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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

18
Mar20

Deltan e Pozzobon se prepararam para colher os frutos: O entreguismo garantiu R$ 2,5 bi para a fundação da Lava Jato

Talis Andrade

 

dinheiro torneira aberta .gif

 

 

X - Vazajato apresenta a prova final da corrupção da Lava Jato

por Luis Nassif

 

Em dezembro de 2018, Deltan e Pozzobon decidiram montar uma ONG para organizar palestras contra a corrupção.

Os dois criaram um grupo no Telegram naquele mês com suas esposas para cogitar a abertura de uma empresa de eventos, congressos e palestras. “Vamos organizar congressos e eventos e lucrar, ok?”, escreveu Dallagnol em um bate-papo com a esposa. Para evitar questionamentos legais e críticas, os dois procuradores decidiram não aparecer como sócios, mas abrir a empresa no nome das esposas. “Só vamos ter que separar as tratativas de coordenação pedagógica do curso que podem ser minhas e do Robito e as tratativas gerenciais que precisam ser de Vcs duas, por questão legal”, afirmou Dallagnol no grupo de Telegram em 14 de fevereiro de 2019. Administrar empresas é ilegal para procuradores.

Em duas ocasiões, Dallagnol sugeriu que criassem um instituto em vez de uma empresa. Em 3 de março, ao comentar um evento organizado por um instituto, ele escreveu: “Deu o nome de instituto, que dá uma ideia de conhecimento… não me surpreenderia se não tiver fins lucrativos e pagar seu administrador via valor da palestra. Se fizéssemos algo sem fins lucrativos e pagássemos valores altos de palestras pra nós, escaparíamos das críticas, mas teria que ver o quanto perderíamos em termos monetários”, escreveu no chat.

A reportagem do GGN, denunciando a Fundação, acabou com a festa.

Aqui, os alertas do GGN, sobre os acordos dos procuradores com o DoJ e, depois, sobre a criação da fundação que lhes conferiria o direito de administrar o dinheiro das multas.

08/02/2015 – O que vai fazer nos EUA a Procuradoria-Geral do Brasil? Acusar a Petrobras? (https://tinyurl.com/qnmluu6)

09/02/2015 – PGR explica ida de equipe de procuradores aos Estados Unidos (https://tinyurl.com/ueqdtth)

01/08/2015 – PGR encontrou-se nos EUA com ex-sócia de concorrentes da Eletronuclear (https://tinyurl.com/rgxxxh2),

05/10/2015 – Procuradores preparam-se para entregar a Petrobras aos EUA, por André Araújo (https://tinyurl.com/wb6ukgb)

05/03/2019 – Com 2,5 bi em caixa, a Lava Jato se prepara para substituir o bolsonarismo (https://tinyurl.com/yyv2qsn2)

08/03/2019 – Fundação Lava Jato: Confira a íntegra dos acordos entre Petrobras, EUA e MPF (https://tinyurl.com/y5hu4ezd).

10/03/2019 – Confira o que o GGN publicou sobre o fundo bilionário da Lava Jato na última semana (https://tinyurl.com/rdq79ft)

12/05/2019 – Xadrez do pacto que garantiu R$ 2,5 bi para a fundação da Lava Jato (https://tinyurl.com/s2v95f4)

Restou, parado no ar, o desabafo de André Araujo:

Pergunta-se: O que vai fazer nos EUA a Procuradoria-Geral da República do Brasil? Vai ajudar os americanos na acusação contra a Petrobras? Mas a Petrobras é parte do Estado que lhes paga os salários, está sendo atacada no estrangeiro, eles vão lá ajudar os autores das ações?

Quem deveria ir para os EUA é a Advocacia-Geral da União, orgão que funciona como defensora dos interesses do Estado brasileiro. A AGU poderia ir aos EUA para ser auxiliar da defesa dos advogados da Petrobras porque, salvo melhor juizo, um Estado não vai ao estrangeiro acusar a si mesmo ou ajudar outro Estado a lhe fazer acusações. Quem processa a Petrobras indiretamente está processando o Estado brasileiro.

