Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

29
Jan18

Para vender as hidroelétricas o Fio Sem Energia de Fernando Bezerra Coelho pagou 400 milhões para um gigolô

Talis Andrade

As relações perigosas do juiz Sergio Moro agente norte-americano

 

O ministro Fernando Bezerra Coelho, seguindo determinação do presidente do golpe Michel Temer, e do ministro da Fazenda, cidadão dos Estados Unidos Henrique Meirelles, contratou lobistas a preço de ouro como se a Nação Brasileira fosse uma prostituta. 

 

Apenas a um dos lobistas foi pago, pela Eletrobrás, empresa oferecida na zona internacional, 400 milhões de reais. 

 

Quem compra as hidroelétricas tem o controle dos rios e represas, isto é, do abastecimento de água das cidades brasileiras.

 

Fernando Bezerra Coelho é ministro porque filho de um senador de Pernambuco com o mesmo nome. Um zero. Não sabe da maldade que faz com o Brasil. Não passa de um pau mandado do pai, doutor em safadezas.

 

Miguel do Rosário conta parte da historia de como se entrega as riquezas do Brasil aos corsários internacionais.

 

Brasil. Minha foto preferida


Por Miguel do Rosário / Cafezinho

 

Brasil moro levi piratas corsários traidores .jpg

 

 

Paulo Sotero, da Globonews e CBN; Anthony Harrington, presidente do Brazil Institute, Jane Harman, presidenta do Wilson Center, Sergio Moro, mercenário da Globo e agente norte-americano; juiz Peter Jo Messitte, um medíocre.

 

Eletrobras paga R$ 400 mi a lobista dos EUA

 

(Essa foto é uma das minhas preferidas. Da esquerda para direita: Paulo Sotero, diretor do Brazil Institute e comentarista da Globonews e CBN; Anthony Harrington, presidente do Brazil Institute, presidente do conselho de administração da Albright Stonebridge e ex-senior da Hogan Lovells; Jane Harman, presidenta do Wilson Center e conselheira nos órgãos máximos dos serviços de inteligência dos EUA; Sergio Moro, mercenário da Globo e agente norte-americano; o juiz Peter Jo Messitte, um medíocre sem biografia, que o Wilson Center contratou para participar de todos os seminários do Brazil Institute; é ele que fica repetindo elogios à “democracia” brasileira, especialmente ao judiciário; e… Joaquim Levy, o neoliberal que a Dilma, pressionada pelo “mercado”, nomeou para o ministério da Fazenda).

 

A Hogan Lovells está listada como uma das principais firmas especializadas em lobby dos Estados Unidos, com muitos clientes nos setores de óleo e gás, mineração, energia, aviação.

 

Advogados da Lovells prestam serviços de advocacia e lobby, regularmente, para gigantes como Exxon Mobil, maior petroleira do mundo. A Lovells trabalha também para empresas que exploram energia nuclear, como a Lightbrige.

 

A Hogan Lovells foi contratada pela Eletrobrás para, entre outras coisas, investigar o nosso programa nuclear.

 

Entretanto, tem um ponto ainda mais interessante nessa história – e que também não foi abordado pela reportagem da Época: Anthony S. Harrington, presidente do Brasil Institute, um órgão pertencente ao Wilson Center, é ex-advogado sênior da Hogan Lovells. Sua filha, Michele S. Harrington, ainda trabalha lá.

 

Harrington, embaixador no Brasil de 1999 a 2001, é um destacado membro da comunidade de inteligência dos EUA, tendo sido conselheiro da Casa Branca nessa área. Essas informações estão no site do Wilson Center.

 

Hoje Harrington é presidente do Conselho de Administração da Albright Stonebridge, outra poderosa firma de lobby, especializada em “estratégias internacionais”.

 

O slogan da empresa é “destravar mercados globais”. Em seu site, ela explica que uma de suas especialidades é fazer “negócios com governos estrangeiros”, e que, “em caso de procedimentos governamentais impróprios, ela pode ajudar a determinar o melhor curso de ação e perseguir os meios mais efetivos para corrigi-los”.

 

Nós chamamos o Wilson Center aqui, no Cafezinho, de “think tank da CIA”, por suas relações com a comunidade de inteligência da Casa Branca, e por ser um think tank inteiramente controlado pelo governo americano, que paga suas contas, fornece-lhe a sede (no edifício Ronald Reagan), e indica seus diretores.

 

O Wilson Center tem organizado, desde o mensalão, seminários para discutir as operações judiciais em curso no Brasil, convidando ministros do STF, juízes de primeira instância (Sergio Moro, por exemplo), procuradores-gerais (Janot) e ministros da Justiça. A linha desses seminários sempre foi apoiar essas operações judiciais. Durante a operação Lava Jato, ocorreram vários seminários desse tipo no Wilson Center, nos quais os representantes do Wilson Center afirmavam que a democracia brasileira era um “modelo para o mundo”.

 

Por fim, olha que maravilha: segundo esta reportagem da CNN, o novo presidente dos EUA, Donald Trump, contratou o ex-procurador federal, Ty Cobb, como seu “conselheiro especial”. Cobb também é sócio da… Hogan Lovells.

 

Muitos indícios me fazem acreditar que o Wilson Center foi um dos organizadores do golpe no Brasil.

 

Informa este Correspondente: Sergio Moro carrega o xará Sérgio Cabral, com os pés e as mãos presas em pesadas correntes de ferro, e esquece, e esquece que um governador não rouba sozinho, e quem pagava as contas dos serviços fantasmas e obras superfaturadas era o secretário da Fazenda.  

 

O primeiro secretário da Fazenda e mais Planejamento de Sérgio Cabral foi justamente o escolhido, o eleito grande amigo e parceiro de andanças internacionais de Moro: o livre, leve e solto e intocável Joaquim Levy do fechado clube de banqueiros e economistas que comandam o Ministério da Fazenda e os bancos oficiais no governo de Temer.  Transcrevi trechos. Leia mais 

 

 

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D