Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

14
Jun18

Para proteger bandidos que delataram, Moro atropela órgãos brasileiros usando lei dos EUA

Talis Andrade

A justiça entreguista de Sergio Moro, que faz as empresas brasileiras devedoras de bilionárias dolarizadas multas ao Estados Unidos, chega ao absurdo de usar leis do Tio Sam. 

 

Moro age como se fosse um xerife estadunidense no Brasil vassalo, país que saiu do Primeiro Mundo do BRICS, para voltar ao Terceiro Mundo, dependente do FMI, que dita os cortes nos serviços essenciais, para fazer caixa para pagar os juros sobre juros da dívida estrangeira. 

 

A Pátria Amada está sendo fatiada e entregue aos corsários e piratas. O que sobrou da feira de Fernando Henrique, vende o golpe de Temer, de Cunha, de Renan, de Richa, de Aécio, da corriola de Curitiba.

 

O golpe foi dado para vender o verde da Floresta da Amazônia, das esmeraldas, o Azul dos aquíferos, dos rios represados das usinas de energia, e o amarelo ouro. 

 

Nada se faz para conter o tráfico de nossas riquezas. Dos minérios estratégicos. Do raro nióbio. Do petróleo. De madeira nobre. De diamantes. De plantas medicinais. Rico pobre Brasil importador de gás, de gasolina, de medicamentos, de água, de trigo, de arroz, de feijão... Eta País dominado. País sem lei. Da vergonhosa gozação de Moro de usar a chibata do Tio Sam para punir desafetos. De abusar da Lei de Tio Patinhas para lavar o dinheiro sujo dos seus criminosos de estimação. 

 

lula moro golpe.jpg

 

 

Jornal GGN - O juiz de piso Sérgio Moro decidiu ir além das suas atribuições em Curitiba para proteger empresas e delatores de processos que tramitam nos órgãos de controle federais. Como a decisão que ele tomou não tem precedentes no Brasil, ele precisou apelar para o direito dos Estados Unidos para embasar sua opinião. É o que denúncia a Folha de S. Paulo desta quarta (13).

Moro decidiu que não vai mais emprestar provas da Lava Jato para órgãos como Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União, Advocacia Geral da União, Cade e Banco Central, que processam empresas que atuaram no esquema de corrupção na Petrobras em busca de ressarcimento aos cofres públicos. Só a AGU cobra R$ 40 bilhões pelos danos provocados pelas empreiteiras.

O juiz argumentou que é preciso “proteger o colaborador ou a empresa leniente contra sanções excessivas de outros órgãos públicos, sob pena de desestimular a própria colaboração de acordos.”

Como não há jurisprudência no Brasil, Moro recorreu ao direito americano, dizendo que nos EUA é “proibido uso da prova colhida através da colaboração premiará contra o colaboradores em processos civis e criminais.”

Mas, segundo a própria Folha, Moro foi além. Ele não só proibiu o uso de delações mas também de informações que foram obtidas pela Lava Jato antes dos acordos. O juiz blindou todo o material que tenha sido enviado aos órgãos de controle pelos procuradores.

O jornal destacou que ainda não há uma avaliação segura sobre o impacto dessa decisão de Moro sobre as investigações em andamento.

 

a outra face de moro.jpg