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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

23
Ago21

O aumento dos índices de desemprego, com a alta da inflação, e com o crescimento da fome

Talis Andrade

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Dem, MDB e PSDB: Apenas o diálogo será capaz de guiar esse percurso em busca de soluções para as crises econômica, de saúde, e social que assolam o país. Manifestamos nossa solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes, alvo de injustificado pedido de impeachment 

 

 

A democracia é o único caminho a ser seguido

Mais uma vez, reafirmamos o nosso compromisso com a democracia, a independência e a harmonia entre os Poderes, e o nosso total respeito à Constituição Federal.

Diante dos últimos acontecimentos, manifestamos nossa solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes, alvo de injustificado pedido de impeachment - claramente revestido de caráter político - por parte do presidente da República, Jair Bolsonaro.

É lamentável que em momento de tão grave crise socioeconômica, o Brasil ainda tenha que lidar com a instabilidade política e com o fantasma do autoritarismo. O momento exige sensibilidade, compromisso e entendimento entre as lideranças políticas, as instituições e os Poderes.

A pandemia causada pelo coronavírus trouxe reflexões preocupantes para o dia a dia do país, onde as incertezas geradas pela atuação do governo federal contribuem para o aumento dos índices de desemprego, com a alta da inflação, e com o crescimento da fome.

Acreditamos que apenas o diálogo será capaz de guiar esse percurso em busca de soluções para as crises econômica, de saúde, e social que assolam o país. E para isso, é imprescindível que as instituições tenham capacidade de exercer suas funções com total liberdade e isenção.

Essa é a garantia que o país precisa para seguir fortalecendo sua democracia e os anseios da nação.

ACM Neto (DEM)

Baleia Rossi (MDB)

Bruno Araújo (PSDB)

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29
Dez20

Maia diz que bloco na Câmara é ensaio de chapa de centro-direita em 2022 e que agenda neoliberal prosseguirá no Congresso

Talis Andrade

QUADRILHEIROS OFICIAIS – Contra o Vento

PRESIDÊNCIA DA CÂMARA. O candidato da direita de Bolsonaro contra o candidato da direita de Maia e Temer e Doria

 

Maia e Baleia Rossi (Michel Temer) não têm qualquer compromisso com a esquerda

247 -  O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo que o bloco de oposição ao candidato de Jair Bolsonaro à Presidência da Casa é o embrião de uma chapa de centro-direita em 2022. A chapa à Mesa “é um sinal forte de que parte desse bloco pode estar junto em 2022”, disse Maia. Ele garantiu também que a agenda neoliberal será retomada no Congresso em 2021: “O nosso campo vota majoritariamente a favor da agenda econômica do governo. Após a sucessão, é óbvio que a agenda econômica vai continuar sendo liberal”.

Apesar da articulação com partidos de esquerda, Maia não considera a possibilidade de negociar uma nova agenda no Congresso. Ao mencionar possíveis candidatos para 2022, ele explicita a exclusão da esquerda. Além de Luciano Huck e João Doria, mencionados pelas jornalistas Danielle Brant e

Julia Chaib ele relacionou mais três possíveis candidatos: “Tem o próprio ACM Neto [presidente do DEM] que é um ótimo nome, tem o Ciro Gomes [PDT] que é um ótimo nome, o Paulo Câmara [PSB] está terminando o governo [de Pernambuco], quem sabe ele também queira participar. Então acho que a gente tem que dialogar”.

Na entrevista, Maia sublinhou que não tem qualquer compromisso com a esquerda. Diante da pergunta das jornalista sobre isso (“Há o compromisso com a oposição de não pautar privatizações?”), o presidente da Câmara foi taxativo: “Não. Não há compromisso de deixar de pautar matéria alguma”.

Baleia Rossi foi indicado por Michel Temer. 

