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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

23
Mai18

TEMER GENOCIDA As crianças as principais vítima da autoridade fiscal de Temer e Meirelles

Talis Andrade

 

As escolhas políticas de Temer para enfrentar a crise econômica do país são duramente criticadas pela economista Tereza Campello

 

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Sem meias palavras, ela define como "burra" a opção de cortar o investimento social no curto prazo e não levar em conta, a médio e longo prazo, o aumento do gasto na rede pública de saúde. "Custa menos você prevenir a desnutrição e a diarreia, do que tratar uma criança hospitalizada num leito de UTI. Então não é uma opção fiscal inteligente, racional, é ineficaz do ponto de vista da austeridade fiscal", afirma Tereza Campello, ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome do governo de Dilma Rousseff.

 

Enquanto cortava nos programas sociais, a ex-ministra lembra que o governo Temer privilegiou o parcelamento e descontos de até 90% para micro e pequenos empresários em dívida com a União, por meio do Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Refis). Escolha semelhante também foi feita com relação às dívidas de fazendeiros, atendendo demanda da bancada ruralista em detrimento do investimento em programas sociais. "Além de uma grande injustiça, é uma burrice fiscal", critica a ex-ministra.

 

Tereza diz que o país hoje assiste a volta de doenças que estavam controladas, como sarampo, sífilis, tuberculose e hanseníase. "O Brasil era pioneiro na redução de doenças como tuberculose e hanseníase, que agora voltam a crescer junto com a mortalidade infantil." Ela vincula o retorno da diarreia e da desnutrição à renda da população, além de relacionar o aumento de doenças respiratórias com o fim da Farmácia Popular.

 

"É um escândalo. Fecharam a Farmácia Popular, que distribuía de graça remédio pra asma! Isto vai ter impacto nas doenças respiratórias, como pneumonia e infectorespiratórias. Então essa família pobre, precarizada com o desemprego, precarizada com a reforma trabalhista, fica sem o remédio da asma. Você acaba com a Farmácia Popular e agora vai aumentar a hospitalização de criança com pneumonia. O impacto a médio e longo prazo é muito alto. Mesmo do ponto de vista fiscal, essa escolha é burra", critica a economista.

 

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Os óbitos evitáveis também aumentaram nos bebês de até um ano de vida

Conhecer os acertos

A ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome propõe que, neste momento de crescimento da mortalidade na infância, se reflita sobre os motivos pelos quais tais mortes vinham diminuindo na última década, de forma permanente e sistemática. Neste sentido, avalia que a principal razão não havia sido apenas a expansão da rede de cuidados médicos, mas sim o aumento da renda da população, com impacto direto na redução da mortalidade causada por doenças evitáveis, como desnutrição, e outras decorrentes da diminuição da imunidade, como diarreia.

 

"O aumento da crise e do desemprego tinha que ser acompanhado do aumento da rede de proteção, e isto não aconteceu. Este é o problema", analisa. Segundo Tereza Campello, não basta justificar os cortes sociais como efeitos da crise. Para ela, o governo de Michel Temer abandonou a rede de proteção que daria apoio durante a dificuldade econômica. "É justamente no momento de crise que o Estado deve dar suporte, deve garantir a alimentação escolar melhor, já que ela não vai comer em casa", avalia, fazendo referência aos cortes no Pnae) e o "fim" do PAA.

 

"O que ficou do PAA são coisas que tinham obrigações geradas e ficaram sendo pagas. O programa chegou a ter um bilhão de reais e hoje tem alguns poucos milhões, foi completamente desconstituído, e era um programa que distribuía alimentos para populações vulneráveis. Há um conjunto de políticas que deixou de garantir o suporte para o aumento do desemprego e o aumento da vulnerabilidade da população", afirma a ex-ministra, em sintonia com o diagnóstico da gerente-executiva da Fundação Abrinq.

 

 "O estancamento do processo de suporte da população mais vulnerável, mais a precarização do trabalho, mais o aumento do desemprego, isto impacta diretamente no público mais frágil, que são as crianças. A gente já sabia que a pobreza no Brasil era mais severa entre as crianças, por isso tínhamos todo um conjunto de políticas protegendo as crianças, e que deixou de existir", lamenta Tereza Campello.

 

Apesar da revolta com o aumento das taxas de mortalidade infantil e na infância, a ex-ministra pondera que o país hoje conhece os caminhos para enfrentar o problema, uma experiência acumulada na gestão pública, em parceria com a sociedade civil, ao longo de muitos anos. Com otimismo, ela acredita que, quando houver um ambiente político mais favorável, o Brasil poderá retomar o caminho das políticas para crianças que vinham sendo desenvolvidas até o impeachment de Dilma Rousseff. Texto de Luciano Velleda, da RBA  

26
Abr18

Moro repete o Rei Sol: Eu sou o estado, eu sou a lei

Talis Andrade

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz", diz ministro do STF

 

teleguiada carolina moro.jpg

 

 

Moro é a justiça toda com suas cortes e palácios.

 

Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), tribunais regionais federais e juízes federais, tribunais e juízes militares, e tribunais e juízes dos estados, do distrito federal e dos territórios. Assim o STF como os tribunais superiores — quanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Superior Tribunal Militar (STM) — sediados em Brasília, capital do país, e que, para Moro, não jurisdicionam o Brasil inteiro. A república do Paraná fica de fora. 

 

11 ministros formam o STF, cuja competência principal é guardar a constituição. 33 ministros formam, pelo menos, o STJ. Moro não respeita nenhuma hierarquia. O abuso de poder é sua marca registrada. 

 

Esse poder todo de Moro tem raízes. Desde o assalto do BanEstado que ele representa os interesses dos banqueiros, junto com Henrique Meirelles, empregado dos banqueiros internacionais. Meirelles safado todo, que disse o salário mínimo ser alto demais.

 

Moro viajou pelos Estados Unidos, com Joaquim Levy, que foi o primeiro secretário de Planejamento e Fazenda de Sérgio Cabral. Ou melhor dito: Levy planejava e pagava as obras super faturadas do governo de seu Cabral no Rio Janeiro  - que nem as reformas com notas frias no apartamento que Moro atribuiu a Lula. Mas livraram a cara de Levy. Somente Sérgio Cabral foi preso.

 

Levy é da turma de Armínio Braga, empregado do especulador George Soros, que disse que as empresas estrangeiras não tinham dinheiro para pagar o salário mínimo. Esse Armínio indicou o atual presidente do Banco Central de Temer.

 

Moro um juiz partidário, que não trabalha, e tem um único réu. Um malandro. Tem uma corte maior do que qualquer desembargador que abusa do nepotismo. Uma corte palaciana de fazer inveja a qualquer ministro da suprema justiça.

 

Moro não senta na vara dele. Vive viajando. Trabalha para Moro, pelas vantagens que a Lava Jato oferece, delegados e mais delegados. Procuradores e mais procuradores. Promotores e mais promotores. Juízes e mais juízes. Quem paga todo esses funcionários públicos parasitas é o povo em geral, através dos impostos indiretos.

 

Essa gentalha toda da república do Paraná não difere em nada das justiças doutros Estados, com uma multidão de togados, recebendo salários acima do teto, mais auxílios e prendas mil, em um Brasil que mais da metade dos habitantes vegetam, recebem menos do que os 900 reais do salário mínimo da fome.

 

Moro é, e faz parte da minoria dos um por cento ricos. Moro apóia os corruptos dessa minoria. Moro em Salvador realiza campanha para o neto do bandido Tonho Malvadeza. Apóia, no Paraná, outro corrupto, o Richa.

 

Moro pousa ao lado do amigo, camarada de fé, Aécio. Protege os herdeiros do tráfico de PC Farias.

 

A coisa mais legal do mundo são os leilões de Moro. Tudo baratinho, quase de graça.

 

Também legal, mais do que legal, legal demais as delações a mão cheia de Moro. Delações mais do que premiadas.


Delações e leilões aprovados pela juíza de Moro, a Carolina.


Essa juíza o alter ego feminino de Sergio Moro. O lado mulher que Moro tanto esconde, quando cruza os braços à Mussolini.


Tanto que há quem diga que Carolina Lebbos não existe, seja um codinome árabe de Moro. Que nos portais da justiça, da república do Paraná, do jornalismo online, e nos sites de pesquisa apenas existe um retrato. Um único retrato de Carolina quando jovem. Cópia da carteira de estudante. De quando residia na casa dos pais, amigos dos bandidos Youssef, José Janene e outros.

 

“Moro simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado”, diz ministro do STF

 

 

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz, disse o ministro Marco Aurélio Mello, que acrescentou:

 

- A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.

 

Moro decide manter condução de processo do sítio de Atibaia

 

Escreve Ricardo Brito {Reuters) - O juiz federal Sérgio Moro decidiu nesta quinta-feira manter a condução do processo a que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu no caso referente à reforma do sítio de Atibaia (SP), após pedido feito na véspera pela defesa do petista ao magistrado que pretendia transferir para São Paulo essa ação e outra, que trata da suposta compra de um terreno para o Instituto Lula.

 

Os advogados do ex-presidente alegam que os casos não têm ligação direta com o desvio de recursos da Petrobras, motivo que atrai a competência de Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba (PR). Houve também pedido de nulidade dos dois processos, por terem sido, na visão da defesa, julgados por juiz que não seria competente do ponto de vista legal.

