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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

19
Fev20

Sobrinha do ministro Sérgio Moro sofre sequestro relâmpago no interior do Paraná (vídeo)

Talis Andrade

Resultado de imagem para sobrinha de moro sequestrada

 

Uma sobrinha do ministro da Segurança PúblicaSérgio Moro, sofreu um sequestro relâmpago após um assalto em Maringá, cidade natal da família Moro, no noroeste do Paraná, na noite desta segunda- feira (17). 

Segundo informações, ela e o namorado estavam dentro de um veículo estacionado, em uma rua do Jardim Aclimação, quando foram surpreendidos por um casal de criminosos. Durante a ação, mesmo sem reagir, o rapaz de 18 anos foi retirado de dentro do veículo e agredido de forma brutal com socos e pontapés.

A vítima está com bastante lesões a nível de crânio, face, tórax e, principalmente, pescoço”, explicou Pedro Correia, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Na sequência, os bandidos roubaram o Renault Sandero, e a jovem foi levada como refém.

A cerca de quatro quadras de distância, o veículo entrou em alta velocidade em uma rua sem saída e bateu contra um barranco de terra. Sem ter como retirar o carro do local, eles roubaram os pertences da garota e fugiram. 

 

 

19
Mai19

Na terra de Sergio Moro, estudantes lotam o centro de Maringá

Talis Andrade

maringá 16M greve educação.jpg

 

Ato em Maringá (Foto: Victor Simião/CBN Maringá)

 

GMC Online -Centenas de manifestantes iniciaram no fim da tarde desta quarta-feira (15) uma caminhada por ruas e avenidas de Maringá. O trânsito foi bloqueado, inclusive na Avenida Colombo, onde o fluxo de veículos ficou impedido durante cerca de 15 minutos. O ato faz parte da paralisação nacional da educação contra os cortes anunciados pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub.

As ações do governo federal envolvem congelamento no orçamento e de bolsas da pós-graduação das universidades, além de corte de repasses. Contra essas medidas, alunos e professores da UEM e também de outras instituições se concentrou em frente à Biblioteca Central da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Maria Clara Santos, acadêmica do curso de Psicologia da UEM, diz que os estudantes

Estão indignados com a atual situação da Universidade Estadual de Maringá. Desde o governo Richa não são lançados concursos públicos. Então a gente está com falta de professores. Estamos muito satisfeitos com a participação estudantil. Esse é um trabalho árduo e contínuo de mobilização contra esse governo (do Bolsonaro)

 

MMM moro marreco maringá.jpg

 

20
Jul18

Crime de formação de quadrilha prescreve em uma das ações do maior esquema de corrupção da história de Maringá

Talis Andrade

Youssef bandido perdoado moro.jpg

O doleiro Alberto Youssef foi responsável por disfarçar as movimentações financeiras dos desvios na Prefeitura de Maringá, conforme a decisão judicial. (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

 

 

Foi crime de corrupção em Maringá, terra natal de Sérgio Moro, aparece o bandido Alberto Youssef que hoje vive solto gozando uma vida de luxo e luxúria. 

 

Transcrevo do g1: O crime de formação de quadrilha prescreveu em uma das ações, que envolve 13 réus, do maior esquema de corrupção da história de Maringá, no norte do Paraná, – e um dos três maiores do estado ao lado do Caso Banestado, de 2002, e da Operação Publicano.

 

Os desvios de recursos da Prefeitura de Maringá, entre 1993 e 2000, comandados pelo então secretário de Fazenda do município, Luís Antônio Paolicchi, assassinado em 2011, ultrapassam R$ 1 bilhão em valores atualizados, segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR).

 

Conforme a decisão do juiz Joaquim Pereira Alves, da 3ª Vara Criminal de Maringá, de 31 de agosto deste ano, entre o fim da prática de formação de quadrilha, em 1996, e o recebimento da denúncia, em 2009, passaram-se 12 anos, 11 meses e seis dias.

