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O CORRESPONDENTE

Os melhores textos dos jornalistas livres do Brasil. As melhores charges. Compartilhe

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O CORRESPONDENTE

02
Nov23

Quem é Capixaba, suspeito de fornecer metralhadoras do Exército à facção de traficantes do Rio que as milícias não precisam comprar têm a graça de suas armas 

Talis Andrade

Jesser Marques Fidelix, o Capixaba, de 30 anos, apontado pela polícia como suspeito de fornecer armas a traficantes do RJ — Foto: Reprodução

Jesser Marques Fidelix, o Capixaba, de 30 anos, apontado pela polícia como suspeito de fornecer armas a traficantes [Um homem com tanto prestígio pelos quartéis não precisa aplicar pequenos furtos em Copacabana, principalmente no 7 de Setembro. Golpe tem que ser cousa grande. Golpe de estado. O golpe militar de 64 pariu bicheiros que fizeram estórias no Rio de Janeiro e outras praças]

 

Por Marco Antônio Martins, g1 Rio

- - -

O Exército e a Polícia Civil do Rio de Janeiro buscam informações para localizar Jesser Marques Fidelix, de 30 anos, suspeito de [penetrar nos quartéis como alma fantasma e] fornecer a criminosos da maior facção de tráfico de drogas do Rio as metralhadoras furtadas do Arsenal de Guerra, em Barueri, São Paulo, em setembro passado.

De acordo com as investigações, Jesser é chamado de Capixaba em um vídeo enviado para traficantes do RJ.

Na gravação, um homem, ainda não identificado, pergunta a ele como embalar as "armas de guerra".

 

Matuto de facção

A Polícia Civil do RJ aponta Jesser como "matuto" - fornecedor de drogas e armas - do Comando Vermelho. Na verdade, um dos criminosos que abastecem a facção carioca.

Mas a ficha policial de Capixaba já é conhecida das polícias Civil e Federal. Com base em São Paulo, Jesser foi investigado pela PF por estar utilizando um veículo roubado, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

Na ficha dele [de errante] consta ainda uma investigação por estelionato, no Leme, e casos de receptação. Com endereços no Espírito Santo e em Macaé, no Norte Fluminense, Jesser já foi preso duas vezes, mas foi posto em liberdade dois dias depois, segundo apurou o g1.

 

Mais duas metralhadoras encontradas

Nesta madrugada de quarta-feira (1), a Polícia Civil seguiu os passos de "Capixaba" até a casa de sua sogra, na Zona Oeste do Rio.

Foi até lá e não o encontrou, segundo informou. Os policiais descobriram que o carro clonado utilizado por ele estava no Recreio, na altura da praia da Reserva. Na mala do veículo, entretanto, foram achadas mais duas metralhadoras, de calibre ponto 50, desviadas da unidade em São Paulo, e um fuzil, de calibre 7,62.

Exclusivo: militares desligaram intencionalmente rede elétrica do quartel do Exército de onde 21 metralhadoras foram roubadas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Exclusivo: militares desligaram intencionalmente rede elétrica do quartel do Exército de onde 21 metralhadoras foram roubadas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

 

Na semana passada, o g1 mostrou que a Polícia Civil do RJ investigava a informação de que ainda havia no estado duas metralhadoras de Barueri e que um fuzil estava sendo vendido. Era a primeira vez que o Exército trabalhava com a hipótese de desvio de fuzis. Anteriormente, só se falava, entre os investigadores, no furto de metralhadoras (as MAGs e as .50).

O CMSE não tinha fornecido detalhes sobre onde foi feita a apreensão desta quarta e nem se alguém tinha sido preso até a última atualização desta reportagem. Também não havia sido confirmado se as 3 armas na mira da Polícia Civil são as encontradas desta quarta.

 

Outras operações

Nesta terça-feira (31), o Exército e a Polícia Militar de São Paulo chegaram a fazer uma operação conjunta em Guarulhos, na Grande São Paulo, para tentar localizar as últimas 4 metralhadoras furtadas.

Além dessas duas, outras 17 armas já tinham sido reintegradas em outubro após operações conjuntas do Exército com as polícias do Rio de Janeiro e São Paulo.

As autoridades informaram que as armas foram retiradas do quartel por militares (6 são investigados por suspeita de envolvimento direto com o furto delas). E que depois elas foram negociadas com facções criminosas, como o Comando Vermelho (CV), no Rio, e o Primeiro Comando da Capital (PCC), em São Paulo. [Não aparece nenhuma milícia. As milícias usam armas emprestadas, retiradas por empréstimo ou serviço oficial, dos arsenais de sempre]

 

As apreensões até aqui

27
Out22

O arsenal na mansão do terrorista Jefferson

Talis Andrade

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No papo amigável que teve com o policial que negociou sua detenção, ele se jactou de ter disparado 50 tiros de fuzil

 

27
Jun22

Bob Jefferson vira réu por incitação ao crime

Talis Andrade

Ministros do STF dizem que prisão não é por ideias, mas por ameaças de  Jefferson feitas até mesmo com armas - TNH1Armado, Roberto Jefferson ameaça "comunistas" e pede "demissão" do STFVídeo: Roberto Jefferson critica embaixador da ChinaArmado, Roberto Jerffeson destila seu ódio em vídeo contra "Estado gayzista  e comunista"

Roberto Jeffersos exibe arsenal

 

por Altamiro Borges 

Por nove votos a dois, o Supremo Tribunal Federal decidiu nesta sexta-feira (24) tornar o ex-deputado Roberto Jefferson, chefão do moribundo e fascistoide PTB, réu sob a acusação de calúnia, incitação ao crime e homofobia. Após a decisão do STF, feita por meio da plataforma virtual, o caso será enviado para tramitação na Justiça Federal do Distrito Federal. 

