Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

06
Jan21

Justiça determina, pela 2ª vez, que Ministério da Saúde informe se feijão do Pastor Valdemiro Santiago cura Covid-19

Talis Andrade

O pastor Valdemiro Santiago de Oliveira, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), anuncia sementes de feijão com supostos poderes de curar a Covid-19.  — Foto: Reprodução/Youtube

Por G1 

A Justiça Federal determinou nesta semana, pela segunda vez em menos de dois meses, que o governo federal informe no site da internet do Ministério da Saúde se há ou não eficácia comprovada das sementes de feijão no combate à Covid-19. O uso das sementes é defendido em vídeo pelo líder religioso Valdemiro Santiago de Oliveira, da Igreja Mundial do Poder de Deus.

Mas, segundo o Ministério Público Federal, a ordem não foi cumprida pelo Ministério da Saúde. O G1 pediu a posição da pasta sobre a nova decisão, e aguarda retorno.

Segundo o MPF, o Ministério da Saúde criou uma página sobre notícias falsas e postou recomendações sobre "alimentação e fake news, que somente destaca a importância de comer de forma saudável e tomar cuidado ao compartilhar informações sem comprovação científica sobre alimentos com supostos efeitos terapêuticos" contra o coronavírus.

A Justiça diz que, "em nenhum momento são mencionados os feijões que foram comercializados pelo líder religioso em vídeos disponibilizados nas redes sociais".

Na primeira decisão, o juízo determinou que “que a União informe em site do Ministério da Saúde, em caráter contínuo, de forma cuidadosa e respeitosa, neutra, limitando-se a informar se há ou não eficácia comprovada do artefato (sementes de feijão/feijões) no que tange à covid-19”. Essa informação, porém, ainda não foi incluída.

 

O MPF investiga indícios de estelionato por parte do pastor Valdemiro Santiago nos vídeos disponibilizados incentivando fiéis a plantar as sementes por ele comercializadas. Na ação, o MPF afirma que os feijões não curam e são propaganda "enganosa".

pastor vendia as sementes por valores entre R$ 100 a R$ 1 mil, sob o argumento de que teriam eficácia terapêutica para a cura da Covid-19, mesmo em casos graves.

Para o MPF, houve prática abusiva da liberdade religiosa, já que Valdomiro e a Igreja Mundial do Poder de Deus tinham o objetivo de angariar recursos financeiros com a venda das sementes.

Igreja disse que 'não prometeu cura'

Em nota quando começou a ser investigada pelo MPF sobre o vídeo, a Igreja Mundial do Poder de Deus disse que a referência ao feijão nos vídeos não se referia a "uma promessa de cura, mas sim o início de um propósito com Deus".

Segundo a instituição, "a semente é uma figura de linguagem, amplamente mencionada nos textos bíblicos, para materializar o propósito com Deus" e que não há nenhum oferta de venda de cura por parte do pastor Valdemiro Santiago.

 

24
Jul19

Suposto ‘hacker’ era preso em regime aberto, por arma ilegal e documento falso

Talis Andrade

hack.jpg

 

por Fernando Brito

---

Um dos supostos hackers preso hoje é um preso em regime aberto: Gustavo Henrique Elias Santos, de Sorocaba, preso em 2013 por porte ilegal de arma de fogo e, outra vez, em 2015, pelo mesmo crime, em Itajaí, Santa Catarina, em maio.

Gustavo estava condenado a seis anos de prisão em regime aberto, no processo Nº 0000966-95.2013.8.26.0037, por sentença do desembargador Ivo de Almeida, do TJSP.

Nesta ultima prisão, estava com outro acusado de ser “hacker”, Walter Delgatti Neto, que foi detido poucos momentos antes de Gustavo, por se passar por delegado de polícia no parque Beto Carrero, em Itajaí (SC). Com ele foram encontrados anabolizantes e seringas. Walter, informou a polícia na época, já teria sido preso por estelionato.

Os nossos “hackers russos” andam mal e a história bem esquisita…

 

Polícia de Moro prendeu dois golpistas como hackers

 

Agora ou Nunca (Jardel Cassimiro) - Entre os suspeitos presos nesta terça-feira (23) pela Polícia Federal (PF), pelo suposto hackeamento dos telefonescelulares de Moro estariam Walter Delgatti Neto e Gustavo Henrique Elias Santos.

Segundo o site Cidade de Araquara, ao contrário do que se imaginava, o grau de capacidade técnica dos hackers não é alto, como afirmou o ministro Sergio Moro. Além disso, o site informa que de acordo com fontes, o histórico deles demonstraria que estariam mais para golpistas do que hackers.

 

30
Mai19

Bispo de BH estuprou fiel, obrigou a fazer aborto e comer material abortado

Talis Andrade

bispo Marcos Aurélio de Freitas estuprador ladrã

bispo falso-profeta.jpg

 

A polícia civil prendeu o sádico estuprador Marco Aurélio de Freitas, 42 anos, bispo presidente da Igreja Internacional Plena Paz, com sede em Belo Horizonte. Conheça a operação batizada de Falso Profeta aqui

bispo estupro aborto sádico.jpg

Veja vídeo do predador sexual :

Crimes-foram-registrados-na-Igreja-Internacional-P

Os prejuízos cometidos pela quadrilha estão em torno de R$ 1 milhão, podendo chegar a quase R$ 2 milhões.

As primeiras prisões foram feitas na sexta-feira passada. O bispo e a esposa estavam em Goiás, quando ficaram sabendo da ação da polícia. A dupla chegou a negociar uma apresentação espontânea do delegado. Mas fugiu para Brasília. Os dois foram presos com apoio da polícia civil do Distrito Federal e trazidos para Belo Horizonte nesta quarta-feira (29).

Entre os crimes, o grupo pode responder por estelionato. O bispo Marco Aurélio de Freitas ainda é investigado por estupro, estupro de vulnerável e aborto de mulheres e crianças que frequentavam a igreja. Até agora, são pelo menos dez vítimas.

De acordo com a Polícia Civil, outras vítimas devem ser ouvidas nos próximos dias.

 

04
Mai19

Toffoli foi claro e direto ao dar um recado aos procuradores da "lava jato" que criaram fundo com dinheiro da Petrobras: Isso tem até nome no Código Penal

Talis Andrade

Os procuradores da Lava Jato de Curitiba, que assinaram acordo com a Petrobras, para desviar 2 bilhões e 567 milhões de reais,  são estelionatários

estelionato .jpg

Sujeito+ativo_+Qualquer+pessoa+imputável.jpg

ong procurador lava jato .png

Deltan DD fundão.png

Apenas seis procuradores assinaram o acordo.  Os 2 bilhões e 567 milhões da Petrobras foram depositados  em uma conta gráfica e secreta da Caixa Econômica Federal de Curitiba. O sigilo judicial concedido pelo juiz responsável pela Lava Jato é bem revelador das ocultas intenções. Falta investigar se algum sabido já sacou alguma grana. 

 

Aos membros da comunidade jurídica, que se reuniram na noite desta sexta-feira (3/5) em um jantar em homenagem ao Supremo Tribunal Federal, em São Paulo, organizado por lideranças da advocacia, disse o ministro Dias Toffoli:

 

Não se pode criar recursos para si próprio nem se apropriar de algo que é da União. Isto tem até nome no Código Penal, mas não vou dizer o tipo". 

 

Criação de fundo do MPF não foi informada a conselho fiscal da Petrobras

casso lava jato lava mais limpo lava mais branco m

 

ConJur - A criação do fundo para entregar dinheiro da Petrobras aos procuradores da “lava jato” não foi informada aos acionistas da empresa nem ao seu conselho fiscal. Em petição enviada ao Supremo Tribunal Federal na quarta-feira (10/4), a companhia informa que apenas sua diretoria executiva e os “comitês de minoritários e de auditoria estatutário” participaram da decisão. Ao final, a decisão foi tomada pelo conselho de administração da Petrobras, segundo o documento.

Os esclarecimentos foram enviados ao ministro Alexandre de Moraes, relator de uma ADPF que pede a suspensão do fundo — o que já foi atendido por meio de liminar. Para o ministro, não há previsão legal para a criação de um “fundo patrimonial” para receber o dinheiro pago pela empresa num acordo com o governo dos Estados Unidos.

O fundo foi criado por meio de acordo entre a Petrobras e os procuradores da República que tocam a “lava jato”. A ideia era que a parte destinada ao Brasil de um acordo da empresa com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) ficasse nesse fundo, a ser gerido pelos procuradores. O fundo receberia metade dos R$ 2,5 bilhões prometidos pelo DoJ ao Brasil — a outra metade ficaria com os acionistas que apresentaram ação arbitral contra a companhia no Brasil.

A petição foi enviada ao ministro Alexandre na quarta, na verdade, para pedir que os documentos que ele exigiu que fossem apresentados fiquem sob sigilo. Entre os documentos está o “Documento Interno Petrobrás (DIP) Jurídico”, com detalhes sobre a negociação e a decisão de criar o fundo.

Os procuradores da “lava jato” vêm defendendo, inclusive no Supremo, que o envio do dinheiro para esse fundo atende a exigências do DoJ. Segundo informaram em petição ao ministro Alexandre de Moraes, o DoJ estipulou no acordo que, se o dinheiro não ficasse sob os cuidados do Ministério Público Federal, seria depositado numa conta do Tesouro dos EUA.

Na verdade, o que o acordo diz é que 80% do dinheiro pago pela Petrobras deve ficar com “as autoridades brasileiras”. E no decreto que validou o acordo de cooperação jurídica entre Brasil e EUA, a autoridade brasileira para a relação entre os dois países é o Ministério da Justiça, representante do Poder Executivo.

ADPF 568
Clique aqui para ler a petição

 

 

 

 

04
Mai19

Juristas chamam Dallagnol de “171”

Talis Andrade

toffoli.jpg

por Fernando Brito

 

Não está na maioria dos jornais, mas saiu no Valor: em jantar promovido em São Paulo pelo site jurídico Conjur, quando o presidente do STF disse que o Ministério Público “não pode querer ser o dono do poder, criando, inclusive, do nada, recursos para tal finalidade” e que isso “tem até nome no Código Penal”, a platéia gritou:

– 171, 171!

Para quem não sabe, estelionato. Ou “obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”.

É, para eles, o que Deltan Dallagnol fez ao tomar posse do equivalente a R$ 2,5 bilhões da Petrobras para constituir um “fundo”, gerido por indicados da “força-tarefa” da Lava Jato para financiar, ao seu talante, “ações anticorrupção”.

Foi um ataque mais duro à República de Curitiba, mais duro, até, que a abertura do inquérito sobre as ofensas ao Supremo.

O seu desdobramento vai se refletir na guerra para a indicação do novo Procurador Geral da Justiça – aquele que  Jair Bolsonaro tem definido como “meu peixe” –

E, ao que tudo indica, com grande desvantagem para o STF, que criou os corvos que agora o bicam.

 

 

 

 
04
Mai19

TOFFOLI DIZ QUE FUNDAÇÃO DA LAVA JATO É CRIME

Talis Andrade

lava-jato- 171 funndacao.jpg

 

 

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, defendeu a investigação sobre as intimidações contra ministros da corte e disse que fundação de R$ 2,5 bilhões, que seria criada por Deltan Dallagnol, é criminosa. 

 

A fundação foi criada sim. É tão secreta que permanece desconhecida do presidente Toffoli.

 

"Há quem diga que o STF não precisa ser defendido. Será que a democracia não precisa ser defendida? É preciso que defendamos diuturnamente as instituições responsáveis pelo estado democrático de direito e pela democracia", afirmou. "O que não pode é querer ser dono do poder usando inclusive recursos para isso. Recursos devem voltar para os cofres da União. Isso tem até nome no Código Penal, mas não vou dizer o tipo", disse o presidente do STF. O nome e o número da prática criminosa qualquer homem do povo conhece: estelionato, chuncho, 17l.  

 

Ora se diz que a Lava Jato desvia verbas públicas ou recebe grana de governo estrangeiro, por serviços prestados. Qual dos dois crimes o mais grave, mais danoso? A Lava Jato acontece na América Latina para desestabilizar governos de esquerda, e derrubar ou eleger presidentes da direita ou da extrema direita. Acontece aberta e espalhafatosamente no Brasil, na Colômbia, no Peru, na Argentina, no Equador. 

 

"O ataque às instituições, à democracia, ao estado democrático de direito não é privilégio do Brasil, são questões que vem ocorrendo em todo mundo. O ataque ao STF também não é algo recente, é algo que já vem ocorrendo há algum tempo assim como o ataque à advocacia, ao Parlamento, a quem esteja no poder, no momento que esteja, mesmo tendo a legitimidade do voto", afirmou.

Leia mais na reportagem de Ricardo Galhardo e Mateus Fagundes.

30
Ago18

Justiça recebe denúncia contra filha de Victório Galli por estelionato e furto

Talis Andrade

galli-e-filha.jpg

 

por Wesley Santiago

 

A juíza da 5ª Vara Criminal de Cuiabá, Silvana Ferrer Arruda, recebeu denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra a servidora do Estado, Ester do Nascimento Galli, que é filha do deputado federal e candidato à reeleição, Victório Galli (PSL), pelos crimes de furto qualificado e estelionato.

 

Junto com Ester, também foram denunciados e passaram a ser réus: Eliani Aparecida de Oliveira, Suely Gonçalves da Silva, Vanildo Nogueira, Julio Campos da Silva, Jean Carlos Ribeiro Barcelos Ferreira, Marcio Sales de Freitas, Augusto Cesar Ribeiro Macaúbas e Zaqueu Vieira da Rocha.
 
A denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) aponta que entre novembro de 2008 e outubro de 2010, Ester e Eliani subtraíram inúmeras folhas de cheques da empresa Grupo Atame, totalizando R$ 32 mil.
 
“Ester era subordinada a denunciada Eliani e que trabalhavam no setor financeiro, responsável por administrar os cheques de pagamento à vista e também pré-datados que os alunos davam para a empresa como forma de pagamento parcelado pelos cursos em que matriculavam (...) durante o período acima referido, adulteraram várias cártulas de cheques emitidas por alunos ao inserir o nome da acusada Ester na ordem de pagamento”, diz trecho do documento.
 
Depois das folhas de cheque serem adulteradas, Eliani ordenava os seus depósitos na conta de Chirley Conceição do Nascimento, que é mãe de Ester. O órgão ministerial ainda aponta que os crimes de furtos com abuso de confiança e fraudes só foram descobertos pela empresa em 28 de dezembro de 2008, quando duas cártulas de cheques aparentemente subtraídas pelas acusadas em data anterior foram depositadas na conta corrente de Ester.
 
As duas ainda teriam planejado um furto no Grupo  Atame, em dezembro de 2009, dois meses após serem demitidas da empresa, onde teriam contado com o apoio dos outros denunciados. Do local, foram levadas 67 folhas de cheque em nome de alunos da empresa no valor de R$ 220 mil, diversos talões dos bancos do Brasil e Itaú em nome da empresa, nove monitores, dois aparelhos datashow e documentos de vários veículos.
 
Além disto, Ester, Elyzo, Suely, Vanildo, Marcio Julio, Augusto Cesar, Zaqueu, Jean Carlos e Eliani praticaram ainda o crime de estelionato. Isso porque uma das acusadas se passou pela pessoa de Jussara Neves Furtado de Souza apresentando documentos RG, CPF e Carteira de Trabalho falsificados para abertura de duas contas correntes para saques das quantias referentes às compensações dos cheques furtados nelas depositadas, no total de R$ 106 mil.

Em nota, Ester nega os crimes e explica que sempre exerceu sua função com "zelo" e "honestidade":


"Venho por meio desta nota, dizer que jamais aceitarei qualquer tipo de acusação e calúnia envolvendo meu nome ou de minha família. Temos uma história de fé e temor a Deus, seguimos o caminho da retidão. Exercemos trabalhos lícitos, criamos nossos filhos com dignidade e nos caminhos do cristianismo. 

Trabalhei há mais de 10 anos, durante 8 meses, numa determinada empresa na cidade de Cuiabá, exerci minha função com zelo e honestidade. A época, ocorreu um sinistro naquela empresa e todos os 10 funcionários, naquela ocasião, foram chamados em um processo e considerados suspeitos, embora eu considere  a suspeita absurda e covarde. 

Não há nenhum depoimento de suspeitos ou de envolvidos que tenham citado, em qualquer momento, o meu nome. Não há o menor sentido ou cabimento de me incluírem em tal situação. 
 
Tomei conhecimento deste processo pela boca de um jornalista e estive no fórum, mesmo sem ser intimada, e constituí uma defensora para cuidar do assunto. 

Para tanto, embora o lento processo esteja há 10 anos consumindo recursos de nós brasileiros e tempo do Poder Judiciário, eu fiz questão de fazer a peça de defesa, no meu dever de cidadã. Pois, a partir de agora, eu sou a maior interessada em mostrar o tamanho da covardia ao envolver meu nome nisso.

Após a conclusão e o devido arquivamento do processo, irei processar, por calúnia, todos que me citarem e usarem, deste fato, de forma sorrateira para afrontar minha família e atacar meu pai em pleno processo eleitoral. 

Desejo toda a paz do Senhor Deus de Israel a todos. E peço, deixem minha família em paz.  

Por que trazer um fato de 10 anos atrás, sem fundamentação, sem cabimento e sem provas, numa acusação absurda em pleno processo eleitoral?"


O deputado Victório Galli também se posicionou através de nota:

"Parte da imprensa tem interesse, de alguma ordem, em fomentar ataques contra mim.

Querem atacar minha família para me atingir. Denigrem a imagem das pessoas, pais e mães de famílias, sem qualquer responsabilidade. A imprensa nacional está fazendo isso contra [Jair] Bolsonaro, atacaram a memória do pai de Bolsonaro com distorções e mentiras. Agora, sob alguma orientação, estão fazendo comigo.

O irônico é que a esquerda está atacando a honra de uma mulher e mãe! Então, fica comprovado que a imprensa esquerdista só exclui, de sua fúria e militância, mulheres de esquerda? Sendo uma mulher e mãe conservadora, direita e cristã, pode atacar e denegrir? Essa é a ironia dos absurdos que li na imprensa.

Fake News e matérias com perseguição, por eu ser um deputado cristão, defensor da família, não irão me fazer perder o foco".

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub