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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

O CORRESPONDENTE

07
Mar22

tumtum

Talis Andrade

 
 

se tem um bagulho que não muda as violência do garrincha pra elza é eles terem morrido no mesmo dia. minha mãe diz que isso rola quando quem foi primeiro vem pra buscar

23
Jan22

Por que as empresas que a Lava Jato quebrou escolheram a A&M que contratou Moro?

Talis Andrade

 

 

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Reinaldo Azevedo no Twitter
 
Reinaldo Azevedo
Fui o 1° a cobrar q relações entre Moro e Alvarez & Marsal fossem investigadas. No vídeo, expliquei tudo. VAMOS LÁ, MILÍCIAS MORISTAS! COMECEM A PASSAR PANO! Reinaldo Azevedo: Contrato de Moro tem de ser investigado, com quebra de sigilo
[É histórico. Reilnaldo foi o primeiro a denunciar que o ex-ministro Sergio Moro irá assumir o cargo de diretor da empresa americana Alvarez & Marsal. "Ele vai atuar na área de 'Disputas e Investigações', que atende à Odebrecht, grupo investigado na Lava Jato". Reinaldo Azevedo pontua que o anúncio mostra o caráter "amoral e antiético" do ex-juiz e propõe um questionamento: será razoável que aquele que beneficiou a empreiteira através do acordo de leniência agora receba somas milionárias dessa mesma empresa?]

Q espetáculo! TCU retirou sigilo das peças relativas à contratação de Moro pela Alvarez & Marsal. Empresas q caíram nas malhas da Lava Jato (Obrebrecht, Galvão, Enseada e OAS) pagaram R$ 42,5 milhões à empresa q contratou Moro em processos de recuperação judicial. Moro e A&M se negam a dizer valores da transação entre eles alegando tratar-se de contrato entre privados. Entre privados? Tudo isso nasce de questões de natureza pública, como pública era a função de Moro. P q empresas q a LJ quebrou escolheram a A&M, q contratou Moro?
 

Reinaldo Azevedo volta com o O É da Coisa, na BandNews FM, amanhã. Volta das férias. Reinaldo disse no Twitter:
Quem conhece a VAZA JATO ñ se surpreende c/ a grana q Detan recebeu. Eis reportagem do The Intercept s/ o modo como ele lucrava c/ palestras. Combinou até de abrir empresa de eventos em nome da mulher. Ainda q ñ o tenha feito, lucrou muito.
Deltan, candidato a deputado e presidente do Podemos-PR, recebeu R$ 191 mil só em férias atrasadas ao se desligar do MPF? O país precisa de uma nova moralidade. Contem com a vanguarda do Podemos — partido de Alvaro Dias, o Alicate da retaguarda — para mudar o Brasil.
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A q abismo chegamos! A piadinha é grotesca, claro! Zambelli achou q precisava ser + explícita. Bolsonaro percebe q ela quebra o tempo da sua comédia e manda q cale a boca. A afilhada de Sergio Moro (ele foi padrinho de seu casamento) cala. Encontro de gigantes.
Patada: Bolsonaro fazia uma piada sobre João Doria quando Zambelli decidiu entrosar junto. O presidente então se dirigiu a ela: "fica quieta, fica quieta aí".

Aguardam-se, ansiosamente, os respectivos pronunciamentos das patriotas Carla Zambelli e Janaína Paschoal sobre o sofrimento de “conservadores” como Ernesto Araújo e Abraham Van Trouble.

Mais rififi na extrema-loucura. Dudu Bananinha apela a Mário Frias para endossar ataque aos Irmãos Weintraub, que já apelidei de Van Trouble. Abraham, um “conservador” à moda Ernesto Araújo, esperava ter apoio do Bozo p/ disputar o gov. de SP. Loucura tem limite até p/ o ogro…Image
22
Jan22

Elza: a voz profunda do Brasil que se foi (vídeo)

Talis Andrade

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por Antonio Helio Junqueira

A voz do Brasil, a voz do Milênio, a voz do Planeta Fome, a voz das mulheres negras, a voz dos pobres e dos desvalidos desses tristes trópicos, a voz das pessoas de boa vontade que denunciam e lutam contra as injustiças e inequidades sociais, a nossa voz… A voz que canta uma linda canção, a voz que canta nessa escuridão…. Quantas vozes pode ter uma única mulher?

