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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

O CORRESPONDENTE

16
Abr22

O viagra do general, o pênis inflável do capitão e a impotência de um povo socialmente sodomizado pelo militarismo bolsonarista

Talis Andrade

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por Ricardo Nêggo Tom

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Alguns produtos na lista de compras feitas pelos militares e que vieram ao conhecimento público deixam em dúvida se a dispensa a ser abastecida era a de quartéis ou de prostíbulos. Leite condensado, whisky, picanha, viagra e até próteses penianas, figuram entre as aquisições feitas por nossos milicos guardiões da pátria, ou seria das putas, com todo respeito que as profissionais do sexo merecem. Ora, mas qual é o problema de os militares tomarem um “royal salute” para aquecer as turbinas ou incrementar a brincadeira mais antiga do universo com leite moça? Nenhum. Desde que a orgia verde-oliva não esteja sendo bancada com o dinheiro público. Porque aí é crime. E militares não cometem crimes, pressupõe-se.

Quando vimos ser noticiado que foram gastos R$ 3,5 milhões em recursos públicos para a compra de pênis infláveis, temos a nítida sensação de que alguma coisa está sendo introduzida nos nossos monossílabos sem acento. Foram 60 próteses penianas, que variam entre 10 e 25 centímetros, e custam entre 50 e 60 mil reais cada unidade. Além disso, também foi apurada a compra de 35 mil comprimidos de viagra, o famoso “azulzinho”, para ajudar os militares cuja bandeira se mantêm a meio mastro. Houve também um desvio de verbas públicas destinadas ao combate à pandemia, que foram utilizadas na compra de picanha e filé mignon, um escárnio retumbante diante de uma grande parcela da população que passou à condição de mísera bilidade, consumindo ossos para sobreviver. Parece que a mamata não acabou. Pelo menos, para os defensores da honra e da soberania nacional.

Ao se queixar do “exagero” em torno dos protestos feitos contra essa farra sexual bélica, o vice-presidente da república, General Hamilton Mourão, disparou: “Eu não posso usar o meu viagra, pô? O que são 35 mil comprimidos de viagra para 110 mil velhinhos que tem? Não é nada.” E ele também deve pensar o que são 19 milhões de pessoas passando fome, graças à gestão do governo que ele faz parte, para 212 milhões de brasileiros existentes. Não é nada, não é General? O relativismo no julgamento e a seletividade da comoção, são características inatas aos juízes dos tribunais de exceção. A cara nem arde, tamanha a certeza de que a autoridade que a farda lhe confere é capaz de silenciar manifestações mais incisivas, como deveriam haver, contra essa sacanagem militarizada.

Também veio à tona que as forças armadas reservaram R$ 546 mil para a compra de botox, alegando que era para fins medicinais e não estéticos. Assim como Mourão, Bolsonaro também entende que tudo isso “não é nada”. E não é mesmo! Principalmente, para um governo autocrata, cujo conceito de ética, moral e honestidade se baseia apenas em suas próprias convicções. Até porque, não pode mesmo existir corrupção onde o poder está personalizado na figura de um presidente cuja política se confunde com suas ações pessoais. “Comer gente” com o dinheiro do auxílio moradia, fazer rachadinhas, usar assessores como laranjas e condecorar milicianos como heróis são alguns exemplos do caráter distópico inato ao bolsonarismo.

Enquanto os Generais militares bolsonaristas estão de pau novo, o povo vai ficando cada vez mais brocha e impotente diante da sodomização social a qual é submetido sob a gestão do Capitão Messias. Os militares que compõem o atual governo não são dignos da confiança do povo brasileiro. Muito pelo contrário, demonstram total desrespeito e desprezo por aqueles pelos quais deveriam zelar pela segurança e bem-estar. Aqueles que pagam os seus salários, suas aposentadorias integrais, o seu filé mignon, o seu bom whisky e o seu viagra. O militarismo bolsonarista é inimigo da nação e não se deve prestar continência para General de dez estrelas que fica atrás da mesa com a prótese peniana na mão.

Que pais é esse?

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A prótese peniana dos militares

 

16
Abr22

Braço forte, mão amiga, 35 mil pílulas azuis, toneladas e toneladas de rabo e lombo in natura

Talis Andrade

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Aman licitou mais de 13 toneladas de rabo e lombo para serem comidos ali onde Bolsonaro, Braga Netto, et caterva foram escarrados para o Brasil. In Natura e naturalmente para manter ereto “o moral da tropa”

 

por Hugo Souza /Come Ananás

Em 2021, após estourar o escândalo, digamos, orçamentário-nutricional dos milhões gastos pelo governo Jair Bolsonaro com gêneros nem tanto alimentícios, o presidente da República e o Ministério da Defesa correram para destacar que sem mascar chicletes, sem consumir um mundão de latas de leite condensado, o Exército Brasileiro não poderia existir.

