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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

05
Set21

Zé Trovão soltou o bocão contra ministros do STF

Talis Andrade

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Zé Trovão gosta de imitar os invasores do Capitólio à moda Trump. Desistiu dos chifres depois da estória do bombeiro com a  ex de Bolsonaro

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Metrópoles - O ex-caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, ou Boca de Trovão, ou Zé Bocão, afirmou, na noite dessa sexta-feira (3/9), que vai se entregar à Polícia Federal (PF) durante os atos de 7 de setembro, convocados por Bolsonaro para Brasília e São Paulo. 

Zé Trovão é um dos alvos do inquérito que apura a organização de atos antidemocráticos marcados para o Dia da Independência. A prisão foi solicitada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), e a determinação partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, o bolsonarista afirmou que a prisão dele será “no meio do povo”.

Na decisão de Moraes, o ministro derrubou as redes sociais de Zé Trovão e proibiu a participação do ex-caminhoneiro em vídeos e lives.

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Todas as lideranças de Bolsonaro na organização do 7 de setembro miliciano pregam a violência. São pessoas tipo Zé Bocão, Roberto Jefferson, Daniel Silveira que quebrou a placa de Marielle Franco, Wellington Macedo e outros arruaçeiros.

O pedido de prisão de Macedo foi feito pela subprocuradora-geral Lindôra Araújo, que integra o núcleo mais próximo do procurador-geral, Augusto Aras, e participa das investigações sobre os atos antidemocráticos de 7 de setembro e do gabinete do ódio, na costura de informações falsas e propaganda enganosa. 

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30
Jul21

Empresário agressor da esposa, ameçou Lula de morte e tem o segundo perdão de promotora

Talis Andrade

Capitão, você não está sozinho": quem é o bolsonarista que ameaçou Lula em  tiro ao alvo

 

por Benildes Rodrigues

Parlamentares da bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara reagiram com veemência, nesta quinta-feira (29), à decisão da promotora Maria Paula Machado de Campos, da comarca de Artur Nogueira, no interior de São Paulo, que pede arquivamento da ação impetrada pelos advogados do ex-presidente Lula contra o empresário José Sabatini. Na decisão, a promotora classificou a ameaça de morte feita pelo empresário contra o presidente Lula de “livre manifestação do pensamento”.

“Promotora de SP alega “polarização política” para tentar justificar calúnia e ameaças que homem armado fez a Lula em redes sociais. Não é só absurdo, é apologia ao crime o que ela faz. Como pode o Ministério Público defender ódio e violência? O Brasil quer mudar, quer paz e democracia”, afirmou a presidenta Nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) pelas redes sociais.

Fascismo judicial

Em suas alegações, a promotora Maria Paula diz que a ameaça do empresário se deu no contexto brasileiro de “intensa polarização política da sociedade, com a multiplicação de notícias veiculadas pela mídia diariamente, sobre todo tipo de tema”, e que não é de se estranhar que Sabatini tenha “se deixado comover pelo atual momento político do país”, o que, segundo ela, não faz dele um criminoso.

Ao comentar o fato, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse que a promotora agiu com dois pesos e duas medidas, e ainda ironizou: “Ameaça de morte virou ‘liberdade de expressão’ para uma promotora de Justiça”.

Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), setores do Judiciário seguem perseguindo Lula. “Em manifestação na ação de Lula contra o empresário José Sabatini, que gravou vídeo ameaçando-o com um revólver, a promotora Maria Paula Machado de Campos requereu a rejeição da queixa-crime, afirmando que o acusado agiu por comoção”, criticou o parlamentar gaúcho.

Bolsonarista e agressor de mulheres

No vídeo divulgado em março deste ano, o empresário, apoiador radical de Jair Bolsonaro, usa camisa e bandeira do Brasil e uma arma em punho. Sabatini usa uma mentira difundida pela internet sobre suposto “roubo de R$ 84 milhões” do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) para ameaçar Lula.

Ele xinga o ex-presidente e diz: “Não tenta transformar o meu país numa Venezuela. Eu vou derramar meu sangue, mas vou lutar por meu país. Está entendendo o recado? A minha parte eu vou fazer. […] Você vai ter problema, hein cara”, diz Sabatini, mostrando a arma em sua mão.

Advogados de Lula entraram com ação pedindo o pagamento de R$ 50 mil referentes a danos morais para efeitos pedagógicos.

Sabatini já havia sido investigado em 2010 pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) no âmbito da Lei Maria da Penha, após a agredir a ex-esposa.
A promotoria, no entanto, arquivou o inquérito seis meses depois alegando “versões contraditórias entre as partes”, mesmo com um laudo do Instituto Médico Legal (IML) comprovando que a mulher foi agredida.

