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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

01
Mar20

O esforço de Bolsonaro para vigiar a mulher de perto

Talis Andrade

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CONSTRANGIMENTO Michelle Bolsonaro nascida na periferia: origem camuflada e negada

Crédito: EVARISTO SA / AFP)

 

 

Deu no 'Brasil confidencial', coluna de Germano Oliveira (diretor de redação), na revista Istoé:

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Confira na revista Istoé. É o assunto mais badalado hoje no passarinho azul. Veja aqui.

Escreve o jornalista Esmael Moraes: "Dois veículos da velha mídia –Estadão e IstoÉ– sugerem fortemente neste Carnaval que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a primeira-dama Michele já não dividem a mesma escova de dente.

Estadão conta que, apesar de não levar Michele, o presidente Jair Bolsonaro levou junto com ele para pular Carnaval as seguintes pessoas:

  • Laura, sua filha caçula de 9 anos
  • Flávio Bolsonaro
  • Hélio Negão
  • Luiz Eduardo Ramos
  • Michelle dá continuidade aos trabalhos articulados pelo ministro Osmar Terra desde o governo do ex-presidente Michel Temer, quando a primeira-dama Marcela Temer tornou-se embaixadora do programa Criança Feliz, voltado para assistência de crianças na primeira infância
  • primeira viagem.jpg

    A primeira viagem de Michelle foi em abril de 2019, para visitar crianças com microcefalia em Campina Grande, Paraíba

 

Em maio último, entrevistado por Sívio Santos, admitiu Bolsonaro:

“Eu fui casado uma vez, aí depois tive uma união estável e agora eu tô na segunda e última esposa, né? Agora chega. Se der errado, então o errado sou eu”.

Wikipédia registra três casamentos

 Rogéria Nantes (c. 1978; div.1997)
Ana Cristina Valle (c. 1997; div.2007)
Michelle Bolsonaro (c. 2007)
FilhosFlávio · Carlos · Eduardo ·Renan · Laura

 

bolsonaro amor.jpg

 

27
Nov19

Vaza Jato confirma que grampo foi para derrubar Dilma e prender Lula

Talis Andrade

vaza jato ouvidos moucos.jpg

 

por Esmael Moraes

O então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa Lava Jato, só divulgaram os grampos telefônicos em março de 2016 porque desejavam depor a presidenta Dilma Rousseff (PT) e prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A nova reportagem da Vaza Jato, divulgada neste domingo (24) site The Intercept Brasil e o jornal Folha de São Paulo, comprova que houve conluio entre julgador (juiz) e acusador (Ministério Público Federal) com o fim de impedir a nomeação de Lula para a Casa Civil.

A nova Vaza Jato revela que Moro não agiu dentro do padrão ao levantar sigilo nas escutas telefônicas, pois, segundo levantamento à época, o juiz somente tornou públicas as gravações de conversas de Lula com a então presidenta Dilma, cujos trechos foram obtidos ilegalmente, haja vista o foro por prerrogativa de função prevista na Constituição.

Intercept e Folha recordam que o ministro Teori Zavaski, morto em janeiro de 2017, repreendeu Moro pela publicização dos grampos. O ex-juiz, com o auxílio da Rede Globo, venderam a versão segunda qual Lula queria driblar a justiça com a ajuda de Dilma, que chegou a anunciar o ex-presidente na Casa Civil.

Depois do estrago feito, que levou milhares a protestar contra os petistas, Moro pediu desculpas ao ministro do STF e jurou que não tinha a intenção de provocar polêmicas desnecessárias.

“Moro mentiu ao público quando disse que apenas seguira o padrão estabelecido pela LJ quando mandou retirar o sigilo das investigações sobre o Lula”, observou o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, fundador do Intercept Brasil.

Já foi contestado também no âmbito da Vaza Jato que Lula relutou até aceitar o ministério, porém o “sigilo zero” de Moro era justamente para impossibilitar foro de função ao ex-presidente, que, por meio de liminar de Gilmar Mendes, fora impedido de assumir o cargo.