Elza Soares nos deixou na tarde de ontem, quinta-feira, 20 de janeiro, não por acaso ou mera coincidência, na mesma marca do calendário em que se deu, há 39 anos, a morte do seu (e nosso) grande amor, Mané Garrincha, falecido em 20 de janeiro de 1983. Aí tem…. Tem fé, tem garra, vontade de superar tudo e de finalmente poder repousar de tanta guerra nos braços e abraços de um verdadeiro amor.

A gente não queria que ela fosse…a gente, talvez mais do que nunca, precisava dela, de seu topete, de sua espinha dorsal inquebrantável, de sua inquietude, da sua louca vontade de viver…. Afinal, a vida tem ficado cada dia mais difícil, mais indócil, mais intolerante…mais dura de engolir. Precisamos de luz, luz, mais luz….

Mas, Elza precisava e merecia descansar, aos seus 91 bem-vividos anos, e no auge de sua glória. Vai, Elza…abrace e beije muito o Garrincha, por todos nós, que aqui ainda ficamos…. Temos certeza de que sua força, sua garra e determinação continuarão nos guiando, inspirando, animando…pelo menos aos mais bem-intencionados e justos de nós.

Falar da carreira, das músicas, dos discos, trajetória e sucessos de Elza, nesse momento, não é o que se faz mais necessário. Afinal, a maioria de nós teve, tem ou terá a presença dela atravessando seus dias, seu coração e o âmago de sua alma em algum momento.

Importa sim, dizermos de sua importância enquanto Voz…Voz assim mesmo, com maiúscula.

Voz pode ser um dom…. Voz pode ser resultado de treinos e lapidações, voz pode ser sorte, voz pode ser uma graça…Mas, dar a voz, não. Decididamente, não! Dar, doar a voz para o Outro, para o pobre, para o excluído, para o sem Voz, isso é amor…puro amor…amor que não se resigna, amor que luta, amor que espera…

Disse São Paulo apóstolo aos coríntios que ainda que nossa fala e nossa voz tivesse todos os dons, das profecias ao doce sabor da língua dos anjos…sem o amor, nenhum de nós, nada de nada seríamos…Elza disse aos corintianos e a todos nós que de pouco adiantaria uma linda, vibrante, potente e raríssima voz…sem o dar-se, pois, sem amor, sem doação, sem tomar o lugar de quem não pode falar, valemos muito, muito pouco…Por isso, Elza é imortal, Elza é a alma do Brasil desigual e profundo, Elza é raiz….Elza é um porvir …um possível.

Assumir e cantar, quantas e quantas vezes for necessário, as latas d’água na cabeça, as subidas e decidas do morro…os orgulhos dos guris favelados, marginalizados, desprivilegiados e condenados à própria sorte (ou morte)…Falar, denunciar abertamente a fome frente à qual são se deve deixar abater, mas, pelo contrário, reivindicar o direito à existência justa, humana, plena…Isso foi, isso é, isso sempre será Elza.

Levantar a cabeça e meter o dedo na cara da madame que tem preconceito de cor, valorizar e deleitar-se na língua própria e na cadência do autêntico samba…. Lutar pelo amor mais autêntico… Isso foi, isso é, isso sempre será Elza, a mulher do fim do mundo.

Elza sempre sonhou com as estrelas…, em morar naquelas luzes. Estrelas que ela via do morro da Vila Vintém. Agora ela foi para lá…como uma preta, pobre, favelada, como uma deusa, uma diva, uma mulher cheia de muitas mulheres, cada uma de uma cor, cada uma de uma força, cada uma de um lugar…mas todas, Elzas unidas pelo amor sincero que se dá e sem o qual nenhum de nós nunca nada será.

Que Elza viva em todas, todos e em cada um de nós!Image

 

22
Jan22

Adeus à deusa

Talis Andrade

por Lelê Teles

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Elza soou como ninguém, suou como ninguém zoou como ninguém.

O soar do timbre da voz de Elza, aliás, os soares, eram como uma digital acústica, uma marca única, genuína, original.

Oriunda do Planeta Fome, a menina regurgitava um grito de dor e fúria, numa ternura serena e trovejante, numa doçura repleta de inconformismo.

Porque Elza, era antes de tudo, uma inconformada.

Seu timbre, rasgante, luminoso como uma lâmina e cortante como uma espada, feria; porque o que ela cantava era pra doer.

Elza não cantava para ninar a Casa Grande.