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18
Mar20

A Lava Jato trabalha para o governo dos Estados Unidos. A entrega de presos e das provas obtidas no Brasil

Talis Andrade

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VI - Vazajato apresenta a prova final da corrupção da Lava Jato

por Luis Nassif

 

Em 30 de novembro de 2015, às 21:09:52, Dallagnol avisa a Aras que os americanos já “estão ouvindo colaboradores”. Aras reage com surpresa e Deltan responde: “Não temos controle sobre as oitivas porque são uns 10 colaboradores que já estão em tratativas de acordos, ou acordos feitos. EUA estão com faca e queijo na mão para ouvirem”.

Aras pergunta se os colaboradores estão sendo ouvidos nos Estados Unidos. “Onde estão ouvindo? Informaram ao DRCI?” Dallagnol responde que, por serem nos EUA, as oitivas ocorreriam “à revelia do DRCI”. E prossegue, referindo-se à visita dos americanos no mês anterior: “Nós estamos com pressa, porque o DOJ já veio e teve encontro formal com os advogados dos colaboradores, e a partir daí os advogados vão resolver a situação dos clientes lá… Isso atende o que os americanos precisam e não dependerão mais de nós. A partir daí, perderemos força para negociar divisão do dinheiro que recuperarem. Daí nossa pressa”.

“Mas eles só conseguirão isso se colaborarmos, não? Eles não têm provas. Ou têm?”, retruca Vladimir.

(…) “Eles podem pegar e usar tudo que está na web”, argumenta Dallagnol. Aras pergunta: “Quando eles farão pedido formal de oitivas?”.

“Não precisam fazer. Ouvirão nos EUA os que estão soltos e podem viajar.”

A resposta surpreende Aras: “Os advogados concordaram? Eles vão viajar sem salvo-conduto????? Loucura”.

(…) Dallagnol admite, então, que a força-tarefa pode ter errado ao não avaliar as consequências da parceria com os americanos durante a visita secreta a Curitiba. “Quando estavam aqui, e não tínhamos ainda restrições, mas estávamos operando no automático, sem conhecimento da dimensão das consequências e pensando em aplicar o tratado diretamente (o que ainda não está fora de cogitação, estamos todos refletindo, creio), dissemos que não haveria problema em os colaboradores, que pudessem, ir aos EUA para prestar as declarações.” (Continua) 

 
06
Fev20

Ministro do STF questiona: onde foi parar o dinheiro do fundo da Lava Jato?

Talis Andrade

Alexandre de Moraes enviou ofício à 13ª Vara Federal de Curitiba para saber se recursos recuperados foram utilizados. Dallagnol queria usar dinheiro público. Auditoria já nos 2,5 bilhões desviados da Petrobras

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anda desconfiado sobre o destino do dinheiro desviado da Petrobras, 2,5 bilhões, e depositados em uma conta gráfica na Caixa Econômica Federal de Curitiba, no dia 30 de janeiro de 2019. Essa conta gráfica, não se sabe se está no nome de Deltan Dallaganol, ou da Operação Lava Jato, ou de um fundo, ou de uma fundação sem nome.  Que sabido movimenta essa conta? Dos 12 procuradores da Lava Jato de Curitiba apenas seis assinaram essa estrovenga:

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Dallagnol acusou o recebimento do bilionário depósito da Petrobas: 

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Falta saber o destino da grana da Odebrecht e doutras empresas multadas pela Lava Jato.

Alexandre de Moraes também suspendeu a criação dessa misteriosa e esdrúxula fundação. Agora quer saber se parte desse dinheiro recuperado pela força-tarefa “teve destinação diferente do previsto”, conforme notícia do site Consultório Jurídico. O pedido de informações veio por meio de documento assinado nesta terça (4) e enviado à 13ª Vara Federal de Curitiba.

Moraes havia autorizado o uso de parte dos recursos – cerca de R$ 1 bilhão – para combater incêndios florestais na Amazônia e outros R$ 1,6 bilhão para investimentos na área de educação. Mas ainda não há nada que comprove que o dinheiro foi de fato destinado a estas benfeitorias. Auditória já. 

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Fundo do Poço

A criação do fundo bilionário veio a público no início de 2019 e nem precisou sair do papel para gerar indignação – sob controle total do Ministério Público, sua existência violaria a legislação brasileira que impede o uso de dinheiro público sem o aval do Congresso ou do próprio presidente. Em suma, procuradores do MP jamais poderiam decidir sobre o destino dos recursos recuperados pela Lava Jato.

Na época, o então Líder do PT Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta, apresentou documentos que comprovavam a ilegalidade da Força-Tarefa da Lava Jato, os Estados Unidos e a Petrobras na criação da fundação privada para gerir US$ 2,5 bilhões, oriundos de uma multa. Segundo o parlamentear, o fundo “é um procedimento totalmente ilegal” e os procuradores envolvidos “cometeram crimes contra o interesse nacional”.

Pimenta lembrou ainda que a criação do fundo fere a Constituição Federal. “Essa República de Curitiba acha que está acima da lei, acha que não precisa cumprir a Constituição e resolveram abocanhar R$ 2,5 bilhões de maneira criminosa e nós vamos levar às últimas consequências essa responsabilização do Dallagnol e de todos os procuradores envolvidos”, apontou.

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09
Abr19

Lava Jato de Curitiba: recebimento oculto da vantagem bilionária

Talis Andrade

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Cada vez mais, com a politização da Justiça, principalmente depois da prisão de Lula, para que não participasse das eleições presidenciais de 2018, os colunistas políticos perdem espaço para os juriconsultos. 

Vejamos o caso juiz Sergio Moro, considerado candidato a presidente - ambição herdada do ministro Joaquim Barbosa, que escondia processos e torcia leis, em busca de aplausos das castas togadas e fardadas, e popularidade.

Só com a justiça espetáculo, a possibilidade de um negro ser presidente, feito considerado imprevisível também para um operário, antes de Lula quebrar o tabu no Brasil da casa grande & senzala.

Transcrevo um artigo sobre o recebimento oculto da vantagem. 

E assim indagar quanto a Lava Jato de Curitiba já cobrou de multas, em acordos de leniência principalmente, e acordos de colaboração mais do que premiada? A Lava Jato do Rio de Janeiro faz o mesmo? Idem a Lava Jato de Brasília, de São Paulo? 

Não falo do dinheiro que corre por fora, conforme denúncia de Tacla Durán. A Lava Jato jamais quis afastar a suspeita de que cobrou 5 milhões de propina de um doleiro. Denúncia realizada, por duas vezes, no Congresso Nacional. E os deputados e os senadores, por medo, por rabo preso, temem investigar. 

Se a Lava Jato veio para ficar: o paradoxo de duas justiças federais, paralelas e conflitantes. 

Uma justiça constitucional, outra que é tudo: um juiz de primeira instância, que investiga, acusa, julga e prende. E que, quando deseja peitar, está acima de qualquer poder do executivo, do legislativo e, principalmente, do judiciário.

Escrevo sobre a Lava Jato bilionária da república do Paraná. Começo com a informação dada por Deltan Dallagnol, que a Petrobras depositou, no dia 30 de janeiro último, sob sigilo de justiça, mais de 2 bilhões  e 500 milhões em uma conta da Caixa Econômica Federal de Curitiba. Uma conta gráfica, de nome desconhecido, ora seria de um fundo, ora de uma fundação, ou o disparate de uma ONG.

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A (des)caracterização da lavagem de ativos no caso de recebimento oculto da vantagem

Por Pedro Ivo Velloso, Ticiano Figueiredo e Célio Rabelo

In ConJur

 

 

 

04
Abr19

LAVA JATO FICOU BILIONÁRIA COM O COMBATE A CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS E NA ODEBRECHT!

Talis Andrade

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por Emanuel Cancella

___

 

A Lava Jato quebrou a economia em poucos meses, como mostra o vídeo anexo (5).

 

Assim como a lava Jato destruiu a indústria naval, navios e plataformas agora são construídos no exterior, gerando emprego e renda aos gringos (3).

 

A  Lava Jato produziu 7 milhões de desempregados no Brasil (2).

 

A lava Jato foi criada em 17 de março de 2014 para investigar a Petrobrás (6). Prendeu diretores e gerentes da Petrobrás; confiscou bens e dinheiro roubado, entretanto somente na gestão do PT na Petrobrás.

