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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

O CORRESPONDENTE

19
Ago18

A Lava Jato perdeu o passaporte

Talis Andrade

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por Fernando Brito

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Escrevam aí: foi-se o tempo bom das palestras internacionais, da aclamação nos auditórios norte-americanos, das bocas-livres dos coquetéis lá fora para o senhor Sérgio Moro.

 

Ainda que seu poder interno ainda seja reverenciado, na mídia e nos tribunais superiores, a decisão da ONU de requisitar que o Estado brasileiro não impeça Lula de candidatar-se à Presidência e assegure seu direito de expressão puxou os tapetes vermelhos por onde, a convite do mundo empresarial e do conservadorismo, Moro acostumou-se a desfilar.

 

Pode ser até que mexa mundos e fundos para conseguir algum evento que atenue seu desgaste, mas o fato é que o Comitê de Direitos Humanos da entidade, sem escrever seu nome, marcou-o, como dizem os gaúchos, na paleta como violador de direitos.

 

Porque, afinal, tudo o que aconteceu em matéria de campanha midiática e de submissão prazerosa de seus superiores hierárquicos, partiu dele e de sua incrível e ambiciosa ousadia de partir como um trator sobre as leis e o Direito.

 

Nos meios jurídicos internacionais, onde já era fortemente questionado, agora passou a ser um personagem a quem não se recomenda ter como companhia.

 

Aqui, o processo de “desmoronamento” do autoritarismo do Ministério Público e do Judiciário será mais lento.

 

Covardes como são, os ministros do Supremo preferirão começar com Deltan Dallagnol como aperitivo, pois este serviu sua cabeça numa bandeja ao acusá-los de “formar uma panelinha” e de mandarem “uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção”.

 

Duvido que Raquel Dodge passe a mão na cabeça de seu enfant terrible.

 

No futuro, escrevam, o Supremo expiará suas penas também com o “bagrinho” que permitiram exibir-se como tubarão para que ferisse de morte (ou assim imaginavam) aquele que odiavam por espírito de casta.

 

 

 

 

 

15
Ago18

Moro sempre fez 'exploração eleitoral' com os depoimentos de Lula

Talis Andrade

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A lava jato, suruba jurídica/policial, começou com investigações que levaram sumiço: dos ativos e desafiadores e impunes tráficos de drogas e de diamantes, que motivaram a prisão da máfia libanesa, cujo chefe se encontra solto e bilionário, o perdoado Alberto Youseff. Os demais bandidos da quadriha, que atua em Brasília, Paraná e São Paulo, estão igualmente soltos e felizes e imensamente ricos, obrigado!

 

Youssef, conhecido de Moro desde os tempos saudosos do bilionário assalto ao Banco do Estado do Paraná -, sem nunca ter tido nenhum contato direto ou indireto, terminou sendo, por magia de Moro, uma das principais testemunhas da lava jato contra o presidente Lula.

 

Pois é, Moro usou e abusou da lava jato, orquestrada pela TV Globo, na trama do golpe, nas manifestações de rua para derrubar Dilma Rousseff a presidente eleita pelo voto direto, no impeachment no Congresso que representou a eleição indireta do corrupto de estimação Michel Temer com o apoio dos coxinhas, e na prisão política de Lula. Mas Moro quer mais. Começou a usar a lava jato, o mecanismo da lava jato, para impedir a eleição de Dilma para representar Minas Gerais no Senado, e assim beneficiar o amigo camarada senador Aécio Neves. Moro pretende muito mais. Traça uma segunda prisão de Lula também sem provas. Que o golpe só se consolida se Lula não for eleito, nem o vice Haddad, nas eleições de 7 de outubro próximo.

 

O PT denunciou a manobra pérfida de Moro com a TV Globo ao STF. Não dá para repetir a mesma safadeza. Basta. O STF proibiu Moro de fabricar depoimentos, do jeito fácil e imoral, pra lá de suspeito, como acontece com as delações premiadas que passam de mil. 

 

Malandro e safado, Moro assinou o seguinte humilhante despacho político:

 

“Um dos acusados foi condenado por corrupção e lavagem na ação penal e encontra-se preso por ordem do Egrégio Tribunal Regional Federal da 4a Região, tendo a medida sendo mantida pelos Tribunais Superiores. Apesar disso, o acusado apresenta-se como candidato à presidência da República”.

 

Que sacana: "Apesar disso, o acusado apresenta-se como candidato à presidência da República". Quem vem para chuva não tem medo de se molhar. "Apesar de" Moro, que faz baixaria política com a justiça, o povo apresenta Lula como candidato. São milhares e milhares nas ruas que Moro deixou de frequentar por medo do povo. Eta bicho covarde, cada vez mais desmoralizado. 