 

A defesa de Lula usou como base a decisão tomada na terça-feira pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a retirada de trechos da delações de executivos da Odebrecht dos processos referentes ao sítio e ao terreno para o instituto.

 

Em sua decisão, Moro afirmou que o voto do ministro Dias Toffoli, que deu a primeira manifestação na 2ª Turma a favor da retirada da colaboração da Odebrecht das mãos de Moro, não fazia qualquer menção ao processo do sítio nem tampouco "alguma determinação expressa de declínio de competência desta ação penal".

 

O juiz citou que Toffoli foi enfático ao afirmar em seu voto que a decisão tinha caráter provisório e se baseava apenas nos elementos trazidos no recurso julgado pelo Supremo. Moro disse que houve "precipitação" das partes porque ainda não ocorreu a publicação do acórdão da decisão - resumo do julgamento - da 2ª Turma, "sendo necessária a medida para avaliar a extensão do julgado do colegiado".

 

"Oportuno lembrar que a presente investigação penal iniciou-se muito antes da disponibilização a este Juízo dos termos de depoimentos dos executivos da Odebrecht em acordos de colaboração, que ela tem por base outras provas além dos referidos depoimentos, apenas posteriormente incorporados, e envolve também outros fatos, como as reformas no mesmo sítio supostamente custeadas pelo Grupo OAS e por José Carlos Costa Marques Bumlai", destacou Moro, no despacho.

 

O juiz disse ainda que o pedido de declínio de competência não deve ser apresentado no corpo do processo, mas sim como outro questionamento - a chamada exceção de incompetência. A defesa de Lula, citou ele, já apresentou esse pedido, que ainda está pendente de julgamento.

 

Moro ainda não tomou uma decisão sobre o eventual envio do processo do Instituto Lula para a Justiça Federal paulista.

 

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, afirmou que a decisão mostra que o juiz de primeiro grau pretende "abrir um incidente processual para decidir se o Supremo agiu corretamente, o que é incompatível com a hierarquia judiciária".

 

 

26
Abr18

Moro repete o Rei Sol: Eu sou o estado, eu sou a lei

Talis Andrade

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz", diz ministro do STF

 

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Moro é a justiça toda com suas cortes e palácios.

 

Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), tribunais regionais federais e juízes federais, tribunais e juízes militares, e tribunais e juízes dos estados, do distrito federal e dos territórios. Assim o STF como os tribunais superiores — quanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Superior Tribunal Militar (STM) — sediados em Brasília, capital do país, e que, para Moro, não jurisdicionam o Brasil inteiro. A república do Paraná fica de fora. 

 

11 ministros formam o STF, cuja competência principal é guardar a constituição. 33 ministros formam, pelo menos, o STJ. Moro não respeita nenhuma hierarquia. O abuso de poder é sua marca registrada. 

 

Esse poder todo de Moro tem raízes. Desde o assalto do BanEstado que ele representa os interesses dos banqueiros, junto com Henrique Meirelles, empregado dos banqueiros internacionais. Meirelles safado todo, que disse o salário mínimo ser alto demais.

 

Moro viajou pelos Estados Unidos, com Joaquim Levy, que foi o primeiro secretário de Planejamento e Fazenda de Sérgio Cabral. Ou melhor dito: Levy planejava e pagava as obras super faturadas do governo de seu Cabral no Rio Janeiro  - que nem as reformas com notas frias no apartamento que Moro atribuiu a Lula. Mas livraram a cara de Levy. Somente Sérgio Cabral foi preso.

 

Levy é da turma de Armínio Braga, empregado do especulador George Soros, que disse que as empresas estrangeiras não tinham dinheiro para pagar o salário mínimo. Esse Armínio indicou o atual presidente do Banco Central de Temer.

 

Moro um juiz partidário, que não trabalha, e tem um único réu. Um malandro. Tem uma corte maior do que qualquer desembargador que abusa do nepotismo. Uma corte palaciana de fazer inveja a qualquer ministro da suprema justiça.

 

Moro não senta na vara dele. Vive viajando. Trabalha para Moro, pelas vantagens que a Lava Jato oferece, delegados e mais delegados. Procuradores e mais procuradores. Promotores e mais promotores. Juízes e mais juízes. Quem paga todo esses funcionários públicos parasitas é o povo em geral, através dos impostos indiretos.

 

Essa gentalha toda da república do Paraná não difere em nada das justiças doutros Estados, com uma multidão de togados, recebendo salários acima do teto, mais auxílios e prendas mil, em um Brasil que mais da metade dos habitantes vegetam, recebem menos do que os 900 reais do salário mínimo da fome.

