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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

27
Jan21

Freixo protocola pedido de abertura de “CPI do leite condensado”

Talis Andrade

Image

 

Parlamentar quer acesso aos contratos, para saber quais são as empresas fornecedoras, quem são os donos e como cada uma foi contratada

 

 
 
O deputado federal Marcelo Freixo (PSol-RJ) pediu, nesta quarta-feira (27/1), a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos do governo Jair Bolsonaro com alimentação, revelados pelo Metrópoles. Um dos fatos que mais chamaram a atenção foi o desembolso de R$ 15 milhões com leite condensado.
 

O parlamentar quer acesso aos contratos para saber quais são as empresas fornecedoras, quem são os donos e como cada uma foi contratada.

“Especialmente em um ano em que o governo se omitiu quanto a diversos gastos necessários ao enfrentamento da pandemia de Covid-19, é preciso investigar essas compras e essas prioridades do governo, e se houve gasto desnecessário ou mesmo corrupção”, justifica. “É preciso entender para onde foi cada um desses itens, o porquê da compra acima do preço de mercado, se as licitações foram idôneas, quais são as empresas beneficiadas”, acrescenta.

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Mais cedo, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) também criticou essas despesas do governo Bolsonaro e, em ironia, distribuiu latas de leite condensado na Câmara.

Levantamento do (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, mostrou que, no último ano, todos os órgãos do Executivo federal pagaram, juntos, mais de R$ 1,8 bilhão em alimentos — um aumento de 20% em relação a 2019. Para a reportagem, foram considerados apenas os itens que somaram mais de R$ 1 milhão pagos.

Bolsonaro teve campanha eleitoral lançada nos quartéis em 2014. Quando era votado o impeachment de Dilma, Bolsonaro foi em luxuosa romaria se batizar no Rio Jordão, repetindo Jesus. 

Em dois anos de governo, Bolsonaro mergulha na escuridão de um rio de lama. Até apagou o Portal da Transparência. É um governo militar, inimigo do povo e da claridade.

 

Enquanto votação do impeachment acontecia, Bolsonaro era batizado em Israel  - Brasil - Extra Online

Pastor Everaldo e pastora Flordelis lembram que líder político não é santo  - 29/08/2020 - UOL Notícias

11
Nov20

Cadê o 'pastor' que batizou Bolsonaro?

Talis Andrade

Eleitor evangélico impulsiona ascensão de Bolsonaro | Política | Valor  Econômico

 

Por Altamiro Borges

Cadê o Pastor Everaldo Dias, aquele que batizou Jair Bolsonaro nas águas do Rio Jordão, em Israel? Sabe-se que ele segue preso no Rio de Janeiro, mas a mídia nada mais fala sobre o poderoso presidente nacional do Partido Social "Cristão" (PSC). Nos últimos dias, só saiu uma notinha sobre a exoneração do seu filho.

Segundo o site UOL, “o governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, exonerou o assessor Filipe Pereira, filho do Pastor Everaldo e que foi preso junto com o pai no final de agosto por suspeita de integrarem esquema de pagamento e distribuição de propinas na administração estadual".

O pimpolho tinha o cargo de assessor especial de Wilson Witzel (PSC), o governador carioca que levou um "tiro na cabecinha" e foi afastado do cargo por denúncias de corrupção. "A exoneração de Filipe aconteceu exatamente dois meses após a sua prisão", lembra o site.

"Neste período, o assessor, que já foi deputado federal e secretário-geral do PSC, continuou recebendo normalmente seu salário de quase R$ 15 mil. Segundo a TV Globo, ele tirou férias ao ser solto, dias após ser preso, e recebeu seus vencimentos mensais, no valor de R$ 14.921,81", detalha o UOL.

Corrupção na saúde em plena pandemia

Diferente do pai, o assessor de Wilson Witzel permaneceu na cadeia apenas pelo período de um mandado de prisão temporária, assim como seu irmão Laércio Pereira. Já o Pastor Everaldo teve a prisão convertida para temporária e segue detido. Os três foram presos em 28 de agosto pela Operação Tris in Idem.

Segundo a reportagem da TV Globo, Filipe Pereira era figura sempre presente nas reuniões que Wilson Witzel fazia para discutir questões da Secretária de Saúde, órgão investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo esquema de propina que deflagrou a crise política que resultou no afastamento do governador.

“O esquema de superfaturamento de contratos e pagamento de propina foi detalhado pelo ex-secretário da Saúde Edmar Santos em acordo de delação premiada. Ele deixou o cargo ainda em maio, nos primeiros meses da pandemia do novo coronavírus, e foi preso em julho, sendo solto cerca de um mês depois”, conclui o UOL.

Bolsonaro: “Missão de Deus”, e chance de mudar o Brasil

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06
Set20

Ministro Benedito Gonçalves decreta prisão preventiva de Pastor Everaldo

Talis Andrade

pastor everaldo

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FRAUDES NA SAÚDE

ConJur - A pedido da Procuradoria-Geral da República, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Benedito Gonçalves converteu a prisão temporária do Pastor Everaldo em preventiva. Presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo é suspeito de envolvimento em fraudes na área da saúde do Rio de Janeiro.

Na mesma decisão, o ministro mandou soltar os demais investigados que estavam em prisão temporária, incluindo o ex-subsecretário de Saúde do Rio Gabriell Neves. A informação foi divulgada neste sábado (5/9) pelo jornal O Globo.

Em nota, a defesa do pastor afirmou que ele é alvo de uma delação premiada mentirosa (do ex-secretário estadual de Saúde, Edmar dos Santos) e que "afirma sua inocência, confiança na Justiça e fé em Deus".

De acordo com o Ministério Público Federal, o pastor Everaldo lideraria um dos grupos criminosos influentes nos poderes Executivo e Legislativo do Rio, especialmente no governo de Wilson Witzel. As investigações apontaram que o presidente do PSC comandaria várias contratações e teria controle sobre orçamentos na Secretaria da Saúde e em outros órgãos estaduais.

 

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