 

Quanto mais Moro acusa, humilha, sacaneia, tortura Lula, mais votos para Lula. Milhões de votos. E derrota dos corruptos de estimação de Moro, os retratados com Moro, os presidenciáveis Meirelles, Alckmin, Álvaro Dias,  Michel Temer, senador Serra, senador Aécio, Carpes, Doria, Pedro Parente. Com a desculpa de pagar conferências, Doria, grileiro de terras, candidato a governador de São Paulo, molha a mão de Moro, via Lide. 

 

Escreve hoje Helena Chagas: "Ao que parece, o juiz Sérgio Moro já percebeu o risco da politização e não terá sido outra a razão pela qual decidiu adiar para novembro o depoimento de Lula no caso do sítio de Atibaia, inicialmente marcado para setembro – momento de um confronto esperado entre os dois. Preferiu não arriscar. "

 

LAVA JATA ENTRA DE VEZ NAS ELEIÇÕES

 

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por Helena Chagas

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A Lava Jato entrou de vez na eleição. Desde a semana passada, repercutem no noticiário novos depoimentos sobre assuntos meio requentados, como o de Mônica Moura sobre pagamentos da Odebrecht ao PT, denúncias como a que o Ministério Público fez contra Antônio Palocci e Guido Mantega – aceita pelo juiz Sérgio Moro em relação a este último – e  outros movimentos inequívocos de Curitiba. Se alguém tinha alguma dúvida, surge hoje a petição da força tarefa à juíza de execuções penais contra as visitas a Lula na carceragem da PF.

 

O UOL obteve o documento assinado pelos procuradores da LJ e divulgou há pouco: a força tarefa de Curitiba reclama da “proliferação de advogados” do ex-presidente, que o visitam todos os dias, e diz que o local de sua prisão virou um “comitê de campanha”.  Reclama sobretudo de petistas como Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad que, advogados, tem usado essa prerrogativa para entrar e sair da PF de Curitiba fora do horário das visitas comuns. Pedem à juíza Carolina Lebbos – aquela que não permite nada – restrições a essas visitas.

 

Mais do que atrapalhar a vida de Lula – que, todo mundo sabe, em poucos dias transferirá a candidatura a Fernando Haddad – o gesto expõe a força tarefa e a própria Justiça. Se a petição for aceita, o ex-presidente será vitimizado à máxima potência, num grau que poderá ser facilmente explorado por seu partido na campanha eleitoral. Além de julgado em tempo recorde, preso e proibido de falar, Lula não poderá mais nem receber as visitas de Gleisi e Haddad – e isso reforçará a narrativa da perseguição a ele.

 

Ao que parece, o juiz Sérgio Moro já percebeu o risco da politização e não terá sido outra a razão pela qual decidiu adiar para novembro o depoimento de Lula no caso do sítio de Atibaia, inicialmente marcado para setembro – momento de um confronto esperado entre os dois. Preferiu não arriscar.

 

justiça seletiva.jpg

 

09
Ago18

Juiz Sergio Moro ainda não cancelou o Emanuel Cancella!

Talis Andrade

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por Emanuel Cancella

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A audiência aconteceu em 07/08/18, na 10ª Vara Federal Criminal, onde sou acusado pelo MPF de crime contra a honra do juiz Moro (4). Os trabalhos foram iniciados pela videoconferência do ofendido, ou seja, o juiz Sergio Moro, arrolado para dar seu depoimento pelo meu advogado, Dr Paulo Canuto. 

 

Moro se queixou dos 8 artigos de meu blog, anexos abaixo (2). Minhas testemunhas foram Miguel do Rosário, Roberto Ponciano e Francisco Soriano. 

 

Moro reclamou dizendo que a fontes dos artigos não são fidedignas e que ficou ofendido com os ataques a sua família, em especial, a sua esposa, Rosângela Moro.

 

Num determinado momento de seu depoimento, o juiz Moro se dirigiu ao acusado (Emanuel Cancella) como “Pessoa dessa Espécie”.

 

Deixei claro na audiência que não conheço Moro e sua esposa pessoalmente e não tenho nada pessoal contra eles. Por ser uma pessoa “livre e de bons costumes”, o meu trabalho, em meu blog, Facebook,  Twitter e canal de YouTube,  é defender a Petrobrás, empresa que tive orgulho de trabalhar por 42 anos. E, em meus artigos, sempre cito as fontes que são jornais, revistas e as redes sociais.

 

Quem tem representação pública tem que aceitar os elogios e críticas. Moro virou uma celebridade que angariou simpatizantes e críticos. É bom lembrar que nem Jesus cristo agradou a todos!