 

Moro é, e faz parte da minoria dos um por cento ricos. Moro apóia os corruptos dessa minoria. Moro em Salvador realiza campanha para o neto do bandido Tonho Malvadeza. Apóia, no Paraná, outro corrupto, o Richa.

 

Moro pousa ao lado do amigo, camarada de fé, Aécio. Protege os herdeiros do tráfico de PC Farias.

 

A coisa mais legal do mundo são os leilões de Moro. Tudo baratinho, quase de graça.

 

Também legal, mais do que legal, legal demais as delações a mão cheia de Moro. Delações mais do que premiadas.


Delações e leilões aprovados pela juíza de Moro, a Carolina.


Essa juíza o alter ego feminino de Sergio Moro. O lado mulher que Moro tanto esconde, quando cruza os braços à Mussolini.


Tanto que há quem diga que Carolina Lebbos não existe, seja um codinome árabe de Moro. Que nos portais da justiça, da república do Paraná, do jornalismo online, e nos sites de pesquisa apenas existe um retrato. Um único retrato de Carolina quando jovem. Cópia da carteira de estudante. De quando residia na casa dos pais, amigos dos bandidos Youssef, José Janene e outros.

 

“Moro simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado”, diz ministro do STF

 

 

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz, disse o ministro Marco Aurélio Mello, que acrescentou:

 

- A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.

 

Moro decide manter condução de processo do sítio de Atibaia

 

Escreve Ricardo Brito {Reuters) - O juiz federal Sérgio Moro decidiu nesta quinta-feira manter a condução do processo a que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu no caso referente à reforma do sítio de Atibaia (SP), após pedido feito na véspera pela defesa do petista ao magistrado que pretendia transferir para São Paulo essa ação e outra, que trata da suposta compra de um terreno para o Instituto Lula.

 

Os advogados do ex-presidente alegam que os casos não têm ligação direta com o desvio de recursos da Petrobras, motivo que atrai a competência de Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba (PR). Houve também pedido de nulidade dos dois processos, por terem sido, na visão da defesa, julgados por juiz que não seria competente do ponto de vista legal.

 

A defesa de Lula usou como base a decisão tomada na terça-feira pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a retirada de trechos da delações de executivos da Odebrecht dos processos referentes ao sítio e ao terreno para o instituto.

 

Em sua decisão, Moro afirmou que o voto do ministro Dias Toffoli, que deu a primeira manifestação na 2ª Turma a favor da retirada da colaboração da Odebrecht das mãos de Moro, não fazia qualquer menção ao processo do sítio nem tampouco "alguma determinação expressa de declínio de competência desta ação penal".

 

O juiz citou que Toffoli foi enfático ao afirmar em seu voto que a decisão tinha caráter provisório e se baseava apenas nos elementos trazidos no recurso julgado pelo Supremo. Moro disse que houve "precipitação" das partes porque ainda não ocorreu a publicação do acórdão da decisão - resumo do julgamento - da 2ª Turma, "sendo necessária a medida para avaliar a extensão do julgado do colegiado".

 

"Oportuno lembrar que a presente investigação penal iniciou-se muito antes da disponibilização a este Juízo dos termos de depoimentos dos executivos da Odebrecht em acordos de colaboração, que ela tem por base outras provas além dos referidos depoimentos, apenas posteriormente incorporados, e envolve também outros fatos, como as reformas no mesmo sítio supostamente custeadas pelo Grupo OAS e por José Carlos Costa Marques Bumlai", destacou Moro, no despacho.

 

O juiz disse ainda que o pedido de declínio de competência não deve ser apresentado no corpo do processo, mas sim como outro questionamento - a chamada exceção de incompetência. A defesa de Lula, citou ele, já apresentou esse pedido, que ainda está pendente de julgamento.

 

Moro ainda não tomou uma decisão sobre o eventual envio do processo do Instituto Lula para a Justiça Federal paulista.

 

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, afirmou que a decisão mostra que o juiz de primeiro grau pretende "abrir um incidente processual para decidir se o Supremo agiu corretamente, o que é incompatível com a hierarquia judiciária".

 

 

16
Abr18

Valor do salário mínimo desrespeita Constituição

Talis Andrade

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 Manchete de 2017

 

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Jornaleco da direita de São Paulo nos tempos de Dilma, em 2015, reclamava do salário mínimo. Hoje, com Temer, aplaude com o "caixinha, obrigado"

 

 

A Constituição é desrespeitada quando os togados - juízes, promotores, procuradores, conselheiros de tribunais, desembargadores, ministros recebem mais do que o permitido. 

 

Também quando se paga o salário mínimo. O salário da fome. Com a reforma trabalhista de Temer, o salário da fome e do medo.