Os ministros decidiram abrir a ação a pedido da própria Procuradoria-Geral da República (PGR), devido a uma série de entrevistas nas quais o jagunço bolsonarista atacou o TSE e o STF, os senadores da CPI da Covid e a comunidade LGBTQIA+. Para Alexandre de Morares, relator da ação, as suas “equivocadas convicções” envenenaram o “ambiente virtual” no país. 

Ainda segundo a sentença, “o alcance das palavras de Jefferson permaneceu gravada e disponível na plataforma do YouTube, sendo amplamente divulgada pela mídia e de fácil acesso aos usuários do site, tudo a potencializar eventuais medidas enérgicas de pessoas em cumprimento à incitação promovida pelo denunciado”. 

O voto de Alexandre de Mores foi apoiado pelos ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux. Apenas os dois ministros “terrivelmente bolsonaristas”, o patético Kassio Nunes Marques e o covarde André Mendonça, votaram contra. 

O velhaco bolsonarista sobreviverá?

A decisão deve complicar ainda mais a vida de Bob Jefferson, como é conhecido o velhaco. Em janeiro passado, Alexandre de Moraes determinou que ele fosse transferido à prisão domiciliar, com a obrigação do uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de qualquer comunicação exterior, inclusive pela internet. O bravateiro ainda foi proibido de dar entrevistas. 

Antes, o jagunço do PTB havia sido preso preventivamente em agosto de 2021 a pedido da própria Polícia Federal. ​Todas as punições ocorreram dentro do inquérito no STF que investiga a organização criminosa digital responsável por ataques às instituições democráticas. Agora, o decadente bolsonarista volta ao cadafalso do Judiciário. Sobreviverá? A conferir!

27
Jul21

Quem é o procurador que bebeu, sacou o revólver e atirou na própria mãe

Talis Andrade

Registro civil de “sexo não identificado” para pessoa “não binária” -  Direito Civil - Correio Forense

Nenhum jornal ousou divulgar o 'boneco' do violento procurador

 

Henrique Celso Gonlçalves Marini e Souza foi preso no dia 24 de julho. Ele já recebeu condecoração do Ministério da Defesa

 

 
O homem que foi preso após atirar contra o cunhado e acertar a própria mãe, no Distrito Federal, é Henrique Celso Gonçalves Marini e Souza. Filho do ex-presidente do Superior Tribunal Militar (STM) tenente-brigadeiro do ar Henrique Marini e Souza, Henrique Celso é procurador jurídico da Infraero, mas está cedido ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
 

Henrique Celso atuou como corregedor-geral da Infraero. Em 2011, ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por supostamente aprovar contratos sem licitação firmados pela estatal em Mato Grosso, quando era procurador jurídico da empresa pública.

A requisição de Henrique Celso para o Ministério da Justiça e Segurança Pública foi efetivada, por tempo indeterminado, em setembro de 2020, por meio de documento publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Em 2013, o procurador recebeu do Ministério da Defesa a condecoração da Ordem do Mérito Aeronáutico, no grau de cavaleiro. Essa premiação reconhece serviços prestados à Aeronáutica por personalidades civis e militares, organizações militares e instituições civis, brasileiras ou estrangeiras.

Entenda o caso

Segundo a Polícia Militar do DF (PMDF), na noite de sábado (24/7), ocorreu uma briga entre cunhados no Lago Sul, área nobre de Brasília. Filho da proprietária da casa, Henrique Celso disparou e acertou, acidentalmente, o braço de sua mãe.

O suspeito teria bebido e agredido, durante todo o dia, a própria esposa e a irmã. O cunhado de Henrique acabou investindo contra ele ao tentar intervir, mas a briga foi separada por um amigo da família. O servidor federal, então, pegou um revólver .38 e atirou pelo menos três vezes no amigo, acreditando ser o cunhado. Um dos disparos atingiu o braço da mãe, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).

Após o incidente, o procurador teria se trancado em um quarto. Os policiais militares negociaram com o homem e o episódio de terror acabou com a prisão de Henrique Celso.

Ele estava com um arsenal de 10 armas de fogo e centenas de munições, em uma residência na QI 28 do Lago Sul, segundo a PMDF. Na segunda-feira (26/7), a juíza substituta Viviane Kazmierczak determinou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

“Há notícia de várias armas no local, além de mil munições apreendidas, cárcere privado e vítima efetivamente atingida por um disparo de arma de fogo, além das agressões físicas cometidas contra as outras vítimas mulheres. Nesse sentido, a conversão da prisão em flagrante em preventiva é medida imperiosa a fim de acautelar a segurança da vítima, bem como garantir a ordem pública”, escreveu a juíza.

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