 

Meu trabalho principalmente é defender a Petrobrás dos ataques da Globo que, por mais de 3 anos, veiculou vazamentos seletivos diários e criminosos vindos da Lava Jato.

 

Também elogiei o acervo da Lava Jato que, graças ao MP, PF e muito dinheiro público, constitui-se num arquivo importante que envolve políticos e empresários, etc. Reconheci assim que a Lava Jato prendeu pessoas importantes, porém é condescendente com políticos não menos importantes e da pior estirpe como é o caso dos tucanos Pedro Parente, FHC e Aécio Neves, este o mais delatado na Lava Jato e incólume até hoje(3).

 

O mesmo MPF que, em um ano, me intima duas vezes até hoje não respondeu a minha denúncia de omissão da Lava Jato, de novembro de 2016, em relação à gestão criminosa de FHC e Pedro Parente na Petrobrás. Veja denúncia na íntegra (1).

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Pedro Parente e o casal Moro em uma noite de gala, em Nova Iorque, patrocinada pela Lide e Petrobrás 

 

Com relação  à expressão do juiz Moro a “pessoa dessa espécie”, referindo-se a mim, respondo que são essas pessoas que, como contribuinte, pagam os salários de juízes, procuradores e delegados que, só por isso, já mereceriam ser ouvidas e respeitadas.

 

Os pontos reclamados por Moro, postados em meu blog e constantes na ação:    

 

1 . “Juízes querem destruir o PT e protegem o PSDB: Sérgio Moro e Gilmar Mendes”;

2 . “Juiz Sergio Moro – Estrela decadente de uma elite golpista”, em 12/08/2016;

3.  ”Juiz Moro debocha da sociedade”, em 15/08/16;

  1. “Moro, o generoso, e o efeito Odorico Paraguaçu”, em 27/05/2017;
  2. “A desmoralização da Lava Jato: Coração generoso e cumplicidade com tucanos nos crimes da Petrobrás”, em 29/05/2017;
  3. "Advogado de mulher de Cunha, absolvida por Moro, está envolvido em roubo das Apae’s com mulher de Moro", em 30/05/2017;
  4. “Juiz Sergio Moro: um picareta ou um coração generoso?”, em 31/05/2017;
  5. “A lava Jato é a milícia que veio para destruir a Petrobrás e o PT, a serviço do PSDB”, em 01/06/2017;

 

A sessão foi encerrada e as partes têm prazo sucessivo de 5 dias para apresentar as alegações finais.   

 

--- 

1 - http://www.fnpetroleiros.org.br/noticias/3901/petroleiro-denuncia-a-operacao-lava-jato-ao-mpf-veja-na-integra-teor-da-denuncia-protocolada-ontem

2 - http://emanuelcancella.blogspot.com/2017/12/mandado-de-citacao-e-intimacao-contra_6.html

3 - https://www.brasil247.com/pt/247/minas247/255474/Recordista-em-dela%C3%A7%C3%B5es-A%C3%A9cio-Neves-cobra-arrependimento-de-Lula.htm

4 - https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=2201420444155051389#editor/target=post;postID=7081826824295291192;onPublishedMenu=template;onClosedMenu=template;postNum=0;src=postname

 

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 Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex- diretor do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP , ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em: http://emanuelcancella.blogspot.com.br/2017/07/a-outra-face-de-sergio-moro-pontos-de.html.


http://emanuelcancella.blogspot.com.

 twitter.com/Ecancella 

24
Jun18

Dario Messer, chefe da mafia judia, também quer as benesses da delação mais do que premiada

Talis Andrade

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BANESTADO – de longe o maior caso de corrupção de todos os tempos: mais de 134 bilhões! De dólares!

 

Dario Messer, o 'doleiro dos doleiros', e Alberto Youssef, 'rei dos doleiros', atuaram paralelamente como capos das máfias judia e libanesa no assalto ao BanEstado, no Mensalão e na Lava Jato, sempre tendo Sergio Moro como juiz santo protetor.

 

Youssef foi três vezes julgado por Moro, e três vezes salvo, sendo que, na segunda vez, ino-cen-ta-do como traficante de drogas. A quadrilha de Youssef foi presa com 700 quilos de cocaína, doutra vez com 1,3 tonelada.  

 

Conto sobre os sete folegos de Youssef aqui. Que o juiz Sergio Moro considerou que não havia provas que mostrassem a participação de Youssef de "forma revelante" para o tráfico.

 

Dario Messer, mais o pai, dono de um banco no Brasil, também esteve ligado ao tráfico, como associado do presidente Horacio Cartes do Paraguai, que respondia inquérito no Brasil por contrabando de cigarros. Cartes também associado ao senador Perrella do helicoca, capturado com 445 kg de pasta de coca. 

