Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

28
Ago18

Armínio Fraga e o terrorismo eleitoral. De novo!

Talis Andrade

armínio aécio.jpg

 

 

 

Antigamente os inimigos do povo e os traidores da Pátria eram denunciados. Parece que o último traidor do Brasil, registrado nos livros de História, atuou na Inconfidência Mineira e delatou Tiradentes. Uma coisa estranha acontece: as pessoas mais amadas pelo povo em geral são sempre perseguidas pela Justiça, pelo Exército. Dou o exemplo de Antonio Conselheiro, depois de morto foi desenterrado, decapitado, e a cabeça colocada em um museu. No meu imaginário, Armínio Fraga, Henrique Meirelles, José Serra, com duas ou três nacionalidades, são exemplares como traidores e inimigos. 

 

Cesar Locatelli escreve sobre Armínio Fraga: 

 

Ele some do mapa. Dedica-se a jogar golfe e aumentar seu já gordo patrimônio. E, às vésperas das eleições, a mídia conservadora sempre resolve ressuscitá-lo. Esquecem-se que o Brasil, quando ele era presidente do Banco Central teve de se ajoelhar duas vezes diante do FMI, em 2001 e 2002. Esquecem-se que a corrida aos fundos de investimento deveu-se a uma medida, no mínimo, equivocada, tomada por ele. Esquecem-se (ou talvez se lembrem muito bem e esta seja a razão de voltar a ouvi-lo) de seu ativismo político-partidário na eleição de 2002. Esquecem-se de que, na dúvida, subia a taxa de juros, aumentando vertiginosamente a concentração de renda no país.

 

Recordemos. 

 

Vamos relembrar o ativismo partidário do presidente do BC, Armínio Fraga, mês a mês, em 2002

12
Ago18

PRIVILÉGIO: JUDICIÁRIO É O ÚNICO PODER A NÃO RESPEITAR LIMITE DE GASTO

Talis Andrade

A lei arrebenta sempre do lado mais fraco

duke justiça negro .jpg

 

 

247 - Em tempos de debate sobre racionalização dos gastos públicos, o poder Judiciário é o único dos três Poderes da União a não respeitar a regra que estabelece limite para o crescimento das despesas. Segundo dados do Tesouro Nacional, o Judiciário já ampliou seus desembolsos em 8,8% no primeiro semestre deste ano. A variação é mais alta que os 7,2% permitidos pelo teto de gastos para este ano, segundo reportagem de Bernardo Caram.

 

"Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram propor um reajuste de 16,38% para os próprios salários, de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil. O novo valor valeria a partir do próximo ano. Se for aprovado pelo Congresso, o aumento vai gerar um efeito cascata, porque o valor pago aos ministros é o teto para o funcionalismo", diz o texto.

 

Desse modo, o reajuste do STF provoca aumento automático na remuneração de servidores que hoje têm salários cortados por estarem acima do limite.

 

mariano salario stf.jpg

 

Leia a reportagem completa.

 

O salário mínimo passará a ser de R$ 998 a partir do dia 1º de janeiro de 2019. O valor está presente na proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), aprovada pelo Congresso Nacional. 

 

fome Alex Falco pesca .jpg

 

 

É o salário da fome. O salário do golpe.

 

Mais da metade da população sobrevive com esse salário mínimo do mínimo, que os entreguistas Armínio Fraga, Pérsio (pérfido) Arida consideraram muito caro, que outro dupla nacionalidade, o Henrique Meirelles, alertou que as empresas estrangeiras não podem pagar, porque oneroso

 

Eta Brasil cruel! 

genildo golpe fome peste morte.jpg

 

 

17
Jun18

EFEITO NOCIVO MORO Venda da brasileira Braskem cria oligopólio estrangeiro

Talis Andrade

 

braskem 6.png

 

A privatização das estatais e a desnacionalização das grandes empresas brasileiras não acontecem por acaso. São os efeitos esperados da trama que derrubou Dilma Roussef, prendeu Lula, e empossou Temer (todo o poder ao quadrilhão do P-MDB, a Henrique Meirelles, Alckmin, Malan, Armínio Fraga, George Soros.  

