados, é importante tirar isso a limpo. Convido todos a fazerem o mesmo (como tem empresa que já bloqueou as avaliações, a alternativa agora é postar a avaliação pelo Google)”, acrescenta.

lula-processo perícia PF.jpg

 

Ainda na publicação, são transcritos trechos da sentença do juiz Sérgio Moro, titular da Operação Lava Jato.

 

“381. Os custos da reforma atingiram R$ 1.104.702,00 e incluíram a instalação de elevador privativo no apartamento triplex, cozinhas, armários, readequação de dormitórios, retirada da sauna, ampliação do deck da piscina e até compra de eletrodomésticos. (…)

 

Elevador

 

385. Ali se encontram a Nota Fiscal 423, no valor de R$ 400.000,00, emitida em 08/07/2014, a Nota Fiscal 448, no valor de R$ 54.000,000, emitida em 18/08/2014, a Nota Fiscal 508, no valor de R$ 323.189,13, emitida em 18/11/2014. Todas elas foram emitidas contra a OAS Empreendimentos e têm por objeto “execução de obra de construção civil, localizada no endereço Rua General Monteiro de Barros, 638, Vila Luiz Antônio, Guarujá, SP”. Total de cerca de R$ 777.189,00.

 

?386. Também ali encontram-se planta para reforço metálico do térreo do apartamento triplex, cobertura; no Edifício Mar Cantábrico, a Nota Fiscal 8542 emitida, em 15/09/2014, pela GMV Latino America Elevadores contra a Tallento, no valor de R$ 798,00; relativamente à venda de óleo para elevador.

 

Três paradas


A Nota Fiscal 8545, emitida, em 16/09/2014, pela GMV Latino America Elevadores contra a Tallento, no valor de R$ 47.702,00, relativamente à venda de elevador; a Nota Fiscal 103, emitida, em 20/10/2014, pela TNG Elevadores contra a Tallento, no valor de R$ 21.200,00; relativamente a serviços de instalação de elevador, com três paradas; na “obra solaris, Guarujá”. Esses serviços e obras contratadas pela Tallento foram incluídos nos preços cobrados desta para a OAS Empreendimentos. (…)

 

?389. Além da reforma realizada pela Tallento Construtora no apartamento 164-A, a OAS Empreendimentos contratou a Kitchens Cozinhas e Decorações para a colocação de armários e móveis na cozinha; churrasqueira, área de serviços e banheiro, no montante de R$ 320.000,00”.

 

“No mesmo processo, porém, os laudos da perícia da PF no triplex do Guarujá, atestam que o apartamento estava abandonado e que nunca foi ocupado. As notas fiscais referentes a instalação de elevador inexistente provam que foram forjadas”, acrescenta a professora paulista Mara Rocha.

 

Fraude


“Não existe elevador dentro do apartamento e nem área gourmet. Mesmo quando Lula afirma que não é proprietário. Inicialmente D. Marisa (Letícia, primeira-dama já falecida) pagou algumas cotas do apartamento, ainda na planta e desistiu da aquisição; por considerá-lo inadequado para a família.

 

“Mesmo quando o registro de propriedade encontra-se no nome da OAS. Enfim, a verdade aparece. Mesmo assim, apesar de todas as evidências Sergio Moro mantém Lula preso; num processo fraudulento dos quais ele é o principal articulador”, acrescentou.

 

Moro aceitou que o processo fosse baseado em uma notícia veiculada no Jornal Nacional; da Rede Globo. A matéria citava as referidas notas fiscais como suposta prova do envolvimento do ex-presidente no caso do tríplex.

 

21
Abr18

Engenheiro diz que reforma no triplex que Moro arranjou para Lula custou R$ 777 mil

Talis Andrade

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Armando Dagre, sócio da Talento Construtora, contou ao Ministério Público de São Paulo que a reforma no triplex 164 A, no Condomínio Solaris, em Guarujá, no litoral de São Paulo, contratada pela empreiteira OAS, alvo da Operação Lava Jato, custou R$ 777 mil.

Segundo Dagre, os trabalhos foram realizados entre abril e setembro de 2014.

 

Dagre acrescentou que o contrato com a OAS, para reforma do triplex incluiu novo acabamento, além de uma outra piscina, mudança da escada e instalação de elevador privativo.

 

Confira aqui. Transcrevo reportagem publicada no Estado de São Paulo, e assinada pelos jornalistas investigativos de lorotas, que não checam as informações, Fausto Macedo, Julia Affonso e Ricardo Brandt.

 

A Talento Construtora, uma empresa que trabalha para o governo tucano do Paraná, também realizou reformas fantasmas e, possivelmente, construções super superfaturadas para o governador tucano Beto Richa. 

 

Para livrar a cara, os citados jornalistas safadamente informam: "As informações sobre o depoimento de Armando Dagre foram divulgadas no Jornal Nacional, da TV Globo".

 

 Que farsa judicial: Armando Dagre testemunhou para Moro que, ‘praticamente’, refez o triplex.

 

 

 Veja o cinismo das perguntas do juiz e do promotor e respostas mentirosas da testemunha. Tudo puro teatro mambebe 

 

O safado propreitário da Talento Construtota mentiu várias vezes.  A reforma, contratada pela empreiteira OAS, alvo da Operação Lava Jato, custou R$ 777 mil, segundo Dagre das notas fiscais frias, e esquentadas por uma justiça partidária. 

Reforma do tríplex de Lula teria custado R$ 1,2 milhão, diz outro mentitoso ex-executivo da OAS, 

Fábio Hori Yonamine, em depoimento à justiça de Moro leia aqui

 

 

 

31
Jan18

Peça 5 – a competência da Lava Jato. Um espetáculo de mágica

Talis Andrade

 

Não havia suporte para a competência da Vara de Curitiba e do TRF4. Afinal, o apartamento em questão está em Guarujá e não havia correlação nítida com nenhum ato ligado à Petrobras.

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Para garantir o controle de Sérgio Moro, os procuradores ligaram o tríplex a três contratos da OAS com a Petrobras.

 

Na sentença, Sérgio Moro diz explicitamente que não havia relação com os três contratos. Seus colegas do TRF4 colocam a Petrobras de volta no contrato, mostrando inconsistência generalizada das acusações.

 

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31
Jan18

Peça 2 – a lavagem de dinheiro. No teatro do julgamento de Lula

Talis Andrade

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Ilustração Ramses Morales Izquierdo

 

 

A Lava Jato conseguiu uma criatividade inédita na caracterização do crime de lavagem de dinheiro, diz Flávio Dino: a OAS lava dinheiro dela mesma. Ou seja, para disfarçar a propriedade do tríplex, mantêm-no em seu próprio nome. Moro criou; o TRF bancou.

 

P.S.: A seguir peça 3 da farsa do julgamento circense, por Luis Nassif 

 

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