O comércio sexual de 500 mil crianças é legal demais. O artista denunciar essa vergonhosa realidade é crime e pecado
No Brasil existem 500 (quinhentas) mil prostitutas infantis. Praticam sexo de oito a dez vezes por dia. Nenhum pastor, nenhum padre, nenhum rabino, nenhum bispo, inclusive os que são deputados, prefeitos, senadores, aparecem para rezar pelas suas almas.
Essas meninas, de menos de 12/13 anos, para anestesiar a dor das penetrações nas pequenas e estreitas vaginas, tomam drogas. Principalmente a dor e o sangramento no ânus.
Os falsos puritanos consideram um comércio normal e necessário. O prefeito Dória de São Paulo, inclusive, defendia o turismo da pobreza, da miséria, e o sexual.
A criança "viada travesti da lambada" pode ser escrava sexual, mas não pode pousar para uma pintura. A criança "viada deusa das águas" pode ser explorada pelos traficantes, mas não deve, por lei, pousar para uma foto. Veja aqui
Crianças, Bia Leite, 2013
Escreve Heloísa Mendonça para o jornal El País, Madri:
Nos últimos dias, a intolerância voltou a assombrar a arte. A exposição Queermuseu - Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, em cartaz há quase um mês no Santander Cultural, em Porto Alegre, foi cancelada neste domingo após uma onda de protestos nas redes sociais [promovidos por partidos e grupos golpistas e nazistas]. A maioria se queixava de que algumas das obras promoviam blasfêmia contra símbolos religiosos e também apologia à zoofilia e pedofilia.
A mostra, com curadoria de Gaudêncio Fidelis, reunia 270 trabalhos de 85 artistas que abordavam a temática LGBT, questões de gênero e de diversidade sexual. As obras - que percorrem o período histórico de meados do século XX até os dias de hoje - são assinadas por grandes nomes como Adriana Varejão, Cândido Portinari, Fernando Baril, Hudinilson Jr., Lygia Clark, Leonilson e Yuri Firmesa. Leia mais aqui
Escreve Paula Sperb na revista Veja:
“Há pouco tinha crianças olhando essa ‘arte’ escarnecendo a Cristo”, disse o blogueiro Felipe Diehl, durante o vídeo em que ele circula pela exposição e critica as obras acompanhado de outro blogueiro, Rafinha BK, do MBL de Porto Alegre [O MBL é um grupo fascista com representantes em todo o Brasil, e são financiados por Michel Temer e privatistas entreguistas]. “Olha o Satanás no meio”, diz Rafinha sobre outra obra. No vídeo, os blogueiros censuram as imagens com um “borrão”. A obra “Cruzando Jesus Cristo com Deusa Shiva”, de 1996, de Fernando Baril, (abaixo) retrata “as inúmeras pernas e braços da figura que reverberam pela superfície da pintura, exibindo objetos de toda ordem nas mãos e pés, muitos deles relacionados à história da arte e à cultura pop”, explica Fidelis no catálogo. Leia aqui