 

O delito, previsto no artigo 288 do Código Penal, prescreve em oito anos. Com isso, os réus da ação, entre eles o doleiro Alberto Youssef, de Londrina, também no norte do Paraná, tiveram extinta a punibilidade da pena no caso da formação de quadrilha.

 

A ação judicial que tramita na 3ª Vara Criminal diz respeito apenas a uma parte na cronologia do esquema de corrupção, pois trata dos crimes cometidos entre 1993 e 1996, na gestão do então prefeito Said Felício Ferreira – já falecido. Outras ações dão conta da outra fase do esquema, entre 1997 e 2000, durante a gestão do ex-prefeito Jairo Morais Gianoto.

 

Paolicchi, o ex-prefeito Said e Cristina Fernandes da Silva Costa, cunhada do doleiro, tiveram todas as penas extintas pelo magistrado por já estarem mortos. A decisão relata que Youssef se aproveitou do fato da cunhada ter problemas mentais para usar uma procuração dela e fazer movimentações financeiras do esquema.

 

Sobre o esquema de desvios de recursos públicos em Maringá:

 

  • O esquema operava com a emissão de cheques da conta da Prefeitura de Maringá na Caixa Econômica Federal, que deveriam ser para pagamentos de fornecedores, mas que eram endossados por Paolicchi e a chefe da Divisão de Finanças e depositados em contas de "laranjas", políticos, empresários e doleiros;
  • Para tentar ocultas os desfalques, os integrantes do esquema apresentavam "notas frias", recibos de pagamentos inxistentes ou em duplicidade à Copel, Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e Caixa Econômica Federal/
  • Paolicchi foi secretário de Fazenda de Maringá em duas gestões e desviou recursos da prefeitura entre 1993 e 2000;
  • Na primeira gestão em que operou o esquema, do ex-prefeito Said Felício Ferreira, entre 1993 e 1996, os desvios de Paolicchi apurados por uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) consumiram média de 21% da arrecadação do município por ano;
  • A Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público de Maringá apurou, em 2001, que o esquema de corrupção envolvia mais de 130 pessoas em pelo menos 11 estados. [texto de Ederson Hising. Leia mais]

 

18
Jul18

Após pós-doutorado na Inglaterra, biólogo vira figurante e tenta bico de modelo nu para se sustentar no Brasil

Talis Andrade

Brasil do golpe de Temer e Moro volta a ser o país dos bacharéis em Direito

 

economomia justiça rico banqueiro Elena. ospina.j

 

Advogados das delações premiadas são os novos ricos do Brasil da Lava Jato (vide link). Escreve André Luis Alves de Melo:

 

"Este termo 'República dos bacharéis' foi usado pela primeira vez no período da Primeira República (1889-1930), também conhecida como 'República Velha'. De fato bacharéis em Direito e Militares foram os articulares da queda do regime imperial no Brasil. 

Contudo, nesta disputa de poder, embora o argumento externo fosse 'maior democracia', o que ocorreu foi mudança de classe no poder. 

Os títulos que nobiliárquicos ou de realeza passaram ser baseados em um suposto conhecimento científico baseado no positivismo ou iluminismo.

Os títulos de nobreza foram substituídos por diplomas de Direito ou da Academia Militar, sendo que tivemos 17 Presidentes da República neste período.

Quase todos nossos Ex-Presidentes eram oriundos de uma sociedade secreta da Universidade de São Paulo (USP), exceto Epitácio Pessoa, mas era bacharel em Direito com cargos relevantes no meio jurídico.

Todos os demais Presidentes eram integrantes da chamada de Bürschenschaft Paulista, ou Studentenverbindung (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como 'Bucha', criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha, in Depoimento, Jornal da Tarde, São Paulo, 28 de maio de 1977:

'Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos da mesma origem, que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. 

Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante.'