As gomas de mascar para aliviar a pressão auricular “durante a atividade aérea”; o Leite Moça para dar aos recrutas a energia da onça-pintada. “Selva!”. Na época, Bolsonaro acrescentou que as unidades militares, desculpe, as unidades enlatadas de 395 gramas de leite condensado tinham ainda a utilidade metafórico-funicular de “enfiar no rabo da imprensa”.

Guardem a palavra, o corte: “rabo”.

 

Os brigadeiros e os enfeites de frutas

 

O Leite Moça não é, está longe de ser o único produto altamente calórico na tabela da “alimentação nutricionalmente balanceada” que o Ministério da Defesa afirmou, em nota anti-escândalo do leite condensado, ter a responsabilidade de promover, em nome da “saúde da tropa”; não é, está longe de sê-lo no rol do “mais alto padrão alimentar dentro das possibilidades orçamentárias disponibilizadas”, como diz o edital de pregão eletrônico 20/2020 da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), lançado para a compra de “quantitativo de subsistência” pela Organização Militar (OM) que nutriu, susteve e proveu Jair Bolsonaro, bem como todo o generalato que compõe o Governo Federal.

Naquele edital, o Comando do Exército, via Aman, convocou à licitação de 73 artigos de padaria das mais diferentes qualidades e nas mais gigantescas quantidades, entre eles sete toneladas e meia de pão doce com cobertura de creme de confeiteiro e outras três toneladas com recheio de doce de leite; noventa mil unidades de bolinhos de baunilha, laranja ou chocolate; 500 quilos de bolo de aniversário com recheio de baba de moça, brigadeiro, ou doce de leite e enfeites de frutas; 62.500 unidades de docinho brigadeiro, a mesma quantidade de queijadinhas e de tartaletes e um pouco mais, 67.500 unidades, de quindim.

Mais artigos de padaria: 19 mil quilos de esfirra; 1.700 quilos de mini croissants recheados com ameixa com bacon, banana com canela, goiaba, maçã com canela ou queijo e presunto. Três mil e quinhentos quilos de folhados; cinco mil quilos de panetone; sorvete, muito sorvete; e 90 mil bombas – não o artefato bélico, mas o doce de confeitaria, especificado no edital como de “creme patissier, doce de leite ou goiabada com cobertura de chocolate preto ou branco”.

 

Açaí cremoso, não necessariamente da Wal

 

Destrinchando o documento, a certa altura supõe-se que a cereja do bolo seriam as 50 mil unidades de cupcake com recheio de doce de leite e cobertura de chantily com cereja, quitutes com os quais a Aman previa gastar até R$ 155 mil.

Mas nada chegou perto do que foi reservado para comprar 10 mil discos de pizza brotinho e nada menos que 100 mil unidades de mini pizza. Só neste edital, só em pizza, a Aman – só esta OM do Exército – previu gastar cerca de 750 mil reais, naturalmente para garantir “o mais alto padrão alimentar dentro das possibilidades orçamentárias disponibilizadas”, quesito em que brilha ainda a previsão de compra pela academia de algumas toneladas de quibe com catupiry.

Catupiry não é gênero alimentício, mas sim marca registrada de requeijão, no que o edital de pregão eletrônico 20/2020 da Aman está em desconformidade com a Lei de Licitações, que proíbe indicação de marcas, salvo quando for “tecnicamente justificável”. Não fosse isso e as quinhentas caixas de torrada “Wickbold ou similar” para canapés, nada haveria a ser justificado, com que escandalizar-se, neste retrato, neste instantâneo das compras do governo.

Nem as cinco toneladas de panetone. Nem os 50 mil copinhos de 200 ml de açaí cremoso pelos quais o edital previa pagar um total de mais de R$ 300 mil. Afinal, nada no edital induz a favorecimento de alguma Wal de Angra dos Reis.

 

Seu milico merece Baton

 

Por falar em marcas registradas, em um outro edital, anterior, o de número 38/2019, a Aman abriu chamamento para a compra de 20 mil tabletes de chocolate branco “Galak ou equivalente”; outros 20 de mil tabletes de chocolate ao leite crocante “Diamante Negro ou equivalente”; 30 mil tabletes de chocolate com flocos “Chokito ou equivalente”; outras 30 mil unidades de chocolate com leite maltado “Lollo ou equivalente”; mais 30 mil de “Charge ou equivalente”; e nada menos que 150 mil tabletes de 16 gramas de chocolate “Baton ou equivalente”.

Galak, Diamante Negro, Chokito, Lollo, Charge, Baton; R$ 157 mil só em tabletes de 16 gramas de Baton, só para a Aman; compre Baton, compre Baton, seu milico merece Baton.