Covarde agressor da esposa

Por Ivan Longo

Em dezembro de 2010, José Sabatini e sua ex-esposa, Antonieta Sabatini, entraram em uma discussão sobre a venda de um imóvel e o bate-boca teria resultado na agressão física. No boletim de ocorrência, a mulher relatou que o empresário a desferiu golpes no braço, no pescoço e na cabeça. O filho do casal, Amilcar Sabatini, teria tentado, inclusive, intervir para defender a mãe.Empresário que ameaçou Lula foi alvo de intimação no âmbito da Lei Maria da Penha

Laudo do IML comprovou que Antonieta sofreu agressões leves

 

À polícia, o empresário afirma que ele, na verdade, teria sido agredido pela esposa e pelo filho. Antonieta foi atendida no Pronto-Socorro Municipal de Artur Nogueira e passou por exames no Instituto Médico Legal (IML), que comprovaram lesões motivadas por agressão. O empresário, apesar de recomendado a fazê-lo, entretanto, não fez o exame de corpo de delito para comprovar sua versão.

À época das investigações, Santini ficou proibido de se aproximar a ex-esposa, de seus familiares de sua residência.Empresário que ameaçou Lula foi alvo de intimação no âmbito da Lei Maria da Penha

Ao arquivar o processo, o MP informou que “há nos autos apenas as versões contraditórias das partes envolvidas, não se podendo aferir quem está retratando fielmente a verdade do ocorrido e qual delas visa apenas deturpar a dinâmica dos fatos, não se logrando esclarecer qual dos envolvidos iniciou as agressões e quais deles apenas se defendeu dos ataques perpetrados”.

27
Jul21

Quem é o procurador que bebeu, sacou o revólver e atirou na própria mãe

Talis Andrade

Registro civil de “sexo não identificado” para pessoa “não binária” -  Direito Civil - Correio Forense

Nenhum jornal ousou divulgar o 'boneco' do violento procurador

 

Henrique Celso Gonlçalves Marini e Souza foi preso no dia 24 de julho. Ele já recebeu condecoração do Ministério da Defesa

 

 
O homem que foi preso após atirar contra o cunhado e acertar a própria mãe, no Distrito Federal, é Henrique Celso Gonçalves Marini e Souza. Filho do ex-presidente do Superior Tribunal Militar (STM) tenente-brigadeiro do ar Henrique Marini e Souza, Henrique Celso é procurador jurídico da Infraero, mas está cedido ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
 

Henrique Celso atuou como corregedor-geral da Infraero. Em 2011, ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por supostamente aprovar contratos sem licitação firmados pela estatal em Mato Grosso, quando era procurador jurídico da empresa pública.

A requisição de Henrique Celso para o Ministério da Justiça e Segurança Pública foi efetivada, por tempo indeterminado, em setembro de 2020, por meio de documento publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Em 2013, o procurador recebeu do Ministério da Defesa a condecoração da Ordem do Mérito Aeronáutico, no grau de cavaleiro. Essa premiação reconhece serviços prestados à Aeronáutica por personalidades civis e militares, organizações militares e instituições civis, brasileiras ou estrangeiras.

Entenda o caso

Segundo a Polícia Militar do DF (PMDF), na noite de sábado (24/7), ocorreu uma briga entre cunhados no Lago Sul, área nobre de Brasília. Filho da proprietária da casa, Henrique Celso disparou e acertou, acidentalmente, o braço de sua mãe.

O suspeito teria bebido e agredido, durante todo o dia, a própria esposa e a irmã. O cunhado de Henrique acabou investindo contra ele ao tentar intervir, mas a briga foi separada por um amigo da família. O servidor federal, então, pegou um revólver .38 e atirou pelo menos três vezes no amigo, acreditando ser o cunhado. Um dos disparos atingiu o braço da mãe, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).

Após o incidente, o procurador teria se trancado em um quarto. Os policiais militares negociaram com o homem e o episódio de terror acabou com a prisão de Henrique Celso.

Ele estava com um arsenal de 10 armas de fogo e centenas de munições, em uma residência na QI 28 do Lago Sul, segundo a PMDF. Na segunda-feira (26/7), a juíza substituta Viviane Kazmierczak determinou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

“Há notícia de várias armas no local, além de mil munições apreendidas, cárcere privado e vítima efetivamente atingida por um disparo de arma de fogo, além das agressões físicas cometidas contra as outras vítimas mulheres. Nesse sentido, a conversão da prisão em flagrante em preventiva é medida imperiosa a fim de acautelar a segurança da vítima, bem como garantir a ordem pública”, escreveu a juíza.

17
Fev21

Preso, Daniel Silveira bate boca com funcionária do IML por se recusar a usar máscara (VÍDEO)

Talis Andrade

Após ser preso em flagrante, o deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ) bateu boca com uma servidora no Instituto Médico Legal (IML) que solicitava ao parlamentar o uso de máscara no recinto. Em vídeo que circula nas redes sociais, a servidora pede insistentemente para que o político utilize o equipamento de proteção no rosto. No entanto, Silveira alega ter suposta prerrogativa para não usar. Que é um absurdo. 

Em 21 de setembro de 2020, a revista Isto é divulgou: O deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ) afirmou que só usa máscara de proteção onde “idiotas enchem o saco” e defendeu a desobediência a lei que obriga uso de máscaras em locais fechados.