 

É uma vergonha. O valor previsto para o salário mínimo do ano que vem é de R$ 1.002. Divulgada pelos Ministérios do Planejamento e da Fazenda nessa quinta-feira, dia 12, a projeção consta no projeto da LDO, Lei de Diretrizes Orçamentárias, de 2019, que será debatido pelo Congresso Nacional. 

 

Este 1 mil real é uma humilhação dos golpistas Michel Temer e ministro Henrique Meireles e sua equipe econˆmica da extrema direita.

 

Um juiz recebe quase 5 mil reais apenas de auxílio moradia. 

 

Salário mínimo na Argentina vai alcançar a cifra de 10 mil pesos (US$ 602,40 ou R$ 2.019) até julho de 2018.

 

Compare os salários médios do Brasil com os do Uruguai, Chile e outros país da América Latina.

 

O Brasil deixou de ser uma potência do Primeiro Mundo, o "B" do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, para ser um país do Terceiro Mundo, subordinado à política econômica do FMI. Mais um país vassalo. O país igual aos da África que sofrem intervenção militar.

 

Escreve Kleber Sales/ CB/D.A Press: O valor R$ 1.002 representa um aumento de 5,03% em relação ao salário atual, que é de R$ 954, mas o aumento real é de 1%. Segundo cálculos do Dieese, Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o país ainda não cumpre o que determina a Constituição Federal.

 

De acordo com a Carta Magna, o salário mínimo precisa atender as necessidades vitais básicas do trabalhador, incluindo, por exemplo, moradia, alimentação, educação, saúde, transporte e lazer.

 

O economista Clóvis Scherer, do Dieese, destaca que os cálculos da entidade apontam o valor preciso seria R$ 3.706,44, considerando o custo de vida. O número previsto para 2019 ainda é 3,6 vezes menor, o que inviabiliza a manutenção do trabalhador e das famílias.

 

“É muita diferença. Vamos pensar em dois adultos [ganhando o mínimo]. Nesse caso aí, chegaria a pouco mais de R$ 2 mil. Mesmo assim, ele ficaria em pouco menos da metade pra atender o dispositivo constitucional”, afirma Scherer.

 

Scherer explica que a política do salário mínimo não sofreu grandes alterações porque está fixada em lei e é atualizada a cada quatro anos. Mas o economista aponta que o governo golpista Michel Temer tem se utilizado, nos últimos anos, da flexibilidade dada pela legislação para diminuir o reajuste. Em 2016, por exemplo, o aumento real foi de 0,36%, seguido de um decréscimo de 10% em 2017 e de outro de 0,25% em janeiro deste ano.

 

“De um ponto de vista mais geral – e isso se evidencia, por exemplo, na proposta que o governo encaminhou de reforma da Previdência –, a intenção ou o desejo dos formuladores de políticas atuais é de minorar ou reduzir o potencial do salário mínimo de sustentação e até de elevação da renda da população”, explica.

 

Mínimo é transferência de renda

 

O salário mínimo é uma referência vital para a economia tanto do ponto de vista das contas públicas quando sob o aspecto social. O secretário de Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Quintino Severo, ressalta que o mínimo é considerado um importante indutor do processo de redução das desigualdades sociais.

 

Para a entidade, o caminho para uma melhor valorização do salário exige a adoção de medidas como a taxação de grandes fortunas e o imposto de renda sobre o lucro.

 

“É [preciso] transferir renda dos mais ricos para os mais pobres, e o salário mínimo é esse instrumento de transferência da renda”, defende Severo.

 

O Brasil tem cerca de 48 milhões de pessoas assalariadas ou que recebem um salário mínimo pelo INSS.

 

 

27
Jan18

A censura partidária das empresas e o desemprego

Talis Andrade

Acontece no Espírito Santo

 

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Acontece no Brasil todo 

Vara no lombo do povo

 

censura movimento social Nestory Fedeliko (FEDE).j

 É isso aí: ame-o ou deixe-o. 

 

Nada de protestar contra a reforma trabalhista.

 

Tem que esperar caladinho a reforma da previdência. 

 

Não se espantar jamais com os salários acima do teto permitido pela Constituição e mais auxílio moradia, auxílio educação, auxílio saúde, as ricas aposentadorias, as ricas pensões, inclusive para as filhas solteiras maiores de idade e virgens juramentadas das castas da justiça, do legislativo, do executivo - os marajás de sempre e as Marias Candelária.  

 

Tem que apoiar o golpe e votar nos candidatos indicados por Temer e o quadrilhão do PMDB na Câmara dos Deputados e seus partidos aliados, que tramaram e executaram a derrubada de Dilmar Rousseff.

