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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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O CORRESPONDENTE

17
Nov20

Jornalões das elites ficam contra o povo

Talis Andrade

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A MESMICE DOS CANDIDATOS NA PREFEITURA

 

LUIZA ERUNDINA 1 de janeiro de 1989 até 31 de dezembro de 1992 (4 anos)

PAULO MALUF 1 de janeiro de 1993 até 31 de dezembro de 1996 (4 anos)

CELSO PITTA 1 de janeiro de 1997 até 31 de dezembro de 2000 (4 anos)

MARTA SUPLICY 1 de janeiro de 2001até 31 de dezembro de 2004 (4 anos)

JOSÉ SERRA 1 de janeiro de 2005 até 31 de março de 2006 (1 ano e 89 dias)

GILBERTO KASSAB 31 de março de 2006 até 31 de dezembro de 2012 (6 anos e 276 dias)

FERNANDO HADDAD 1 de janeiro de 2013 até 31 de dezembro de 2016 (4 anos)

JOÃO DORIA 1 de janeiro de 2017 até 6 de abril de 2018 (1 ano e 95 dias)

BRUNO COVAS 6 de abril de 2018 (início como vice de Doria, que foi candidato a governador com o apoio de Jair Bolsonaro)

 

Candidatos da direita ou da extrema direita, Covas é a mesmice de Doria que é a mesmice de Kassab que é a mesmice de Serra que é a mesmice de Pitta que é a mesmice de Maluf.

A eleição de Boulos vira a página da direita para a esquerda que começou com Erundina, Marta (que mudou de lado) e Haddad.

BRA_CBrziliense radicalização.jpg

Boulos: "Radicalismo é a cidade mais rica do Brasil ter gente revirando o lixo pra comer"

 

Em pronunciamento sobre sua ida ao 2º turno para disputar a Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) afirmou que, se for eleito, seu governo vai “inverter prioridades” e “tirar a cidade e a periferia do abandono”.

“O que está em jogo neste segundo turno é se vai vencer a mesmice ou a esperança, um projeto para o futuro", disse criticando a continuação de uma prefeitura do PSDB, que lançou como candidato o tucano Bruno Covas, atual prefeito que se elegeu enquanto vice de João Doria (que deixou o cargo no segundo ano do mandato para ser governador de SP).

Boulos proclamou que no primeiro turno sua campanha venceu Jair Bolsonaro, uma vez que ele ultrapassou o candidato Celso Russomanno que apareceu em segundo colocado nas primeiras pesquisas de intenção de voto. “Agora no segundo [turno] vamos vencer João Doria”, segundo ele o verdadeiro prefeito da capital paulista.

“Nossa campanha mostrou que é possível voltar a fazer política sem desistir dos sonhos, sem perder a esperança, com brilho no olho, com verdade”, ressaltou Boulos.

Ele também criticou Covas, que fez um discurso policialesco em defesa da “lei e da ordem” contra os canditados de esquerda neste domingo, 15.

"Eu vi agora há pouco o Bruno Covas falar em radicalismo (quando se referia ao candidato do PSOL). Radicalismo, pra mim, é a cidade mais rica do Brasil ter gente revirando o lixo pra comer". 

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