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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

28
Set17

O povo amarrado no mourão do general antinacionalista, entreguista e racista

Talis Andrade

 

cemitérios clandestinos .jpg

 

 

 

Para quem imaginava que a intervenção militar proposta pelo general Antônio Hamilton Mourão pudesse ter algum caráter nacionalista, um vídeo publicado pelo deputado Glauber Braga (Psol-RJ) mostra exatamente o contrário.

 

Mourão defendeu abertamente a venda de terras nacionais para estrangeiros e ainda bateu duro na formação cultural do brasileiro. Antipatrioticamente, afirmou que o Brasil herdou dos índios a "indolência", dos negros a "magia" e dos ibéricos a "cultura do privilégio". Veja aqui 

 

 

Em um dos pontos de seu discurso, o oficial das Forças Armadas diz que é preciso parar de ter medo de vender terras da Amazônia e das fronteiras e defende a privatização de tudo. “Vamos liberar as coisas”, afirma.

 

Amazônia é cobiçada pelas riquezas minerais, pela imensidão de suas terras para a criação de latifúndios da lavoura de exportação, criação de gado, madeira nobre, plantas medicinais e outras riquezas mil, notadamente além do Mar Doce seus aquíferos, um deles o maior do mundo.

 

água aquifero Amazonas.png

 

 


Em outro momento, dá pitacos sobre a cultura nacional e pejorativiza indígenas e africanos. “Carregamos dentro de cada um uma herança cultural tripla: a herança ibérica, do privilégio, todo mundo quer se dar bem; a herança indígena, da indolência e a herança africana, que é a da magia, que tudo vai dar certo (…) Temos que romper este ciclo”.

 

O Brasil tem um bando de generais parasitas, que vive no luxo e defende uma sociedade hierárquica, uma população separada por castas, como acontece nos quartéias dividos entre praças e oficiais. 

 

Contra a igualdade, a felicidade do povo em geral, a constante ameaça dos golpes conservadores, elitistas.

 

Não esquecer nunca que ditadura se faz com prisões políticas, tortura e morte.  

 

 

 

 

 

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