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28
Jul21

Dallagnol e esposa compram segundo apartamento em condomínio de luxo de Curitiba

Talis Andrade

Deltan e Fernanda Dallagnol

 

Imóvel, arrematado em leilão por R$ 2,1 milhões, pertencia a político condenado por corrupção e assassinado; Moro foi estagiário de advogado acusado no mesmo processo

20
Jul18

Crime de formação de quadrilha prescreve em uma das ações do maior esquema de corrupção da história de Maringá

Talis Andrade

Youssef bandido perdoado moro.jpg

O doleiro Alberto Youssef foi responsável por disfarçar as movimentações financeiras dos desvios na Prefeitura de Maringá, conforme a decisão judicial. (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

 

 

Foi crime de corrupção em Maringá, terra natal de Sérgio Moro, aparece o bandido Alberto Youssef que hoje vive solto gozando uma vida de luxo e luxúria. 

 

Transcrevo do g1: O crime de formação de quadrilha prescreveu em uma das ações, que envolve 13 réus, do maior esquema de corrupção da história de Maringá, no norte do Paraná, – e um dos três maiores do estado ao lado do Caso Banestado, de 2002, e da Operação Publicano.

 

Os desvios de recursos da Prefeitura de Maringá, entre 1993 e 2000, comandados pelo então secretário de Fazenda do município, Luís Antônio Paolicchi, assassinado em 2011, ultrapassam R$ 1 bilhão em valores atualizados, segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR).

 

Conforme a decisão do juiz Joaquim Pereira Alves, da 3ª Vara Criminal de Maringá, de 31 de agosto deste ano, entre o fim da prática de formação de quadrilha, em 1996, e o recebimento da denúncia, em 2009, passaram-se 12 anos, 11 meses e seis dias.

 

O delito, previsto no artigo 288 do Código Penal, prescreve em oito anos. Com isso, os réus da ação, entre eles o doleiro Alberto Youssef, de Londrina, também no norte do Paraná, tiveram extinta a punibilidade da pena no caso da formação de quadrilha.

 

A ação judicial que tramita na 3ª Vara Criminal diz respeito apenas a uma parte na cronologia do esquema de corrupção, pois trata dos crimes cometidos entre 1993 e 1996, na gestão do então prefeito Said Felício Ferreira – já falecido. Outras ações dão conta da outra fase do esquema, entre 1997 e 2000, durante a gestão do ex-prefeito Jairo Morais Gianoto.

 

Paolicchi, o ex-prefeito Said e Cristina Fernandes da Silva Costa, cunhada do doleiro, tiveram todas as penas extintas pelo magistrado por já estarem mortos. A decisão relata que Youssef se aproveitou do fato da cunhada ter problemas mentais para usar uma procuração dela e fazer movimentações financeiras do esquema.

 

Sobre o esquema de desvios de recursos públicos em Maringá:

 

  • O esquema operava com a emissão de cheques da conta da Prefeitura de Maringá na Caixa Econômica Federal, que deveriam ser para pagamentos de fornecedores, mas que eram endossados por Paolicchi e a chefe da Divisão de Finanças e depositados em contas de "laranjas", políticos, empresários e doleiros;
  • Para tentar ocultas os desfalques, os integrantes do esquema apresentavam "notas frias", recibos de pagamentos inxistentes ou em duplicidade à Copel, Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e Caixa Econômica Federal/
  • Paolicchi foi secretário de Fazenda de Maringá em duas gestões e desviou recursos da prefeitura entre 1993 e 2000;
  • Na primeira gestão em que operou o esquema, do ex-prefeito Said Felício Ferreira, entre 1993 e 1996, os desvios de Paolicchi apurados por uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) consumiram média de 21% da arrecadação do município por ano;
  • A Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público de Maringá apurou, em 2001, que o esquema de corrupção envolvia mais de 130 pessoas em pelo menos 11 estados. [texto de Ederson Hising. Leia mais]

 

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