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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

07
Jun20

Brasil se une à Coreia do Norte e à Venezuela ao omitir dados da Covid-19

Talis Andrade

 

A decisão do governo brasileiro de passar a omitir o balanço total de óbitos da Covid-19 a partir deste sábado (6) coloca o país ao lado da Venezuela ou do regime mais fechado do mundo, a Coreia do Norte, na gestão da transparência das estatísticas da pandemia. “Ocultar e manipular dados é estratégia de regimes autoritários que deve ser rechaçada com veemência”, denunciou a organização Transparência Internacional.

 

Em nota, republicada por Bolsonaro, o ministério explicou que a mudança "permite acompanhar a realidade do país". “Ao acumular dados, além de não indicar que a maior parcela já não está com a doença, não retratam o momento do país. Outras ações estão em curso para melhorar a notificação dos casos e confirmação diagnóstica", afirma o texto, que argumenta ainda que a atraso na divulgação dos dados ­­– agora feita às 22h – é para “evitar subnotificação”.

A alteração acontece um dia depois de o secretário especial da Saúde, Carlos Wizard, dizer que o governo vai "recontar" o número de mortos porque considera os dados "fantasiosos ou manipulados".

 

Números venezuelanos são “falsos”, segundo ONG

No mundo, apenas a Coreia do Norte não informa as estatísticas da pandemia. Já a Venezuela divulga informações subestimadas sobre o alcance do vírus, de acordo com observadores internacionais. Em maio, quando o governo de Nicolás Maduro relatou 10 mortes no país, a organização Human Rights Watch denunciou que os números oficiais eram “falsos” e "absurdos". Situação semelhante é encontrada na Arábia Saudita.

Por conta do apagão no site do Ministério da Saúde, a universidade americana Johns Hopkins, referência no monitoramento de casos de Covid-19 no mundo, chegou a retirar o Brasil dos seus gráficos, atualizados em tempo real e baseados nos números oficiais. A doença já deixou ao menos 34.930 mil vítimas fatais no país, das quais pelo menos 904 de sexta para sábado.

As reações à modificação da publicação das estatísticas não tardaram. O Ministério Público Federal (MPF) abriu um procedimento extrajudicial para apurar as razões da mudança. A pasta federal terá 72 horas para dar explicações.

Gilmar Mendes: “truque não isenta responsabilidade pelo eventual genocídio”

A Sociedade Brasileira de Infectologia publicou uma nota de repúdio. O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes declarou, pelo Twitter, que "a manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários" e "o truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio".

Também o ex-ministro da Saúde Luiz Mandetta disse que a mudança corresponde a uma "lealdade militar extrema, mesmo que burra e genocida". “Militares estão acostumados a construir grandes bunkers de segredos intransponíveis. Numa guerra contra vírus e bactérias, nas guerras da saúde, a informação compõe a primeira linha de defesa do indivíduo”, afirmou Mandetta, durante uma live mediada por Gilmar Mendes, no canal do IDP (Instituto de Direito Público).

Mandetta foi demitido por Bolsonaro depois de insistir na importância das medidas de quarentena para controlar a pandemia no país. “Sem informar da maneira correta, o Estado pode ser mais nocivo do que o vírus”, resumiu.

No mundo, a pandemia de coronavírus matou mais 397 mil pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. O balanço deve ultrapassar a barreira de 400 mil óbitos neste domingo (7).

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15
Jun18

Continência de Trump a general norte-coreano causa polêmica

Talis Andrade

 

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AFP - O presidente americano, Donald Trump, voltou a ser objeto de críticas por imagens nas quais bate continência para um general norte-coreano enquanto o líder Kim Jong Un os observa.


O incidente ocorreu durante a visita de Trump a Singapura para uma cúpula com Kim esta semana, mas a emissora de televisão estatal norte-coreana divulgou as imagens nesta quinta-feira.


Nelas é possível ver Kim apresentando Trump a este general. O primeiro estende a mão para que se cumprimentem, mas o general não faz o mesmo e, ao invés, bate continência a Trump.


Nesse momento incômodo, Trump retorna brevemente a saudação.


Este episódio provocou objeções dos críticos de Trump, que já disseram que o presidente se mostrou muito complacente em relação a Kim e a seu regime autocrático, que é acusado de violações graves dos direitos humanos.


"Para surpresa de ninguém, a Coreia do Norte usou nosso presidente para fazer propaganda", disse o senador democrata Chris Van Hollen no Twitter.


"Kim Jong obteve concessões sem assumir nenhum compromisso específico. É repugnante ver Trump dar as costas aos nossos aliados canadenses e depois elogiar Kim e saudar seus generais", acrescentou.


A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que Trump só foi educado: "É uma cortesia elementar. Quando um oficial militar de outro país bate continência... a pessoa retorna a saudação", disse.


O ex-presidente Barack Obama desatou as críticas dos republicanos quando se curvou diante do imperador japonês Akihito em 2009.


A mídia conservadora também o atacou quando ele se inclinou naquele mesmo ano diante do rei saudita Abdullah, e novamente foi criticado quando bateu continência em 2014 com uma xícara de café na mão.

 

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Campanha para governador de SP, Moro e o tucano Doria em Nova Iorque

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Moro teve festa de gala paga pela Petrobras do corrupto Pedro Parente

 

 

No Brasil, os babas da corriola de Curitiba, onde a Constituição dos Estados Unidos é adotada por Sérgio Moro, espumaram de raiva. 

 

Era costume da direita mandar os petistas para Cuba, Coréia do Norte e Venezuela. Colocaram Cuba de lado depois da visita de Obama a Ilha de Fídel Castro. Resta agora a Venezuela que teima em defender os poços de petróleo, as jazidas de ouro e diamantes, e os aquíferos. 

 

A corriola, que colocou Temer na presidência, arrazou com a Petrobras que, desvalorizada pela propaganda entreguista da imprensa, foi fatiada para ser leiloada como vem acontecendo com o Pré-Sal. 

 

Moro foi o grande general da conquista da Petrobras pelos corsários e piratas. 

 

 

30
Nov17

País ameaçado, país com armas atômicas

Talis Andrade

O Brasil para deixar de ser um país vassalo, ameaçado de perder a Amazônia, as riquezas principais do planeta:  o Mar Doce, os aquíferos, os minérios, principalmente o nióbio que só existe em nosso país, devia seguir os exemplos de Israel, da Índia, do Paquistão, do Irão, da Coréia do Norte. 

 

Publica hoje Le Figaro: Inspirado pelos países atacados depois de concordar em se livrar de seu arsenal nuclear, Kim Jong-un fez da bomba nuclear sua "grande causa histórica".

 

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Kim Jong-un afirmou pela primeira vez: a Coréia do Norte tornou-se hoje "um estado nuclear por direito próprio".

 

Na verdade, há quatro meses que o país alcançou o status de poder dotado, integrando assim de fato o clube muito pequeno dos principais detentores de armas.

 

Especificamente, uma vez que a Agência de Inteligência dos EUA (DIA) confirmou, em agosto passado, depois de analisar os últimos testes norte-coreanos, que o regime era capaz de miniaturizar uma ogiva nuclear e dominar a tecnologia de mísseis balística intercontinental.


"Não só a Coréia do Norte decidiu continuar sua estratégia provocativa, mas aparentemente conseguiu disparar seu míssil sem a detecção dos americanos" disse Valérie Niquet, especialista da Fundação para Pesquisa Estratégica da Ásia(FRS)

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