 

Jair Bolsonaro, os generais de Temer na intervenção militar no Rio de Janeiro, realizam o combate corpo a corpo com os bandidos nas favelas. 

 

Sergio Moro e a corriola de Curitiba fulminam os "corruptos" nos governos de Lula e Dilma, visando a entrega das empresas que sobraram da feira privatista do intocável Fernando Henrique. Que a Petrobras arraste a Eletrobras, o Pré-Sal, os aquíferos, a Floresta Amazônica. 

 

Que nenhuma empresa brasileira explore nossas riquezas. Notadamente as riquezas minerais. Petróleo, ferro, alumínio, tungstênio e terras raras como tório, urânio e nióbio.  Também desnacionalizada a produção de carne, soja, café e outras comodities. 

braskem 4.jpg

braskem 3.jpg

 

 

 


por GILBERTO MENEZES CÔRTES, gilberto.cortes@jb.com.br

Mais valiosa joia do outrora opulento tesouro da Odebrecht, a Braskem, oligopólio que opera 29 unidades fabris e responde por 70% do petroquímico brasileiro, informou ontem que a holding Odebrecht S.A. iniciou negociações com a gigante da petroquímica, LyondellBasell, com sede em Roterdã (Holanda) para vender 50,1% das ações ordinárias da empresa. A Petrobras tem 47% das ações ON e 2,9% das ações ON são de outros acionistas.

 

Após o anúncio, as ações PN da Braskem chegaram a superar os R$ 50, com salto de mais de 20% na abertura da B3 frente ao fechamento de quinta-feira, quando encerraram a R$ 41,12. No balanço do primeiro trimestre, a Braskem era avaliada em R$ 14 bilhões. Ao fechar ontem em R$ 49,92, já valeria mais de R$ 36 bilhões. Desde maio suas ações PN são alvo de especulação com o rumor do interesse da gigante holandesa pelas ONs. Pelo Acordo de Acionistas, de fevereiro de 2010, a Petrobras tem preferência na negociação, mas a opção da estatal, que tem 36,15%do capital total, é se livrar das ações ON e PN em venda conjunta à Liondell. A Lei das S.A. garante 80% do valor às ações PNs.

 

Operando em 100 países, com cerca de 13.400 empregados, a LyondellBasell, com sede em Roterdã, tem forte presença nos Estados Unidos, com filial em Houston, capital do petróleo e da petroquímica no Texas. A Braskem que inaugurou filial no México em 2016, em parceria com a mexicana Idesa, tem seis unidades nos EUA e era a 7ª empresa do ranking, atrás da Lyondell. Com a compra, a Lyondell será a líder mundial em resinas de polietileno (PVC) e polipropileno (matéria prima do filme plástico de embalagem), desbancando a Exxon.

braskem 7.jpg

 

 

Ascensão e queda

A baiana Odebrecht já era um gigante da construção pesada, quando adquiriu, em 1979, no fim do Governo Geisel, 33% da Companhia Petroquímica de Camaçari, maior empresa do pólo petroquímico da Bahia. Até 1992, quando entrou no Copesul, o Polo Petroquímico do Sul, fez escalada de privatizações (governo Collor) e compras que a tornaram a controladora da petroquímica nacional. Novo impulso veio da parceria com a Petrobras na petroquímica de Paulínea (SP), em 2006, garantindo a oferta de nafta (principal matéria prima petroquímica). O poder cresceu na era Lula ao comprar, com a estatal e o grupo Ultra, a Ipiranga, que controlava o Copesul. Com a compra da Quattor (Grupo Unipar, em 2010) controla os três polos do país. Leva a Dow Quimica, em 2011 (governo Dilma). Com a presença nos EUA e México negociava preços da nafta em condições favoráveis com a Petrobras, importando quando o preço externo era menor. O grupo Odebrecht entrou em crise com as confissões de fraudes à Lava-Jato e a Braskem foi dada em garantia de empréstimos. Com a simultânea concentração de estrangeiros, o monopólio da nafta pela Petrobras enfrentará o poder de oligopólio multinacional.

