Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

01
Nov21

Massacre de Varginha: PM executa 26 'assaltantes' de banco

Talis Andrade

Armas apreendidasMaterial apreendido em Varginha, no Sul de Minas. Apesar das armas de guerra, os bandidos não conseguiram, milagrosamente, acertar nenhum policial

 

Polícia acredita que suspeitos de instalar 'novo cangaço' no Sul de Minas sejam os mesmos de ações criminosas em outras regiões do país que foram considerados presos pela PM de São Paulo e PF

 

Ao menos  26 suspeitos de integrar uma quadrilha  especializada em assaltos do chamado "novo cangaço" morreram em uma operação da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal neste domingo (31/10) em Varginha, Sul de Minas. A polícia acredita na hipótese de ser a mesma quadrilha que colocou o  terror em Araçatuba, no interior de São Paulo, em agosto deste ano.

Araçatuba

Em Araçatuba, ao menos 26 criminosos cercaram a região central da cidade e explodiram dois bancos. Os bandidos usaram reféns como escudos humanos, enfrentaram a polícia e minaram o centro da cidade com explosivos para espalhar pânico entre a população. A PF anunciou que chegou a prisão do 16º suspeito de participar do ataque no centro de Araçatuba. 
 
30
Ago21

A ‘feijoada’ macabra de Araçatuba

Talis Andrade

 

 

por Fernando Brito

A madrugada de horror m Araçatuba é só uma prévia – mais uma – do quadro de horror que se faz quando um país, pela boca de seu presidente, torna ter fuzis algo normal e desejável do que se reunir em volta de uma saborosa feijoada.

Os mais de 30 assaltantes têm uma organização paramilitar e que não conseguiriam tamanha quantidade de armas e de explosivos sem cumplicidades no aparelho policial e nos controles alfandegários.

Igualmente, se não houvesse falhas inaceitáveis na cada vez mais politizada organização policial, qualquer serviço de inteligência teria percebido uma mobilização deste porte, onde além de armamento, dinamite e uniformes de combate, foram empregados em torno de uma dezena de carros, novos e potentes, usados na fuga macabra, com reféns amarrados nos tetos e capôs.

Aliás, nem é bom pensar o que aconteceria se alguns dos moradores de Araçatuba já tivessem seguido os conselhos presidenciais e tivessem fuzis para dispararem sobre eles, sem perícia e sem coordenação (e certamente com revide em rajadas disparadas sobre prédios residenciais).

Banho de sangue talvez fosse uma definição suave.

Daqui a pouco, o episódio, porém, estará sendo usado como argumento para a propaganda do programa “Armas, não feijão’, como se ele não fosse exatamente o contrário, um libelo contra a facilidade em obterem-se, de forma legal ou clandestina, armamento pesado.

E tudo isso em São Paulo, onde parte da Polícia Militar parece estar mais interessada em participar do ato da vergonha do dia 7 do que em detectar e evitar a feijoada de fuzis em Araçatuba.

 

30
Ago21

Araçatuba: golpistas armados de fuzis atacam. Três pessoas morreram

Talis Andrade

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub