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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

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14
Dez21

Joaquim de Carvalho lança documentário sobre como Moro e Dallagnol enriqueceram na Lava Jato, enquanto brasileiros empobreceram

Talis Andrade

Juízes federais acumulam benefícios e recebem até R$ 482 mil em um único  mês | Asmetro-SN

 

247 – novo projeto de documentário da TV 247 vai mostrar a evolução patrimonial de Sergio Moro e de Deltan Dallagnol depois da Lava Jato. Apoie clicando neste link.

Há sinais de que enriqueceram, enquanto os brasileiros, na média, empobreceram.

Deltan Dallagnol tem dois apartamentos de um andar numa das áreas nobres de Curitiba, o Juvevê

Seus parentes também abriram negócios depois que ele coordenou a força-tarefa em Curitiba.

Dallagnol diz que os negócios da família são independentes, embora sua filha de três anos de idade seja sócia em um dos empreendimentos.

É obrigação da imprensa sem vínculos com a Lava Jato verificar todos essas  "tenebrosas transações", em razão da atuação de Dallagnol como agente público. E candidato a deputado federal do partido Phodemos.

Sergio Moro também deixou a magistratura — e vencimentos que, em média, superavam o teto do funcionalismo público — quando decidiu se aliar a Bolsonaro.

Ele próprio declarou que fez uma única exigência a Bolsonaro: como estava abrindo mão da aposentadoria, queria algum tipo de compensação. 

Nunca ficou claro que compensação seria esta, já que o Poder Público só garante proventos previdenciários a quem cumpre períodos específicos de serviço.

Apesar disso, seu padrão de vida melhorou. Sergio Moro deixou seu apartamento em Curitiba para morar, inicialmente, num condomínio de luxo.

Depois que se demitiu do Ministério da Justiça, numa queda de braço com Bolsonaro pelo controle da Polícia Federal, Moro se mudou para os Estados Unidos.

Lá, oficialmente, trabalhava como consultor da Alvarez & Marsal, um dos maiores escritórios de advocacia do mundo, que prestou ou presta serviços para empresas em recuperação judicial abaladas pela Lava Jato, entre as quais OAS e Odebrecht.

Apesar de residir em um duplex milionário, Moro sempre tentou mostrar uma forma espartana de vida, embora seus amigos digam que consome vinhos e charutos caros, longe do público. 

Sua esposa, no entanto, sempre ostentou em público jóias e acessórios caros, como bolsa de mais de R$ 20 mil.

Vamos mostrar o patrimônio de Sergio Moro, diretos e indiretos, e depois do BanEstado e, principalmente da Lava Jato, uma vivência requintada, faustosa, nababesca, de viagens internacionais e férias em balneários no exterior. Assim como vamos mostrar o patrimônio de Deltan Dallagnol, e como ele vive em um eterno ócio, praticando esportes principescos.Novo Estatuto da Magistratura diviniza o juiz e faz do contribuinte um  pagador de promessas, auxílios e ajudas – andradetalis

O documentário ficará a cargo do jornalista e documentarista Joaquim de Carvalho, autor de “Bolsonaro e Adélio — Uma Fakeada no Coração do Brasil”, “Fakeadas - Bolsonaro e a guerra da extrema direita contra o Brasil” e “Walter Delgatti - o Hacker que Mudou a História do Brasil”, entre outros.

João Cezar de Castro Rocha
Terminei a leitura do livro de Terei de fazer vários fios para revelar seus truques. Devo? O que acham? Um aperitivo: moro assume que foi sondado para assumir ministério no governo bolsonaro 5 DIAS ANTES do segundo turno das eleições. É ou não CRIME? Sigo com os fios?Image
 

Orçamento

Joaquim de Carvalho terá em sua equipe um cinegrafista e um produtor. Os recursos arrecadados, a partir da meta de R$ 80 mil, serão utilizados para custear viagens, deslocamentos para entrevistas, o trabalho de investigação e edição do documentário, que não terá fins lucrativos. Em nome da TV 247, agradecemos antecipadamente pelo apoio de todos os internautas, que terão seus nomes divulgados como patrocinadores do filme. (PS: aqueles que não queiram ter seus nomes divulgados, por favor enviem email para contato@brasil247.com.br)

Assine o 247apoie por Pixinscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

 
30
Nov21

Zanin desconstrói livro de Moro e aponta crime contra a advocacia

Talis Andrade

joaquim monteiro moro .jpeg

 

 

247 - Advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins afirmou pelo Twitter nesta terça-feira (30) que "uma leitura preliminar já foi o suficiente" para identificar "muitas inverdades" sobre a Lava Jato no livro escrito pelo ex-juiz Sergio Moro, declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

"A narrativa de Moro pode ser desconstruída com facilidade. Cito um exemplo, sem prejuízo de outras análises e de um futuro livro. Moro afirma que a interceptação de advogados por 23 dias teria sido um mero 'erro'. A verdade é que as conversas foram ouvidas em tempo real e resumidas em planilhas para que os lavajateiros se antecipassem às estratégias defensivas, como reconheceu o STF ao julgar a suspeição. Apenas essa passagem da atuação de Moro configura uma das maiores violações às prerrogativas dos advogados já conhecida. Portanto, antes de qualquer blá-blá-blá, é preciso deixar claro que Moro realizou uma interceptação ilegal de cerca de 25 advogados e o material foi usado", rebateu Zanin.

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