Suou como muitas de suas manas, sofreu os dissabores do amor, sobreviveu à violência doméstica, foi mulher com voz e gritos num mundo que teima em sufocá-las.

Zuou como ninguém, na Itália, lembra Chico Buarque, encheu a rua de uma alegria algazarrante com seus filhos e agregados a jogar golzinho como se estivessem nas ruelas cariocas.

Seu mundo tava sempre consigo, enraizado.

Elza era atualíssima, por isso esteve sempre a encantar as gerações que lhe sucediam, sempre diva, sempre referenciada e reverenciada; entendeu o funk, o rap...

Prestou atenção no presente sem estar presa ao passado.

Embora soubesse que o seu passado sempre será um presente para a juventude que bebe na fonte rejuvenescente de sua arte.

Abraçou, no sentido de afago e afeto, todas as causas que traziam dores aos seus e às suas, bradou contra o racismo, a misoginia, a homo e a transfobia, era o eterno grito da fome.

E a fome das gentes não é só fome de comida.

O mundo soube da sua existência e da sua resistência.

Era a brasileira brasileiríssima.

Era não, Elza sempre será!

Inspiradora, Rainha, deusa, diva, exu...

Elza soará para sempre em nossas vidas.

Saravá!

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22
Jan22

Imprensa internacional repercute morte de Elza Soares: "uma das maiores vozes da música brasileira"

Talis Andrade

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Texto por RFI

Os principais jornais americanos e europeus desta sexta-feira (21) homenageiam a cantora e compositora Elza Soares. Ela faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, aos 91 anos, de "causas naturais", informou um comunicado divulgado por sua assessoria na quinta-feira (20).

"Elza Soares ultrapassou as fronteiras da música brasileira", afirma o jornal New York Times em manchete. "Com uma voz rouca comparada a de Louis Armstrong, ela foi uma das poucas mulheres negras no Brasil a aparecer em filmes nos anos 1960 e na televisão nos anos 1970", diz a matéria. 

O New York Times também destaca que, em uma época que era considerado "deselegante" discutir questões raciais e a pobreza, a sambista "permaneceu fiel a suas raízes". O diário lembra que Elza dizia em suas entrevistas nunca ter saído da favela e que costumava agradecer ao público por financiar "as migalhas de pão" para alimentar seus filhos. 

O correspondente do jornal britânico The Guardian no Rio de Janeiro, Tom Philipps, lembra de Elza como "uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos". A matéria resgata a trágica infância da artista, forçada pelo pai a se casar aos 12 anos. Um ano depois, ela deu à luz sua primeira criança e perdeu a segunda para a fome, aos 15 anos. Mas, apesar de todas as dificuldades, Elza "floresceu para se tornar uma das artistas mais amadas do Brasil, gravando mais de 30 álbuns depois de sua carreira deslanchar no final dos anos 1950, no pico do movimento da Bossa Nova". 

 

Entre os fãs, a rainha Elizabeth IIImage

A admiração pela cantora não tinha fronteiras e quebrou protocolos. The Guardian lembra que sua base de fãs incluía até o Palácio de Buckingham. Quando a rainha Elizabeth II visitou o Brasil, em 1968, Elza se apresentou para a monarca que "até acompanhou o ritmo batendo o pé", contava a própria artista. 

O jornal português Público classifica a sambista como "a rainha insubmissa" e "a voz da liberdade". O diário resgata uma entrevista de Elza em 2019. “Nasci pobre, negra, mulher. É difícil, mas a gente vence”, disse ao Público na época. 

o jornal italiano La Reppublica salienta que a cantora foi considerada pela revista Rolling Stone como "uma das 100 maiores vozes do mundo". Apesar de ser lembrada por seu sucesso no samba, o diário ressalta que Elza era "uma artista de múltiplas facetas" e também fez sucesso com outros ritmos, como o jazz, funk, música eletrônica e hip-hop.

 

Homenagem da imprensa francesaImage

Quase toda a mídia francesa homenageia a cantora brasileira. Em uma longa matéria, a Franceinfo lembra que muito mais que uma artista, "Elza Gomes da Conceição Soares se tornou um símbolo de resistência e coragem até o final de sua vida". 

O texto destaca o sucesso que atravessou gerações e elogia "A Mulher do Fim do Mundo", álbum lançado em 2015. "O disco trata de racismo, machismo, da violência contra as mulheres, conhecendo um sucesso imenso e recompensado pelo Grammy latino do melhor álbum de música brasileira", afirma. 

O jornal Le Monde enfatiza a carreira de mais de 60 anos de Elza, "a diva da música brasileira". O diário francês lembra que o engajamento político da artista não diminuiu ao longo dos anos.

Nos últimos tempos, Elza criticava abertamente a ascensão do conservadorismo no Brasil, as igrejas neopentecostais e os graves problemas de racismo do qual o Brasil é palco. A morte da cantora, "símbolo de resistência e coragem", é "um triste dia para o Brasil", conclui a matéria. 

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22
Jan22

Elza Soares morreu desejando que o Brasil recuperasse a dignidade e o respeito

Talis Andrade

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A rainha do samba Elza Soares, em um show nos anos 1970, em Roma. © AP/Gianni Foggia

 

A imensa sambista brasileira Elza Soares morreu nesta quinta-feira (20) em sua casa no Rio de Janeiro, anunciou sua assessoria. "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15h45 em sua casa no Rio de Janeiro, por causas naturais", informa o comunicado divulgado na conta do Instagram da cantora.

"Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora, eleita como a Voz do Milênio, teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, força e determinação", destaca o comunicado.

Em junho de 2020, poucos dias antes de completar seu aniversário de 90 anos, Elza Soares deu uma entrevista exclusiva à RFI. Ela falou sobre temas como o racismo, o passar do tempo, o Brasil e sobre ser mulher num mundo machista.

Questionada sobre o que aprendeu na vida e que gostaria de transmitir aos mais jovens – aos seus sobrinhos e netos –, ela respondeu: educação, respeito e dignidade, acrescentando que o Brasil também precisava disso.

Clique aqui para ler e ouvir a entrevista.www.brasil247.com - { imgCaption }}

 

A imprensa brasileira se despede da artista com homenagens calorosas à "deusa de Padre Miguel" e recorda que ela morreu no mesmo dia do ex-jogador Manoel Garrincha, com quem teve um relacionamento por 17 anos. O craque do Botafogo também morreu no dia 20 de janeiro, mas quase 40 anos antes da musa, em 1983.

Com uma carreira eclética, que começou na década de 1960 e inclui mais de 30 álbuns, Elza Soares, uma diva negra de voz rouca e inconfundível, era considerada uma das maiores vozes da música brasileira.

A vida golpeou Elza Gomes da Conceição repetidas vezes, mas também fez dela um símbolo de resistência e coragem e, em seus últimos anos, uma figura de culto.

Filha de um operário e uma lavadeira, Elza nasceu em junho de 1930, no Rio de Janeiro, e cresceu na favela de Moça Bonita. Seu pai a obrigou a se casar aos 12 anos, e, um ano depois, nasceu seu primeiro filho. Com o primeiro marido, Elza teve sete filhos, mas os dois primeiros, prematuros e desnutridos, morreram muito pequenos. Ela confessou que chegou a roubar comida para alimentá-los. Aos 21 anos, já era viúva.

"A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e no dos milhares de fãs por todo o mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim", conclui o comunicado.

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22
Jan22

ELZA SOARES: a mulher que cantou até o fim

Talis Andrade

Foto de Elza Soares é estendida na escadaria do Theatro Municipal para o velório da cantora — Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio

Foto de Elza Soares é estendida na escadaria do Theatro Municipal para o velório da cantora — Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio

‘Vim do Planeta Fome’

Desde o começo, a música foi uma questão de sobrevivência para Elza Soares. Ela procurou o programa de calouros de Ary Barroso, em 1953, para ganhar dinheiro para cuidar de Carlinhos, seu terceiro filho, que estava doente. Ela já tinha perdido outros dois para a fome.

Logo na primeira interação, público e apresentador constrangeram aquela menina negra, magra e pequena. Ela estava no palco com uma roupa emprestada da mãe. Um vestido muito maior do que ela.

Quando Barroso perguntou “de que planeta você veio, menina?”, Elza foi certeira, potente e não abaixou a cabeça. Essas características se mantiveram firmes em sua personalidade até os 91 anos.

Do mesmo planeta que o senhor, Seu Ary. Do planeta fome

Elza saiu do palco com todos aplaudindo de pé tamanha a expressividade e potência da apresentação. “Nasce uma estrela”, bradou o apresentador.Era o começo de uma carreira de altos e baixos, pautada pelo suingue, ousadia, revolução, ativismo e, o mais importante, pela meta de cantar até o fim. Leia reportagem especial por Ruy Castro

 

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