Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil

O CORRESPONDENTE

20
Mai22

No mundo que polícia tem nos seus quadros homicidas de dez, cem, duzentas pessoas?

Talis Andrade

policia mata negro.jpg

É um pássaro malvado
Tem o bico volteado que nem gavião

- - -

Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Não vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu sertão
Os burrego novinho num pode andar
Ele puxa no imbigo inté matar
 

latuff genocídio de jovens negros.jpg

 
 

EU ME ORGULHO EM TER MATADO MAIS DE 100 BANDID0S - CONTE LOPES

 

CADA TATUAGEM DE CAVEIRA É UM LADRÃO QUE EU JÁ MATEI

CONHEÇA O HOMEM QUE MAIS MAT0U BANDID0S NA ROTA - TENENTE RODRIGUES

OS POLICIAIS ERAM CONHECIDOS COMO OS HIGHLANDERS

 
30
Abr22

O Brasil Pode Eleger um Deputado que Já Matou Mais de 40 a Tiros

Talis Andrade

conte 200 mortes.jpeg

 

CONTE LOPES DA ROTA - SNIDERCAST #106 - YouTube

 

VICE: Eu sei que a pergunta é mórbida, mas o senhor matou quantas pessoas? Umas dez?
Conte Lopes: Mais.

Umas 20?
Mais.

Mais de 30?
Mais.

Mais de 40 pessoas?
Digamos que por aí, umas 40 pessoas.

O senhor tem fama de ter coceira no dedo, de ser gatilho fácil.
Isso é conversa.

O diálogo improvável aconteceu na última sexta-feira, às 17 horas, no teto da Câmara Municipal de São Paulo, com uma vista de 360 graus de toda a cidade aos nossos pés. Estávamos quase no fim do inverno, e os raios de sol incidiam obliquamente no fim da tarde, jogando sobre o heliporto do edifício uma luz dourada e uma brisa suave que em nada combinavam com aquele papo sinistro. A fotógrafa da VICE Helena Wolfenson clicava nosso alto e corpulento entrevistado, enquanto, a pedido dela, eu apontava um flash em formato de pistola para a cabeça do homem símbolo da bancada da bala da maior cidade do Brasil. Na saída de emergência, dois agentes da Guarda Civil Metropolitana ouviam o diálogo, rígidos e cerimoniosos na presença do capitão, esperando que terminássemos o trabalho naquela zona de acesso restrito.  

“O senhor ainda anda armado?”, pergunto, enquanto o flash dispara contra a cabeça do vereador. “Ando”, ele responde tentando impedir que o vento jogue na cara o cabelo grisalho. “Seu carro é blindado?”, retoma a fotógrafa. “Não, não adianta nada. Hoje o pessoal anda armado com fuzil aqui em São Paulo”, lamenta.

Devo ter entrevistado milhares de militares na minha carreira, mas aquela era a primeira vez em que falava de armas, mortes e fuzis com um político em plena campanha para conseguir uma cadeira no Congresso Nacional. Roberval Conte Lopes Lima é capitão da reserva da Polícia Militar de São Paulo, onde entrou como soldado em 1967 e passou à temida Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da polícia, em 1970, no auge da ditadura militar. A literatura policial o coloca como um dos três PMs que mais mataram em São Paulo – entre 100 e 150 pessoas, de acordo com o livro Rota 66 do jornalista Caco Barcellos. Ali, para nós, Conte Lopes assumiu uns 40.

Chegamos até ele por intermédio da advogada de seu gabinete, Helena Corona. “Parabéns pela VICE. O melhor jornalismo é o sério, o investigativo, aquele que apura os fatos. O resto é perfumaria”, ela me escreveu gentilmente no e-mail que confirmava a realização da entrevista naquela mesma tarde.

Conte Lopes nos recebe na sala sóbria e modesta de seu gabinete, no quarto andar da Câmara. Vinha chegando de mais uma atividade de campanha, no Largo 13 de Maio, Zona Sul de São Paulo. Antes de chegar, ainda havia passado para pedir votos num batalhão da Polícia Militar. “Não sou o Tiririca, tenho de distribuir santinho por aí e gastar muita sola de sapato”, ele diz enquanto se acomoda na cadeira e eu ligo o gravador.

Exatamente um ano antes, o prédio onde estávamos agora havia sido atacado por manifestantes, num dos momentos mais tensos dos protestos que varreram o Brasil até a Copa do Mundo. A Câmara gastou mais de R$ 1 milhão para instalar vidros blindados depois disso. “Achei que invadiriam aqui, eu disse que precisava chamar reforço. Se entra um bando daquele aqui, o que a gente faz?”, diz o vereador, revelando uma face mais vulnerável do que eu esperava. “Elas assustaram muita gente do meio político”, reconhece. “Assustaram o senhor também?”, pergunto. “Claro”, responde.

O capitão Conte Lopes foi eleito com 31 mil votos. Junto dele, na mesma eleição, entraram na Câmara de São Paulo outros dois vereadores de estilo semelhante: o Coronel Telhada (89 mil votos) e o Coronel Camilo (23 mil). Dos três, só Lopes concorre a um cargo federal nas próximas eleições, em outubro. O capitão mira a Câmara dos Deputados, em Brasília.

A diferença entre os mandatos anteriores e a campanha de agora é que o país sentiu o sacolejo de uma onda de manifestações que contestava, entre muitas outras coisas, a violência policial. A bancada da bala não ficou alheia a isso. Conte Lopes reconhece que os manifestantes “mandaram bem, deram uma mudada no cenário, porque muitos governantes sentiram o peso”, frisa. “Eles conseguiram o que queriam. Os governos recuaram. Da presidência da República aos governadores dos Estados, passando pelas prefeituras, todo mundo sentiu a pressão. O Brasil balançou do mesmo jeito como o Lula fez balançar o ABC 40 anos atrás.”

Na época, o capitão era um dos muitos militares que perseguiam dissidentes do regime. “Em 1978, eu mesmo tive de correr atrás do Lula (quando o ex-presidente ainda era um jovem líder sindical no ABC). Eu era obrigado a sair daqui às 3 horas da manhã pra correr atrás do grupo do Lula lá no ABC porque eles queriam impedir que a Volkswagen funcionasse, queriam fechar as portas, fazer piquetes. Hoje, eu sou vereador e ele foi presidente da República duas vezes. Achei que (nas manifestações de junho) poderiam surgir alguns líderes ali da juventude, assim como havia ocorrido com o Lula no passado.”

Percebo que, ao contrário de muitos militares, Conte Lopes se refere à ditadura como ditadura. “Foi uma revolução, depois virou uma ditadura. Sou a favor da democracia, tanto assim que, na primeira eleição depois da ditadura, em 1986, eu concorri e ganhei. Ganhei oito (estadual) e só perdi uma. Sou um democrata e estou na luta”, diz, referindo-se aos seus mandatos anteriores.

Para ele, o Brasil só não viu “novos Lulas” emergindo das Jornadas de Junho “porque o Black Bloc não deixou. Teve até aquelas meninas do Passe Livre dando entrevistas, se manifestando, cobrando providências”, diz, referindo-se às jovens lideranças do MPL.

Mas, além de criticar o Black Bloc, ele também reconhece que a polícia errou ao lidar com os protestos recentes. “A polícia perdeu um pouco a ação, ficou meio perdida, não sabia o que fazer”, afirma, debitando da conta dos políticos a confusão. Conte considera que houve uma politização exagerada da ação da PM. “A polícia tem de ser mais profissional, não tão política, sem os políticos querendo que ela atue de uma forma ou de outra. A polícia fica meio perdida porque o governo também não sabe o que faz. Em vez de o governador deixar a polícia agir, a mando de seu secretário, ele prefere interferir. Isso acaba mais prejudicando do que ajudando.”

“Que nota o senhor daria para a ação da polícia nos protestos?”, pergunto. “Acho que a gente ficaria com uma nota 7, por aí. Infelizmente, os excessos ocorrem”.

“É uma surpresa vê-lo elogiando manifestantes”, observo. “Não deixa de ser um elogio. Eles fizeram um movimento com força, foram à luta, batalharam. Eu não xingo eles, não. Amanhã ou depois um deles pode ser presidente da República”, explica o candidato antes de encerrar a entrevista e subir para o heliporto onde faríamos as fotos e o veríamos confirmar minutos depois as “mais de 40 mortes”, tornando difícil entender um personagem que elogia os protestos, critica a PM, condena a ditadura, mas constrói toda sua campanha eleitoral com base em slogans e práticas que desdizem tudo isso. Ou é só mais um caso de um político adaptando o discurso ao sabor do eleitorado na boca de urna, ou ele está certo em dizer que as Jornadas de Junho deram uma chacoalhada nos políticos – entre eles, o próprio capitão, que precisará gastar muita sola de sapato para vencer a limitação de pertencer ao PTB, um partido órfão de coligações viáveis, que impõe a Conte Lopes a difícil tarefa de reunir mais de 250 mil votos, sete vezes mais o que conseguiu para chegar à Câmara.

Siga o João Paulo Charleaux no Twitter

[Esta entrevista foi publicada nas eleições de 2014. Depois de Bolsonaro presidente a bárbarie, a necropolítica, as chacinas, os massacres continuam ... com o lema "povo armado jamais será escravizado". Que povo exalta o presidente? As armas do Estado matam sem terra no campo e sem teto na cidade]

29
Abr22

O termo "serial killer" vale para militar ou delegado que bravateia assassinato em massa?

Talis Andrade

sobre-cobras-e-tortura.jpg

III - O PERFIL DO SERIAL KILLER

por Priscila Adriana Silva

 

- - -

6 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

6.1 HISTÓRICO

O termo “serial killer” é de origem norte americana que traduzido para o português significa assassino em série. A princípio, este termo foi considerado como homicídios em massa (CARDOSO, 2015).

James Reinhard, foi um criminologista que criou o termo “assassino em cadeia” em sua obra Sex Perversion and Sex Crimes para referir-se aos criminosos que matam por um espaço de tempo e formam então, uma “cadeia” de vítimas (LAGO; SCAPIN, 2017).

Comumente, o serial killer elege as suas vítimas que apresentam estado vulnerável. As suas vitimas podem ser prostitutas, idosos e mulheres que não estão acompanhadas por outrem. Igualmente, estão incluídos nesta lista de vitimas, os imigrantes e até mesmo os pacientes de hospitais (VELLASQUES, 2008).

Locusta.jpg

 

 

De acordo com Vellasques (2008), o caso inicial de assassinato em série ocorreu em Roma. Locusta, a mulher que envenenou copiosos indivíduos por sua habilidade em manipular plantas, mantinha como objetivo a total intenção de produzir venenos para tirar vidas através das substancias químicas. Devido ao seu maléfico plano, Locusta foi considerada o primeiro serial killer.

Outro caso registrado como assassinato em série, refere-se a um homem rico cujo nome era Zu Shenatir. O mesmo atraía indivíduos do sexo masculino para a sua residência e em compensação lhes oferecia comida e dinheiro. Shenatir sujeitava-os para a prática da sodomia e após o término, os atirava pela janela do andar superior (NEWTON, 2005).

Gilles de Rais foi morto por ser considerado o autor de atos cruéis como, estupro, tortura e assassinato de aproximadamente cem crianças. Gilles era confidente de Joanna D’Arc (LAGO; SCAPIN, 2017).

Em meados de 1880, segundo a autora Casoy (2004), ocorreu o conhecido caso de Jack o estripador. Ele foi o responsável pela morte de sete garotas de programa.

Dezesseis anos após a ocorrência de mortes executadas por Jack, surge um novo registro de assassinato em série. Amélia Dayer, culpada por tirar a vida de quinze crianças dentro de uma creche, foi executada pelos seus feitos brutais (LAGO; SCAPIN, 2017).

Newton (2005), traz pelo menos um nome apontado como o assassino em série. O autor criminoso muito famoso nos Estados Unidos foi Ted Bundy. Ted era estudante de direito, bastante comunicativo e charmoso. Segundo relatos, o criminoso era o responsável pela morte desenfreada de diversas mulheres. Precedente ao seu julgamento, Bundy se nomeou o próprio advogado para se defender das acusações. Com os estudos baseados nos conceitos do direito, o assassino em série a princípio, conseguiu demonstrar inocência. Tempos após, foi comprovado os homicídios cometidos pelo estudante de direito. Ted Bundy era o responsável por ter matado e estuprado mais de 35 mulheres. Em 1989, o serial killer foi eletrocutado no estado da Flórida.

Seguindo essa linha de registros macabros, Casoy (2004), apresenta outro ocorrido brutal no ano de 1978 e 1990. Andrei Chikatilo alcunhado “Açougueiro Russo” causador da morte de 53 pessoas por assassinar e esquartejar as suas vítimas. A sua sentença foi pena de morte. Andrei morreu com um tiro atrás da orelha direita.

Destaca-se que, em outros países como Estados Unidos, Alemanha e França os episódios de assassinatos ocorrem com mais frequência do que no Brasil (VELLASQUES, 2008).

Todavia, no Brasil existem casos que impactaram a população Brasileira. Casoy (2002), retrata em sua obra “Serial Killer: Louco ou Cruel?” o incidente no Estado do Rio de Janeiro. A autora disserta sobre o caso de Marcelo Andrade, mais conhecido como o “Vampiro de Niterói”. O criminoso matou e estuprou treze crianças com faixa etária de 5 e 13 anos.

Alvarez (2004), aborda o sucedido no Estado de São Paulo. Francisco de Assis Pereira, o inesquecível “Maníaco do parque”. Incriminado por matar e estuprar nove mulheres.

As decorrências desses crimes violentos vêm assustando a sociedade, e por vezes não é encontrada a solução do problema causado pelo serial killer, se tornando então, um mistério que intriga os policiais e peritos que lidam com este tipo de situação e sujeito. 

[É válida a pergunta deste correspondente? Um militar ou delegado arrota com prazer ter assassinado 30 pessoas. Tem um oficial da pm que fanfarrona a morte de mais de cem sem terra, sem teto, sem nada. Um delegado: 200 vítimas.

Cada morto vale mil votos para deputado estadual, dez mil votos para deputado federal. Para ser senador é preciso mandar para o inferno quantas almas? Um civil com 2 ou mais cadáveres no costado merece ser eleito?

Na ditadura militar o coronel Paulo Manhães assassinava e tortura. Tinha a chave da Casa da Morte.

Coronel Ustra usava ratos na tortura. Coronel Manhães uma jiboia. Sevícia recentemente lembrada pelo deputado Federal escri√ão de polícia Eduardo Bolsonaro.

O filho 03 do presidente, o deputado mais votado da história do Brasil, lembrou a prisão, a tortura sofrida pela jornalista Miriam Leitão, quando estudante universitária e grávida do primeiro filho] Continua 

Related Posts:

  1. Serial lover
  2. Você reconheceria um serial killer?
  3. Fala a esposa de um serial killer
  4. Como saber em quem confiar?

Últimas notícias sobre Eduardo Bolsonaro | A Gazeta

20
Out20

Ex-assessor parlamentar da Alesp é suspeito de ameaçar jornalista de morte

Talis Andrade

leonardo pinheiro.png

O jornalista Leonardo Pinheiro, de 39 anos, foi morto a tiros, no bairro de Parati, em Araruama, Região dos Lagos do Rio de Janeiro

Ameaçado de morte em 2 de outubro, poucos dias depois de ter publicado uma matéria no site Diário do Centro do Mundo (DCM) sobre ódio nas redes sociais, o jornalista Pedro Zambarda denunciou o caso à polícia.

Ele fez um boletim de ocorrência no 18o DP da capital paulista, relatando que recebeu a ameaça por mensagem de WhatsApp. Num grupo chamado "Aviso", uma pessoa postou que, caso seu nome não fosse tirado da matéria sobre ódio nas redes, a próxima reportagem seria sobre o número de tiros que Zambarda e colegas do site levariam.

De acordo com o Código Penal Brasileiro, ameaça de morte é crime com pena de de até seis meses de detenção.

O próprio Zambarda descobriu que o número de telefone do qual a ameaça partiu pertence ao ex-assessor parlamentar Leonardo Antonio Corona Ramos, que foi citado em sua reportagem sobre ódio nas redes.

Ramos trabalhou no gabinete do deputado estadual por São Paulo Conte Lopes e teria deixado a função depois de denúncias de envolvimento em esquema de funcionários fantasmas na Alesp .

O jornalista do DCM também teria recebido mensagens intimidadoras da namorada de Ramos, Janaina Toledo. O casal atualmente vive fora do país, supostamente no Reino Unido.

À Abraji, o jornalista do DCM se disse "acostumado com hostilidades e agressões verbais dentro e fora das redes". "No entanto, uma ameaça de morte por tiros escrita no meu WhatsApp ultrapassa qualquer limite do aceitável. É uma violência contra mim, o DCM, a imprensa brasileira e todos os repórteres que cobrem criticamente o governo federal”.

Leia também
Ribeirão Preto. Jornalista é ameaçado no interior paulista por reportagem sobre atropelamento

Jornalista do Guarujá (SP) é ameaçado após reportagem sobre fraude em licitação

Jornalista assassinado em Araruama

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2019
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2018
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2017
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub