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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil. As melhores charges. Compartilhe

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O CORRESPONDENTE

24
Mai23

Appio encontrou indícios de ilegalidade em acordo de leniência de Odebrecht e MPF, assinado por Moro

Talis Andrade
 
 
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Documento firmado em quatro paredes e sem a participação de representantes da União atenderia interesses de estrangeiros

09
Mai23

Jornalista relata o envolvimento de Thiago Brennand no Caso Serrambi

Talis Andrade
 
CASO 89: CASO SERRAMBI - Quem matou Maria Eduarda e Tarsila? - Casos Reais
 

 

Assassinato de duas adolescentes completa 20 anos e permanece sem solução. Brennand envolvido

 

Camila Bezerra /Jornal GGN

Entre os destaques do dia e entrevistas, Luis Nassif recebeu o também jornalista Ricardo Antunes para falar sobre o Caso Serrambi, que completa 20 anos sem solução.

Em 2003, duas adolescentes de 16 anos, Maria Eduarda Dourado e Tarsila Gusmão, foram assassinadas depois de participarem de uma festa em uma casa na Praia de Serrambi, em Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco.

O empresário Thiago Vieira Brennand, preso por denúncias de agressão, assédio sexual, estupros, lesão corporal, cárcere privado, ameaça a crianças e violência contra o próprio filho, é suspeito de, no mínimo, participar da festa e saber detalhes sobre o crime.

“Se a gente for parar para refazer os crimes e as confusões que Thiago Brennand se meteu aqui no Recife, você diz que é impossível que ele não esteja, pelo menos, sabendo de alguma coisa dessa história”, cravou Antunes.

Assista a entrevista com Ricardo Antunes na íntegra:

O jornalista Luis Nassif comenta com exclusividade o Caso Serrambi e os 20 anos de impunidade ao lado de Ricardo Antunes, jornalista e autor do blog responsável por uma investigação minuciosa sobre os fatos chocantes. Ricardo trará algumas novidades sobre o tema e falará da possibilidade de reabertura do caso, após a prisão de Thiago Brennand. Teria Brennand ligações com o crime esquecido pela grande mídia? Também no programa de hoje, o jornalista e escritor Cesar Calejon fala sobre o seu novo livro “Esfarrapados”, uma análise das desigualdades sociais no Brasil sob o conceito do “elitismo histórico-cultural”.

Quem é Thiago Brennand?

Filho do cofundador de uma rede médica no Recife, Thiago tem 42 anos e recebeu uma fortuna de R$ 300 milhões de herança antecipada do pai, que chegou até a registrar em cartório que “se algo acontecesse com ele, a culpa seria do Thiago”.

O herdeiro ganhou notoriedade depois de agredir uma modelo em uma academia em São Paulo, onde vive há anos. Após a repercussão do caso, outras vítimas tomaram coragem para denunciar Brennand, que soma pelo menos oito processos criminais, cinco deles com pedido de prisão preventiva.

Para evitar a prisão, o agressor fugiu para os Emirados Árabes, de onde foi extraditado na última semana. A notoriedade do caso reacendeu a suspeita de participação de Brennand no assassinato das adolescentes.

Misoginia

Agressões, chantagens, ameaças públicas, violência física e outra série de crimes cometidos por Thiago Brennand deixam claro o desprezo que sente pelas mulheres.

Antunes conta que as vítimas de Serrambi apresentavam marcas de tiros no hímen, além de uma delas ter sido efetivamente estuprada, característica e agressividade que não batem como perfil dos kombeiros Marcelo José de Lira e Valfrido Lira da Silva, que responderam pelo crime, mas foram inocentados pelo júri popular.

Já o álibi criado por Brennand é dizer que estava em um intercâmbio na época do crime. “Mas não há nenhuma prova, foto, documento de que ele estava fora, ainda que a família tivesse uma casa em Londres”, continua o jornalista. 

Antunes afirma ainda que 90% de Pernambuco acredita no envolvimento de Brennand no Caso Serrambi e 80% creem que os kombeiros foram vítimas de uma armação.