Sem prerrogativa de função, a ação penal contra Lula continuou nas mãos de Moro que o condenou um ano mais tarde no caso do tríplex. Em virtude de sentença, que o levou à prisão, o ex-presidente foi impedido de concorrer nas eleições presidenciais de 2018 (embora fosse o líder nas pesquisas), o que garantiu a vitória de Jair Bolsonaro. Como premiação pelo trabalho sujo, o então juiz foi compensado com a nomeação para o Ministério da Justiça.

Glenn Greenwald@ggreenwald
 

NOVO #VazaJato: Moro mentiu ao público quando disse que apenas seguira o padrão estabelecido pela LJ quando mandou retirar o sigilo das investigações sobre o Lula.

A divulgação das gravações de Lula contrariou padrão da LJ: Moro fez isso só neste caso:https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/11/moro-contrariou-padrao-da-lava-jato-ao-divulgar-grampo-de-lula-indicam-mensagens.shtml 

Moro contrariou padrão da Lava Jato ao divulgar grampo de Lula, indicam mensagens

Levantamento feito pela Lava Jato em 2016 mostrou que juiz não tornou públicos outros casos em que houve escuta telefônica

folha.uol.com.br

vaza jato moro e o sol da verdade.jpg

 

 
 

 
 
02
Nov19

Caiu na rede o currículo “secreto” de Sérgio Moro; assista

Talis Andrade

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por Esmael Moraes

Circula nas redes sociais um vídeo com o currículo “secreto” do ex-juiz Sérgio Moro. Na verdade, a peça não traz grandes novidades. Mas apresenta de forma resumida a trajetória meteórica do juiz.

O vídeo foi compartilhado pelo Senador Humberto Costa (PT-PE). Ele comentou que se trata de um currículo de ilegalidades. “Toga suja, agora aposentada. Trocada por um emprego dado por Bolsonaro.” Confira:

Este comentarista: O vídeo não revela que Sergio Moro safada e escandalosamente, conforme solicitação de Deltan Dallagnol, perdoou, alegando falta de provas, o chefe da máfia libanesa, Alberto Youssef, do tráfico internacional de drogas, diamantes e moedas. 

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Lava-Jato  Youssef.jpg

 

31
Out19

Nassif: Não existe interfone no condomínio de Bolsonaro

Talis Andrade

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por Esmael Moraes

O jornalista Luis Nassif afirmou nesta quinta-feira (31) não há interfone no condomínio Vivendas da Barra, onde mora o presidente Jair Bolsonaro (PSL), logo, deduz, não teria como o porteiro interfonar para a casa 58.

“Se fizer jornalismo, a Globo conseguirá ressuscitar a denúncia”, orienta Nassif, experiente repórter, que critica o vício do jornalismo prato pronto, herdado da Lava Jato, que transformou a imprensa em mera publicadora de releases. “Agora, é tratar de ressuscitar o morto, o jornalismo.”

“No caso de Bolsonaro, as ligações são para seu celular”, escreve Nassif, que, por meio de sua fonte fidedigna, explica:

1- O condomínio abriu mão de interfones, por ser caro e por problemas de instalação. Optou-se por telefonar ou para o celular ou para o telefone fixo de cada proprietário;

2- No caso de Bolsonaro, as ligações são para o próprio celular de Bolsonaro. E é ele quem atende. O que significa que a versão do porteiro não era descabida. Ou seja, o fato de estar em Brasilia não o impedia de atender o telefone;

3- Carlos Bolsonaro, o Carluxo, também recebe os recados pelo celular. Em geral, fica pouco no condomínio, pois prefere permanece em seu apartamento na zona sul. Mas porteiros ouvidos por moradores sustentam que, naquele dia, ele estava no condomínio; e

4- O porteiro do depoimento está de férias. Mas moradores do condomínio foram, por conta própria, conversar com os demais porteiros. E eles garantiram que a ligação foi feita para Bolsonaro mesmo.

Sobre essa questão de interfone funcionar no celular, o publicitário curitibano Maurício Betti conta em seu Twitter que utiliza esse sistema desde 1999, portanto há 20 anos ele destrava e trava o portão pelo telefone.

“Era 1999….. e na minha casa instalei um interfone que eu atendia no celular…. podia até destravar a trava do portão…. simmmm, no Brasil!”, corrobora o publicitário com a matéria de Luis Nassif, em seu Jornal GGN.

Meme-Porteiro-Bolsonaro.jpg

 

LEIA TAMBÉM

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Memes de Diogo Ramalho

17
Ago19

Raquel Dodge anuncia investigação da PGR sobre o assassinato de Marielle Franco

Talis Andrade

geuvar marielle moro .jpg

 

por Esmael Moraes

---

Nas vésperas de deixar a Procuradoria-Geral da República, Raquel Dodge resolveu meter o bedelho no Caso Marielle Franco, qual seja, no assassinato da vereadora do PSL do Rio e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, cuja autoria ainda é uma incógnita.

A procuradora-geral pediu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) a íntegra do inquérito policial instaurado para apurar possíveis irregularidades na investigação dos covardes assassinatos da parlamentar e de seu assessor.

O em que Raquel Dodge se enfia nesse imbróglio coincide com a crise na Polícia Federal do Rio, aberta depois da intervenção do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nas investigações da corporação que envolvem além da morte de Marielle e de Anderson a conexão entre seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o Caso Queiroz, com a milícia no estado fluminense.

“O fundamento para este pedido só pode ser analisado diante de evidências que foram coligidas no inquérito instaurado para verificar se havia o desvio ou deficiência na investigação. Além disso, há ainda indícios de envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro junto ao STJ”, justificou a procuradora-geral da República.

De acordo com a Constituição Federal, compete a ela, procuradora-geral, verificar eventual pedido de deslocamento de competência das investigações. Dodge suspeita que a apuração original foi direcionada para inocentar mandantes dos assassinatos.
 

Marielle e Anderson foram assassinados em 14 de março do ano passado, portanto, há um ano e meio. Mas até agora os mandantes não foram identificados e nem foram tomadas medidas para a responsabilização criminal dessas pessoas, diz a PGR.

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“Passados quase seis meses da denúncia e praticamente um ano e meio dos crimes, não se têm notícias da identificação dos mandantes e nem de providências para a responsabilização criminal dessas pessoas. A impunidade dos mandantes é manifesta”, destaca a procuradora-geral.

Para a procuradora-geral da República, há indícios da autoria intelectual [do crime] de pessoa com prerrogativa de foro perante a corte.

“A negativa de acesso aos dados de investigação coligidos por requisição da própria PGR mantém o grave estado atual de incerteza em relação aos mandantes do crime, tornando perene a conclusão de que a morte da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes foi mero crime de ódio”, afirma Raquel Dodge.

Com informações do site CONJUR

 

04
Ago19

Para justificar palestra clandestina denunciada pela Intercept e Folha, Sérgio Moro mentiu duas vezes

Talis Andrade

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O ministro Sérgio Moro resolveu duelar com repórteres da Folha e do Intercept sobre a palestra clandestina que ele fez em 2016 para o Grupo Sinos, no Rio Grande do Sul.

Na tentativa de desacreditar a reportagem da Vaza jato, deste domingo (4), o ex-juiz posou de bom samaritano. Segundo ele, uma doação para entidade filantrópica foi escondida para não parecer autopromoção.

De pronto, a jornalista Amanda Audi, do Intercept, devolveu: “Errado. O ministro não escondeu a doação à caridade, mas sim a palestra remunerada”.

Mais cedo, o ministro também distorceu a reportagem da Folha sobre a palestra clandestina que não apareceu no cadastro eletrônico de 2016. “Detalhe, o cadastro foi criado depois, em 2017”, jurou Moro. Mas é de junho de 2016 a resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça que tornou obrigatório para juízes de todas as instâncias o registro de informações sobre palestras e outros eventos.

O ex-juiz afirmou ainda que, para a Folha, o cadastro é mais importante que a “caridade” que promoveu ao doar R$ 10 mil para o Pequeno Cotolengo de Curitiba.

Para a repórter do Intercept, Moro contraria a Resolução nº 226/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que preza pela transparência dos atos de um servidor público.

 
21
Jun19

A Polícia Federal que suicidou o reitor Cancellier trama prender Glenn Greenwald

Talis Andrade

O desespero dos que querem ir pra cima do “hacker”

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As ameaças de morte dirigidas a Glenn Greenwald partiram inicialmente de uma página na internet dirigida pelo espalhafato "pavão misterioso"

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A fonte da reportagem da revista marrom Istoé seria o fantasioso "pavão misterioso", um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Na internet existem vários memes

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247 - O jornalista Glenn Greenwald, um dos fundadores do site Intercept Brasil, criticou os que tentam "descrever Snowden como o hacker-chefe em parceria com o Telegram pode ser a teoria de conspiração mais insana que já li em uma revista que um dia já teve credibilidade. Só se pode rir". A PF, subordinada a Sérgio Moro, articula para emitir uma resposta "contundente" ao que classifica de "ação orquestrada perpetrada por criminosos de alto calibre".

"Além disso, se Snowden estava trabalhando em parceria com os fundadores da Telegram - a mais engraçada teoria da conspiração, dada a frequência com que ele criticava a Telegram -, por que alguém teria que pagar um hacker? A conspiração insana se contradiz. O desespero é feio", disse o jornalista no Twitter.

A Polícia Federal articula para, nas próximas semanas,  emitir uma resposta "contundente" ao que classifica de "ação orquestrada perpetrada por criminosos de alto calibre". A reportagem da revista Istoé destaca que "sob a coordenação do diretor-geral Maurício Valeixo, a PF acredita ter se aproximado dos hackers que invadiram a privacidade dos procuradores e expuseram as vísceras da Lava Jato. Em investigações preliminares, os agentes da Polícia Federal já identificaram conexões no Brasil, em especial em Santa Catarina, e no exterior, com o suposto envolvimento de agentes na Rússia e até em Dubai, nos Emirados Árabes. Segundo agentes ouvidos por ISTOÉ, a PF pode estar perto de alcançar os responsáveis pelo hackeamento ilegal, o que, se confirmado, constituiria uma bomba capaz de provocar uma reviravolta no caso."

Parece piada. Nas conversas de grupo, no Telegram, Moro usa o codinome "russo". 

Em junho de 2013, através do jornal britânico  The Guardian, Greenwald foi um dos jornalistas que, em parceria com Edward Snowden, levaram a público a existência dos programas secretos de vigilância dos EUA que entraram em operação pela Agência de Segurança Nacional. 

No Brasil, o Intercept vem divulgando uma séria de reportagens demonstrando a interferência do ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, no trabalho de procuradores da Operação Lava Jato para tirar o ex-presidente Lula da eleição. 

Glenn Greenwald@ggreenwald

A tentativa de descrever Snowden como o hacker-chefe em parceria com o Telegram pode ser a teoria de conspiração mais insana que já li em uma revista que um dia já teve credibilidade. Só se pode rir. 👇 https://www.hackread.com/snowden-explains-why-telegram-messenger-is-unsafe/ 

Snowden Explains Why Telegram Messenger App is Unsafe

The ex-NSA whistleblower Edward Snowden has criticised Telegram for suspending Iranian channel on the app and explained how Telegram is unsafe for users.

hackread.com
Glenn Greenwald@ggreenwald
 

Além disso, se Snowden estava trabalhando em parceria com os fundadores da Telegram - a mais engraçada teoria da conspiração, dada a frequência com que ele criticava a Telegram -, por que alguém teria que pagar um hacker? A conspiração insana se contradiz. O desespero é feio.

 

ameaça morte glenn.jpg

Situação absurda revela o jornalista Esmael Moraes. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encaminhou ofício ao ministro da Justiça, ex-juiz Sérgio Moro, para que tome providências em relação às ameaças sofridas pelo deputado David Miranda (PSOL).

O problema é que as ameaças são por causa das conversas que o jornalista Glenn Greenwald vem levando a público, comprometendo o próprio Sérgio Moro. Glenn é casado com David.

Por essas e outras que o ministro Sérgio Moro deveria ser afastado imediatamente. Até para se preservar.

LEIA TAMBÉM: David Miranda, marido de Greenwald, denuncia ameças de morte à PF

Maia também pediu ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que viabiliza proteção para David e sua família.

Com informações do Globo.

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