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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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O CORRESPONDENTE

26
Jul21

Recado dado, recebido e acerto feito na República de Rio das Pedras

Talis Andrade

 

por Fernando Brito

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Não se fique achando que Fabrício Queiroz, na postagem em que reclama do “abandono” em que a família Bolsonaro o deixou, está pensando em disparar alguma coisa de sua “metralhadora”, a qual disse estar “cheia de balas”.

post é só uma reação aos contatos rompidos e à ajudas cessadas, e já recebeu o “carinho” que buscava, em nome do pai, dos filhos e de espíritos nada santos.

Tanto que já se saiu com a resposta típica da malandragem bolsonarista, dizendo que era “isca para pescar petista”.

É só olhar sua página no Facebook e ver que ela é bolsonarismo puro, inclusive com deboches sobre os perigos da pandemia.

Queiroz é fiel e sabe que terá de “assinar” sozinho a extorsão das “rachadinhas”, embora seja óbvio que não as fazia para si.

E que, embora queira a proteção a que acha ter direito, não fará nada que lhe dê o destino horizontal do seu amigo miliciano Adriano da Nóbrega.

Mais inacreditável que uma suposta intenção de Queiroz em falar do que se passou – a arcar com as consequências disso – é o fato de que as chantagens e composições mafiosas rolem soltas assim, padrão Chicago anos 30, enquanto a Justiça e o Ministério Público discutem se deixam um caso tosco e evidente como esse ficará em banho-maria ou será totalmente congelado.

Cobranças e acertos são feitos assim, à luz do dia, com apenas um filó de “casualidade” a cobrir as vergonhas que são.

E mais, com o advogado do próprio presidente da República a sugerir a uma repórter que investiga o caso que se ela trabalhasse “na China não iriam encontrar seu corpo”.

Quem sabe não mudamos o nome do país para República Federativa de Rio das Pedras?

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