“As máscaras estão adoecendo pessoas. Coloco somente em locais que idiotas enchem o saco e deixo o nariz descoberto. Existe a lei, mas se a sociedade não obedecer, ela cairá em desuso. Se o parlamento insiste em manter, o povo, dono da democracia, deve fazer valer sua voz”, escreveu o deputado no Twitter.

Em agosto, o Congresso derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro a lei que torna o uso da máscara obrigatório em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos e escolas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso da máscara é uma medida eficaz para limitar a propagação do novo coronavírus, junto ao distanciamento físico e a lavagem das mãos. E mais ainda quando são utilizadas em massa, já que seus usuários protegem uns aos outros. Especialistas também rechaçam a afirmação de que o uso de máscara pode causar doenças.

Silveira foi impedido pela companhia aérea GOL de embarcar em um voo no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Isso porque ele se recusou a usar a máscara de proteção contra o coronavírus – obrigatória para todos os passageiros.

No IML, o marombeiro volta a brigar para não usar máscara. Após discussão, Silveira acabou colocando, para passar pelos exames legistas, relata o portal 248. No entanto, ao entrar em uma das salas do IML, deixou o nariz completamente descoberto, na contramão das orientações para o uso correto da máscara.

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24
Set19

Gabriel Monteiro o arruaceiro policial que foi ao enterro da menina Ágatha

Talis Andrade

 

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soldado raso de witzel.jpgSegurança do deputado Filipe Poubel (PSL)

 

Jornalistas Livres
@J_LIVRES
Parece inacreditável, mas o policial militar Gabriel Monteiro, integrante do MBL e assessor do deputado Filipe Poubel do PSL, foi ao velório de Agatha, menina de 8 anos assassinada pela polícia de Witzel, para agredir as pessoas presentes. A quem serve a polícia militar?

 

Revista Forum - Gabriel Monteiro tenta trilhar o mesmo caminho de Arthur do Val, do Mamãefalei, e já quase foi expulso da PM por conta do tempo dedicado como youtuber.

witzel sangue nas maos.jpg

witzel mais um corpo de criança no chão.jpg

Gabriel Monteiro tem ganhado certa visibilidade na política do Rio de Janeiro causando polêmicas ao produzir vídeos no mesmo estilo espalhafatoso do deputado estadual Athur do Val (DEM-RJ), do Mamãefalei. Nessa malandragem de youtuber, quase foi expulso da Polícia Militar por faltar o serviço para atuar em manifestações do MBL. Neste domingo (22), ele ficou marcado por agredir um jovem durante o enterro da menina Agatha Félix, de 8 anos.

“Não dá pro cara chegar numa manifestação onde você não tem a mínima noção do que é viver como favelado e ter saudades das pessoas próximas a você que falecem para botar os familiares em contradição, para botar as pessoas que estão em um momento de dor, num momento de sofrimento em contradição para encher o c. da sua página de seguidor”, é o que conta o rapaz que foi derrubado pelo PM com um soco.

A prática narrada pelo jovem é a mesma que fez o youtuber Arthur Mamãefalei aparecer no cenário político e conseguir ser eleito deputado estadual. Em tom ainda mais intimidatório, Monteiro faz perguntas a pessoas que não estão prontas para rebater seus argumentos e lança vídeos nas redes sociais. Em muitas das gravações ele usa farda.

No velório, ele tentou fazer o mesmo, abordando pessoas que foram para o enterro da menina Ágatha, de 8 anos, que morreu após um tiro de fuzil da Polícia Militar enquanto voltava para casa com sua família. O policial argumentava que a PM não era a culpada pela morte e desafiava as pessoas a responder.

Ágatha Félix.jpg

Ágatha fuzilada pela covarde e cruel polícia de Witzel, filipe Poubel e Gabriel Monteiro

 

Um deles foi o jovem agredido. “Ele começou a passar a versão dele e as coisas começaram a ficar pior quando a gente chegou e falou que ele justificou a morte das pessoas com a apreensão de 400 fuzis sendo que são mais de 1080 pessoas mortas no estado por violência policial”, contou.

Monteiro quase foi expulso da Polícia Militar uma vez devido aos seus vídeos. Em denúncia de desobediência hierárquica feita por um coronel da PM, a corporação concluiu que Monteiro não cumpria com suas funções como policial para atuar no MBL. “Desobediência hierárquica com palavras ofensivas contra a instituição em redes sociais, conduta irregular, ineficiência no cumprimento da função, inúmeras transgressões disciplinares como faltas ao serviço para envolvimento em manifestações políticas com o MBL, do qual faz parte”, diz trecho da decisão publicada em 27 de agosto deste ano.

O secretário de Estado da Polícia Militar, General Rogério Figueiredo – nomeado por Wilson Witzel -, decidiu anular a condenação indicada pela Corregedoria da PMERJ. A interferência fez o corregedor Joseli Cândido da Silva se demitir do posto, segundo o Jornal Extra.

 

Hoje, Monteiro está à disposição do deputado estadual Filipe Poubel (PSL-RJ) e não atua nas ruas – membros do 12º Batalhão, da cidade de Niterói, criticaram a “boquinha”.

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