Das seis marcas de chocolate citadas no edital, só uma da Lacta, só uma da Garoto e quatro cobertas com delicioso chocolate Nestlé. Assim, realmente, não é possível, com as empresas do jeito que estão, passando fome… Mas, pelo menos para a Lacta, a coisa melhora um pouco quando chegamos, no edital 38/2019 da Aman, na parte dos bombons, quando a OM anuncia intenção de compra de 3,2 toneladas de “Sonho de Valsa ou equivalente”.

Neste outro edital, datado de julho de 2019, a Aman anunciou intenção de compra também de onze toneladas e meia de muçarela. Daria mais de um quilo de muçarela para cada disco de pizza brotinho, pelo número de discos de pizza brotinho comprados na licitação de um ano depois, em julho de 2020. Mas não seria honesto fazer este tipo de associação, porque, além de ter que se levar em conta o misto-quente do oficialato, os cadetes da Aman devem consumir muçarela de outros jeitos, ainda que, em matéria de queijos, no mesmo edital tenham sido licitados nove toneladas de queijo minas padrão, quase três de parmesão, 12.700 quilos de queijo prato, 100 quilos de ricota, outros 100 de provolone, mais 100 quilos de gorgonzola, além de oito mil potes de requeijão.

Foi de oito mil também, no edital no número 38/2019 da Aman, o número de latas de leite condensado, que elas não poderiam faltar.

 

Lula, mas em anel

 

Numa laive feita à época do leite condensado, Jair Bolsonaro apareceu com uma lata de Leite Moça para marcar posição de que “aqui não tem lagosta”, numa referência a um famigerado edital pregresso do STF que licitou o crustáceo, além de vinhos internacionalmente estrelados, para a ceia das excelências.

No edital número 38/2019 da Aman, de fato não constava lagosta, mas abriu-se licitação para 300 quilos de lula, sem metáfora desta vez, mas sim em anel; 250 quilos de siri; 600 quilos de camarão branco, variedade grande (VG), a R$ 80 o quilo; mais de 600 quilos de camarão sete barbas; e 250 quilos de polvo.

Duzentos e cinquenta quilos de polvo, alimento que de resto tem poucas calorias, ao contrário do Leite Moça. Pode ser um sinal da “alimentação nutricionalmente balanceada” citada pelo Ministério da defesa na nota anti-escândalo dos chicletes e leites condensados. Ou pode ser que, além das insígnias das patentes, os frutos do mar também informem sobre postos e graduações do Exército Brasileiro.

O efetivo da Aman é de aproximadamente 4.630 militares, dos quais apenas 1.700 são cadetes. Os demais são aqueles que manuseiam, se não tentáculos, os 150 mil alfinetes para mapa licitados em outro edital da Aman do ano retrasado, o de número 30/2019, este para aquisição de “material de expediente”.

Cento e cinquenta mil alfinetes para mapa. Se não estamos em guerra, parece que vamos entrar numa em breve.

 

Cupcakes para “o moral elevada da tropa’

 

Nos outros editais, tanto naquele para compra de artigos de padaria, de 2020, quanto no de 2019, para compra de outros gêneros alimentícios, a Aman justifica as contratações de toneladas de quindins, cupcakes e “Sonho de Valsa ou equivalente” dizendo que “os cadetes realizam mais de 30 atividades de acampamento durante o ano letivo, nos quais (sic) são simuladas operações táticas de combate, sendo o fator alimentação primordial para suprir as necessidades de gastos calóricos, bem como para a manutenção do moral elevada da tropa empregada nessas situações”.

O curioso é que, mesmo com toda esta comilança, a Aman abriu recentemente, em setembro de 2020, edital para “contratação de empresa especializada na exploração e funcionamento de uma cantina (com a comercialização de alimentos e bebidas), mediante cessão onerosa de uso da área com pagamento de taxa de ocupação, para atender as necessidades dos militares e demais usuários desta OM”.

Não é de hoje, não é desde que chegou à presidência que Bolsonaro está sempre na Aman, na qualidade de ex-aluno e de “mito”. No dia 18 de outubro daquele 2020, ele postou em sua conta no Twitter um vídeo com imagens daquele dia, em que saudava a turma de cadetes formandos ao lado do então ministro da Defesa, general de Divisão Fernando Azevedo e Silva, mais um ex-aluno da academia.

As imagens eram intercaladas com outras, da saudação que Bolsonaro fez a outra turma de formandos da Aman, em 2014, ocasião em que disse à tropa: “alguns vão morrer pelo caminho, mas em 2018 nós vamos jogar para a direita esse país”.

Alguns, hein?

 

Agora sim, uma metáfora de respeito

 

No edital 38/2019, a Aman pediu preços ainda para 2.800 quilos de rabo bovino in natura e outros 2.800 de rabo de porco salgado in natura também. Isto para não falar nos lombos: exatos 7.437 quilos de lombo in natura para serem comidos na Aman.

Mais de 13 toneladas de rabo para serem comidos ali onde Bolsonaro, Azevedo e Silva, Mourão, Heleno, Braga Netto, et caterva foram paridos, escarrados para o Brasil. In Natura e naturalmente para manter ereto “o moral da tropa”.

Junte isso aos 35 mil comprimidos de Viagra e, agora sim, senhoras e senhores, agora sim é uma metáfora.

Metáfora?

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12
Abr22

A ‘nova munição’ do Exército não é uma fake news bolsonarista

Talis Andrade

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"Por que o governo Bolsonaro está gastando dinheiro público para comprar Viagra e nessa quantidade tão alta? As unidades de saúde de todo o país enfrentam, com frequência, falta de medicamentos para atender pacientes com doenças crônicas, como insulina"

 

Por Milton Alves

É motivo de piada e de justa zombaria nas redes sociais, nesta segunda-feira(11), a notícia surpreendente da compra pelas Forças Armadas de 35 mil comprimidos de Viagra, um medicamento para enfrentar a disfunção erétil — o popular broxa ou meia bomba.

As informações foram obtidas pelo deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) no Portal da Transparência do governo federal. O parlamentar apresentou ao Ministério da Defesa um requerimento no qual solicita explicações sobre os processos de compra do medicamento.

“Precisamos entender porquê o governo Bolsonaro está gastando dinheiro público para comprar Viagra e nessa quantidade tão alta. As unidades de saúde de todo o país enfrentam, com frequência, falta de medicamentos para atender pacientes com doenças crônicas, como insulina, e as Forças Armadas recebem milhares de comprimidos de Viagra. A sociedade merece uma explicação”, declarou o deputado para o jornal O Globo.

A pílula milagrosa foi dividida entre as três forças: a Marinha ficou com a maior quantidade, 28.320 comprimidos. O Exército com 5 mil e a Aeronáutica com outros 2 mil.

A Marinha e a Aeronáutica justificaram que as compras de Viagra foram para o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP). O Exército ainda não se pronunciou sobre a compra.

A mega aquisição de Viagra ocorre dias após o escândalo da compra de R$ 56 milhões em filé mignon, picanha e salmão.

A pergunta que fica: o que acontece nos quartéis, navios e bases aéreas do Brasil, com as montanhas de carnes nobres, cervejas e licores finos, pirâmides de latas de leite condensado e agora com uma quantidade monumental da pílula do amor?

Já foi o tempo em que servir a pátria era sinônimo de vida espartana e entrega.

O governo Bolsonaro, definitivamente, avacalhou com o que restava de credibilidade das Forças Armadas, deixando desoladas as vivandeiras de quartéis — entre elas, políticos/as que não perdem uma oportunidade para bajular e bolir com os granadeiros — como dizia o Marechal Castello Branco, o primeiro general-ditador do regime militar.

Na tarde de hoje, um ex-ministro e ex-deputado conhecido por sua paixão pelo fardão verde-oliva foi visto acabrunhado lá pelas bandas do Ibirapuera.

12
Abr22

Forças Armadas autorizam compra de 35 mil comprimidos de Viagra

Talis Andrade

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A publicidade do Viagra é toda voltada para o sexo. Vide exemplos no Google

Citrato de sildenafila é indicado para o tratamento da disfunção erétil; deputado federal pede explicações

 

por Sarah Teófilo /R7

As Forças Armadas brasileiras autorizaram processos de compra de 35.320 unidades de citrato de sildenafila, conhecido como Viagra. O medicamento é indicado para o tratamento de homens com disfunção erétil. Dados do Portal da Transparência e do Painel de Preços do governo federal mostram oito pregões homologados entre 2020 e 2021, e ainda em vigor neste ano.

A maior parte das aquisições é direcionada à Marinha, com 28.320 unidades do medicamento. No caso do Exército, foram 5.000 comprimidos; e da Aeronáutica, foram 2.000.

As informações foram levantadas pelo deputado federal Elias Vaz (PSB-GO), que apresentou um requerimento solicitando ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, explicações sobre os processos de compra. Paulo Sérgio assumiu a pasta no último dia 8. Até então, o ministro era o general Braga Netto.1 + - (ummaisoumenos.blogspot.com.br): Propaganda do Viagra...PROPAGANDAS CRIATIVAS…!!! | O gordo e o magroTop 5 anúncios do Viagra

“Precisamos entender por que o governo Bolsonaro está gastando dinheiro público para comprar Viagra e nessa quantidade tão alta. As unidades de saúde de todo o país enfrentam, com frequência, falta de medicamentos para atender pacientes com doenças crônicas, como insulina, e as Forças Armadas recebem milhares de comprimidos de Viagra. A sociedade merece uma explicação”, disse o deputado.

O parlamentar também já questionou outras aquisições feitas pelo Ministério da Defesa. Na semana passada, informou ter identificado compra de alimentos de luxo entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano. Vaz apontou que só de filé mignon foram 557,8 mil quilos para atender aos comandos da Marinha, da Aeronáutica e do Exército, além da Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil)

O deputado também detalhou que dados da transparência do governo federal mostraram processo de compra, mediante dispensa de licitação, de 373,2 mil quilos de picanha e 254 mil quilos de salmão. No ano passado, ele e outros parlamentares do PSB denunciaram compras de alimentação dentro do governo federal, dessa vez atingindo o Ministério da Economia, com aquisição de picanha, cerveja e uísque.DO BOM USO DO MAU GÊNEROTop 5 anúncios do Viagra

Em nota, a Aeronáutica informou que o medicamento é usado para hipertensão arterial pulmonar e em pacientes com esclerose sistêmica, para melhor controle do fenômeno de raynaud em pessoas acometidos pela grave doença. A Aeronáutica ressaltou que o uso para o tratamento de disfunção erétil, principal uso indicado do viagra, "não se encontra priorizada nesse tipo de aquisição".

"Entre os usos atualmente aprovados da sildenafila estão principalmente o tratamento para hipertensão arterial pulmonar e para melhor controle do fenômeno de raynaud numa doença grave denominada esclerose sistêmica, o que endossa e motiva a aquisição para utilização do aludido medicamento especialmente no âmbito hospitalar. A utilização para o tratamento da disfunção erétil não se encontra priorizada nesse tipo de aquisição", informou.

No fenômeno de raynaud, o fornecimento de sangue é afetado em determinadas áreas do corpo, geralmente as extremidades (dedos das mãos, pé, orelhas e ponta do nariz), que ficam dormentes e geladas.

"Reiteramos que nossos processos licitatórios são transparentes, com estreita observância aos princípios constitucionais e utilização das ferramentas institucionais e dos sistemas oficiais de compras do Governo Federal, sendo submetidas à fiscalização dos órgãos de controle, interno e externo", pontuou.

A Marinha também afirmou que os processos licitatórios realizados para a aquisição dos medicamentos visam o tratamento de pacientes com hipertensão arterial pulmonar. "Trata-se de doença grave e progressiva que pode levar à morte. A associação de fármacos para a HAP [hipertensão arterial pulmonar] vem sendo pesquisada desde a década de 90, estando ratificado, conforme as últimas diretrizes mundiais (2019), o uso da sildenafila, bem como da tadalafila, com resultados de melhora clínica e funcional do paciente", defendeu.

O Ministério da Defesa enviou uma nota frisando a mesma informação: que "a aquisição de sildenafila visa o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar". "Esse medicamento é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para o tratamento de HAP. Por oportuno, os processos de compras das Forças Armadas são transparentes e obedecem aos princípios constitucionais", pontuou. O Exército ainda não respondeu.

Pneumologista da Faculdade de Medicina do ABC, Franco Martins explica que o sildenafil (viagra) foi descoberto justamente para o tratamento de crianças com hipertensão arterial pulmonar. Com o tempo, o medicamento começou a ser usado em adultos e, durante os estudos clínicos, pacientes apontaram a ereção como um evento adverso.

"Isso ainda na década de 90. Com essas informações, passou-se a seguir a linha de pesquisa para tratar disfunção erétil", explicou o médico. De acordo com ele, atualmente existem medicamentos mais modernos para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar, considerada uma doença rara, mas que até hoje, na rede pública, usa-se muito o viagra por ser um remédio mais barato.

O médico ressalta que, em relação à dosagem, normalmente se receita as pílulas de 20 miligramas (mg). A maior parte dos comprimidos adquiridos pelos militares, no entanto, são de 25 mg. Franco Martins explica que é plenamente possível receitar o de 25mg, três vezes ao dia, tendo em vista que a diferença de dosagem será pequena.

O Exército e a Marinha adquiriram 800 unidades de 50 mg. Neste caso, o pneumologista explicou que, geralmente, a dosagem não é receitada a pacientes com a doença pulmonar. Ele pontuou, no entanto, que quando algum paciente compra o de 50 mg, os médicos pedem que a pílula seja dividida ao meio, tornando-se duas pílulas de 25 mg.Sildenafil 50mg - 30 cápsulas - Central ManipuladosViagra: entenda como medicamento gerou revolução social e cultural - Jornal  O Globo

11
Abr22

Compra de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas revolta políticos e internautas

Talis Andrade

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247 - A compra pelas Forças Armadas de 35 mil unidades de viagra e remédios para a calvície masculina causou revolta nas redes sociais. Segundo a Marinha e a Aeronáutica, a compra de viagra visa o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), "uma doença grave e progressiva que pode levar à morte”.  

Políticos e internautas fizeram piada do caso e lembraram que sob o governo Jair Bolsonaro (PL), as Forças Armadas têm o histórico de compras suspeitas, como picanha e filé mignon.Image

Veja repercussões aqui

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Lili Sanchez
@Lili_afns
Pra não dizer que não falei de "impávido colosso"...Image
Humberto Costa
@senadorhumberto
E ainda tem picanha, leite condensado e cerveja pra rapaziada. Tudo pago com dinheiro público. Que mamata!Image
Nathalia Meneghine
@NMeneghine
 
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04
Fev22

Bolsoporco: Bolsonaro pensa que pobre é igual a ele, que não sabe comer com educação

Talis Andrade

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O Sujismundo do Planalto acha que ser pobre é sinônimo de maus modos à mesa. Isso tem nome: preconceito de classe

 

 

Desesperado com a forte rejeição à sua reeleição entre as camadas mais pobres da sociedade, sobretudo no Nordeste (61%, segundo o último Datafolha), Jair Bolsonaro fez um vídeo neste domingo, 30 de janeiro, onde come frango com as mãos, derramando farofa em cima de si mesmo e no chão. A intenção do presidente era se mostrar um cara simples, do “povão”, e assim tentar reduzir esta rejeição.

O tiro saiu pela culatra. Compartilhado por Fabio Faria, o vídeo rendeu ao presidente a tag #Bolsoporco no twitter e acabou excluído pelo ministro das Comunicações, mas confirmou a impressão geral de que, para Bolsonaro, os pobres são iguais a ele, que não sabe se comportar à mesa. Isso tem nome: preconceito de classe.

Não é a primeira vez que o Sujismundo do Planalto tenta, à Janio Quadros –famoso por colocar talco sobre os ombros para fingir que era caspa–, encenar a imagem de “homem do povo” utilizando imagens em que se alimenta como um animal, com perdão aos animais. Ainda na campanha eleitoral, o então candidato do PSL divulgou uma fotografia onde comia pão com leite condensado sem utilizar prato, com migalhas e líquido espalhados sobre a mesa.Em maio do ano passado, no dia em que o Brasil ultrapassava a triste barreira dos 10 mil mortos pelo coronavírus, Bolsonaro saiu para andar de jet ski no lago Paranoá como se nada estivesse acontecendo e apareceu comendo cachorro-quente numa barraquinha de rua da capital de boca aberta, com restos de mastigação à vista. Aliás, seu médico já recomendou que aprendesse a mastigar direito para não ser internado novamente com obstrução intestinal. Pelo visto o conselho não surtiu efeito. (Cynara Menezes)Image

29
Dez21

“Deixo de comer para dar aos meus filhos”

Talis Andrade

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Mães que sustentam sozinhas suas famílias foram atingidas em cheio pela perda de emprego e renda; mulheres são sempre as últimas a comer

 

por José Cícero e Mariama Correia /Agência Pública

 

Era por volta das 11 horas quando Letícia dos Santos, 32 anos, moradora da ocupação Nova Esperança, no Jardim São Luís, Zona Sul de São Paulo, começou a preparar o café da manhã para os quatro filhos que cria sozinha. Enquanto a panela com óleo aquecia, ela misturou farinha de trigo, água e açúcar. O cheiro de fritura que se alastrou pelo barraco lembrava um bolinho de chuva, mas faltavam ingredientes: “não tenho ovo, fermento, leite e canela”.

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Letícia com seus filhos pequenos e outros parentes que moram em outros barracos na mesma ocupação

 

Naquele dia, as refeições da família vieram de doações. Desde que perdeu o emprego como cuidadora de idosos, em plena pandemia, Letícia depende dos donativos para alimentar os filhos. Ela também faz bicos com biscuit, doces e trabalhando em eventos para conseguir alguma renda. 

No ano passado, quando Letícia ficou desempregada, mais de 96% dos postos de trabalho fechados eram ocupados por mulheres, muitas delas mães solteiras. Segundo o IBGE, 11,5 milhões de mães cuidam dos filhos sozinha no Brasil. A insegurança alimentar é mais grave nesses lares, justamente porque as mulheres foram as mais prejudicadas pela falta de emprego e perda de renda na pandemia, como mostrou o inquérito nacional sobre insegurança alimentar no contexto da pandemia de Covid-19 no Brasil. 