 

A Lava Jato prendeu o governador do Rio Sérgio Cabral, o presidente da Eletronuclear, o almirante Othon Pinheiro e outras pessoas poderosas. Mas estranhamente, os principais ladrões da Petrobrás estão em suas casas, verdadeiros clubes de lazer, construídos com dinheiro da roubalheira (8).

 

E o ex-presidente Lula foi preso pela lava Jato somente através de delação premiada, sem nenhuma comprovação. Isto porque a Operação nunca apresentou, no processo, registro de imóvel ou qualquer documento hábil comprovando a propriedade de Lula para o tríplex de Guarujá e o sítio em Atibaia que, segundo a Lava Jato, seriam frutos da corrupção na Petrobrás (14,15).

 

Já o tucano, FHC foi denunciado na Java Jato por corrupção, e, em algumas, envolvendo o próprio filho; e mais, FHC tem indícios fortíssimos de enriquecimento ilícito com apartamento em Paris e Nova York e fazenda com aeroporto no Brasil (9,10,11). Mesmo com isso, FHC nunca teve vazamento de delação na mídia, muito menos prisão, nem quando o tucano reconheceu em seu livro, Diário da Presidência, que havia corrupção na Petrobrás em seu governo (12).

 

Os EUA sempre estiveram por trás, ou à frente, das operações da Lava Jato. Por exemplo, a Operação convocou os procuradores americanos para investigar a Petrobrás (13).

 

Porém, a Lava Jato não mandou nossos procuradores investigarem a petroleira americana Chevron, denunciada pelo Wikleaks, na troca de informações com a petroleira americana Chevron, através do então candidato derrotado, o tucano José Serra, em 2009, quando Serra prometia favores à Chevron em prejuízo da Petrobrás (7).

 

E com a omissão criminosa da Lava Jato, o senador tucano Jose Serra, depois do impeachment de Dilma, articulou e aprovou, no Senado, a lei 4567/16 com tudo que prometera criminosamente à Chevron.

 

Lava Jato destruiu a imagem das principais empresas nacionais e reduziu seus negócios. A Odebrecht, uma das maiores multinacionais do mundo, reduziu de 240 mil funcionários para 60 mil. A direção da Petrobrás, abandonou e entregou aos gringos as áreas mais estratégicas, empregatícias e lucrativas, como a indústria naval, a petroquímica, fertilizantes, gás e biocombustíveis (16).

 

Enquanto as principais empresas brasileiras como a Petrobrás e a Odebrecht, em nome do combate à corrupção, encolheram, a Lava Jato, pasmem! Ficou bilionária! Acordo Odebrecht-MPF: procuradores da Lava Jato vão gerir fundo de R$ 6,8 bi. Na verdade, a Lava Jato teria, sob sua administração, também a bilionária Fundação Lava Jato Petrobrás, porém a PGR e o STF suspenderam a Fundação Petrobrás.

 

Ambas as fundações têm forte ligação com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) (17,18,19).

 

Os EUA aplicaram, na Lava Jato, o famoso “Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço!

 

Isto por quê? Na maior quebradeira dos EUA, em 2008, nenhum dirigente de empresas foi preso, nenhuma empresa quebrou, embora 10 milhões de trabalhadores ficaram sem emprego, até porque o banco central americano aportou bilhões de dólares para resguardar a imagem e suas empresas e assim facilitando a retomada da economia e da empregabilidade (20).

 

Aqui, no Brasil, só em saiu beneficiado com a Lava Jato, a própria Operação e os gringos, que estão solapando nosso petróleo e nossas empresas.

 

Fonte:

1https://www.viomundo.com.br/denuncias/acordo-odebrecht-mpf-procuradores-da-lava-jato-em-curitiba-vao-gerir-fundo-de-r-68-bi.html

2https://www.brasil247.com/pt/247/parana247/307270/Belluzzo-Lava-Jato-produziu-7-milh%C3%B5es-de-desempregados.htm 

3https://www.ocafezinho.com/2017/04/03/lava-jato-destruiu-industria-naval-brasileira/

4https://jornalggn.com.br/crise/documentario-mostra-como-a-lava-jato-destruiu-a-economia-brasileira-em-poucos-meses/

5https://www.youtube.com/watch?v=o_c_-9uso4c

6https://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_Lava_Jato

7https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/02/senadores-lembram-denuncia-do-wikileaks-dos-interesses-multinacionais-defendidos-por-serra-3891.html

8https://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2016/07/10/interna_politica,654284/delatores-cumprem-prisao-domiciliar-em-mansoes-e-coberturas.shtml

9https://www.cartacapital.com.br/revista/895/negocios-de-familia

10https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/fhc-tem-apartamento-em-nova-york-e-em-paris-diz-mirian-dutra/

11http://www.tijolaco.net/blog/a-historia-da-incrivel-fazenda-de-20-dolares-de-fhc-e-seu-aeroporto-de-empreiteira/

12https://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2015/10/fhc-sabia-de-esquema-de-corrupcao-na-petrobras-e-nada-fez-9146.html

13https://www.bbc.com/portuguese/brasil-38172725

14http://www.justificando.com/2017/07/13/muita-conviccao-nenhuma-prova-o-raio-x-da-sentenca-de-moro-no-caso-triplex/

15https://www.brasil247.com/pt/247/sudeste/377670/Lula-detalha-seis-pontos-que-desmontam-a-farsa-do-processo-do-s%C3%ADtio.htm

16http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-09/petrobras-deixara-setores-de-biocombustiveis-petroquimica-e-fertilizantes

17https://www.viomundo.com.br/denuncias/acordo-odebrecht-mpf-procuradores-da-lava-jato-em-curitiba-vao-gerir-fundo-de-r-68-bi.html

18https://oglobo.globo.com/brasil/ministro-do-stf-suspende-fundacao-da-lava-jato-para-gerir-ate-25-bilhoes-da-petrobras-23525950

19https://www.poder360.com.br/lava-jato/pgr-apresenta-acao-contra-decisao-que-autorizou-acordo-entre-mp-e-petrobras/

20https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/09/14/nenhum-dirigente-respondeu-na-justica-por-crise-de-2008-nos-eua.ghtml

03
Abr19

Moro terá que explicar fundo bilionário da Lava Jato na Câmara

Talis Andrade

Por requerimento de Rogério Correia (PT-MG), ministro terá que dar esclarecimentos sobre a ‘Fundação Lava Jato’, que desviou mais de R$2,5 bilhões da Petrobras. O dinheiro foi depositado no dia 30 de janeiro último, em uma conta gráfica, na Caixa Econômica Federal, em Curitiba

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A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público aprovou na manhã desta quarta-feira (27) requerimento do deputado Rogério Correia (PT-MG), para que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, venha à Câmara dar explicação sobre o “misterioso” acordo firmado entre a Força-Tarefa da Lava Jato com o governo dos Estados Unidos e a Petrobras. O acordo, suspenso na última semana por liminar do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, prevê a criação de uma fundação privada – apelidada de Fundação Lava Jato – destinada a gerir US$ 2,5 bilhões oriundos de multa da Petrobras.

“A gravidade do ato, no qual promotores, ao arrepio da ordem constitucional, alocaram recursos da Petrobras sem autorização legislativa, deve ser esclarecida pelo ministro da Justiça, a quem cabe dizer qual a participação do ministério nas negociações e o que fazer para recompor a ordem institucional”, justiçou Rogério Correia.

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03
Abr19

Lava Jato: do ativismo social ao alpinismo político

Talis Andrade

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25
Mar19

Os sete pecados capitais da Lava Jato

Talis Andrade

 

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Gula, luxúria, vaidade, avareza, inveja, preguiça e ira. As ações da Lava Jato cometeram todos estes pecados no campo da política e da administração pública

O equilibrista morre quando acha que aprendeu a voar. Os pecadores sucumbem quando se afastam dos princípios que deveriam seguir”, diz o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), em artigo.

Confira a íntegra do texto:

Os sete pecados capitais da Lava Jato

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por Paulo Pimenta

---

A fome insaciável de poder, metáfora para a GULA no campo da política, foi o que fez ruir o castelo de areia da República de Curitiba. Ao tentarem se apropriar, para fins evidentemente políticos, de R$ 2,5 bilhões da Petrobras, empresa pública de caráter estratégico para a economia e a soberania do Brasil, os agentes públicos da operação Lava Jato cruzaram de vez a linha que os impedia de quebrar não apenas leis, mas também padrões morais.