braskem 8.png

 

 

26
Abr18

Moro repete o Rei Sol: Eu sou o estado, eu sou a lei

Talis Andrade

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz", diz ministro do STF

 

teleguiada carolina moro.jpg

 

 

Moro é a justiça toda com suas cortes e palácios.

 

Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), tribunais regionais federais e juízes federais, tribunais e juízes militares, e tribunais e juízes dos estados, do distrito federal e dos territórios. Assim o STF como os tribunais superiores — quanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Superior Tribunal Militar (STM) — sediados em Brasília, capital do país, e que, para Moro, não jurisdicionam o Brasil inteiro. A república do Paraná fica de fora. 

 

11 ministros formam o STF, cuja competência principal é guardar a constituição. 33 ministros formam, pelo menos, o STJ. Moro não respeita nenhuma hierarquia. O abuso de poder é sua marca registrada. 

 

Esse poder todo de Moro tem raízes. Desde o assalto do BanEstado que ele representa os interesses dos banqueiros, junto com Henrique Meirelles, empregado dos banqueiros internacionais. Meirelles safado todo, que disse o salário mínimo ser alto demais.

 

Moro viajou pelos Estados Unidos, com Joaquim Levy, que foi o primeiro secretário de Planejamento e Fazenda de Sérgio Cabral. Ou melhor dito: Levy planejava e pagava as obras super faturadas do governo de seu Cabral no Rio Janeiro  - que nem as reformas com notas frias no apartamento que Moro atribuiu a Lula. Mas livraram a cara de Levy. Somente Sérgio Cabral foi preso.

 

Levy é da turma de Armínio Braga, empregado do especulador George Soros, que disse que as empresas estrangeiras não tinham dinheiro para pagar o salário mínimo. Esse Armínio indicou o atual presidente do Banco Central de Temer.

 

Moro um juiz partidário, que não trabalha, e tem um único réu. Um malandro. Tem uma corte maior do que qualquer desembargador que abusa do nepotismo. Uma corte palaciana de fazer inveja a qualquer ministro da suprema justiça.

 

Moro não senta na vara dele. Vive viajando. Trabalha para Moro, pelas vantagens que a Lava Jato oferece, delegados e mais delegados. Procuradores e mais procuradores. Promotores e mais promotores. Juízes e mais juízes. Quem paga todo esses funcionários públicos parasitas é o povo em geral, através dos impostos indiretos.

 

Essa gentalha toda da república do Paraná não difere em nada das justiças doutros Estados, com uma multidão de togados, recebendo salários acima do teto, mais auxílios e prendas mil, em um Brasil que mais da metade dos habitantes vegetam, recebem menos do que os 900 reais do salário mínimo da fome.

 

Moro é, e faz parte da minoria dos um por cento ricos. Moro apóia os corruptos dessa minoria. Moro em Salvador realiza campanha para o neto do bandido Tonho Malvadeza. Apóia, no Paraná, outro corrupto, o Richa.

 

Moro pousa ao lado do amigo, camarada de fé, Aécio. Protege os herdeiros do tráfico de PC Farias.

 

A coisa mais legal do mundo são os leilões de Moro. Tudo baratinho, quase de graça.

 

Também legal, mais do que legal, legal demais as delações a mão cheia de Moro. Delações mais do que premiadas.


Delações e leilões aprovados pela juíza de Moro, a Carolina.


Essa juíza o alter ego feminino de Sergio Moro. O lado mulher que Moro tanto esconde, quando cruza os braços à Mussolini.