Em 2020, segundo o Inquérito, a fome atinge mais as famílias sustentadas por alguém do sexo feminino, ou de raça/cor da pele autodeclarada preta/parda ou com menor escolaridade. No ano passado, 43,4 milhões de brasileiros – 20,5% da população – não tiveram acesso a alimentos em quantidades suficientes. Os percentuais de insegurança alimentar são mais altos em domicílios sustentados por uma única pessoa (66,3%), sobretudo se a responsável for mulher (73,8%). Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade da população brasileira (55,2%) conviveu com algum grau de insegurança alimentar em 2020. Ou seja, 116,8 milhões de pessoas não tinham acesso absoluto e permanente a alimentos.

 

Nutrição das mães em segundo plano 

Letícia ainda amamenta o filho caçula, um bebê de três meses. Como tem anemia profunda, deveria tomar um suplemento de ferro e ter uma alimentação balanceada, mas a nutrição dela fica sempre em segundo plano. “Por causa da minha alimentação ruim, o leite do peito fica fraco”, diz.  A ajuda que a família recebe do governo encolheu de R$ 375 para R$ 217 por mês, com o fim do auxílio emergencial. O dinheiro serve basicamente para comprar as fraldas e o complemento alimentar do bebê, que custa R$ 52 por lata. 

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“Por causa da minha alimentação ruim, o leite do peito fica fraco”, diz Letícia

 

A maioria das 260 famílias que moram na ocupação Nova Esperança são chefiadas por mães solo. Lá, recebem cestas básicas que “garantem ao menos o arroz e o feijão”, diz Letícia. Também não pagam aluguel, que já foi uma fonte de dívidas para ela no passado. “Tive que sair do apartamento apenas com as roupas. Não deixaram nem trazer os meus móveis porque eu estava devendo”, relembra.

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“Se não fossem as cestas básicas, tinha passado fome”, diz Zenaide Severina, 40 anos, vizinha de Letícia. Com dois filhos para criar sozinha – um adolescente de 17 e uma menina de três anos -, ela foi morar na ocupação depois de ter a casa interditada pela defesa civil em 2020. Não recebeu auxílio moradia. No mesmo ano, foi afastada do emprego por problemas respiratórios, mas ainda espera as perícias para conseguir o auxílio doença. 

Na escola pública, a filha mais nova de Zenaide consegue ter todas as refeições. Quando as crianças estão em casa, muitas vezes a mãe come apenas uma vez por dia. “Não tenho coragem de fazer uma mistura para mim e não dar a eles”, diz. A pequena nem sempre aceita comer feijão com arroz várias vezes ao dia. Então, quando não há nada além disso para oferecer, Zenaide faz uma mamadeira de leite.  “Quando você é só, para quem vai pedir ajuda? Muitas vezes pedi ajuda ao pai da minha filha, mas ele ameaça tirar ela de mim”. 

O pesquisador José Raimundo estuda a fome no município de São Paulo desde os anos 2000. Ele afirma categoricamente que: “uma pessoa que está fazendo uma refeição por dia, está passando fome.

Quando não há alimentos necessários para toda a família, mesmo nos lares chefiados por homens, “as mulheres são as últimas a comer”, diz o pesquisador. “Em um domicílio que está em situação de fome ou risco de fome, as mulheres são as primeiras a sofrer porque elas tendem a priorizar a alimentação dos filhos e em seguida a dos maridos. A chance da mulher estar com fome é maior que a do homem e das crianças”, explica.

Em uma sociedade machista, argumenta Raimundo, “o cuidado com os filhos recai sobre as mulheres, que muitas vezes ficam presas até para arrumar um emprego, porque dependem de alguém para cuidar dos seus filhos”. 

 

Doações escassas, auxílios insuficientes 

“Tudo é mais difícil para uma mulher”, desabafa Ednalva do Nascimento, 43 anos, moradora do Piscinão de Ramos, no Rio de Janeiro. Ela sustenta cinco filhos com bicos de faxinas e lavagem de roupas. O caçula tem nove anos e o mais velho, que está desempregado, 25.  

“Perdi o emprego um pouco antes da pandemia. Quando a covid começou, nem faxina eu conseguia”, conta. A família não passou fome graças às doações de cestas básicas, mas até isso está se tornando mais escasso, com a desaceleração da pandemia, conta Ednalva.  “Muitas vezes deixo de comer para dar aos meus filhos. Verdura, fruta, carne só compro quando dá”, diz. 

Para ela, que só de aluguel paga R$ 500 por mês, a  promessa de aumento do auxílio brasil, criado após a extinção do Bolsa Família, para R$ 400 anima, mas não resolve os problemas. “Ajuda, mas não sei como vai ser até o fim do ano porque as doações estão diminuindo e ainda não tem emprego. Acho que ainda vai demorar muito para melhorar mesmo nossa situação”.

