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O CORRESPONDENTE

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O CORRESPONDENTE

16
Ago18

Moro nunca pergunta sobre dinheiro lavado do amigo Serra

Talis Andrade

serra moro rosangela.jpg

FESTA Senador José Serra e o casal Sérgio Moro 

 

Sérgio Moro perguntou para Gilberto Gil sobre recebimento de propinas do caixa da Odebrecht. Esqueceu de perguntar sobre as propinas pagas para tucanos. Ou por outras empresas como a Lide. 

 

Ofereço para Moro, um farto material para os futuros interrogatórios. 

 

Transcrevo do Blog Cidadania, com informações da Folha de S. Paulo: 

 

 

Suíça envia ao Brasil provas da corrupção de Serra, que sumiu

mariano stf.jpg

 

 

 

Comenta Marcos Simões: Serra, assim como todos os tucanos (Aécio, Alckmin, FHC, o ex-tucano Álvaro Dias, Aloysio Nunes, Beto Richa, entre outros), tem os bundões do $TF (com quem dividiam a propina das estatais?), e a mídia (comprada com dinheiro do povo de SP, PR e de MG do Anastasia) no bolso.

 

 

Não vai haver investigação, e muito menos os jornalistas canalhas da grande mídia vão fazer caras e bocas ao noticiar, se é que vai ser noticiado.

 

Formou-se uma enorme quadrilha de ladrões e corruptos. PSDB, banda podre do MDB de Cunha/Temer, o $TF, $TJ, PGR e a mídia. Eis a quadrilha. Estão destruindo o país e a vida de milhões de brasileiros sem emprego e sem renda. O Brasil está na lama. 

 

José Serra saiu dos holofotes. Deixou de ser um dos ministros do governo golpista e anda desaparecido dos noticiários. Mas sair de cena não tem adiantado muito.

 

Documentos enviados ao Brasil pelo governo da Suíça reforçam suspeitas de caixa dois na campanha do senador José Serra (PSDB) ao governo de São Paulo, em 2006.

 

A investigação sobre Serra está no STF (Supremo Tribunal Federal), mas a PGR (Procuradoria-Geral da República) pede que o inquérito seja remetido à Justiça Federal de São Paulo, já que os fatos não se referem ao mandato de senador.

 

Um dos documentos enviados pela suíça é um e-mail de novembro de 2007, no qual a filha de Serra, Verônica Allende Serra, autoriza a substituição do administrador de uma conta do banco suíço Arner.

 

A conta, chamada de Firenze 3026, pertencia à empresa offshore Dormunt International Inc, do Panamá. Verônica recebeu uma procuração para gerenciar os recursos.

 

Para Sérgio Moro não esquecer: Os documentos se somam às denúncias de delatores da Odebrecht sobre suspeita de caixa dois na campanha de 2006. Em depoimento à Polícia Federal, o executivo Pedro Novis, que presidiu a Odebrecht de 2002 a 2008, afirmou em janeiro que Serra pediu e recebeu, para si e para o partido, R$ 52,4 milhões de 2002 a 2012.

 

Segundo Novis, entre 2006 e 2007 o grupo deu a Serra R$ 4,5 milhões (ou 1,6 milhão de euros ) que foram depositados numa conta no exterior indicada por José Amaro Ramos, ligado ao tucano.

 

stf jb.jpg

 

 

 

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