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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

O CORRESPONDENTE

12
Jul18

Moro estava no Brasil ou em Portugal quando comandou a Polícia Federal para desobedecer desembargador que mandou soltar Lula?

Talis Andrade

 

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A assessoria de imprensa de Sérgio Moro, o juiz também usa os serviços de uma agência de propaganda, informou à CartaCapital nesta quarta-feira 11 que o juiz Sérgio Moro estava em Curitiba desde o início de suas férias, em 2 de julho. De acordo com a equipe de comunicação, não estava em Portugal quando se recusou a atender à determinação de Rogério Favreto, desembargador do Tribunal Federal da 4ª Região, de soltar o ex-presidente.

 

Relatos de que Sérgio Moro estaria na Europa quando despachou foram reproduzidos por diversos veículos, entre eles CartaCapital. As matérias do site da revista que citaram a informação já foram, servilmente, atualizadas. 

 

Ao Conselho Nacional de Justiça, que investigará Moro por sua atuação na batalha de decisões do domingo 8, o magistrado afirmará não ter deixado o Brasil durante suas férias. Formalmente, seu período de descanso teve início no dia 2 e se encerra em 31 de julho.

 

Mesmo no Brasil, Moro abandonou a folga para despachar contra Lula. Moro em Portugal a falta seria mais grave. Revela, inclusive, o hábito de usar e abusar do correio eletrônico.

 

Moro só tem como provar sua permanência em Curitiba, desde que sua palavra não vale nada. Já foi pego várias vezes nas mentiras.

 

Moro tem que apresentar os passaportes dele, da esposa e filhos. 

 

Moro recusou-se a acatar a decisão de Favreto e, por orientação de Thompson Flores, presidente do TRF4, preferiu consultar João Pedro Gebran Neto, relator do caso de Lula no tribunal. Gebran Neto revogou a decisão de Favreto. Com a insistência do desembargador plantonista em determinar a libertação de Lula, Flores interferiu e manteve o petista preso. (…)

 

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