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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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O CORRESPONDENTE

31
Jul18

O poste como candidato

Talis Andrade

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Para Lula não se eleger, a direita vota em qualquer poste. Vale tudo: golpe, intervenção militar, ditadura, até Bolsonaro. Sabe o juiz Sérgio Moro que não decola a candidatura tucana de Alckmin. Nem a candidatura do MDB de Temer: Henrique Meirelles. Ou do Dem: Rodrigo Maia, filho de César e genro de Moreira Franco. Marina, que José Simão chama de "tartatura sem casco", cansou o eleitorado, e sem a grana do Itaú vai devagar, quase parando. Outros desistiram: Luciano Huck, Flávio Rocha, Joaquim Barbosa. Resta a marcha fúnebre dos elefantes. O tanto faz ser ou não ser candidato. Caso de Álvaro Dias que exibiu foto com Rosangela Moro. De Collor. De Aldo Rebelo que foi rebaixado com o convite para ser vice de Alckmin.

 

A chamada grande imprensa não conseguiu emplacar nenhum candidato travestido de democrata, de progressista, com pinta de "centrão".

 

Não tem outra, para Lula não se eleger, todos os candidatos citados vão terminar votando em um poste. O poste Bolsonaro. O poste da direita. O poste com luz acesa pela grande imprensa vendida, e pelo capital estrangeiro. O Bolsonaro dos generais de Temer. Nem na ditadura militar ajuntaram tantos generais no ministério como atualmente no governo antipopular, antinacionalista, antipatriota de Temer. 

 

Os ministros do STF, enquadrados por Sergio Moro, vão votar em Bolsonaro. 

 

Nada mais legal para Moro, para os agentes dos serviços de inteligência do tio, o Sam, e procuradores e policiais da Lava Jato, para mais de mil delatores premiados, que Lula preso. Lula preso faz Bolsonaro sonhar com a presidência. Idem Alckmin. Idem Ciro.

 

É isso aí. Se Lula não for candidato teremos uma eleição presidencial disputada pelo poste de Lula e por Bolsonaro, o poste das elites, das castas militares e togadas, dos especuladores, de George Soros, dos banqueiros, do continuísmo de Temer. 

 

Lula preso, impedido pela ditadura do judiciário de ser candidato, dispõe de vários nomes para apresentar, sendo Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da Educação, a aposta dos petistas.

 

 

 

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