Tanto que há quem diga que Carolina Lebbos não existe, seja um codinome árabe de Moro. Que nos portais da justiça, da república do Paraná, do jornalismo online, e nos sites de pesquisa apenas existe um retrato. Um único retrato de Carolina quando jovem. Cópia da carteira de estudante. De quando residia na casa dos pais, amigos dos bandidos Youssef, José Janene e outros.

 

“Moro simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado”, diz ministro do STF

 

 

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz, disse o ministro Marco Aurélio Mello, que acrescentou:

 

- A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.

 

Moro decide manter condução de processo do sítio de Atibaia

 

Escreve Ricardo Brito {Reuters) - O juiz federal Sérgio Moro decidiu nesta quinta-feira manter a condução do processo a que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu no caso referente à reforma do sítio de Atibaia (SP), após pedido feito na véspera pela defesa do petista ao magistrado que pretendia transferir para São Paulo essa ação e outra, que trata da suposta compra de um terreno para o Instituto Lula.

 

Os advogados do ex-presidente alegam que os casos não têm ligação direta com o desvio de recursos da Petrobras, motivo que atrai a competência de Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba (PR). Houve também pedido de nulidade dos dois processos, por terem sido, na visão da defesa, julgados por juiz que não seria competente do ponto de vista legal.

 

A defesa de Lula usou como base a decisão tomada na terça-feira pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a retirada de trechos da delações de executivos da Odebrecht dos processos referentes ao sítio e ao terreno para o instituto.

 

Em sua decisão, Moro afirmou que o voto do ministro Dias Toffoli, que deu a primeira manifestação na 2ª Turma a favor da retirada da colaboração da Odebrecht das mãos de Moro, não fazia qualquer menção ao processo do sítio nem tampouco "alguma determinação expressa de declínio de competência desta ação penal".

 

O juiz citou que Toffoli foi enfático ao afirmar em seu voto que a decisão tinha caráter provisório e se baseava apenas nos elementos trazidos no recurso julgado pelo Supremo. Moro disse que houve "precipitação" das partes porque ainda não ocorreu a publicação do acórdão da decisão - resumo do julgamento - da 2ª Turma, "sendo necessária a medida para avaliar a extensão do julgado do colegiado".

 

"Oportuno lembrar que a presente investigação penal iniciou-se muito antes da disponibilização a este Juízo dos termos de depoimentos dos executivos da Odebrecht em acordos de colaboração, que ela tem por base outras provas além dos referidos depoimentos, apenas posteriormente incorporados, e envolve também outros fatos, como as reformas no mesmo sítio supostamente custeadas pelo Grupo OAS e por José Carlos Costa Marques Bumlai", destacou Moro, no despacho.

 

O juiz disse ainda que o pedido de declínio de competência não deve ser apresentado no corpo do processo, mas sim como outro questionamento - a chamada exceção de incompetência. A defesa de Lula, citou ele, já apresentou esse pedido, que ainda está pendente de julgamento.

 

Moro ainda não tomou uma decisão sobre o eventual envio do processo do Instituto Lula para a Justiça Federal paulista.

 

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, afirmou que a decisão mostra que o juiz de primeiro grau pretende "abrir um incidente processual para decidir se o Supremo agiu corretamente, o que é incompatível com a hierarquia judiciária".

 

 

26
Abr18

Moro repete o Rei Sol: Eu sou o estado, eu sou a lei

Talis Andrade

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz", diz ministro do STF

 

teleguiada carolina moro.jpg

 

 

Moro é a justiça toda com suas cortes e palácios.

 

Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), tribunais regionais federais e juízes federais, tribunais e juízes militares, e tribunais e juízes dos estados, do distrito federal e dos territórios. Assim o STF como os tribunais superiores — quanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Superior Tribunal Militar (STM) — sediados em Brasília, capital do país, e que, para Moro, não jurisdicionam o Brasil inteiro. A república do Paraná fica de fora. 