 

Esquisitamente a Lava Jato foi criada para investigar os tráficos de drogas e diamantes. Uma investigação que prendeu o traficante de drogas Rene Luiz Pereira, que tinha ligação com o traficante de diamantes Carlos Habid Chater, que tinha ligação com o traficante de moedas Alberto Youssef, velho conhecido de Moro. 

 

Youssef foi preso no Maranhão. Estava em São Luís para fazer o pagamento de R$ 1,4 milhão a João Abreu, então secretário da Casa Civil do governo de Roseana Sarney (PMDB). Nunca respondeu por este crime. Tem mais: a espalhafatosa Polícia Federal plantou na imprensa nacional a seguinte manchete: "Doleiro de Londrina é preso e tem hotel sequestrado pela Justiça". Que mentira! Que lorota boa!

 

As multas, os bens sequestrados, as propinas, a grana dos delatores lavado pela lava jato, tudo um faz de contas que ninguém faz as contas. Disse Lenio Luiz Streck: "Sempre fico com uma pulga atrás da orelha quando um delator diz: entreguei 40 milhões (é um exemplo) para fulano. Eu penso: mas ninguém lhe pergunta como ele fez isso? Mandou um motoboy? Mandou para um banco? Mandou para o exterior? E se entregou em cash, como ele arrumou esse ervanário, se qualquer retirada de banco acima de dez mil exige burocracia? Enfim, criou-se um mundo de ficções".
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PROPAGANDA ENGANOSA. Espia um dos imóveis sequestrados de Alberto Youssef solto em São Paulo, podre de rico, em uma vida de luxo e luxúria 

 

Preso no Maranhão, Youssef pediu para ir para a Curitiba, e foi, e lá parou as investigações dos tráficos de drogas e diamantes. Foi assim que a Lava Jato começou a operação para salvar a Petrobras do quadrilhão do PMDB, formado por Michel Temer, Henrique Alves, Eduardo Cunha, três ex-presidentes da Câmara dos Deputados. 

 

A Lava Jato orquestrou o golpe que derrubou Dilma Roussef, e colocou na presidência Temer, que entregou a Petrobras e o Pré-Sal de volta ao PSDB de Fernando Henrique, a Pedro Parente amigo de Moro, que terminou homenageado em Nova Iorque pela empresa Lide do tucano Dória, com patrocínio da Petrobras. 

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UMA NOITE DE GALA. Pedro Parente e o casal Moro em Nova Iorque 

 

 

O pesadelo de Sergio Moro: Dario Messer negocia acordo para se entregar

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 DARIO MESSER, 'doleiro dos doleiros', título dado por Alberto Youssef

 

Dario Messer, conhecido como ’doleiro dos doleiros’, quer se entregar às autoridades. "Foragido há quase dois meses e com ordens de prisão do Brasil e do Paraguai, o doleiro Dario Messer se diz disposto a colaborar com a Justiça, mas quer negociar condições para que possa se entregar. Sobretudo, espera ter a possibilidade de responder aos processos em liberdade", informa o jornalista José Marques, na Folha de S. Paulo. "Dario está aberto e quer falar tudo o que sabe, mas não quer ter a faca no pescoço", diz José Marcondes de Moura, advogado brasileiro de Messer.

 

Leia artigo do duploexpresso.com sobre as ligações entre Messer, Moro e PSDB:

 

Vale lembrar que, assim como no caso “Banestado”, apesar de novamente denunciado, Dario Messer, “estranhamente”, mais uma vez passou ileso – quase incógnito – pelo “Mensalão”.

 

Ironia: no “Mensalão”, mais uma vez, os nomes “Messer” e “Moro” voltam a se cruzar. Ainda que tangencialmente. Isso porque o juiz paranaense participou, como assistente, do julgamento no STF. Diz-se mesmo que teria chegado a redigir votos da Ministra Rosa Weber. Inclusive aquele, escandaloso, que condenou José Dirceu – sem provas – sob a alegação de que “a doutrina [a literatura jurídica] assim permite”.

 

[nota: apenas segundo esse ghost writer!]

 

Em 2015, no início da Lava Jato, Messer muda-se para o Paraguai. Nesse país, muito próximo do atual Presidente, goza de “santuário”.

 

Pergunta:

 

– Terá sido Messer alertado por alguém da Operação Lava Jato a fazer essa sua mudança – repentina – para o Paraguai?

 

– E a também, ao mesmo tempo, despachar parentes próximos para Israel?

