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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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23
Abr20

O retrocesso de Brasil de Paulo Guedes-Bolsonaro e do general Braga interventor de Temer

Talis Andrade

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Paulo Guedes, um agiota, um rentista de golpes econômicos, propôs para o governo militar de Bolsonaro o atraso do plano O Ladrilho, imposto ao Chile, em 1973, planejado por um grupo de economistas, chamados pela imprensa internacional da época de "os Chicago Boys", provenientes da Universidade de Chicago. O Ladrilho continha os fundamentos do que, depois, viria a ser chamado de neoliberalismo

Os governo militares do Cone Sul apelidaram esse período de "milagre chileno" da tirania de Pinochet. Na mesma época, o Brasil teve 'milagre' idêntico com Delfim Neto, com ditadores marechais e generais. Delfim tinha sua corte de economistas, os Delfim Boys, que eram também seus valets-de-chambre.

O general Braga, o interventor militar de Michel Temer no Rio de Janeiro, pretende o atraso no tempo do Plano Marshall dos Estados Unidos, para a reconstrução dos países aliados da Europa nos quatro anos seguintes à Segunda Guerra Mundial, 1948-52. O objetivo principal era impedir a disseminação do comunismo.

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Pensava esse caboclo Plano Marshall visava impedir o avanço das quatro Bestas do Apocalipse: a Fome, a Peste, a Guerra do tráfico, das milícias, a Morte das lideranças dos sem terra, dos povos indígenas, dos quilombolas, dos movimentos sociais, notadamente dos direitos humanos, e o genocídio dos jovens negros. Esse Plano Marshall pura embromação, como enrolação foi a intervenção militar no Rio de Janeiro. Braga pediu 6,5 bilhões. Ninguém sabe quanto Michel Temer liberou. Sei que não teve, e nunca terá prestação de contas. A intervenção foi em ano de eleições, 2020. As milícias do Rio de Janeiro, camarada, democrática e pacificamente liberadas elegeram seus candidatos a presidente, a governador, dois senadores, mais deputados federais e estaduais. Essa dinheirama aquietou os golpistas militares. Com Bolsonaro presidente os oficiais das forças armadas tiveram régio aumento salarial e as filhas solteiras, maiores de idade, principesca pensão vitalícia. Para militares de pijama, a feira, o trem da alegria de mais de 2 mil e 500 cargos comissionados.  Entenda a demagogia, a safadeza, a ficção macabra desse Plano Marshall lendo Fernando Brito aqui, e Reinaldo Azevedo aqui

 

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