 

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É aceitar agradecido o salário mínimo do mínimo, o desemprego e jamais fazer greve que atrapalha o trânsito, jamais ocupar escolas que é importante a ordem unida e o progresso da ponte para o futuro permitido pelo FMI. 

 

O trabalhador sempre perde. A ditadura militar de 1964 cassou a estabilidade no emprego.

 

O golpe de Temer rasgou de vez a CLT, terceirizou adoidado, jogou no lixo a carteira de trabalho, estabeleceu o estado mínimo idealizado pelos economistas com dupla nacionalidade, os Henriques Meirelles, os Armínios Fraga.

 

Agora é trabalhar feito escravo oito horas mais quatro de graça. 

 

estado mínimo terceirização desemprego salário

 

 

 

 

 

 

 

 

14
Dez17

No Brasil dos juízes entre os 1% mais ricos, as mulheres receberão os mesmos salários dos homens em 2047, e os negros equiparação de renda com brancos talvez em 2089

Talis Andrade

 

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Vista do Cristo Redentor e da favela Morro da Coroa, no Rio. MAURO PIMENTEL AFP

 

 

Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. O grupo, composto por centenas de estudiosos, disponibiliza nesta quinta-feira um banco de dados que permite comparar a evolução da desigualdade de renda no mundo nos últimos anos. Leia mais. Entre esses privilegiados, os funcionários públicos que recebem salários acima do permitido por Lei, como acontece, descaradamente, com juízes e desembargadores. 

 

Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região.

 

Os super ricos (0,1% da população brasileira hoje) ganham em um mês o mesmo que uma pessoa que recebe um salário mínimo (937 reais) - cerca de 23% da população brasileira - ganharia trabalhando por 19 anos seguidos. Os dados também apontaram para a desigualdade de gênero e raça: mantida a tendência dos últimos 20 anos, mulheres ganharão o mesmo salário que homens em 2047, enquanto negros terão equiparação de renda com brancos somente em 2089. Leia mais 

 

As reformas trabalhista e da previdência de Temer e sua política de cortes adotada por Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, tendem a piorar as mais realistas previsões, transformando as principais cidades em declaradas zonas de guerra como já acontece no Rio de Janeiro, e a aumentar a tendência dos mais ricos residirem no exterior.

 

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04
Dez17

Escravistas, terroristas, autocratas, anti-semitas e colonialistas da França e Brasil

Talis Andrade

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Henrique Meirelles, ministro da Fazenda de Temer, um escravista. Inspirou, ajudou a redigir a reforma trabalhista de Michel Temer, que estabelece uma jornada de oito horas mais quatro extras de trabalho gratuito, e sempre defendeu o mínimo do mínimo como salário, aposentadoria e pensão para o povo em geral. Dupla nacionalidade, invertido colonialista considera o Brasil quintal do império. Capaz de dar que nem vaca nova. De oferecer, a preço de banana, as riquezas do Brasil. Por ser de sua natureza, de adestrado empregado de banco estadunidense, adepto da política de entregar as empresas estatais em leilões quermesses à Fernando Henrique. Coluna do meio, eleito deputado federal pelo PSDB renunciou o mandato para servir ao PT, como presidente do Branco Central. Presidente do conselho da JBS articulou o golpe de todo o poder ao PMDB. O impeachment de Dilma Rousseff foi tramado pelo presidente do diretório nacional do PMDB Romero Jucá, pelo presidente de honra do partido José Sarney, e votado pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pelo presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL).

 

Ciro ajudou a eleger o patrão governador, e Tasso Jereissati (PSDB), eleito em 1986, indicou Ciro como sucessor, em 1990. Em 1998, Ciro reelegeu Tasso para o segundo mandato. Esse troca-troca, vendido como combate ao coronelismo no Ceará. A dupla continuou com o jogo. Beni Veras (PSDB) foi governador de 2002 a 2003, Lúcio Alcântara (PSDB) de 2003 a 2007. O jogo não terminou, Ciro elegeu a esposa Patrícia Saboya e Tasso senadores, e o irmão CId governador desde 2007. Faz o mesmo nepotismo eleitoral de Bolsonaro, de Sérgio Cabral, de Sarney, de Fernando Bezerra Coelho, de Lobão, de César Maia & outros que elegem os filhos. Principalmente os senadores que indicam parentes como suplentes.

 

Bolsonaro, racista, homofóbico, anti-semita quando faz a apologia da ditadura nazi-fascista de 64, defensor de cruéis torturadores. Para lavar tanto sangue escolheu as águas do Rio Jordão para se batizar evangélico. Rancoroso antisemita foi Lutero. Protestantes e papas queimaram judeus e árabes como heréticos.O conceito de anti-semita equivale ao de anti-árabe. Para apagar a ascendência árabe de pai e mãe, Temer foi a Israel buscar um anônimo judeu para presidir o Banco Central, cargo tradicionalmente entregue a estrangeiros e dupla-nacionalidades.

 

Huck mexe seu caldeirão para fazer dinheiro para ele e os patrões irmãos Marinho. De Sérgio Cabral ganhou um pedaço de ilha para construir um afastado palácio, que o povo para ir lá tem que ser de navio ou helicóptero. É uma mistura de Doria com Faustão, outros dois candidatos a presidente de um Brasil acéfalo, com um slogan de um gerente para governar que elegeu, nas últimas eleições de 2016, várias nulidades como prefeito, legalizando e consolidando o golpe de Temer.

 

Marina Silva uma das três mal-amadas de Lula junto com Heloísa Helena, candidata derrotada à presidente, e Marta Suplicy, outra que ambiciona o cargo. Todas três só conseguiram ser vitoriosas pelo PT. Marina uma farsa. Jamais foi seringueira, empregada doméstica, nem teve todas as doenças das curas milagrosas que propaga. Embora seja verdade que desistiu de embarcar no avião que explodiu com Eduardo Campos. Para cada eleição que se candidata à presidenta funda um partido político. Sempre com a bandeira de madrinha da Amazônia bancada pelos exploradores de imensos latifúndios, inclusive o marido denunciado como traficante de madeira nobre.

 

Lula foi preso como terrorista pela ditadura militar de 64. Também acusado de anti-semita por ter dito, em uma entrevista quando operário, que admirava Hitler.

 

 

09
Nov17

Conselheiro de Joesley e Wesley e com offshores no Caribe Meirelles ambiciona ser presidente do Brasil

Talis Andrade

 

 

Pelo menos dois ministros do governo de Michel Temer são mencionados em um grande vazamento de informações do escritório de advocacia Appleby, especializado em empresas offshores. Além de Henrique Meirelles (Fazenda), há também informações sobre uma empresa ligada ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

 

Embora a prática seja legal, empresas offshore podem ser usadas também para cometer crimes, como sonegação de impostos, ocultação de patrimônio (no caso de pessoas que deixam de pagar dívidas) e evasão de divisas. Podem ser usadas também para criar "fundos paralelos" em empresas, possibilitando o pagamento de propinas sem que estas apareçam na contabilidade oficial da companhia. E ainda, para esconder dinheiro de origem ilícita.


Para o Ministério Público Federal, empresas offshores em países como Bahamas, as ilhas Cayman e Bermudas foram usadas pela empreiteira Odebrecht para viabilizar pagamentos a políticos, por exemplo.
"Propósitos de caridade"


Uma das offshores registradas em nome de Meirelles chama-se "The Sabedoria Trust". A documentação da empresa diz que foi estabelecida "a pedido de Henrique de Campos Meirelles, especificamente para propósitos de caridade", segundo um documento mencionado pelo Poder360.


"O objetivo é que, na eventualidade da morte (do ministro) os administradores do trust renunciarão aos seus direitos e apontarão novos beneficiários, cujos nomes estão indicados no testamento datado de 9 de dezembro de 2002", diz o texto.

 

O dispositivo sugere que a offshore de Meirelles foi criada para fins de sucessão - isto é, para facilitar e garantir a transmissão de uma herança após a morte do proprietário. É uma finalidade comum para o uso de offshores. A data de criação da offshore (23 de dezembro de 2009) coincide com a semana anterior à chegada dele ao Banco Central.

 

Vale acrescentar que no Brasil não existem os impostos de fortuna e herança.

 

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Meirelles também aparece nos arquivos vazados da Appleby relacionado a outra offshore, chamada "Boston - Administração e Empreendimentos Ltda". Esta última foi criada em 1990 e encerrada em 2004. Na década de 1990, Meirelles chegou ao posto máximo no Bank of Boston, dos EUA, cargo que ocupou entre 1996 e 1999.

 

Blairo Maggi


O ministro da Agricultura aparece relacionado a uma offshore chamada Ammagi & LD Commodities SA. De acordo com os registros da Appleby, o ministro da Agricultura é diretor da offshore, junto com outros familiares.
A empresa tem o mesmo nome de uma empresa registrada no Brasil, da qual a empresa da família Maggi é sócia. Trata-se de uma joint venture entre os Maggi e o grupo multinacional de origem holandesa Louis Dreyfus Company, especializado na produção e comercialização de matérias primas, principalmente grãos.
A joint venture brasileira é a controladora da offshore em Cayman.