 

11 ministros formam o STF, cuja competência principal é guardar a constituição. 33 ministros formam, pelo menos, o STJ. Moro não respeita nenhuma hierarquia. O abuso de poder é sua marca registrada. 

 

Esse poder todo de Moro tem raízes. Desde o assalto do BanEstado que ele representa os interesses dos banqueiros, junto com Henrique Meirelles, empregado dos banqueiros internacionais. Meirelles safado todo, que disse o salário mínimo ser alto demais.

 

Moro viajou pelos Estados Unidos, com Joaquim Levy, que foi o primeiro secretário de Planejamento e Fazenda de Sérgio Cabral. Ou melhor dito: Levy planejava e pagava as obras super faturadas do governo de seu Cabral no Rio Janeiro  - que nem as reformas com notas frias no apartamento que Moro atribuiu a Lula. Mas livraram a cara de Levy. Somente Sérgio Cabral foi preso.

 

Levy é da turma de Armínio Braga, empregado do especulador George Soros, que disse que as empresas estrangeiras não tinham dinheiro para pagar o salário mínimo. Esse Armínio indicou o atual presidente do Banco Central de Temer.

 

Moro um juiz partidário, que não trabalha, e tem um único réu. Um malandro. Tem uma corte maior do que qualquer desembargador que abusa do nepotismo. Uma corte palaciana de fazer inveja a qualquer ministro da suprema justiça.

 

Moro não senta na vara dele. Vive viajando. Trabalha para Moro, pelas vantagens que a Lava Jato oferece, delegados e mais delegados. Procuradores e mais procuradores. Promotores e mais promotores. Juízes e mais juízes. Quem paga todo esses funcionários públicos parasitas é o povo em geral, através dos impostos indiretos.

 

Essa gentalha toda da república do Paraná não difere em nada das justiças doutros Estados, com uma multidão de togados, recebendo salários acima do teto, mais auxílios e prendas mil, em um Brasil que mais da metade dos habitantes vegetam, recebem menos do que os 900 reais do salário mínimo da fome.

 

Moro é, e faz parte da minoria dos um por cento ricos. Moro apóia os corruptos dessa minoria. Moro em Salvador realiza campanha para o neto do bandido Tonho Malvadeza. Apóia, no Paraná, outro corrupto, o Richa.

 

Moro pousa ao lado do amigo, camarada de fé, Aécio. Protege os herdeiros do tráfico de PC Farias.

 

A coisa mais legal do mundo são os leilões de Moro. Tudo baratinho, quase de graça.

 

Também legal, mais do que legal, legal demais as delações a mão cheia de Moro. Delações mais do que premiadas.


Delações e leilões aprovados pela juíza de Moro, a Carolina.


Essa juíza o alter ego feminino de Sergio Moro. O lado mulher que Moro tanto esconde, quando cruza os braços à Mussolini.


Tanto que há quem diga que Carolina Lebbos não existe, seja um codinome árabe de Moro. Que nos portais da justiça, da república do Paraná, do jornalismo online, e nos sites de pesquisa apenas existe um retrato. Um único retrato de Carolina quando jovem. Cópia da carteira de estudante. De quando residia na casa dos pais, amigos dos bandidos Youssef, José Janene e outros.

 

“Moro simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado”, diz ministro do STF

 

 

“Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz, disse o ministro Marco Aurélio Mello, que acrescentou:

 

- A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.

 

Moro decide manter condução de processo do sítio de Atibaia

 

Escreve Ricardo Brito {Reuters) - O juiz federal Sérgio Moro decidiu nesta quinta-feira manter a condução do processo a que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu no caso referente à reforma do sítio de Atibaia (SP), após pedido feito na véspera pela defesa do petista ao magistrado que pretendia transferir para São Paulo essa ação e outra, que trata da suposta compra de um terreno para o Instituto Lula.

 

Os advogados do ex-presidente alegam que os casos não têm ligação direta com o desvio de recursos da Petrobras, motivo que atrai a competência de Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba (PR). Houve também pedido de nulidade dos dois processos, por terem sido, na visão da defesa, julgados por juiz que não seria competente do ponto de vista legal.

