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26
Out20

Petrobrás inova e, depois de lesar o país, agora quer ter o mesmo status de embaixada na Justiça

Talis Andrade

Petroleo é nosso. 13 março contra golpe.jpg

 

Para esconder o entreguismo e como violou os interesses nacionais ao celebrar acordos com o governo dos EUA, estatal pede ao STF o mesmo tratamento dispensado pelo Judiciário às representações estrangeiras, imunes às decisões judiciais nacionais. Caso está na mão do ministro Luiz Edson Fachin, relator lavajatista que sempre vota com a Liga da Justiça da República de Curitiba 

 

No mais absoluto indício de que a Petrobrás violou os interesses nacionais ao celebrar acordos com autoridades do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a direção da estatal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o mesmo tratamento dispensado pelo Judiciário às embaixadas estrangeiras localizadas no Brasil, imunes a decisões proferidas pelo sistema jurídico nacional. A denúncia foi revelada nesta segunda-feira pelo jornal Valor Econômico. O caso está na mão do relator da Lava Jato no STF, ministro Luiz Edson Fachin, que jamais diz não para a turma da Liga da Justiça da autodenominada República de Curitiba. 

A presidenta nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), questionou o pedido. “A Petrobras é empresa do Estado brasileiro, deve prestar contas de seus atos ao país”, disse a parlamentar. Ela anunciou que o partido vai requerer, por meio do Congresso Nacional, informações sobre os acordos e sobre os documentos trocados com o Departamento de Justiça norte-americano. A manobra da Petrobrás constitui um esforço para esconder violações da soberania nacional nos acordos com os Estados Unidos.

O PT tem denunciado a estratégia do governo Bolsonaro de dilapidar o patrimônio nacional, vendendo empresas estatais estratégicas, como a Petrobrás e a Eletrobrás, a preço de banana. Na semana passada, a ex-presidenta Dilma Rousseff advertiu que Bolsonaro atenta contra os interesses da Nação e contra a soberania do país ao insistir na política de destruição da Petrobrás. Ela alertou que o governo está cometendo um crime contra os interesses do país ao promover a desnacionalização do Pré-Sal. “A Petrobrás está sendo desnacionalizada e esquartejada”, adverte.

No STF, Fachin sempre diz sim para a autodenominada Lava Jato, que recebeu da Petrobras, safada e secretamente, a bolada de 2 bilhões e 500 milhões. Bufunfa bilionária depositada em uma conta gráfica no dia 30 de janeiro de 2019, na Caixa Econômica Federal. Botija, que precisa ser auditada, do conhecimento, na época, de apenas seis sabidos procuradores:

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