07
Jan19

Hora da solidariedade a um dos maiores jornalistas do Brasil independente

Talis Andrade

Fernando Brito publica hoje no seu blog, que tem como lema "A política, sem polêmica, é a arma das elites":

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"Explicação aos leitores

Todos notaram que o blog não é atualizado, e a razão é que: seu autor voltou a ser internado para exames, que vão definir a extensão e as características da cirurgia que terá de fazer, provavelmente, no fim de janeiro e início de fevereiro.

É difícil, no ambiente de hospital, conservar – não só a lucidez – mas a agilidade necessária para acompanhar as notícias. Ainda mais quando o governo se especializa em “bater cabeça” e se desmentir, sucessivamente.

Igualmente, é difícil acompanhar digressões filosóficas como a do ministro das relações exteriores – dizendo que o Brasil não deve se aliar com outros países, deve aliar-se a si mesmo. Dá pra escrever um tratado sobre tal sandice.

É claro que se houver possibilidade, necessidade e condições de escrever, eu o farei. É o meu trabalho, minha utilidade social e o meu ganha pão. Mas, é meio de vida, não de morte.

Em princípio, então, fico uma semana fora do ar, desta vez. E sei que conto a compreensão e a solidariedade de todos."

.

Quem faz hoje jornalismo verdadeiro e livre não está empregado nos meios de comunicação de massa, construídos nos tempos de chumbo da ditadura militar de 1964. Nas concessões entregues pelo presidente Sarney, via seu ministro das Comunicações, Antonio Carlos Magalhães, dono da Arena que virou PFL, que virou Dem, partido aliado a Jair Bolsonaro, e que deve eleger Rodrigo Maia, filho de César Maia, e genro de Moreira Franco, presidente da amaciada Câmara dos Deputados, que votou o impeachment de Dilma Rousseff, e fez Michel Temer presidente. Nas concessões de Rádios e Televisões que compraram a reeleição de Fernando Henrique presidente.

Não conheço Fernando Brito, sou apenas um velho jornalista e professor que admira o "Tijolaço", que divulga, com coragem e sonho, a História do Brasil.

O "Tijolaço" é escrito e editado por um único, e admirado, e verdadeiro, e patriota jornalista, amigo do povo.

Se você luta pela Independência, pela Liberdade, pela Democracia, pela Igualdade, pela Fraternidade, vai entender ... clique aqui 

 

 

24
Ago18

Justiça cobra cem mil reais de quem ousa protestar contra Moro em campanha política da direita volver

Talis Andrade

 

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Apesar da proximidade das eleições, marcadas para o dia 7 de outubro, um juiz de Salvador proibe atos populares contra o juiz Sergio Moro, que foi a Salvador realizar campanha contra a eleição de Lula da Silva que, conforme as pesquisas, obterá uma vitória consagradora logo no primeiro turno.

 

Sob o pretexto de um simpósio de combate à corrupção, delegados da Polícia Federal promovem simpósio em um cinema do Shopping Barra, contra Lula, com a adesão de oficiais das polícias militares. 

 

Para proteger os armados homens da lei, as forças de repressão do golpe que colocou Temer na presidência (parece piada antidemocrática) um juiz proibiu qualquer manifestação pró-Lula.

 

A folclórica decisão (leia no jornal direitista o CORREIO), foi assinada pelo juiz de direito Carlos Cerqueira Júnior, da 6ª Vara Cível e Comercial (tinha que ser uma vara comercial). 

 

O texto diz (leia a aberração jurídica aqui) que estão proibidas “quaisquer tipos de atos de tumulto, vandalismo, violência, agressões ruidosas, lançamentos de objetos, ameaça, protesto, sedição, conturbação, desordem e repúdio violento, interdição de ruas, passagens, trânsito de veículos e tráfego de pessoas.

 

O medo dos golpistas porque no dia 11 de agosto último foi realizado um espontâneo "trompetaço" nas dependências do centro de compras.

