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O CORRESPONDENTE

Por que o brasileiro continua um analfabeto político? Como conviver com a ameaça de uma intervenção militar? Este Correspondente tenta buscar respostas na leitura dos jornais

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15
Mar21

Ex-diretor do Incor denunciado por corrupção é cotado para Ministério da Saúde

Talis Andrade

José Antonio Franchini Ramires já fala com colegas como ministro da Saúde. A médica Ludhmila Hajjar também foi cotada, mas recusou o cargo após reunião com Bolsonaro

 
Por Luisa Fragão /Revista Forum
 

O cardiologista e professor do Instituto do Coração (Incor), José Antonio Franchini Ramires, entrou na lista dos nomes cotados para substituir Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde. O nome dele é defendido pela chamada “ala ideológica” do governo Bolsonaro. A informação é da CNN Brasil.

Ramires foi diretor do Incor e, em 2005, foi afastado do cargo pelo conselho deliberativo do Hospital das Clínicas, acusado de má gestão. Três anos depois, no entanto, foi reintegrado no instituto. Na época, o Ministério Público Estadual chegou a abrir diferentes inquéritos para investigá-lo.

Um dos inquéritos investigou a contratação de uma consultoria acusada de superfaturamento para liberar equipamentos importados. Outro inquérito também apurou que o Incor foi indicado sem licitação para implantar o Programa Saúde da Família em Caraguatatuba (SP) e Ponta Grossa e repassou os valores à VAE (Valorização Empresarial). As informações são do jornal Estado de S.Paulo.

Segundo apurou o diretor da Fórum, Renato Rovai, o médico já fala com colegas como ministro da Saúde. Ele é desafeto do diretor do Incor, Roberto Kalil, e do ex-secretário de Saúde de São Paulo, David Uip.

Ludhmilla Hajjar

Ludhmila Hajjar não será ministra | Lauro Jardim - O Globo

Defendida pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), líder do centrão, para substituir Eduardo Pazuello, a médica cardiologista Ludhmila Hajjar deve comunicar oficialmente o governo nesta segunda-feira (15) que não aceitará o cargo.

Neste domingo (14), Ludhmila viajou para Brasília propensa a aceitar ser a nova ministra da Saúde, segundo fontes ouvidas pela Fórum. Contrária ao tratamento precoce e defensora das medidas de isolamento para conter a propagação do coronavírus, ela já havia dito a interlocutores que aceitaria o desafio. Mas, após encontro com Jair Bolsonaro teria desistido do convite.

rodrigo vianna 
@rvianna
Lula nomeou Dra Ludhmila como nova Ministra da Saúde: médica, amiga da Dilma, profissional seria. Seu Jair está tão perdido que topou a indicação. Depois, desistiu, pressionado pelos apoiadores fanáticos. Esse governo acabou, Pede o quepe e cai fora, caphetao!

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