Durante décadas os nossos Presidentes da República eram militares ou bacharéis em Direito, mesmo na República Nova, o que apenas começou a ser quebrado com as eleições a partir de Collor. Leia mais

Os bacharéis em Direito da Lava Jato, os generais de Teme e o candidato a presidente Bolsonaro promovem um retorno aos tempos de chumbo, uma meia-volta volver conservadora, entreguista, da direitona, da corriola de Curitiba, das bancadas da bala, do boi, da Bíblia, da volta dos privilégios de uma elite parasita de funcionários públicos da repressão: fiscais, tabeliões, delegados, juízes, procuradores, conselheiros, oficiais, desembargadores. 

 

Não existem vagas para cientistas e pensadores e artistas. Juliana Sayuri exemplifica um caso:

"Não tinha mais nenhum real na conta", lembra o biólogo paranaense Rodrigo Fernando Moro Rios, de 32 anos.
Graduado em ciências biológicas, mestre e doutor em zoologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), ele estudou na Universidade de Illinois, nos EUA, e fez pós-doutorado na Universidade Durham, na Inglaterra, em 2015.


Ainda é pesquisador associado do Departamento de Antropologia da instituição inglesa, mas, desde que retornou ao Brasil, em 2016, o zoólogo trabalhou como garçom, barman, figurante de filmes, entregador de Uber Eats e se ofereceu para ser modelo nu em cursos de arte.

 

Rios não está sozinho. Assim como o biólogo, muitos jovens doutores brasileiros enfrentam dificuldades de inserção no mercado e vivem num limbo profissional.


"Sou forçado a uma série de atividades, de barman a professor de surfe, para muitas vezes conseguir menos que o equivalente a um salário mínimo por mês", diz o cientista.


Atualmente, o salário mínimo no país é R$ 954. Leia mais 

 

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 Em Maringá terra natal de Sérgio Moro

08
Mai18

Moro e Youssef juntos no desvio de 134 bilhões de dólares para o exterior que beneficiaram os caixas 2 de Álvaro Dias, Lerner, Bornausen e Tv Globo

Talis Andrade

MORO E YOUSSEF: PERSONAGENS DE UMA LONGA HISTÓRIA 

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por Paulo Muzell, no Sul21

 

Os dois são paranaenses, quarentões. Sérgio Moro de Maringá, Alberto Youssef de Londrina. O primeiro vem de uma família de classe média alta, filho de professor universitário, formou-se cedo em direito, fez pós-graduação, tornou-se juiz federal, estudou no exterior. O segundo, o Youssef não teve a mesma sorte. Filho de imigrantes libaneses pobres, aos nove anos já vendia pastéis nas ruas de Londrina. Muito esperto, ainda guri, pré-adolescente, já era um ativo sacoleiro. Precoce, antes de completar 18 anos já pilotava monoplanos o que lhe possibilitou uma mudança de escala, um considerável avanço nas suas atividades de contrabandista e doleiro. Com menos de trinta anos tornara-se um bem sucedido “homem de negócios”, dono de poderosa casa de câmbio, especialista em lavagem de dinheiro e remessa ilegal de dólares para o exterior. Em meados dos anos noventa operava em grande escala repassando recursos que “engordavam” o caixa 2 das campanhas de políticos importantes do Paraná e de Santa Catarina, dentre eles Álvaro Dias, Jayme Lerner e Jorge Bornhausen.

 

Alberto Youssef foi, também, figura central na transferência ilegal de bilhões de dólares oriundos de atividades criminosas e de recursos desviados na farra das privatizações do governo FHC.