Vazio nos pratos e também nas políticas públicas

O cotidiano de insegurança alimentar repercute na saúde mental das mães solo de várias formas. Diante da incerteza sobre a condição de sustentar a própria família, Zenaide sofreu de depressão. Ela faz acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) da Zona Sul, mas até o acesso ao serviço de saúde é complicado porque o atendimento fica distante da casa dela. “Se eu tirar esse dinheiro do transporte faz diferença nas contas, então nem sempre vou”. 

Para controlar crises de ansiedade, ela cuida do pequeno quintal onde cultiva plantas medicinais. Conta que não recebeu o auxílio emergencial na pandemia, por estar afastada do trabalho, embora o benefício do INSS ainda não tenha sido liberado. “Também não tenho direito ao auxílio para comprar gás de cozinha porque recebo o auxílio brasil. Como não tenho direito se estou sem emprego e com filho pequeno?”, questiona.

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Zenaide organizou um pequeno jardim no barraco. Para ela, cuidar das plantas ajuda a reduzir a ansiedade

 

“O pobre é esquecido”, lamenta Letícia. Desde que foi morar na ocupação, há um ano, ela tenta, sem sucesso, arrumar vagas para os filhos na escola pública mais próxima. “Parece que quanto mais a gente é humilde, mais difícil é para conseguir as coisas. Criam programas para ajudar os pobres, mas os pobres não são socorridos.” 

A percepção de Letícia se aproxima do Informe Dhana (Direito Humano à Alimentação e à Nutrição Adequada) 2021, que analisa os impactos da Covid-19, ações e omissões do poder público diante da crise sanitária, econômica e social. O documento alerta para “cortes orçamentários e o enfraquecimento de programas voltados à promoção de segurança alimentar no Brasil”, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa de construção de Cisternas, de grande relevância para a segurança hídrica no semiárido brasileiro, entre outros. 

É o que também pensa a ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Para ela, os impactos da pandemia poderiam ter sido mais amenos, caso o Governo Federal tivesse adotado medidas que fortalecessem políticas públicas e de proteção social. “Alguns países tiveram um aumento da pobreza, de problemas, mas não passaram enfrentar uma situação de fome. No Brasil, a gente viveu um acirramento gigantesco da fome e da insegurança alimentar nos seus vários níveis, porque todo colchão de proteção social que existia foi desmontando.” 

Tereza lembra que, no primeiro mês do governo Bolsonaro, a Medida Provisória 870 encerrou as atividades do Conselho Nacional de Segurança  Alimentar e Nutricional (Consea). Instituído em 1993, o Consea fazia parte do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), como um espaço crucial para garantir a participação da sociedade civil nas discussões sobre acesso a alimentos. 

“Ao desmontar o Consea, ele (Bolsonaro) desmontou o controle social, que é fundamental, porque o Consea era muito ativo, não só fiscalizando e cobrando o Governo Federal pelo bom funcionamento das políticas públicas, como ajudando na construção de uma política social sólida. Quando se extingue o Consea, se desorganiza toda essa agenda da transparência e do controle social”, explica Tereza. “Esse governo não liga para a alimentação saudável e não só, também não liga para a fome”, diz.

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02
Nov21

Mercado Bolsocaro

Talis Andrade

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O Plural comparou o preço médio dos produtos em Curitiba entre março de 2018 e outubro de 2021. Confira nossas "ofertas", adicione produtos ao carrinho para ver sua nota e saber quanto está gastando a mais desde as últimas eleições. Não esqueça de compartilhar nas redes sociais.

A idéia devia ser imitada pelos jornais doutras capitais, para orientar o povo nestes tempos de inflação. Veja os preços de Curitiba aqui e compare com a carestia na sua cidade. 

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21
Out21

‘Cadela’, ‘macaco’, ‘viadinho’: somos milhões sentados à mesa com os nazistas

Talis Andrade

 

 

A um ano das eleições, sob a vista grossa do Judiciário, os crimes contra mulheres, negros e população LGBTQIA+ crescem alimentados pela tolerância da sociedade.

20
Ago21

PoderData: apoio ao impeachment de Bolsonaro sobe para 58%

Talis Andrade

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GABRIELA OLIVA 19.ago.2021 (quinta-feira) - 7h30 O percentual dos que acham que o presidente Jair Bolsonaro deve sofrer impeachment saltou para 58%, segundo pesquisa PoderData realizada nesta semana (16-18.ago.2021). 

A proporção dos que acham que Bolsonaro deve continuar no cargo caiu 13 pontos percentuais no mesmo período. Passou de 45% para 32%. Transcrevi trechos. Leia reportagem de Gabriela Oliva aqui. Idem comentário de Fernando Brito aqui.

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