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21
Ago18

Intervenção militar transforma Rio em zona de guerra para eleger Bolsonaro Filho, César Maia senadores e Romário ou Paes governador

Talis Andrade

 

rio zona de guerra.jpg

rio zona guerra .jpg

 

 

Pesquisa Ibope divulgada na segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o Senado no Rio de Janeiro:
Flávio Bolsonaro (PSL): 15%
Cesar Maia (DEM): 13%

 

Paraná Pesquisas mostra o senador Romário (Podemos) na frente para governador do Rio de Janeiro (24%), seguido por Eduardo Paes (15%) e Garotinho (14%).

 

Que esperar de um povo espalhado por favelas (mil e cem), sob o mando das milícias e dos feudos, e catequizado pelos pastores eletrônicos e TV Globo?

um tanque na Estrada do Itararé.jpg

Um tanque atravessado nas duas pistas da Estrada do Itararé  

Transcrevo do Diário de Notícias de Portugal: 

 

Doze mortos em operação militar em favelas do Rio de Janeiro
Operação contra o crime em favelas no norte do Rio de Janeiro envolveu 4200 soldados do Exército Brasileiro com o apoio da polícia

 

 

Pelo menos 11 supostos membros de gangues de traficantes e um soldado foram mortos esta segunda-feira numa ponte e em três favelas do Rio de Janeiro durante operações das forças de segurança do Brasil.

 

O Comando Militar do Leste, órgão do Exército que é responsável pela intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro, fez o balanço de 12 mortos depois de num balanço anterior ter dado conta de oito mortos durante operações nos complexos de favelas Maré, Alemão e Penha, e de ter baixado depois esse número para cinco.

 

O novo balanço acrescenta a morte de outros seis supostos criminosos em confrontos com a polícia perto de uma ponte que liga a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de Niterói.

 

Pelo menos 11 supostos membros de gangues de traficantes e um soldado foram mortos esta segunda-feira numa ponte e em três favelas do Rio de Janeiro durante operações das forças de segurança do Brasil.

 

O Comando Militar do Leste, órgão do Exército que é responsável pela intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro, fez o balanço de 12 mortos depois de num balanço anterior ter dado conta de oito mortos durante operações nos complexos de favelas Maré, Alemão e Penha, e de ter baixado depois esse número para cinco.

 

O novo balanço acrescenta a morte de outros seis supostos criminosos em confrontos com a polícia perto de uma ponte que liga a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de Niterói.

 

Um soldado morreu de "ferimentos relacionados a armas de fogo", acrescentou um comunicado divulgado pelo Comando Militar do Leste.

 

As operações nas favelas do Rio de Janeiro mobilizaram cerca de 4200 soldados apoiados por veículos blindados e aviões.

 

Segundo a polícia, cerca de 430 quilos de drogas foram apreendidos no complexo de Maré.

 

A ação militar faz parte de uma intervenção decretada em fevereiro passado pelo Presidente do Brasil, Michel Temer, que atribuiu ao exército a missão de combater a onda de violência que assola o Rio de Janeiro, onde 6.731 pessoas foram assassinadas em 2017.

 

Esta é a terceira operação realizada em menos de três dias pelas Forças Armadas na região.

 

No Alemão, imagens publicadas pela organização-não governamental Coletivo Papo Reto mostraram que as ruas da comunidade estavam vazias às 09:00 (13:00), numa altura em que geralmente existe grande movimento.

 

Os moradores deste complexo de favelas estavam recolhidos nas suas casas com medo dos tiroteios.

 

Nas últimas semanas, os militares intensificaram as operações no Rio de Janeiro, mas o resultado, em muitas ocasiões, tem sido apenas a prisão de alguns suspeitos ou a apreensão de poucas armas de origem ilícita e pequenas quantidades de droga.

 

A ação militar realizada esta segunda-feira faz parte de uma intervenção promulgada em fevereiro passado pelo Presidente do Brasil, Michel Temer, que incumbiu o Exército de resolver a grave onda de violência que assola a região.

 

Apesar da intervenção federal na área de segurança pública, os episódios de violência repetem-se no Rio de Janeiro, onde só no ano passado 6.731 pessoas foram assassinadas.

 

Mais um morador que teve a casa destruida pela pol

 Mais um morador que teve sua casa invadida e destruída

rio guerra prefere votar no atraso.jpg

 

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