 

A defesa de Lula usou como base a decisão tomada na terça-feira pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a retirada de trechos da delações de executivos da Odebrecht dos processos referentes ao sítio e ao terreno para o instituto.

 

Em sua decisão, Moro afirmou que o voto do ministro Dias Toffoli, que deu a primeira manifestação na 2ª Turma a favor da retirada da colaboração da Odebrecht das mãos de Moro, não fazia qualquer menção ao processo do sítio nem tampouco "alguma determinação expressa de declínio de competência desta ação penal".

 

O juiz citou que Toffoli foi enfático ao afirmar em seu voto que a decisão tinha caráter provisório e se baseava apenas nos elementos trazidos no recurso julgado pelo Supremo. Moro disse que houve "precipitação" das partes porque ainda não ocorreu a publicação do acórdão da decisão - resumo do julgamento - da 2ª Turma, "sendo necessária a medida para avaliar a extensão do julgado do colegiado".

 

"Oportuno lembrar que a presente investigação penal iniciou-se muito antes da disponibilização a este Juízo dos termos de depoimentos dos executivos da Odebrecht em acordos de colaboração, que ela tem por base outras provas além dos referidos depoimentos, apenas posteriormente incorporados, e envolve também outros fatos, como as reformas no mesmo sítio supostamente custeadas pelo Grupo OAS e por José Carlos Costa Marques Bumlai", destacou Moro, no despacho.

 

O juiz disse ainda que o pedido de declínio de competência não deve ser apresentado no corpo do processo, mas sim como outro questionamento - a chamada exceção de incompetência. A defesa de Lula, citou ele, já apresentou esse pedido, que ainda está pendente de julgamento.

 

Moro ainda não tomou uma decisão sobre o eventual envio do processo do Instituto Lula para a Justiça Federal paulista.

 

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, afirmou que a decisão mostra que o juiz de primeiro grau pretende "abrir um incidente processual para decidir se o Supremo agiu corretamente, o que é incompatível com a hierarquia judiciária".

 

 

27
Jan18

A censura partidária das empresas e o desemprego

Talis Andrade

Acontece no Espírito Santo

 

BRA^ES_AT-2.jpg

 

Acontece no Brasil todo 

Vara no lombo do povo

 

censura movimento social Nestory Fedeliko (FEDE).j

 É isso aí: ame-o ou deixe-o. 

 

Nada de protestar contra a reforma trabalhista.

 

Tem que esperar caladinho a reforma da previdência. 

 

Não se espantar jamais com os salários acima do teto permitido pela Constituição e mais auxílio moradia, auxílio educação, auxílio saúde, as ricas aposentadorias, as ricas pensões, inclusive para as filhas solteiras maiores de idade e virgens juramentadas das castas da justiça, do legislativo, do executivo - os marajás de sempre e as Marias Candelária.  

 

Tem que apoiar o golpe e votar nos candidatos indicados por Temer e o quadrilhão do PMDB na Câmara dos Deputados e seus partidos aliados, que tramaram e executaram a derrubada de Dilmar Rousseff.

 

AUTO_aziz-1.jpg

 

 

É aceitar agradecido o salário mínimo do mínimo, o desemprego e jamais fazer greve que atrapalha o trânsito, jamais ocupar escolas que é importante a ordem unida e o progresso da ponte para o futuro permitido pelo FMI. 

 

O trabalhador sempre perde. A ditadura militar de 1964 cassou a estabilidade no emprego.

 

O golpe de Temer rasgou de vez a CLT, terceirizou adoidado, jogou no lixo a carteira de trabalho, estabeleceu o estado mínimo idealizado pelos economistas com dupla nacionalidade, os Henriques Meirelles, os Armínios Fraga.

 

Agora é trabalhar feito escravo oito horas mais quatro de graça. 

 

estado mínimo terceirização desemprego salário