Caso que envolve o nome do empresário Thiago Antonio Brennand Fernandes Vieira, de 42 anos, que agrediu uma mulher dentro de uma academia, em São Paulo (SP), ganha novos capítulos. As denúncias contra ele continuam. Jornalista especialista do caso, Ricardo Antunes desnuda o lado obscuro de Brennand, com áudios e revelações bombásticas.

05
Mai23

Qual é o real propósito da CPI do MST em investigar o movimento?

Talis Andrade
 
 
 
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Possível relator, Ricardo Salles ( o passa a boiada ) afirmou que se deve tratar o MST com "tolerância zero" em campanha para deputado federal em 2018

 

por Camila Bezerra /Jornal GGN

Se aprovada (e provavelmente vai), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) deve gerar bastante disputa ideológica na Câmara dos Deputados pelos próximos meses.

Isso porque a comissão, que deve somar 27 membros titulares e outros 27 suplentes, será composta apenas por deputados federais, cuja bancada é, em sua maioria, favorável ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Apenas o Partido Liberal (PL), sigla do ex-mandatário, elegeu 99 das 513 cadeiras da Casa na última eleição.

Relator

Deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente no governo de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles (PL-SP) é o nome favorito à presidência da CPI do MST.

À imprensa, Salles afirmou que a CPI convocará os líderes de todos os estados para depor e, depois, que “irá fazer o caminho do dinheiro”, a fim de identificar os “financiadores” do movimento.

Salles defende ainda a discussão sobre a regularização fundiária do País, para tratar questões como terras indígenas, unidades de conservação, assentamento do Incra, entre outros.

 

Polêmicas

 

Ligado aos ruralistas, Salles, no entanto, tem um longo histórico de polêmicas que deveriam ser considerados antes da definição do seu nome como relator da CPI do MST.

Em 2018, enquanto candidato à Câmara, o ex-ministro pregava “tolerância zero contra o MST”, além de fazer alusões a armas de fogo e munições em um dos panfletos de campanha.

Este ano, o agora parlamentar afirmou que o MST “se disfarça de ONG para encher o bolso de dinheiro”, e que o objetivo de uma comissão seria investigar supostas ações terroristas dos trabalhadores, a quem descreve como bandidos e picaretas

 

Conflito de interesses?

 

Sócio de um empresário do agronegócio, Ricardo Salles negou ao Globo que ser presidente da CPI traria conflito de interesses, pois ele se compromete a técnica enquanto relator.

“Eu sou um dos que mais conhece o assunto na Casa e me comprometi com o presidente Arthur Lira e demais líderes a fazermos um trabalho sóbrio, respeitoso e técnico. Não haverá pirotecnia”, disse.

 

Alternativa

 

Quem também pode assumir a presidência da comissão é Luciano Zucco (Republicanos-RS), investigado pela Polícia Civil por incentivar atos antidemocráticos de bolsonaristas.

O parlamentar postou no Instagram uma foto de um ato antidemocrático em frente ao Comando Militar do Sul. O domumento da Polícia Civil foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Tiro no pé

 

Nesta terça-feira (2), o grupo de advogados, juristas e defensores públicos Prerrogativas informou que os trabalhadores convocados para depor na CPI terão assessoria jurídica.

Coordenador do grupo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho está confiante com os resultados da CPI, pois acredita que a visibilidade e as discussões em torno do trabalho do MST serão uma oportunidade de desmistificar a ideia sobre o movimento dos trabalhadores e ainda de dar visibilidade às ações do MST.

“Não tenho dúvidas de que essa CPI será um tiro no pé da oposição. O MST mostrará ao país a importância da reforma agrária e da função social da propriedade. O MST tem a nossa solidariedade, a nossa admiração, o nosso respeito e o nosso irrestrito apoio”, disse Carvalho ao jornal Folha de São Paulo.

João Paulo Rodrigues, da direção nacional do MST, disse em entrevista ao Brasil de Fato que a CPI não tem um fato pré-determinado.

“O MST não tem convênio com o governo em nenhum estado. O movimento já demonstrou que é uma organização que produz alimentos saudáveis e por isso queremos essa reunião com o Lira para fazer um bom debate sobre o assunto”, continuou Rodrigues.

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