 

As violações recorrentes à legislação brasileira que regula o processo penal e a ação de servidores públicos, especialmente aqueles vinculados ao poder Judiciário, expressam a LUXÚRIA do prazer decorrente do exercício do poder sem limites. A indústria de delações, ocultada nas alcovas da operação e erigida sob mentiras, ilustra muito bem esse desvio.

 

Tal prazer, incensado e alimentado pelos holofotes fornecidos pela mídia e por convescotes dos setores da sociedade civil – que alçaram ao Olimpo os condutores da autoproclamada “maior operação de combate à corrupção do planeta” – revela a mais pura e acabada manifestação da VAIDADE.

 

Não menos nociva à administração da República é a AVAREZA de funcionários públicos que deveriam primar pelo respeito à lei, mas são os primeiros a burlar o teto constitucional para auferir salários que, ao longo dos anos, somam quantias milionárias bancadas pelos impostos dos trabalhadores. Nesse quesito, destaca-se especialmente o procurador Deltan Dallagnol, que usou proventos recebidos ilegalmente para especular com um programa de moradia popular destinado a mitigar o déficit habitacional no País. Em sua “Divina Comédia”, Dante disse que a este tipo de pecador está reservado a Colina de Rocha, no quarto círculo do inferno.

 

O comportamento dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato é exemplar para apontar a INVEJA que esta categoria sempre exibiu com relação às forças policiais, a quem cabe de fato, segundo a Constituição Federal, a competência de realizar investigações de natureza criminal. Ao Ministério Público a Carta Magna atribuiu a importantíssima tarefa de elaborar a acusação. Entretanto, na prática, essa corporação ignora o que prescreve a lei e não apenas também exerce o papel que caberia exclusivamente às polícias, mas ainda julga e condena réus em suas peças, tratadas por parte da imprensa – não por acaso – como sentenças condenatórias em si mesmas.

Ao se omitir de empregar mais energia e procedimentos em relação a vários notórios personagens do campo político sobre os quais foram reveladas robustas provas materiais – e não apenas subjetivas ou acusações extraídas de delações premiadas – do envolvimento com ilícitos, a turma da Lava Jato demonstra a leniência, que não é menos que a PREGUIÇA no âmbito administrativo, consequência direta da seletividade política.

 

Com todos os pecados finalmente expostos aos olhos menos atentos da sociedade brasileira e da comunidade internacional, a reação escolhida por Dallagnol e seus colegas foi o de manifestar a IRA contra as instituições, notadamente o Supremo Tribunal Federal (STF), alvo de uma campanha de difamação que despertou até apelos por um golpe militar.

 

O equilibrista morre quando acha que aprendeu a voar. Os pecadores sucumbem quando se afastam dos princípios que deveriam seguir.

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23
Mar19

FALTA DE COMPETÊNCIA Deputado abre representação contra juíza que homologou fundação da "lava jato"

Talis Andrade

 

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O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) protocolou, na quinta-feira (21/3), uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra a juíza Gabriela Hardt, substituta na 13ª Vara Federal de Curitiba, que homologou o acordo para a criação do fundo de R$ 2,5 bilhões da operação "lava jato" com a Petrobras.

Segundo reportagem do jornal O Globo, o pedido argumenta que a Vara não tinha competência para decidir no acordo e acusa a juíza de ter decretado sigilo nos documentos sem fundamentação. Leia mais no ConJur

 

23
Mar19

Enfrentar a Lava Jato é para fortes

Talis Andrade

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Por Alex Solnik

 

247 - O desembargador Antônio Ivan Atiê poderia ter concedido o habeas corpus a Temer ainda hoje.

A decisão de Marcelo Bretas não justifica a prisão preventiva. Juristas e jornalistas reconheceram de forma unânime.

No entanto, ele optou por dividir o julgamento com a sua turma, formada por mais dois desembargadores. E marcou a reunião para quarta-feira próxima.

Ou seja, vai manter o ex-presidente preso ilegalmente por sete dias.

Enfrentar a Lava Jato é para fortes.

 

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