 

A mudança de endereço de Messer para o Paraguai é, contudo, apenas parcial: visa apenas a proteger a sua pessoa. Isso porque embora no Paraguai resida, o centro de suas operações continua sendo o Uruguai. País esse que serve de base das operações da família Messer desde os tempos do pai de Dario, Mordko Messer. É certo, contudo, que segue sendo fácil supervisionar as operações do Paraguai, uma vez que um voo entre Assunção e Montevideo leva pouco mais de 1h. Reuniões presenciais, a salvo de interceptações, não seriam tão fáceis caso Messer tivesse seguido a família rumo a Israel, certo?

 

Chegamos então a 2017 e a novo escândalo: o FIFAgate. Mais uma vez Messer é “estranhamente” poupado. Para além de menção solta na imprensa esportiva, não houve nenhum destaque para o fato de representantes da gigante Nike terem mencionado o nome de Messer em depoimento ao FBI, nos EUA, em agosto de 2017.

 

Notem que, ao longo dos anos, Messer seguiu operando sem ser incomodado pela Justiça americana – seja no Brasil, seja no Paraguai. Vale lembrar que no país de residência atual, o Paraguai, até base militar americana há!

 

Há indícios, segundo nossas fontes, de que, em troca do salvo conduto de que goza, Messer seja informante das agências de inteligência americanas. Ainda mais atuando no que os americanos sempre consideraram um local “sensível” para o fluxo de dinheiro frio: a tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai. Com parentes abrigados em Israel, possivelmente a “cooperação” também se estenda à inteligência do país.

 

Aliás, vale ressaltar que parentes de Messer se mudaram para Israel (justamente!) no mesmo ano em que Messer partia para o Paraguai: 2015. Largaram para trás, no Brasil, carreiras promissoras no mundo da finança. Sim, na finança, é claro. Afinal, diz o ditado que “um fruto não cai longe da árvore” (que o gerou), não é mesmo?

 

Homem bomba, Messer é o maior pesadelo de Sergio Moro. Fonte primária nos revela, por exemplo, que nas reuniões de cúpula da Odebrecht, ainda no início da Lava Jato, dizia-se que havia alguém que, com muita facilidade, poderia parar Sergio Moro em dois tempos.

 

Não outro que…

 

– … Dario Messer!

 

E é neste ponto que a narrativa de lá, da Odebrecht, casa com o que ouvimos de fontes nossas na inteligência europeia: para além de convicções “ideológicas” e cooptação financeira via “palestras”, o que teria tornado Sergio Moro um “operador” dos interesses americanos no Brasil seria o fato de o juiz, já havia muito, ser refém da inteligência americana. Afinal, os americanos têm também em seu poder o dossiê “Banestado”. Possivelmente, inclusive, em virtude da parceria com o próprio Dario Messer. Assim, desde o início da Lava Jato, conseguem empurrar Sergio Moro no sentido que determinam.

 

Isso explicaria, por exemplo, o esforço “heterodoxo” e (extremamente) artificial para trazer denúncias de corrupção na Petrobras, empresa sediada no Rio de Janeiro, para Sergio Moro, no Paraná. Usaram para tanto um velho conhecido, também de Banestado: Alberto Yousseff.

 

Mera coincidência?

 

Yousseff que, figurinha carimbada no submundo dos doleiros, pode até mesmo ter sido plantado no “esquema” que rolava na Petrobras. Isso porque, bastante antigo, era de conhecimento não apenas da classe política como também de todo submundo de “operadores” e doleiros. Um círculo, afinal, bastante restrito, em que todos se conhecem. “Operam” ora concorrendo ora, inclusive, em consórcio, quando as operações são grandes demais.

 

Como sabemos todos a esta altura, com direito inclusive a vazamentos para o Wikileaks, o “esquema” na Petrobras também era de conhecimento de outro ator chave nessa história toda:

 

– A inteligência dos EUA.

 

Sim, a mesma que alimenta – e dirige – Sergio Moro.

 

E foi assim, através da “fortuita” (?) – e claramente marginal! – participação de Yousseff num esquema de décadas, que a jurisdição sobre a Petrobras (“carioca”) foi atraída para alguém que os americanos já tinham no Bolso: Sergio Moro, o juiz do Paraná.

 

Pensem comigo:

 

– De repente, as múltiplas estadias de Moro nos EUA – após o enterro do caso Banestado – podem ganhar um novo significado, não é mesmo?

 

Os tais cursos de “treinamento” em “lavagem de dinheiro”, para além da fachada – que provavelmente até existia, deviam contar “ademais” com, digamos… hmmm… “cadeiras” e “créditos” suplementares – clandestinos! – ministrados pela inteligência americana

.

