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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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08
Out20

Fux joga para prender Lula no tapetão e agradar Bolsonaro

Talis Andrade

mariano fux.jpg

 

Escreveu Jeferson Miola antes do ai-5 de Luiz Fux, presidente do STF pelo rodígio, que conseguiu pegar os ministros de surpresa, e aprovar, para a alegria de aha ahu Fachin, mudanças na forma de julgar casos da Operação Lava Jato:

A aposentadoria antecipada do ministro Celso de Mello alimenta especulações sobre quando a 2ª Turma do STF julgará a suspeição do então juiz Sérgio Moro pela farsa jurídica montada pela Lava Jato para prender Lula, impedí-lo de ser candidato para, com isso, abrir caminho para a eleição fraudulenta do Bolsonaro em 2018. A continuidade do julgamento da suspeição do Moro “” depende do ministro Gilmar Mendes. Como presidente da 2ª Turma, ele tem a prerrogativa de colocar a matéria em votação a qualquer momento

Com a indicação de Kassio Nunes para o lugar de Celso de Mello, Bolsonaro passa a ter maioria no STF, e poderá cumprir a ameaça terrivelmente cruel e antievangélica de "Lula aprodecer na cadeia". 

Revela o Uol: Gilmar Mendes criticou o fato de Luiz Fux apresentar uma proposta importante no meio de uma sessão administrativa, sem avisar previamente os demais ministros.

A proposta em questão tira os julgamentos da Lava Jato da competência da 2ª Turma, grupo do STF com menos ministros, e leva os casos para serem analisados no plenário com os 11 magistrados. Gilmar Mendes fez críticas a Fux momentos após Ricardo Lewandowski reclamar de que a proposta não estava na pauta.

Gilmar afirmou que a discussão é importante, mas disse aguardar que Fux apresentasse um texto, porque se trata de uma “reforma regimental”.

“Eu estou recebendo essa notícia agora. Não vejo problema, acho importante, mas é preciso solenizar essa reforma regimental”, disse.

Na sequência, Gilmar disse que “reformas regimentais devem ser, primeiro, avisadas aos ministros para serem discutidas”.

“De fato, não faz sentido a gente chegar do almoço e receber a notícia de que tem uma reforma regimental que será votada”, continuou.

Fux afirmou que “sempre foi de prestigiar os presidentes”, mas disse que Gilmar Mendes tem “todo o direito de se manifestar nesse sentido”.

Mais enérgico, Gilmar rebateu com uma comparação aos Atos Institucionais (AIs), mais presentes na época da ditadura militar.

“Devemos sempre lembrar isso, o presidente é um coordenador de iguais, isso é fundamental. Todos nós nos habituamos a isso”, disse.

Tome esse cuidado em relação aos colegas. Então vamos fazer um Ato Institucional e passa a fazer dessa forma. Não é assim que se procede.

migueljc fux.jpg

 

 

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