 

Maggi - que já foi governador de Mato Grosso (de 2003 a 2010), é senador licenciado pelo PP, cargo para o qual foi eleito em 2010. A empresa da família chegou a ser a maior produtora mundial de soja, nos anos 1990 e começo dos 2000. Em 2014, a revista Forbes publicou que Blairo Maggi era o segundo político mais rico do país, com uma fortuna estimada em R$ 960 milhões, pela mesma revista.


Segundo o Poder360, a Louis Dreyfus Company e a empresa dos Maggi firmaram uma parceria em 2009 com o objetivo de atuar no mercado de grãos na Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. O objetivo seria a exportação.

 

Meirelles presidente conselheiro das empresas de Joesley e Wesley Batista


  

Henrique Meirelles contratou a Appleby para criar suas offshores, com dez escritórios espalhados pelo globo, e cerca de 200 avogados para atender os clientes.

 

Não há como Merelles negar. Ao todo, participaram da reportagem 382 jornalistas de 67 países, atuando em 96 veículos de mídia. A BBC participou das investigações por meio do programa Panorama, do canal de TV britânico BBC One. Transcrevi trechos escritos por André Shalders. A imprensa brasileira esconde o escândalo. Henrique Meirelles é um dupla nacionalidade jamais investigado. De 2012 a 2016, foi presidente do Conselho de Administração da J&F Investimentos. É também membro do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas Brasileiras de David Neeleman.

 

 

J&F Investimentos é uma holding brasileira pertencente a família Batista - os irmãos Joesley e Wesley Batista, atualmente presos na sede da Polícia Federal em São Paulo, na zona oeste da capital paulista -,  e que controla empresas como a JBS, Eldorado Celulose e outras. Todos os diretores chefiados por Meirelles foram investigados pela Lava Jato, e presos. Henrique Meireles, o presidente, passou ao largo sempre navegando águas tranquilas. 

 

Em 31 de maio de 2017, o grupo J&F aceitou pagar o valor de R$ 10,3 bilhões num prazo de 25 anos, no maior acordo de leniência já firmado no mundo, junto ao Ministério Público Federal (MPF). A empresa irá detalhar fatos investigados em cinco operações da polícia federal na qual vinha sendo investigada: Greenfield, Sépsis, Cui Bono, Carne Fraca e Bullish. O pagamento será iniciado em dezembro, e terá o prazo de 25 anos. Nesse período, os valores serão corrigidos pela inflação, o que, segundo o MPF, pode elevar o total para R$ 20 bilhões. Toda a multa ficará no Brasil. Os R$ 10,3 bilhões correspondem à 5,62% do faturamento da J&F em 2016. 

 

Em junho, o grupo anunciou a venda de ativos na Argentina, Paraguai e Uruguai para a rival Minerva, para reduzir seu endividamento e levantar recursos. A JBS também informou a realização de um programa de desinvestimentos na ordem de R$ 6 bilhões. 

 

Jornal de hoje:

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  Tem "orientador azarado". Que a sorte fica para o presidente conselheiro da J&F Henrique Meirelles.

 

Meirelles recebia um ordenado pra lá dos cem mil como presidente conselhereiro. Deixou os irmãos Batista - dizem que indicado por eles - para ser ministro da Fazenda do governo golpista de Temer, e receber um salário três vezes menor.

 

Sergio Moro investigou todos os ministros de Lula, e esqueceu o principal, o do dinheiro, Henrique Meirelles presidente do Banco Central.

 

E assim solto, Meirelles presidente da J&F ambiciona ser presidente do Brasil. 

 

 

23
Out17

I - Pequenas biografias de riquezas repentinas, Armínio Fraga

Talis Andrade

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Armínio, o Fraga, um clone de Henrique Meire les.

 

 

Fraga colocou o duplo dele na presidência do Banco Central. Um desconhecido cidadão de Israel, Ilan Goldfajn, que saiu de Haifa onde nasceu, direto para o Brasil de Michel Temer, o pequeno ditador vassalo e entreguista.

 

Fraga vale em ruindade dois indivíduos como Dória e Huck, que são duas barras da pesada.
Tudo uma questão de aceitar que a maldade tem medida.

E peso.

 

Fraga é tão ruim. Que avalia o Brasil pagar um salário mínimo alto demais para as posses das multinacionais, para a ganância dos piratas, inclusive dos agiotas banqueiros.

 

Fraga tem cara de pamonha, mas é mais sabido, mais ardiloso, mais sacana que uma legião de demônios.

 

Ninguém sabe como ficou rico assim de repente. De empregado de um terrorista internacional, de olheiro do especulador George Soros, a bilionário.


De bancário, que era, virou banqueiro.
Talvez a passagem pela presidência do Banco Central, nos tempos de Fernando Henrique presidente do Brasil, explique.

 

Quicá.

 

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