A propósito, vale lembrar que mesmo hoje, num mundo em que não há como garantir sigilo absoluto de comunicações remotas (nem mesmo de chefes de Estado), as mais que frequentes idas de Sergio Moro aos EUA sempre chamaram a atenção do público atento ao noticiário da Lava Jato. O álibi de “palestras” – pagas não se sabe por quem… – pode perfeitamente mascarar o verdadeiro objetivo: o recebimento, seguro, de instruções. Bem como de “dicas”, documentos e gadgets de espionagem.

 

(como, por exemplo, aquele que, em um par de horas apenas!, triou e degravou o grampo – ilegal – na conversa entre a Presidente Dilma e o Presidente Lula?


Quando, na sequência, o “juiz” Sergio Moro entregou – ilegalmente! – o seu login e senha no sistema da Justiça Federal ao jornalista Matheus Leitão, filho da também jornalista Miriam Leitão, para que Matheus, no lugar de Moro (!), fizesse o login e baixasse o áudio, para que esse fosse, ato contínuo, transmitido ao vivo na Globonews, causando grave perturbação da ordem pública?


Inclusive com “populares” (sic) cercando o Palácio do Planalto e ameaçando invadi-lo?)


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O elo perdido - e explosivo - ligando Lava Jato e Ban$stado

 

Segundo fonte nossa na comunidade de inteligência europeia, os “operadores” do enterro do escândalo do Banestado – de longe o maior caso de corrupção de todos os tempos: mais de 134 bilhões! De dólares! – teriam recebido 0,8% desse montante para operacionalizar o “desmonte”. Por óbvio, entre os “coveiros” necessariamente se encontravam membros do Judiciário. Os “operadores jurídicos” do “enterro” também teriam, portanto, entrado no rateio desse butim.

 

Ou seja: 0,8% dos 134 bilhões de dólares.

 

Nada menos que 1.072 bilhão de dólares!

 

Vale lembrar que o juiz Sergio Moro, na qualidade de juiz de instrução, presidia as investigações então. Leia mais. Texto de Romulus Maia 

07
Jun18

Como Sérgio Moro avalizou um centro internacional de lavagem de dinheiro

Talis Andrade

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por Luis Nassif


A homenagem prestada a Sérgio Moro, no Principado de Mônaco, não foi apenas um espetáculo deprimente de deslumbramento mundano. A exemplo dos eventos com Moro, bancados na LIDE pela Gocil - a suspeitíssima empresa de serviços terceirizados de São Paulo -, a intenção do Principado foi valer-se do juiz para se precaver contra eventuais operações identificadas pela Lava Jato, a exemplo da conta de Jorge Zelada, ex-executivo da Petrobras.

 

Desde antes da Primeira Guerra. a reputação de Monaco é a de um centro de traficância, de negócios escusos, de evasão fiscal, de transações mal explicadas no campo dos esportes, do entretenimento, do comércio de armas, e outros tráficos.

 

Os eventos em Mônaco são todos a serviço desses interesses. Nada é altruístico, filantrópico, tudo é falso e viscoso, destinam-se a plataformas de negócios, que são a única razão da existência do Principado, algo que interessa à França exatamente como um guichê de transações que ela quer esconder.

 

Justamente por interessar aos círculos de poder de Paris, a França tolera o Principado de Mônaco, uma ficção territorial.

 

Nos bastidores desse enclave está a Societé des Bains de Mer, a verdadeira dona do Principado, proprietária do Casino, maior fonte de renda do Principado, do Hotel de Paris, o mais luxuoso, do Hotel Hermitage, o segundo mais caro, dos clubes de praia por onde se tem acesso ao mar, e também da maior parte dos imóveis de Mônaco.

 

Logo depois da Primeira Guerra, a SBM-Societé des Bains de Mer foi comprada pelo homem mais rico da Europa e o mais sinistro, Sir Basil Zaharoff, um grego russificado, nascido em Constantinopla que começou a vida preso por furto. Depois, se tornou o rei dos armamentos, fomentador de guerras, maior acionista da Vickers Armstrong , maior empresa bélica da Inglaterra, da Maxim Nordenfeldt, empresa que inventou a metralhadora, da Societé des Torpilles Whiehead, a empresa que inventou o torpedo, da fabrica de armamentos Putiloff, a maior do ramo na Rússia Imperial.

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Zaharoff é uma lenda. Sua biografia por Richard Lewinsohn, um francês que fundou a revista Conjuntura Econômica na Fundação Getulio Vargas, "Zaharoff O Mercador da Morte", é um clássico, editado pela Civilização Brasileira.

 

Esse personagem sinistro mandou em Mônaco. O Principe era seu serviçal. Zaharoff morreu em 1937 sem deixar herdeiros e, em 1953, as ações da SBM caíram nas mãos do armador grego Aristoteles Onassis, um dos reis dos petroleiros gregos, figura de ficha tão pesada que não podia entrar nos EUA onde tinha processo criminal por fraude até se casar com a ex-primeira dama do Pais, Jacqueline ex-Kennedy.

 

Onassis sediou sua firma Olympique Maritime em Mônaco. As ações da SBM novamente rodaram após a morte de Onassis e hoje estão em mãos do Emir do Qatar e outra parte com o atual Principe. Há também ações com bilionários árabes residentes na África Ocidental.

 

Por toda essa história a reputação de Mônaco, no mundo politico europeu sempre foi a de um paraíso fiscal da pior espécie, centro mundial de lavagem de dinheiro e evasão de impostos, centro europeu do tráfico de armas. As principais empresas de comércio de armas pesadas estão sediadas em Mônaco, como a INTERARMS e outras geralmente comandadas por russos, europeus orientais e israelenses, que fornecem para terroristas e rebeldes na África e Oriente Médio.

 

Mônaco é um dos pousos mais apreciados por oligarcas russos e potentados do petróleo do Oriente Médio. O Casino, onde Moro desfilou, continua sendo um grande negócio do Principado, com a vantagem de lá se poder legalizar qualquer dinheiro.

 

Até alguns anos atrás, era um dos sete países que integravam a lista negra de paraísos fiscais da OCDE: Andorra, Ilhes Marshall, Libéria, Liechtenstein, Mônaco, Nauru e Vanuatu. As pressões levaram o país a se enquadrar em alguns tratados. Mas apenas este ano decidiu integrar a rede de troca automática de informações financeiras, com seus potentados devidamente reciclados para outros centros.

 

Diz-se que Mônaco ajudou a repatriar o dinheiro de Jorge Zelada. Perfeitamente normal, é preciso sacrificar algum pé de chinelo que não mais vai trazer dinheiro ao Principado para dar uma demonstração de colaboração com a "justiça" internacional e com isso proteger as contas de oligarcas russos, que jamais serão entregues. Está ai o exemplo trágico do banqueiro Edmond Safra, que morreu queimado em Mônaco, depois que denunciou um russo, seu cliente.

 

01
Jun18

Petrobras bancou festa para Moro em Nova Iorque

Talis Andrade

 

 

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Pedro Parente um dos patrocinadores da farra de Moro

 

 

A Petrobras pagou cota de patrocínio de US$ 26 mil para a festa de homenagem ao juiz Sérgio Moro, em Nova Iorque, Estados Unidos, na última terça-feira (15). 

 

O comentarista político Bob Fernandes, da TV Gazeta, repercutiu que a festa patrocinada por ao menos sete bancos e também pela petrolífera brasileira: “US$ 26 mil cada cota de patrocínio”.


O patrocínio de bancos privados e da Petrobras foram drenados para a lobista Lide Global, organização criada pelo ex-prefeito de São Paulo João Doria, pré-candidato ao governo paulista pelo PSDB.


A Petrobras é parte na acusação contra Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex que mantém o ex-presidente preso político em Curitiba há 41 dias. Coincidentemente, os bancos privados querem o “couro” do PT, pois querem Lula fora das eleições de 2018.


Transcrito do Blog do Esmael. Assista ao vídeo

 

A Lide é caixa da campanha de Doria a governador.

 

A Lide foi uma das empresas que patrocinaram os festejos do casal Sergio Moro nos Estados Unidos.

 

Como separar delatores (pessoas físicas e jurídicas), réus e juízes e promotores e delegados e advogados regiamente pagos da Lava Jato? 

22
Mai18

Moro e os corruptos de estimação

Talis Andrade

Advogado do golpe pode levar juiz "herói" de Doria para a cadeia!

 

Damous denuncia a ligação promíscua com o dr Willians
 

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Dr Willians (E), o Imparcial e Incorruptível, e um tucano bilionário (D) - Divulgação/LIDE

 

Em seu presente tour pelos USA, que teve início no dia 15/V - quando o Moro voltará a bater ponto na comarca de Curitiba?, pergunta Conversa Afiada -, o Judge Murrow participou de várias atividades peculiares: foi escrachado em inglês, recebeu o prêmio (cafona) de "Personalidade do Ano" , tirou foto com um ex-prefeito e com uma tchurma de notáveis e foi até paraninfo de uma formatura na Universidade de Notre Dame, em Indiana.

("Indiana" é bem mais fácil de pronunciar do que "Massachussets"!)

 

Um desses eventos foi o Brazilian Investment Forum, em Nova York, no dia 16/V.

Trata-se de um evento para - de acordo com o próprio site - "reunir empresários e investidores nacionais e internacionais" com objetivo de "debater relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos".

(Debater relações... Não precisamos mais de Itamaraty: temos o Investment Forum!)

 

lide com bandidos.png

 

O tal fórum foi organizado pelo LIDE, a empresa do ex-prefake de São Paulo, João Agripino Doria, especialista em - quando não está fantasiado de gari - organizar palestras, simpósios e outros eventos para apresentar políticos a ricos e ricos a políticos. [Idem apresenta Moro, "meu herói"] 

O co-palestrante da noite foi Carlos Marun, ministro da secretaria de governo do MT, defensor de primeira hora do presidente ladrão e acusado de tomar R$ 16 milhões do erário público do Mato Grosso do Sul.

Mas esse não é o aspecto mais interessante do evento.

 

O LIDE Brazilian Investment Forum recebeu o patrocínio de quatro empresas brasileiras - uma delas é o escritório Nelson Willians & Advogados Associados.

 

bandidos patrocinadores.jpg

 

Não é a primeira vez que Nelson Willians - sócio-proprietário do escritório de advocacia -, Moro e Doria estiveram juntos em eventos do LIDE. Em setembro de 2015, Moro e Willians participaram de um "almoço-debate" sobre a Operação Mãos Limpas. Em março de 2016, outro evento: a palestra "Empresas e Corrupção", organizada pelo Lide Paraná.

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Nelson Wilians e Moro após a palestra “Empresas e Corrupção”

 

Na Carta Capital, em 2016, o repórter André Barrocal mostrou que o escritório tem relações estreitas com o Golpe dos canalhas e canalhas: foi contratado (sem licitação) para arbitrar uma disputa milionária envolvendo o Porto de Santos e o Grupo Libra. Além disso, dois de seus sócios redigiram um pedido de cassação da presidenta Dilma, entregue ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pelo ex-ator pornô Alexandre Frota.

 

Há suspeitas, também, de que dois jatinhos do escritório Nelson Willians teriam sido utilizados para transportar deputados pró-Golpe no fim de semana da abertura do impeachment na Câmara.

 

O escritório também assinou um contrato suspeito com o Banco do Brasil em 2016, após o banco resolver terceirizar quase metade de suas demandas jurídicas.

 

O Diário do Centro do Mundo, em matéria de Joaquim de Carvalho, lembra que o escritório, um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil, tem a Petrobras como um de seus principais clientes.

 

Uma rápida pesquisa pelo Google comprova a relação.

 

Esse tipo de palestra, normalmente, tem um custo alto. Segundo o DCM:

Lula, por exemplo, cobrava 200 mil dólares por palestra, o mesmo valor das palestras do ex-presidente Bill Clinton, e foi questionado pelos procuradores da Lava Jato, que vazaram à imprensa as informações sobre as palestras como indício de corrupção.

 

Para se defender, Lula apresentou a relação de palestras que fez e nelas havia grandes empresas sem nenhum relação com a Petrobras, incluindo a Globo.

 

Se Lula foi pressionado por conta das palestras que realizava, por que Moro pode fazer as suas sem ser questionado, ainda mais levando em consideração que uma delas teve o patrocínio de um escritório que é contratado pela Petrobras?

 

Parente em Nova Iorque com Moro.jpeg

Está explicada, então, a presença do Pedro Malan Parente no evento (Créditos: Vanessa Carvalho/ Estadão)

 

Em tempo: a própria Petrobrax também foi apoiadora do evento em que Moro foi agraciado "Personalidade do Ano": pagou U$26 mil dólares por uma das mesas do evento!

 

Em tempo²: via PT na Câmara:

O deputado Wadih Lula Damous (PT-RJ) vai denunciar o juiz Sérgio Moro ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por conflito de interesses envolvendo a Petrobras e um escritório de advocacia de São Paulo. Damous enxergou grave violação do Código de Ética da Magistratura, o qual deveria ser observado pelo juiz de Curitiba.

 

Moro participou como palestrante de evento em Nova York, organizado pelo pré-candidato João Doria (PSDB) e que teve entre os seus patrocinadores o escritório de advocacia Nelson Wilians, que atende a Petrobras. “Ele (Moro) fez um périplo, nas últimas semanas, pelos EUA. Foi à Nova Iorque, em um evento com a participação de João Doria, com quem ele tem relações promíscuas, como, aliás, tem com todo tucanato”, acusou.

 

Em tempo³: veja no PiG cheiroso"Doria usou jato de advogado particular"

 

Texto de Paulo Henrique Amorim

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