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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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05
Fev20

Foragido, miliciano ligado a Flávio Bolsonaro alugou mansão na Costa do Sauípe para festa

Talis Andrade

adriano -bope-milicia-flavio-bolsonaro.jpg

O chefe da Milícia do Rio das Pedras do Rio de Janeiro, capitão Adriano d Nóbrega, o Caveirão, não foi incluído por Sérgio Moro na lista dos mais procurados

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Da Revista Fórum

Foragido da Justiça há um ano, o ex-capitão do Bope Adriano Magalhães d Nóbrega mudou de visual e até de nome. Denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual como um dos chefes da milícia de Rio das Pedras e da Muzema, ele deixou a barba crescer e passou a usar uma carteira de identidade falsa. O documento foi encontrado na semana passada, quando investigadores tentaram prendê-lo na Costa do Sauípe, na Bahia, a mais cara e luxuosa praia do Brasil.

Adriano alugou uma mansão, ao custo de R$ 1 mil por dia, em um condomínio do balneário para festejar seu aniversário, no último dia 14. 

Segundo o jornal O Globo, foi na mansão que a polícia realizou uma operação frustrada no último sábado para prender o miliciano, que teria fugido em meio à mata. No local, os policiais encontraram uma carteira de identidade falsa que está sendo usada pelo miliciano, que teve mãe e ex-esposa empregada no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

No documento, Adriano adota o nome de Marco Antonio Lins Negreiros, e aparece de barba na foto. Na identidade, emitida em 9 de junho de 2016 pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, o ex-Bope aparece como natural de Fortaleza. Ele preservou o primeiro nome da mãe, Raimunda, e do pai, José, alterando apenas o sobrenome de ambos.

Rede de proteção

Segundo investigadores, Adriano conta com uma “rede de proteção” para continuar foragido. Há a suspeita de que a carteira foi realmente emitida pela órgão de segurança cearense a partir de uma certidão de nascimento falsa.

Na fuga do resort baiano, Adriano deixou a atual esposa e duas filhas. O advogado de Adriano, Paulo Emílio Catta Preta, disse que está apurando com Júlia Motta, mulher de seu cliente, se houve abuso de autoridade por parte dos policiais que realizaram as buscas na Costa do Sauípe. Ele contou ter recebido a informação de que os agentes invadiram a mansão com fuzis, constrangendo mãe e filhas.

 

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