 

Trágico e cômico delegados da polícia federal, homens treinados e armados, rogarem por proteção contra o povo livre e democrático, pacífico e ordeiro, que sofre com a reforma trabalhista, com o fim dos serviços sociais criados pelos governo petistas, e com uma crise que provoca desempregos em massa, despejos judiciais, prisões sob vara, suicídios, chacinas de camponeses sem terra e de operários sem teto. 

 

Cerqueira Júnior determinou multa diária de R$ 100 mil ao Lula Livre, em caso de descumprimento da decisão.

 

Veja o vídeo da manifestação que os delegados da Política Federal, os coronéis da Polícia Militar da Bahia, e o juiz Sergio Moro e os saudosos dos tempos da ditadura militar da Bahia, sob o mando do cacique Antonio Carlos Magalhães, o velho, consideram ilegal e criminosa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

24
Ago18

ACM Neto o maior aliado de Sergio Moro na Bahia

Talis Andrade

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Sergio Moro deitou falação em uma cinema alugado no Shopping Barra, em Salvador, para uma plateia de 917 pessoas - formada por delegados da Polícia Federal, oficiais das polícias militares e estudantes de colégios militares e ciências jurídicas. 

 

Moro aproveitou a oportunidade para declarar apoio à determinação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, de que deva existir execução da pena em segunda instância. “É essencial que isso aconteça”, afirmou.

 

O prefeito de Salvador ACM Neto, também conferencista, fez questão de parabenizar Sérgio Moro pela atuação no âmbito da Lava Jato. O gestor municipal corrobora com as ideias do juiz quanto à execução da pena em segunda instância. “Para mim está muito claro: quem tem condenação em segunda instância não poderá ser candidato a qualquer cargo, não interessa se está disputando cargo de deputado estadual ou de presidente da república. A lei da ficha limpa é clara: condenação por órgão colegiado, em segunda instância, inabilita que a pessoa possa ser candidato”, declarou.

 

ACM Neto, herdeiro de um político que praticou todos os crimes, ainda fez uma comparação entre fotografia e filme quanto ao cenário de corrupção no país. “Quando vemos uma fotografia, ainda há muitos problemas de corrupção; agora, como filme, a gente consegue ter uma visão mais otimista e enxergar um futuro do Brasil mais transparente. E o juiz Sérgio Moro é um dos grandes exemplos de cumprimento do serviço público do país”, concluiu o prefeito.

 

Tonho Malvadeza, o avô, quando ministro das Comunicações de José Sarney se autobeneficiou com um império de rádios e televisões doadas pelo governo federal.

 

A alcunha de "Malvadeza", veio de aberrantes crimes. ACM mandou assassinar o marido de uma das filhas durante a lua de mel. Uma outra filha fez prisioneira em seu palácio, porque desconfiou que a jovem era lésbica e mantinha um caso com uma subordinada na empresa jornalística que dirigia. A jovem que se suicidou lembra o caso de uma sobrinha de Hitler. O filho mais velho, que hoje nomeia vários prédios de Salvador, morreu de um enfarte, o coração enfraquecido nas dogas pesadas. Uma filha casou com o proprietário da empresa de construção OAS, chamada pelo povo de "Obrigado Amigo Sogro". Que bem indica que a corrupção, o pagamento de propinas no serviço público foi a prática dos regimes militares, que teve ACM, Antonio Carlos Magalhães como um dos princiais chefes feudais, endeusado por Sergio Moro. O Moro usou acordos com proprietários e dirigentes da OAS para condenar Lula da Silva sem provas. 

 

Durante a palestra, Moro afirmou que nunca usou do papel de membro do judiciário para tomar partido. “Eu nunca falei nada que não estava nos autos processuais. Nunca. Tudo o que disseram que eu vazei para a mídia, desde decisões a petições, foi a própria imprensa que descobriu. Basta acessar os portais eletrônicos dos tribunais. Todo jornalista deve saber fazer isso”, ressaltou.

 

O magistrado também destacou que a “publicidade dos atos é a principal responsável pelo apoio da opinião pública aos atos da Operação Lava Jato”. Para ele, “em processos envolvendo pessoas poderosas, a opinião pública, a imprensa livre, funcionam como um anteparo à obstrução da Justiça”.

 

Manifestação


Durante toda a manhã desta quinta-feira (23), durante a palestra de Sérgio Moro, um grupo de manifestantes pró-Lula se reuniu no canteiro central da Avenida Centenário, nas proximidades do Shopping Barra. Eles protestavam contra a prisão do ex-presidente Lula e, principalmente, contra a determinação da Justiça baiana que proibiu qualquer ato contra o juiz federal. A decisão foi assinada pelo juiz de direito Carlos Cerqueira Júnior, da 6ª Vara Cível e Comercial, e foi estipulada multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

 

O grupo não quis conversar com o CORREIO e apenas se resumiu a dizer que “a decisão é uma afronta à democracia”. Uma das manifestantes declarou que “o juiz Sérgio Moro perseguiu o petista e é o maior defensor da manutenção da prisão dele”. Outro participante do ato disse que “não existe isso de juiz herói”, ao criticar o fato de algumas pessoas estarem com cartazes à espera de Moro dentro do shopping.

 

Números da Lava Jato


A Operação Lava Jato completou 4 anos em março de 2018 e acumula números que foram destacados pelo juiz Sérgio Moro durante a 3ª edição do Simpósio Nacional de Combate à Corrupção. Para ele, mesmo com recursos limitados, “o sucesso da Lava Jato se deve ao foco de todos os agentes e instituições envolvidos".

 

Moro defende que “não se pode esperar o fim da ação penal para pedir a prisão preventiva de quem comete crimes reiteradamente”. O magistrado ainda mencionou que, “dada a magnitude dos casos, as 115 prisões preventivas representam muito pouco do que poderia ser feito”.

 

De acordo com dados da Polícia Federal, até 14 de agosto do ano passado, a Lava Jato já somava 844 mandados de busca e apreensão, 326 inquéritos policiais instaurados e 187 em andamento, 1.397 processos eletrônicos abertos.

 

Malandra e safadamente a Polícia Federal, os procuradores, e Sergio Moro escondem os números e os nomes das delações premiadas concedidas.  Pela contagem do portal Plataforma de Portugal: 1. 063 colaborações. Um mil e sessentra três. Um indústria de delações. Para Tacla Durán, cada uma tem o preço mínimo de 5 milhões. Cinco milhões de dólares. Vêm promovendo a fortuna da corriola de Curitiba.    

 

 

 

 

 

 

08
Ago18

ACM Neto solta os cachorros em cima dos professores (video)

Talis Andrade

ACM é mesmo neto de Tonho Malvadeza. Deu uma de Beto Richa. Soltou os cachorros em cima dos professores em greve

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Professores da rede municipal de Salvador foram agredidos pela Guarda Municipal da Prefeitura da capital baiana na manhã desta terça (7) durante protesto na avenida Anita Garibaldi, no bairro Ondina. Em greve há 28 dias, os professores pretendiam ocupar o prédio da Secretaria de Educação e foram impedidos de adentrar o prédio pela Guarda Municipal.

 

Elza Melo, diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), diz que a ação da Guarda Municipal “é prova da truculência do Executivo Municipal de Salvador, liderado pelo prefeito ACM Neto”. Os professores foram recebidos com spray de pimenta, gás lacrimogêneo, balas de borracha e tiveram armas letais apontadas contra suas cabeças”, relata a diretora.

 

Os professores tinham como reivindicação inicial um reajuste salarial de 12,5% e a prefeitura oferecia 2,5%. Os docentes reduziram o pedido para 6,5%. No entanto, segundo a diretora do Sindicato, o prefeito continua impassível e se recusa a receber os docentes: “O prefeito mantém a intransigência e diz que só receberá os professores caso a greve seja encerrada”.

 

Ainda segundo Elza, a postura do prefeito dificulta as negociações pois a categoria tentou negociar com a administração antes de paralisar as atividades: “Enviamos a proposta à Secretaria de Educação em 3 de abril e só entramos em greve apenas em 11 de julho”. Além do reajuste, os professores pedem que a prefeitura reveja o nível dos docentes na carreira: “Estamos há quatro anos sem mobilidade na carreira”, critica a diretora.

 

 

14
Jun18

12 homens e uma sentença

Talis Andrade

 

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É sabido que neste país parte da justiça brasileira, entre estes grupos do Ministério Público, fazem o que querem e não se importam qual vai ser o resultado de suas acusações. O que, para eles, importa é estar em evidência na mídia jornalística. Se tornaram mariposas em busca do brilho da luz e mesmo que morram queimadas se jogam intensamente ao brilho artificial. Sofrem de atração suicida.

 

Vejamos o caso do chamado "escândalo Bancoop". Segundo a denúncia inicial do MP, o Partido dos Trabalhadores teria sido beneficiado, através de caixa dois, entre os anos de 2002 a 2004. Em 2010 foi feito a denúncia e aceita 5ª Vara Criminal de São Paulo.

 

Acusação feita, eis que aparece o nome do ex-presidente Lula, que, teria sido beneficiado com um apartamento tríplex no já famoso edifício Solares, no Guarujá no Estado de São Paulo. Acusado, a justiça de Curitiba tratou logo de pedir o desmembramento do processo e envolver na operação lava jato um único caso especifico. Diziam eles que ao "ser beneficiado" o maior líder político do mundo na atualidade, teria recebido "propina" de empresas ligadas aos escândalos na Petrobrás.

 

Em Curitiba como já se sabe, Lula foi condenado, mesmo o juiz Sérgio Moro reconhecendo que não há provas contra ele, e que o tríplex está em nome da construtora OAS, antigamente conhecida como "Obrigado Amigo Sogro", em referência a Antônio Carlos Magalhaes que tinha uma das suas filhas casada com César de Araújo Mata Pires, um dos sócios da empresa. A acusação e condenação ocorreu porque parte dos empreendimentos da Bancoop teria sido transferida para a construtora depois que a cooperativa entrou em crise.

 

Agora, a juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira decidiu absolver sumariamente aqueles que foram acusados e ficaram na responsabilidade da justiça paulista. Ela resolveu que não ouvirá, por acreditar que a acusação não tem provas suficientes, os 12 acusados. Nem "testemunhas" foram consideradas.

 

Agora com a absolvição dos 12 acusados há algumas indignações a serem feitas; quem vai pagar pela exposição do nome de cada um dos acusados na imprensa durante todos esses anos? Porque a imprensa não está dando o mesmo destaque para a absolvição de todos, que deu quando da acusação? A condenação única de Luís Inácio Lula da Silva em um processo claramente político será reformulada pelo Superior Tribunal Federal?

 

A sentença que absolveu os 12 acusados condena um único homem nesta história toda, o juiz federal Sérgio Moro de Curitiba.

 

---

A OAS foi uma empresa que nasceu e enriqueceu com a ditadura militar de 1964, que prendeu Lula como esquerdista, subversivo, sindicalista, por liderar greves de trabalhadores. A OAS - Obrigado Amigo Sogro cresceu com o apoio de Antônio Carlos Magalhães, como governador nomeado duas vezes pelos generais, e ministro de Sarney, que pela Arena que virou PFL que virou Demo, sempre foi adversário do PT. Incrivelmente não aparece nenhum político da Bahia nos escândalos da OAS.  Um proprietário ou executivo da OAS oferecer falso testemunho contra Lula faz parte do jogo da empresa que sempre atuou politicamente, aliada a um político corrupto apelidado de Tonho Malvadeza. E mais quando a delação premiada no Brasil liberta o sujeito da cadeia, lava o dinheiro sujo, e livra para todo sempre de qualquer processo civil ou criminal. Vale por anistia antecipada para todos os crimes. 

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