 

Cr$ 500 bilhões desviados

mais 42 bilhões de prejuízo

com o leilão do BanEstado

 

 

 

Em novembro de 2015, o jornalista Henrique Berangê publicou na revista Carta Capital uma instigante matéria com o seguinte parágrafo inicial: “O juiz Sérgio Moro coordena uma operação que investiga sonegação de impostos, lavagem de dinheiro, evasão de divisas intermediadas por doleiros paranaenses. Foram indiciados 631 suspeitos e remetidos para o exterior 134 bilhões de dólares, cerca de 500 bilhões de reais.” Operação Lava Jato, 2014? Não, ele se referia ao escândalo do Banestado ocorrido no final dos anos 90. A privatização desse banco estatal comprado pelo Itaú segundo estimativas trouxe um prejuízo de no mínimo 42 bilhões de reais aos cofres públicos do país. Mas antes do banco ser vendido, sua agência em Nova York foi o porto seguro dos recursos bilionários para lá transferidos pelos fraudadores.

 

Moro lento complacente no

maior episódio de corrupção

da história da bandidagem 

 

Na segunda metade dos anos noventa através das contas CC5 o então presidente do Banco Central Gustavo Franco escancarou as portas para uma sangria de recursos que daqui migraram para engordar as polpudas reservas de empresários, políticos, grupos de mídia no exterior. Sem dúvida o maior episódio de corrupção da história do país.

 

Foi aberta uma CPI no Congresso, virou pizza; o Banco Central boicotou as investigações e a imprensa silenciou. Só a Globo enviou 1,6 bilhões de dólares, mais de 5 bilhões de reais. Além das grandes empreiteiras na lista dos fraudadores lá estavam também outros grupos da mídia: a editora Abril, o Correio Brasiliense, a TVA, o SBT, dentre outros. A justiça foi convenientemente lenta, os crimes prescreveram, só foram punidos alguns integrantes da “arraia miúda”. Ironias da história: a corporação Globo, futura “madrinha” de Moro cometeu os mesmos ilícitos que mais tarde seriam por ele denunciados na operação Lava Jato. Desta vez, porém, as diligências policiais e ações judiciais não foram arquivadas e Moro pôde posar de “campeão na luta contra a corrupção, herói nacional.” (Continua)

 

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29
Abr18

Por que a polícia esconde as imagens do terrorista da direita que atirou contra o acampamento de Lula para matar?

Talis Andrade

 

polícia ainda não liberou imagens do terrorista.

 

A polícia política da república do Paraná ainda não liberou as imagens do terrorista da extrema direita que atirou contra o acampamento Lula Livre em Curitiba. 

 

O vídeo que capturou o crime mostra uma pessoa andando em direção ao local e, em seguida, se afastando de costas, enquanto continua a efetuar disparos. Este foi o segundo ataque com armas de fogo contra simpatizantes do ex-presidente em um mês: em março, com Lula ainda em liberdade, um ônibus com integrantes de sua caravana foi alvejado também no Paraná. Leia mais no jornal El País, da Espanha 

 

Em nota oficial divulgada pelo partido, integrantes da vigília e de outras organizações repudiaram "o ataque a tiros contra o acampamento Marisa Letícia [...] que resultou em duas pessoas feridas, uma delas de forma grave, com um tiro no pescoço".

 

No relato das pessoas que estavam no acampamento no momento do ataque, a informação é a de que a ação aconteceu por volta das 4h. O ferido, identificado como Jeferson Lima de Menezes, é do estado de São Paulo e ficou em estado grave.

 

A autoria do ataque ainda não foi identificada, mas segundo o que disseram os integrantes do acampamento, havia movimentação de pessoas passando em frente ao local e gritando palavras de ordem a Jair Bolsonaro, candidato à presidência. 

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 Pobreza de hospital, o HT

 

Além de Jeferson, que está internado, entubado e instável no HT, uma mulher que estava no banheiro no momento do tiroteio também se machucou. Os tiros perfuraram três banheiros e ela não foi atingida pela bala, mas sim por estilhaços provocados pelos disparos. Segundo o pessoal do acampamento, o estado de saúde dessa vítima não é grave.

 

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Balas atingiram o banheiro do acampamento 

 

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou também que foram coletados cartuchos 9 mm no local.

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Após o incidente deste sábado, a Prefeitura de Curitiba oficializou na justiça regional um novo pedido para que Lula seja tranferido. O ex-presidente está em uma cela especial de 15 m2 no quatro piso da sede da Polícia Federal. Leia mais na AFP - Agence France-Press

 

O prefeito de Curitiba, o gorducho cujo cheiro de pobre causa vômito, é primo de Rosângela Wolff, mulher de Sergio Moro.  

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 Rosângela Wolff Moro na sua luxuosa residência

 

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Por outro lado, a Justiça proibiu qualquer tipo de acampamento perto da sede da Polícia Federal, estabelecendo uma multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento da determinação. Leia mais na Agencia EFE - Espanha 

 

Por Bajonas Teixeira: Desde duas semanas, vem sendo pedido pela PF e pela prefeitura de Curitiba, a transferência de Lula da sede da Polícia Federal. O atentado a tiros contra o acampamento em que se encontram os manifestantes pro-Lula é uma manobra ridícula e criminosa para forçar essa decisão. E que, justamente por ser ridícula e criminosa, tem tudo para dar certo. Como ocorreu em todos os estados fascistas, atos programados de terrorismo para justificar decisões políticas (como o incêndio do Reichstag logo após a ascensão de Hitler na Alemanha) nunca são punidos. Há, é verdade, uma lei antiterror no país, mas ela não será usada. De todo modo, o pior terrorismo é a insistência, sem qualquer motivo a não ser o desejo de degradar as condições de aprisionamento de Lula, em sua transferência da sede da PF.

 

Sobre o clima geral de violência política instalado no país, a Globo tem muito a nos explicar. Ao retratar o que ocorreu em Curitiba, o jornalismo da Globo do Paraná deixa muito claro como funciona o sistema de manipulação dos fatos pela emissora. (Veja o vídeo da Globo do Paraná)

 

Que o papel da Globo tanto para criar o clima de divisão e ódio, quanto para desfigurar os acontecimentos e, com isso, em última instância, ocultar os agentes imediatos dos atos terroristas, não seja perdido de vista nem esquecido. Leia mais

 

O Paraná é governado por Cida Borghetti, casada com o deputado federal Ricardo Barros, ministro da Saúde golpista, com quem tem uma filha, Maria Victoria Borghetti Barros, deputada estadual. Esse nepotismo eleitoral tem como cural eleitoral a cidade Maringá, berço de Sergio Moro.

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 FAMÍLIA BORGHETTI. A esposa governadora da república do Paraná, o marido ministro de Temer, a filha deputada

 

 

 

25
Abr18

Moro, o deus nu

Talis Andrade

O Mussolini de Maringá

 

moro mussolini .jpeg

 

As empresas das notas fiscais frias, esquentadas por Moro, e os juízes e os promotores e os procuradores e os delegados e os investigadores e os oficiais de justiça e os carcereiros, todos com residência em Curitiba, e Lula com residência em São Paulo.

 

É muita perseguição: um réu julgado e preso distante de sua cidade, de seu habitat. Se a moda pega, como faz um pobre para ir às audiências, viajar, pagar hospedagem, transporte, para atender o assédio judicial de um juiz porra louca que pensa que é Deus? E como pagar um advogado, que também vai precisar viajar de avião, se hospedar em hotel de luxo, comer em restaurante cinco estrelas? Um pobre com Moro está lascado.

 

 

Com Moro a justiça fica mais cara. É uma mente doentia, um sujeito que tem exibicionistas manias femininas de diva, de grandeza, um vaidoso gosto pelo espetáculo. Não aceita opiniões divergentes. Quanto mais histérico mais afina a voz. Cruza os braços como Mussolini. Tem o queixo largo de Mussolini. A barba rala de Mussolini. A camisa preta de Mussolini. Nos traços, no gestual. É um fascista no jeito de ser e agir.

 

MoroPoderoso.jpg

 

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